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1434 palavras
7 minutos
Descobri que de quatro é mais gostoso!

Capítulo 20#

Da cama, eu olhava pra ela meio desconfiada. Nunca vi a Mariana daquele jeito. Tipo, há poucos minutos, a doida tava de cara comigo e agora queria me pegar? Que porra tava acontecendo? Mas, sei lá, se ela quer, quem sou eu pra dizer não, né?

— Olha a porta, Mariana, vê se tá trancada.

Ela foi lá, girou a maçaneta e confirmou. Trancada. Quando virou de novo, já veio largando tudo. Abriu o botão da bermuda, rebolou um pouco e deixou o short e a calcinha caírem embolados no chão.

— Caralho, o que deu em você mulher?

— Cala a boca, tô com tesão!

Eu comecei a rir, meio sem entender nada, e antes que eu piscasse, ela já tinha pulado em cima de mim, me beijando toda desesperada. Era muito estranho quando alguém chegava assim, toda afobada. Eu sou mais devagar, demoro pra pegar no tranco. Mas Mariana? Tava parecendo o primo Pedro.

Mano, a Mariana nem esperou. Meteu a mão no meu top, puxou com força e, do nada, meu sutiã já tava enrolado no meu pescoço. Nem deu tempo de reagir. Quando vi, a boca dela já tava nos meus peitos, sugando, mordendo de leve. Me dava um nervoso do caralho, mas, ao mesmo tempo, era bom demais. O jeito dela era esquisito, porque era toda delicadinha na boca, mas com uma atitude de quem queria me devorar ali mesmo.

Só que eu ainda tava impressionada com o tanto que essa doida tava molhada. Eu queria descer logo, sentir aquilo na boca, mas ela não deixava. Pegou minhas mãos, jogou pra cima da minha cabeça e ficou se esfregando nas minhas coxas, gemendo baixinho. E eu só conseguia pensar que devia estar toda fedendo a boceta a essa altura.

— Mariana, me solta, porra! Deixa eu te chupar, cacete!

Ela riu, me soltou devagar, como se estivesse se divertindo com meu desespero.

— Tu tá parecendo um poodle no cio, cara…

Eu nem esperei. Quando ela me deu brecha, virei ela debaixo de mim e desci direto. Nem perdi tempo. A boceta dela tava ali, toda quente, inchada, e, mano, tinha um cheiro que me deixava doida. Aquilo me deu uma coisa estranha, um formigamento esquisito no peito. Sem nem pensar muito, enfiei os dedos dentro dela e vi a desgraçada arquear o corpo inteiro.

Ela começou a rebolar feito uma maluca, mas quem ficou mais louca fui eu. A barriga dela contraía, os músculos se mexendo a cada estocada que eu dava com os dedos. Aquilo me deixou elétrica. Eu queria ver até onde ela aguentava.

Apertei o clitóris com o polegar e continuei metendo os dedos, sentindo ela apertar e gemer cada vez mais alto. Com a outra mão, fui arranhando de leve as coxas dela, subindo pela barriga e desenhando uns círculos ali, só pra provocar. Eu queria ver ela perder o controle. E quando ela gemeu meu nome daquele jeito, tremendo inteira, eu soube que tava conseguindo.

Quando a Mariana gozou, enfiou um travesseiro no rosto e soltou um grito abafado, desesperador. Eu senti a boceta dela apertando meus dedos com força, as coxas travadas quase me esmagando, dificultando meu movimento. E, do nada, senti um jato quente vindo de lá, me molhando toda.

Na hora, meu coração deu um salto. “Mano, essa desgraçada mijou em mim?!” Veio muita coisa, um espirro forte, quente, escorrendo. Fiquei sem reação. Mas aí, quando soltei ela, vi que ainda tava se tremendo toda sozinha e rindo igual uma louca.

— Você gozou, garota?

— Sim, porra! Pergunta idiota, caralho! Foi muuuito bom, sua piranha!

Dei um tapa forte no braço dela.

— Não me xinga.

— Ai! Não me bate!

— Sua vez! Vem cá.

Enquanto eu me deitava no lugar dela, um sorrisinho de canto surgiu no meu rosto. “Mano, eu sou braba mesmo, hein? Fiz a Mariana gozar desse jeito!” Eu tava realmente me achando. Se existisse um troféu pra quem faz o serviço bem-feito, eu já podia subir no pódio.

Fui empurrando as coisas pro lado, tentando me ajeitar na cama, buscando um jeito confortável. Mas Mariana tava me olhando com uma cara estranha, parecia que queria falar alguma coisa. Antes que ela abrisse a boca, eu já meti a mão na minha periquita, dei uma conferida e cheirei.

— O que foi prima, tá fedendo?

— Não… mas posso chupar você de quatro?

— Porra, de quatro? Não é meio desconfortável?

Ela fez aquela carinha pidona, me olhando de um jeito que eu já sabia que ia me convencer.

— Fica, por favor…

— Tá bom!

E lá fui eu ficar naquela posição ridícula. Eu tava morrendo de vergonha, sentia o vento bater de um jeito estranho. Mano, meu cu tava sentindo o ar, que parada esquisita! E eu só conseguia pensar no que ia acontecer se alguém entrasse no quarto e me visse daquele jeito, com o rabo empinado pro alto.

— Se empinaaaa e abre essas pernas…

— Cara, isso é muito vergonhoso!

— Hehehe, consigo ver dentro da tua boceta assim!

— Cala a boca, senão eu vou deitar!

Rapidamente, comecei a entender por que tanta gente fala dessa posição. Primeiro, tinha a sensação de exposição total, uma vulnerabilidade que dava um nervoso gostoso dentro de mim. Ela veio apertando minha bunda e, do nada, me deu um tapão. Era pra eu reclamar? Era. Mas, caralho, eu gostei.

Depois, ela me arreganhou tanto que eu juro que senti vento entrando na minha xota. Que friozinho bom do caralho! Pensei, rindo por dentro.

E foi aí que veio a boca. Direto no meu cu.

Na hora, meu corpo reagiu no susto. Me fechei toda e curvei as costas pra cima, fugindo do toque. Mas levei outro tapa.

“Meu Deus, eu gosto quando me batem! Que estranho…”

Eu gemi sem querer, e ela voltou a lamber meu cu enquanto os dedos dela passeavam por ali. Minha mente viajou longe. Fiquei imaginando como deveria estar a visão de mim mesma, toda aberta, entregue.

— Mariana, pega meu celular, tira uma foto da minha raba assim?

— Tá maluca? Tu vai apagar depois?

— Claro, idiota!

Ela pegou meu telefone e tirou umas duas fotos. Olhei a tela e, mano… eu tava muito aberta e muito molhada. Me ver assim me deixou ainda mais excitada. Como pode? Eu ali, toda exposta, toda brilhando, parecendo um couvert de motel barato, e ao invés de sentir vergonha, eu só queria mais. Mas, enquanto eu me admirava no celular, veio uma lambida. Pesada. Molhada. Larga.

Uma lambida de boi.

Soltei um gritinho na hora e tapei a boca, rezando pra ninguém do lado de fora ouvir. “Pelo amor de Deus, imagina alguém entrando agora?” Quem ia ter que se esconder era eu! Então fiz o que qualquer pessoa sensata faria: enterrei minha cara no travesseiro e deixei minha alma sair do corpo. Eu não sabia mais o que estava acontecendo. Só sentia um monte de coisa ao mesmo tempo. Um turbilhão. Uma guerra sendo travada entre as minhas pernas. Não sei quantos dedos estavam dentro de mim. Podiam ser dois, podiam ser três, podiam ser 47. Só sei que eles socavam com uma força que me fazia rebolar sem nem perceber. Tava possuída, parecia um liquidificador no modo turbo.

Enquanto isso, a boca dela não saía do meu cu.

E pra completar, ainda tinha algo esfregando no meu clitóris. Era uma coreografia perfeita de prazer e desespero. Como se meu corpo tivesse sido plugado na tomada e eu estivesse levando choque em câmera lenta.

E aí, do nada, vinham os tapas. Secos. Estalados. BEM DADOS.

— Goza logo, piranha! — ela chiava, como se fosse uma treinadora malvadona incentivando a cruzar a linha de chegada.

E eu?

GOZEI.

E não foi um orgasmo normal, não.

Foi um orgasmo muito do sinistro

Primeiro, um arrepio demoníaco subiu pelas minhas costas, fez um looping no cérebro e jogou um choque direto pro meio das minhas pernas. Meu corpo se contorceu inteiro, fiquei tipo aquelas bonecas que quebram a junta e ficam todas tortas.

Eu travei. Fiquei muda por um segundo. Foi o silêncio que precede o esporro e então… EXPLODI.

Minha alma saiu do corpo, deu uma pirueta no teto e voltou, me dando um tapa na cara antes de eu voltar à realidade. Minha periquita bateu palmas. Minhas pernas tremiam como se eu tivesse acabado de descer do brinquedo mais radical do parque. Eu chorei, ri, quis bater nela, quis pedir mais. Não sabia o que fazer. O travesseiro tava todo babado. Meu corpo mole, derretido, sem ossos.

E a desgraçada da Mariana só riu.

— Caralho, prima, tu goza bonito, hein?

Eu deitei de lado, tinha acabado de ter o orgasmo mais insano da minha vida. Acho que o primeiro na mão de outra pessoa. Se gozar com alguém é a definição de perder o cabaço, eu não era mais virgem! Minha prima Mariana me fez gozar!

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