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971 palavras
5 minutos
Siririca, um monstro incontrolável

Capítulo 18#

Quando ele me deixou na esquina, minha periquita já estava pedindo socorro. A calcinha grudando de tão molhada, minha cabeça ainda fervendo com o que não aconteceu dentro daquele carro. Eu queria sentar nele, queria sentir tudo, mas segurei. Agora tava me corroendo por dentro. Precisa acabar isso de um jeito ou de outro.

Passei voando pela sala, ignorando tudo, com um berro pra despistar.

— Mãeeee, chegueiiii!

— Tá bom, filha! Toma banho e vem comer!

Foda-se o banho.

Entrei no quarto já chutando os sapatos, a mochila foi parar em qualquer lugar. Tranquei tudo, porta, janela, não queria ninguém interrompendo. A calça desceu na metade da coxa, a calcinha veio junto, e eu já tava com os dedos na minha boceta quente, molhada, escorrendo.

Passei a mão e senti aquele creme lambuzando tudo. Meu grelo parecia estar duro, pulsando, implorando. Comecei sem frescura, dedo esfregando com força, pressão direto onde precisava. O prazer veio rápido, bruto, sem controle. Meu quadril rebolava no vazio, a outra mão apertava meu peito por baixo da blusa, o meu corpo inteiro estava arrepiado.

Cada deslizar era um choque, minha respiração entrecortada, os gemidos escapando entre os dentes. Eu não queria só gozar, queria espremer tudo de dentro, sentir minha boceta tremendo até não aguentar mais.

E foi o que aconteceu. Meu corpo inteiro travou, um choque quente subindo pela espinha, as pernas perderam a força de vez. Num segundo, eu já tava desabando no chão, de joelhos, o coração disparado, as coxas tremendo sem controle. O ar ficou preso no peito, minha cabeça girava, e tudo que consegui sentir foi meu gozo escorrendo, melando minhas coxas, grudando na pele quente.

Fiquei ali, caída, ofegante, e então soltei um riso curto, quase idiota.

— Caramba, olha isso!

Minha boceta ainda pulsava, quente, aberta, e quando passei a mão pra sentir, quase gemi de novo. Nunca me vi tão molhada daquele jeito, a calcinha grudada no meio das coxas, minha perna meio bamba, a respiração tentando voltar ao normal. Mas o pior – ou melhor – era que eu queria mais.

Tinha acabado de tocar uma e já queria emendar outra. Sempre que eu ficava nesse nível de tesão, minha cabeça entrava num estado meio doido, sem filtro, sem limite. E quando eu chegava nesse ponto, fazia umas loucuras que depois achava absurdo.

Levantei ainda trêmula, peguei roupas limpas, uma toalha nova e fui direto pro banheiro. Mas não fui só com isso. Além dos itens normais, levei uma camisinha.

Lá dentro, meu coração já acelerou só de olhar pro que eu sabia que tava ali. O desodorante em cima da pia, exatamente onde eu deixei da última vez. Cilíndrico, comprido, grosso. Um pouco demais pra mim, mas naquele momento, nada parecia grande o suficiente. Eu tava doida, escorrendo, meu corpo inteiro implorando.

Peguei o frasco com a mão já tremendo e deslizei a camisinha nele, cobrindo tudo. Sentei no vaso, as pernas abertas, meu grelo latejando só com a expectativa. Passei a ponta nele, esfregando na entrada, espalhando minha excitação quente na superfície lisa.

Fechei os olhos e minha mente foi direto pra ele. Imaginei o pau dele ali, duro, me roçando, a ponta deslizando na minha rachinha molhada. Podia sentir a respiração dele perto, as mãos atrevidas pegando nos meus seios, os dedos apertando meus mamilos.

Não aguentei mais.

Empurrei pra dentro, e entrou fácil, deslizando sem resistência. Eu tava molhada demais, pronta demais. A lata fria me deu um arrepio, mas logo o calor do meu corpo fez o resto.

O prazer subiu diferente, profundo, uma pressão deliciosa abrindo minhas carnes, forçando cada espacinho dentro de mim. Meu clitóris parecia ser tocado de dentro pra fora, um choque quente que fazia meu corpo inteiro vibrar.

Agarrei o frasco com força e comecei o movimento, rápido, profundo, sentindo ele se perder dentro de mim. Minha boceta abraçava aquilo com vontade, apertando, querendo mais. Cada enfiada fazia meus olhos revirarem, minha perna tremia e eu só queria ir até o fim.

E eu fui. Gozei mais uma vez.

Eu ria sozinha do meu desempenho, o corpo ainda formigando, as pernas bambas, a boca entreaberta enquanto me olhava no espelho do banheiro. O suor misturado ao meu próprio cheiro me deixava ainda mais excitada, e já me preparava para mais uma, agora debaixo do chuveiro.

Mas antes, sentei pra fazer um xixi, os músculos ainda meio frouxos do orgasmo. Foi quando ouvi as vozes do lado de fora.

Minha mãe.

Ela falava no telefone, e pelas pausas entre as falas, dava pra perceber que a conversa tava tensa. Meu coração disparou. Não precisei pensar muito pra entender com quem era. Meu pai.

Abaixei o rosto, mordi o lábio e segurei a respiração, concentrada nos sons além da porta.

— Eu estou cuidando disso, tá bem?

A voz dela tava irritada, impaciente, aquele tom cortante que eu conhecia bem.

— Eu sei, eu tô de olho nela! Escuta aqui, eu sei criar a minha filha! A gente nem sabe o que aconteceu porque ela não falou! Eu é que tô achando essa história estranha, e ele não pisa aqui até eu descobrir isso direito!

Meu peito apertou. Que porra era essa? Por isso que meu padrasto não pisa aqui? Do que ela tava falando?

— Não, você não vai falar com polícia, com bandido, com ninguém! Você só faz merda! Eu cuido disso! Se você pisar aqui, eu coloco uma ordem de restrição contra você de novo, entendeu?

Meu estômago embrulhou. Meu pai tentava vir aqui? Minha mãe disse que era ele que não tinha interesse na gente!

— Seu idiota, eu tô falando com você porque você é o pai dela e tem que saber!

O silêncio pesou, e então a última frase veio seca, cuspida como um tiro:

— Ah, vai à merda…

A ligação foi encerrada com um toque surdo.

Fiquei sentada ali, imóvel, os olhos fixos no azulejo frio do banheiro. Um frio subiu pela minha espinha, e dessa vez não era de prazer.

O que diabos tava acontecendo?

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