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1104 palavras
6 minutos
Quem chupou Matheus que o encare

Capítulo 10#

Beijar era fácil. Eu sabia fazer, já tinha beijado muitos meninos antes, já tinha até experimentado minha prima de troco. Ele não era ruim, mas o gosto da boca me causava estranhamento, um amargor meio metálico que eu não sabia dizer se era refrigerante velho ou puro nervosismo. Ele tremia, um leve vacilo que entregava o quanto estava fora do controle.

Agarrei-o com mais força, prendendo-o contra mim, deixando claro o que eu queria — mesmo que eu mesma não soubesse exatamente o que queria. Mas isso não importava. O que importava era sentir, explorar, descobrir no meio do caminho.

Trancamos a porta, ligamos o ar-condicionado para espantar o calor sufocante e nos jogamos na cama. O cheiro do colchão, de suor impregnado e noites sem banho, me fez torcer o nariz. Revirei os olhos e reclamei dos lençóis sujos, obrigando-o a trocá-los antes que eu encostasse mais do que o necessário. Ele, atabalhoado, levantou às pressas, puxando os panos de qualquer jeito.

Quando voltou, veio decidido, sem enrolação, puxando a camisa sobre a cabeça. O corpo dele não era novidade para mim. Já tinha visto antes em outras situações, mas agora era diferente. Agora era só para mim. E gostei de pensar nisso. Sem querer, mordi o canto da boca e soltei aquele olhar de quem sabe que tem o controle da situação. Ele percebeu. E isso o deixou ainda mais nervoso.

Ele se jogou em cima de mim, me obrigando a me deitar, eu ri do seu jeito desajeitado cheio de mãos que não me causavam nada além de agonia e um beijo que parecia que iria me engolir.

Aqui está sua reescrita no estilo da autora:

— Calma, amigo, eu não vou fugir de você… — murmurei, a voz excitada, enquanto sentia o calor crescendo entre nós.

Ele não respondeu de imediato, mas seu rosto se contorceu num misto de hesitação e confusão. A testa franzida, os lábios comprimidos, a expressão de quem não sabia ao certo onde pisava. Mais inexperiente do que eu, talvez. Eu não havia decidido ainda se iria dar para ele, mas, do jeito que a coisa ia, se eu não me contivesse, ele não teria escolha. Mesmo que não quisesse, teria que me comer.

Eu devia estar tensa. A pegação era boa, mas não havia entrega, nada daquela história de anjos soprando trombetas no êxtase. Balela. Talvez faltasse sentimento, talvez fosse só o jeito bruto dele, eu não sabia. Só sabia que algo estava estranho. Atabalhoado, desajeitado, seu toque me machucava. Quando apertava meus seios, parecia querer esmagar meus peitos. Os dedos, se enfiavam com tanta força no meio das minhas pernas, que pareciam querer entrar enfiando jeans e calcinha para dentro da minha boceta. E eu, que mal tentava um carinho, via minha mão sendo puxada de imediato para seu pau.

— Matheus, caralho! Se tá tentando me deixar excitada desse jeito, tá falhando miseravelmente. Você tá me machucando! — gritei.

Ele me olhou com cara de bunda, tentou sentar o melhor que pôde sem bater a cabeça no beliche de cima e ficou parado me olhando.

— Ah, foi mal. Eu não tenho muita experiência nisso também. Desculpe.

Então, agora eu poderia entender aquilo, ele também era virgem. Aí a gente tinha um problema, eu não sabia o que fazer e ele também não, como continuar? Então, uma coisa muito suja me passou pela cabeça.

— Tudo que acontecer, você vai contar para alguém? — perguntei, mesmo sabendo que a palavra dele não valia muita coisa.

— Se alguém descobrir, eu tô morto, né, idiota? — resmungou, quase indignado.

Fazia sentido. Ninguém podia saber. Nenhum de nós dois poderia estar fazendo aquilo.

Eu já tinha experimentado no namorado da Carla, e do jeito que ele gemia, parecia que eu sabia fazer bem. Mas quando vi o nude do Matheus, não consegui evitar: fiquei imaginando como seria chupar um pau só para mim. E o dele… era bonito. Gordinho, grande, rosado.

— Baixa o short e deita aí. — Ordenei para sua surpresa.

Ele tomou um susto com a minha ordem, mas obedeceu. Baixou o short tão rápido que o pau saltou para fora, duro, grande. Quando vi, um misto de surpresa, alegria e pânico me atingiu de uma vez. Finalmente, os anjos sopraram suas trombetas, mas, em vez de iluminação divina, minha única preocupação foi: como caralhos aquela porra ia caber dentro de mim?

“Calma, sua idiota! Se Deus fez assim, é porque cabe!” Ri do meu próprio pensamento, estúpido e reconfortante, antes de descer para fazer exatamente o que eu queria. Minha mente começou a correr por uma lista de coisas sobre como eu deveria fazer aquilo. Com o namorado da Carla, eu não tinha pensado em nada, fui automática, um instinto puro me guiando. Mas agora não. Agora, eu queria fazer direito.

Peguei o pau com a mão e, disfarçadamente, levei ao nariz para cheirar. Tudo certo. Podia colocar na boca. Não fedia. Pelo contrário, tinha um cheiro bom de limpinho, com um toque excitante de alguma coisa que eu não conseguia descrever. Ele era grosso. Minha mão tinha dificuldade em se fechar ao redor dele. Fiquei brincando com a pele, deslizando os dedos, sentindo a textura, enquanto dava uns beijos para molhar. Não queria simplesmente cuspir. Achava nojento.

Estranhamente, aquilo parecia mais divertido do que sexual naquele momento. Era como um brinquedo novo que eu estava descobrindo, meus olhos varriam cada detalhe, tentando guardar cada partezinha na memória. Era quente, a textura era boa na minha boca, e eu me excitava sempre que sentia ele tocando minha língua e ouvia seus gemidos escaparem.

— Não vai gozar na minha boca, hein! — alertei, sorrindo.

Falei só por falar. A verdade é que minha vontade era estar de joelhos, sentindo ele gozar na minha cara inteira. Mas eu jamais diria isso. Quem ele pensaria que eu sou?

Cansada de beijinhos e lambidelas, enfiei ele na boca. Primeiro foquei na cabeça, que facilmente enchia o espaço. A cada sucção, ele se remexia e soltava um som inaudível. Sei que entrei num frenesi de boqueteira, aumentando o ritmo, babando, deixando ele ocupar mais e mais a minha boca. Sem perceber, minha chupada ficava mais selvagem a cada movimento. Eu me engasgava, salivava horrores, tentando enfiar ele cada vez mais fundo na boca. Fiquei besta ao perceber o quanto daquele pau eu conseguia engolir e, como em poucos momentos da vida, descobri que era boa em algo.

Comecei a entender como meus movimentos controlavam o prazer dele, testando ritmos e observando suas reações. Cada sucção, cada deslizar da língua arrancava um gemido diferente, e eu me divertia com isso.

Logo, senti que ele ia gozar. E parei. Por quê? Sei lá. Talvez porque ele não tivesse feito por onde merecer.

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