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2612 palavras
13 minutos
Perdendo a virgindade na lavanderia

Capítulo 24#

Dado a bandeira verde, Mariana pegou o Otávio pela mão e sumiu com ele. Quando ele passou por mim, eu não consegui não olhar pro volume que tava marcando na calça dele. O menino era graúdo! Pensei na hora: “Caralho, Mariana se deu bem!” Mas eu não tinha tempo pra ficar refletindo sobre o pau alheio. Eu tinha uma missão.

Peguei o controle da TV da sala e aumentei o volume, era parte do plano. Se alguém passasse de fora, ia achar que tinha gente assistindo ali. Depois, saí pela porta da frente e fui direto pro portão ver quem chegava primeiro. Se fosse o Pedro, eu tava fodida e mal paga.

Pra minha sorte, um carro conhecido estacionou. Respirei aliviada. O moço do ônibus.

Só que o infeliz era lerdo.

Saiu do carro sem pressa nenhuma, como se tivesse todo o tempo do mundo. Verificou os vidros, os pneus, parecia que ia pegar uma viagem interestadual. Só faltou levantar o capô e conferir a água e o óleo antes de estacionar.

Ele começou a andar devagarzinho na minha direção, naquele jeitão dele, todo se achando o gostoso.

— Oi, mocinha.

— Oi, moço.

Era o jeito idiota que a gente se chamava. Vocês já devem ter percebido isso…

Não dei espaço pra conversa fiada. Abri o portão e puxei ele pra dentro, passando rápido pela garagem e levando ele pros fundos da casa.

— Tem gente em casa e eu não quero ninguém fazendo pergunta.

Ele arqueou a sobrancelha, rindo.

— Você tá me escondendo, é?

Parei e olhei bem na cara dele.

— Se você pisar naquela sala, vai ter que assumir namoro comigo. Você quer isso?

Lá dentro, a TV tava ligada quando ele percebeu tratou de andar de fininho também para não ser visto, mas ele ouviu o que eu disse e só riu, na minha cabeça, ele ia dizer “Vamos lá agora”. Mas ele não disse, só ficou calado e isso… confesso… me deixou meio tristinha.

Na minha casa, dos fundos, o único lugar pra ver a rua era pela garagem. Atrás ficava a parte da piscina, onde tinha uma churrasqueira e um banheiro minúsculo. Na outra lateral, a lavanderia… o cenário do crime, onde eu já tinha aprontado com a Carla e o namorado dela.

O moço não tava entendendo nada do meu plano, mas, pelo sorriso no rosto, parecia estar gostando. Estava escuro, e a única luz que iluminava um pouco vinha de uma parede no fim da área da piscina.

Mas eu não dei muito tempo pra ele pensar.

Segurei ele pela nuca e meti um beijo bem gostoso.

Ele nem teve tempo de reação, só retribuiu, já me puxando pela cintura. Eu tinha planos pra ele, e ele nem imaginava quais eram. A coisa começou a esquentar rápido. As mãos dele desceram direto pra minha bunda, apertando forte. E eu, tarada do jeito que sou, já tava me esfregando na perna dele, sentindo a excitação subir pelo corpo. O pau dele já tava saindo da bermuda. A ponta escapou, dura, reluzindo no pouco de luz que tinha ali. O que ficou pra fora, eu fiquei apertando com os dedos, massageando devagar, sentindo o calor pulsar ali.

— Vem pra cá. Vamos pra lavanderia.

Ele me seguiu sem questionar. Nem pensou duas vezes.

Quando chegamos lá, me encostei na máquina de lavar, já sabendo exatamente o que ia rolar. Meu coração já tava batendo forte, minha buceta pulsando, pronta pra ser usada. Ele veio cheio de atitude, todo afoito, com aquela respiração acelerada, me olhando daquele jeito que homem olha quando já tá no limite. Soltou o botão do meu short com pressa, mas parou por um segundo, talvez esperando pra ver se eu ia mandar ele parar. Claro que eu não ia.

Olhei pra ele, mordendo o lábio, e abaixei um pouco o zíper do short, só pra deixar claro que ele podia continuar. Ele entendeu o recado na hora. Não perdeu tempo, enfiou a mão direto, e meu Deus, como eu tava molhada! Os dedos deslizaram fácil, como se tivessem sido sugados pra dentro. Ele começou a me dedilhar daquele jeito que faz a gente querer abrir mais as pernas, roçando de leve, depois pressionando mais forte. Aquele toque safado, calculado, que faz a perna tremer.

Mordi o ombro dele, tentando segurar o gemido, mas não aguentei. O corpo pediu mais, implorou por mais, e sem pensar duas vezes, empurrei meu short até os joelhos, deixando minha calcinha toda exposta pra ele ver. Ele arregalou os olhos, e aí, pronto, perdeu o controle.

Quando ele me agarrou pela cintura e me jogou sentada na máquina de lavar, eu senti um arrepio subir pelo meu corpo inteiro. Sem pedir, sem perguntar, simplesmente fez. E eu adorei. O jeito que ele me olhava enquanto terminava de tirar meu short me dava um frio na barriga, aquela sensação de que eu tava ali só pra ele, completamente entregue, pronta pra ser usada do jeito que ele quisesse. E então, sem frescura, sem enrolação, ele caiu de boca. Me abriu toda, arrastou minha calcinha pro lado e começou a me dedar e lamber ao mesmo tempo, e eu só conseguia arfar, sem conseguir falar nada.

Eu quis pedir pra ele pegar meu celular que ficou enrolado no meu short jogado no chão, mas a voz não saía. Eu tentava, mas toda vez que tentava falar, a língua dele passava no lugar certo e me fazia esquecer tudo. O cara era bom, isso era inegável, pela primeira vez na vida eu descobri que eu tinha um cu porque ele me deu uma lambida ali do nada que me fez subir e descer da lua em um segundo. Quando enfiou só a tampinha do dedo, me deu um incômodo estranho que me fez tremer na base, mas ao mesmo tempo um calor gostoso se espalhou pelo meu corpo. Minha cabeça tava a mil, entre o tesão e o medo de alguém aparecer ali e me pegar com as pernas escancaradas. Acho que foi isso que me segurou de gozar na chupada dele, porque tava uma delícia, mas o nervoso não deixava eu me entregar cem por cento.

E minha nossa, como ele ficava lindo me mamando. A boquinha dele rosa, lambendo e chupando com tanta vontade que parecia uma obra de arte. Ele não parava, sugava, mordia de leve, passava a língua lenta e depois rápida, e toda vez que eu chegava perto de gozar, alguma coisa travava dentro de mim e eu voltava. Ele ficou ali um bom tempo, tentando me levar até o final, mas eu sabia que daquele jeito eu não ia conseguir, então recobrei um pouco de controle e falei baixinho, meio ofegante:

— Sai, deixa eu te chupar também.

Ele me olhou com um sorrisinho de canto, satisfeito, como se soubesse que tinha feito um bom trabalho. Eu fechei as pernas, desci da máquina, peguei o celular pra ver se tinha alguma mensagem, nada. O moço se encostou na máquina, me esperando, e eu fui direto pro chão. Coloquei meu short dobrado pra não machucar os joelhos e nem me arrumei direito, o pau dele já tava ali, duro, pulsando, um tronco lindo me esperando. E eu caí de boca com muito gosto.

Tudo que eu sabia sobre boquete era que tinha que ser babado, e eu já tinha treinado um pouco no Matheus — “obrigada, Matheus”, pensei. Mas agora era diferente. Sentir aquele pau quente na boca foi uma coisa surreal pra mim, parecia mágico. Meu tesão já tava lá em cima, meu corpo inteiro fervendo. Eu mordia, chupava, tentava engolir tudo, fazia o meu show pessoal pra ele, e toda vez que olhava pra cima, fazia cara de putinha e ele gemia gostoso. E como gemia. Cada gemido dele fazia eu querer me esforçar ainda mais. Eu queria ver ele perder o controle, queria sentir ele se entregar, e depois de tantas chupadas e lambidas, faltava só o último ato…

Ele me afastou, e eu achei que ele tava perto de gozar, mas não, o safado me encostou na máquina de lavar, levantou minha blusa e botou meus peitos pra fora. A boca dele desceu direto, sugando, mordendo devagar, brincando com os mamilos de um jeito que fazia meu corpo todo formigar. Eu tava ali, só sentindo o calor tomando conta, até que ele veio no meu ouvido e soltou baixinho, cheio de segundas intenções:

— Posso botar a camisinha?

Minha amiga, o cu trancou na hora. Trancou tanto que não passava nem Wi-Fi. A coisa ficou séria. Meu coração acelerou e eu senti um pânico misturado com tesão subindo dentro de mim. Eu queria dar, mas na hora bateu aquele medo desgraçado. E se doesse muito? E se sangrasse igual igual uma porca? Minha mente tava em alerta, mas minha buceta tava batendo palma, comemorando que ia acontecer.

— Pode… mas eu sou virgem, não esquece.

Ele me olhou de um jeito que eu sabia que não acreditava 100% no que eu tava falando. Mas foda-se, se ele queria pensar que eu já tinha dado pra alguém, deixa ele achar, tinha dado só pra mulher, mas ele nãotinha que saber disso. O importante é que pra mim era novidade e eu tava nervosa.

Fiquei ali, olhando ele pegar a camisinha, abrir o pacote com aquele jeito meio desajeitado, desenrolar e vestir o pau.

E foi aí que eu senti o verdadeiro medo.

Quando eu vi aquele pau encapuzado, grosso, pulsando, todo preparado pra entrar eu congelei. A partir dali, eu não sabia mais o que fazer.

Ele me puxou de volta, deu um beijo demorado, tentando me acalmar, e falou num tom baixinho, carinhoso:

— Como você quer?

E eu, burra, sem entender direito a pergunta, respondi:

— Na frente.

Ele franziu a testa, segurando um riso.

— De frente como?

— Na buceta, ué!

Ele riu de verdade, balançou a cabeça e me olhou com aquela cara de “coitada, não sabe nada”.

— Não, boba, qual posição você gosta?

Aí que eu entendi que ele tava falando de posição, não de onde enfiar.

Meu rosto pegou fogo. Que vergonha!

— Eu sou virgem, eu sei que tu não acredita, mas eu não sei qual é melhor.

Ele me olhou daquele jeito calmo, como se quisesse me tranquilizar, segurou minha cintura com firmeza e falou, baixinho, colado na minha boca:

— Sobe aqui na máquina de novo. Vamos de frente, tá? Eu vou devagarzinho.

Respirei fundo e me ajeitei na máquina, tentando me preparar pro que ia acontecer. Meu coração tava martelando no peito, minha respiração toda desregulada, eu tentava me acalmar, mas era impossível. Quando senti o calor dele chegando entre as minhas pernas, um arrepio subiu na mesma hora, meu corpo reagiu antes da minha cabeça entender.

Ele encostou a ponta, e eu travei. Meu corpo fechou inteiro de medo. Minha respiração ficou curta, acelerada, eu tava nervosa. Aí ele começou a passar a cabeça devagar, dando uma pincelada gostosa, roçando no meu clitóris, e aquilo me fez relaxar um pouco. O jeito que ele brincava ali, sem pressa, só me provocando, fez meu corpo ceder sem eu perceber.

Quando ele finalmente pressionou um pouco mais forte e a cabeça entrou, meu corpo travou inteiro. Na mesma hora, meus dedos cravaram no braço dele, minhas unhas arrastaram a pele como se eu quisesse me segurar em alguma coisa. Eu tentei aguentar firme, mas a dor veio aguda, de algo rasgando, queimando por dentro, uma sensação que eu nunca tinha sentido antes.

A única coisa que consegui falar, entre os dentes, foi:

— De-va-gar, filha da puta!

Ele riu baixinho, meio sem graça, e começou a me masturbar, os dedos ágeis brincando no meu clitóris, enquanto ele dava umas reboladinhas, me enganando, entrando de pouquinho em pouquinho. Cada movimento fazia ele entrar mais fundo, como se meu corpo fosse abrindo devagar, se acostumando com aquela invasão. A sensação era esquisita demais, como se alguma coisa estivesse enchendo minha barriga pelo buraco errado. Mas, ao mesmo tempo, era tão bom, tão gostoso, que eu não conseguia nem me concentrar no medo. Era muito diferente da embalagem de desodorante e dos pepinos que eu tinha enfiado antes.

A merda era a entrada ardendo, aquela queimação chata, como se estivesse forçando mais do que devia. Mas o prazer vinha junto, batendo de frente com a dor, e eu não sabia qual dos dois era mais forte. Eu sentia ele me preenchendo inteiro, minhas paredes apertando cada centímetro dele, meu corpo reagindo de um jeito que eu não tinha controle.

— Meu Deus… — suspirei, sem nem perceber que tinha falado alto.

A respiração dele ficou pesada no meu ouvido, a pegada mais forte, o ritmo começando a se encaixar, e foi aí que eu senti meu corpo mudando. A dor foi ficando de fundo, dando espaço pra um prazer que foi crescendo dentro de mim, um formigamento quente, um arrepio que subia pela minha espinha e se espalhava pelo meu peito. Meu quadril começou a se mexer sozinho, buscando ele, rebolando contra os movimentos dele, como se eu estivesse com fome daquilo.

E então aconteceu.

Uma onda quente tomou conta de mim, subiu rápido, me arrebatando inteira. Meu corpo travou, minha barriga se contraiu, minhas pernas tremiam. Uma explosão dentro de mim que eu nunca tinha sentido antes. Soltei um gemido que eu nem sabia que era meu, abafado, engolido pelo calor do momento. Meus dedos apertaram forte as costas dele, minha cabeça tombou pra trás, e meu corpo simplesmente se desfez no prazer.

Minha primeira vez e eu gozei com um pau dentro de mim.

E não foi só um prazer qualquer. Foi um orgasmo intenso, bruto, desesperador. Como se meu corpo estivesse pedindo aquilo fazia tempo, segurando, segurando, até que finalmente soltou tudo de uma vez. Me joguei contra ele, meu peito subindo e descendo, minha buceta pulsando ainda sentindo ele dentro, minha cabeça flutuando num mundo que eu não conhecia até aquele momento. Eu nem sabia que era possível sentir algo assim. Mas sabia naquele momento, que nunca mais ia querer outra coisa na vida.

Ele ficou dentro de mim por um tempo, mesmo parado, sem fazer nada, só me beijando, e aquilo era bom demais. Eu sentia ele lá dentro, pulsando de leve, às vezes dava uns tremeliques, e esses pequenos espasmos me davam umas ondas gostosinhas, arrepiando minha pele toda.

Ele tava todo suado, a testa brilhando, o peito subindo e descendo rápido. Ficou me bombando devagarzinho, sem pressa, só curtindo o momento. Mas eu já tinha perdido completamente a noção da hora, não fazia ideia de quanto tempo tinha passado.

— Tá feliz? — ele perguntou, com um sorrisinho safado.

— Porra! Muito bom… quer mais? — soltei, ainda arfando, querendo sentir aquilo de novo.

Ele riu e balançou a cabeça.

— Calma, garota, não sou máquina. Preciso descansar.

— Descansar por quê?

Ele não me respondeu de cara, só suspirou fundo, parecendo meio preguiçoso. Mas quando ele finalmente tirou de dentro, eu vi a camisinha murchada, cheia de porra. Minha primeira reação foi olhar praquilo e pensar “Eita, eu beberia essa merda inteira.”

Na mesma hora, ri sozinha com meus pensamentos.

A gente ficou ali, se beijando mais um pouco, aproveitando o restinho do calor que ainda tava nos nossos corpos. Mas conforme o tesão foi baixando, eu comecei a raciocinar melhor e me dei conta que ficar ali por mais tempo era perigoso. Pedro podia aparecer a qualquer momento.

Me levantei, vesti meu short rapidinho e olhei pra ele.

— Vem, vamos pro outro lado da casa.

Ele arrumou as roupas dele e me seguiu, meio sem entender. Ainda era cedo, mas se demorasse mais uma horinha, eu levava ele pro meu quarto e dava pra ele a noite toda.

Até o cu se ele quisesse.

E por falar nisso, fiquei encucada com aquele dedo dele. Aquela lambida no meu cu… aquele dedinho enfiando só a pontinha… minha mente voltou naquilo sem querer, e um calor diferente subiu pelo meu corpo.

Mas meu desespero veio rápido.

Meu telefone tocou.

Na hora, meu coração quase saiu pela boca.

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