Capítulo 26
A coisa com Pedro tava esquisita. Não por culpa dele, mas por minha culpa mesmo. Eu ainda sentia no corpo um cheiro de sexo do último encontro, e isso me deixava paranoica. Toda hora eu pensava: “O Pedro tá pagando boquete por tabela” e se ele soubesse, ia ficar puto comigo. O safado tentava enfiar a mão no meio das minhas pernas toda hora, mas eu travava. Tava dolorida demais.
— Pedro, acho que não é uma boa ideia ficar metendo a mão aí, tá meio dolorido.
— Por quê? O que aconteceu?
Fudeu. Eu precisava inventar uma história.
— Coloquei um OB, e como sou muito apertada, acho que ficou muito tempo e acabou assando.
Essa foi a primeira desculpa que veio na minha cabeça. E ele, que não é lá muito esperto, acreditou. Eu quase nunca usava isso.
— Então eu dou uns beijinhos pra sarar…
Ai, eu tinha um problemão. Ficar na sala era um perigo, os dois poderiam sair do nada e dar de cara com Pedro enfiando a cara entre minhas pernas. O quarto da minha mãe era território proibido e o dos meus irmãos era um chiqueiro fedorento que nem ferrando eu me deitaria pelada lá.
A lavanderia… de novo?
Era o jeito.
Pela terceira vez na vida, eu ia fazer classputaria em cima da máquina de lavarclass. De novo. Já tava virando tradição. Assim que chegamos lá, eu já fui me pegando com ele, e o safado classcomeçou uma cruzada desesperada pra tirar meu sutiã por baixo da blusaclass. Eu tive que parar de beijar e soltar logo, antes que ele arrebentasse tudo. classAquele sutiã era caro demais pra um virjola destruir assim.class
Assim que saiu, ele já veio direto pros meus peitos, como se tivesse morrendo de fome. classNão era gostoso, mas era excitante.class Parecia um bebê desesperado no peito da mãe, sugava de um lado, depois do outro, sem controle. Eu sentia a boca dele quente, faminta, e aquilo me deu um arrepio. Foi assim que eu descobri que gostava desse tipo de coisa. classPonto pro Pedro.class
Aproveitei que ele tava focado nos meus seios e desci a mão pra bunda dele. classAquele magricela tinha uma bundinha gostosa, empinadinha, firme na medida certa.class Não resisti e apertei com vontade, só pra ver qual era a reação.
— Ei, tá fazendo o quê? — ele reclamou, se encolhendo.
— Ué, não posso apertar a bunda do classmeu homemclass não?
Ele me olhou desconfiado, mas no fim acabou deixando. Só que eu logo perdi o interesse e fui direto ao que queria. classPassei a mão na bermuda, abri o velcro e puxei o pau pra fora.class Comecei a masturbar devagar, sentindo ele quente e pulsante na minha mão. Agora eu já tinha classprática naquilo, sabia como mexer.class Meus dedos deslizavam, apertavam, e no meio dos beijos o safado soltava uns arfares, uns gemidos baixinhos que me deixavam ainda mais provocativa.
Pedro tinha um pau classmais comprido que o do moço do ônibus, mas era mais varetinha.class Uniforme, reto, bem desenhado. Não era o mais grosso que eu já tinha segurado, mas era bonito.
— Porra, eu não posso mesmo passar a mão nela? — ele perguntou, manhoso.
— Não, amor, tá doendo.
— Então eu vou te chupar, e depois você me chupa, tá?
— Tá…
Ele se sentou na máquina de lavar e eu fiquei de pé na frente dele, segurando meu cabelo antes de me abaixar. Peguei o pau com as duas mãos, senti o calor dele pulsando na minha pele. classTava quente, gostoso, durinho na medida certa.class Dei umas batidinhas na minha cara e ri olhando pra ele.
— Meu Deus, garoto, isso é muito comprido!
Ele riu meio sem graça, mas eu nem dei tempo dele falar nada. classCuspi na ponta, deixando bem molhado, e passei a mão, espalhando a saliva devagar.class O barulhinho molhado encheu o silêncio do lugar, e eu já sabia que ele tava adorando aquilo. Abaixei um pouco, passei a língua devagar pela glande, depois lambi o tronco todo antes de enfiar na boca.
Era classmais fácil de chupar do que outros que eu já tinha pego, confesso.class Não era grosso demais, deslizava bem, e eu gostava da sensação dele preenchendo minha boca. Eu ia devagar, sugava, deixava a língua brincar na pontinha. O gosto dele misturado com a minha saliva me dava um arrepio diferente. classEu amava chupar pau.class
Só que uma coisa ficava martelando na minha cabeça… era o classmeu segundo pau do dia.class A ideia me deixava dividida entre excitação e um sentimento estranho. Eu queria estar ali, queria sentir aquilo na boca, mas ao mesmo tempo me perguntava se realmente tava no clima ou se só tava seguindo o fluxo.
Mesmo assim, continuei. Porque, no fundo, eu gostava de ver ele derreter na minha boca, se contorcer, se segurar pra não gozar rápido. classTer um homem na minha mão, no meu controle, sempre me dava um tesão diferente.class
Eu tava ali, chupando ele, a boca quente deslizando devagar na cabeça do pau, sentindo a textura, o gosto levemente salgado misturado com o cheiro de pele quente e sabonete. Minha mente começou a viajar. Lembrei da Carla, do namorado dela metendo nela com vontade, dos gemidos dela ficando cada vez mais altos até ele gozar lá dentro. E eu ali, com aquele gosto na boca, lambendo, sugando, querendo entender o que tinha de tão especial naquele líquido quente escorrendo. Nunca tinham gozado na minha boca antes. Nunca tive esse momento só meu. E eu queria.
— Pedro, quer gozar? — perguntei, a voz baixa, safada.
Ele gemeu, tentando manter o controle.
— Se você continuar assim… eu gozo.
Parei por um segundo, olhei nos olhos dele, meu coração acelerado.
— Quer gozar na minha boca?
Ele arregalou os olhos, como se eu tivesse falado a coisa mais absurda do mundo.
— Sério que pode? — a voz dele tremia, quase sem acreditar.
— Eu deixo — sussurrei, com um sorrisinho malicioso.
Voltei a chupar, agora com mais vontade, mais foco. Minha mão trabalhava frenética, subindo e descendo pelo pau dele, enquanto minha boca se concentrava ali na cabeça, chupando com pressão, língua passeando pelo pescocinho do pau, porque eu sabia que isso fazia os caras gozarem rápido nos vídeos que eu vi. Ele gemeu mais forte, os dedos apertando os lençóis, a respiração descompassada. O jeito que ele tremia, as coxas ficando rígidas, os dedos se contraindo… ele tava perto.
E foi do nada. Ele me empurrou com pressa, me deixando confusa. Eu pisquei, olhando pra ele, sem entender. “Ué? Era pra ele gozar na minha boca…” Mas aí ele começou a bater punheta muito rápido, como se tivesse perdido totalmente o controle. O pescoço jogado pra trás, os olhos revirando, a boca entreaberta soltando gemidos roucos e desesperados.
Ele me pegou pelo queixo e me puxou pra perto do pau dele, com uma urgência doida.
— Abre a boca, vai… abre!
Abri sem pensar. E então veio.
A primeira jorrada me pegou de surpresa, quente, grossa, acertando bem embaixo do meu nariz, escorrendo pra dentro da boca. A segunda veio direto na minha bochecha, quente e pegajosa, um trilho branco escorrendo pelo canto dos meus lábios. E o resto… o resto ele mirou certo, e eu senti o líquido quente e espesso se acumulando na minha língua, escorrendo devagar para minha garganta.
Eu fiquei ali, parada, sentindo aquele calor na boca, explorando o gosto, a textura. Meu coração batia forte, e um arrepio subiu pela minha espinha. Eu nunca tinha experimentado aquilo antes. Nunca tinha sentido um homem se desmanchar desse jeito na minha boca. Olhei pra ele, ainda tremendo, tentando recuperar o fôlego, e sorri, passando a língua pelos lábios, degustando o momento. Era isso. Eu gostava de ver um homem perder o controle assim por minha causa.
A gente caiu na risada, o clima leve, os corpos ainda quentes, meu rosto estava pegajoso do gozo dele. As piadas saíam soltas, o tesão misturado com o riso de quem sabia que tinha feito algo bom.
— Pelo menos não foi no seu olho — ele brincou, rindo enquanto limpava minha bochecha com os dedos.
— Pior se fosse no cabelo — rebati, fazendo careta. — Aí eu ia ter que tomar banho e lavar o cabelo.
Ele riu, passando a mão na minha cintura, me puxando pra perto.
— Mas e aí… você gostou?
Eu lambi os lábios, ainda sentindo o gosto dele, aquele calor grudando na minha boca, escorrendo devagar pela minha garganta.
— Amei — soltei, sem pensar duas vezes.
Ele me olhou com um brilho safado nos olhos, a respiração ainda descompassada, o pau ainda meio duro encostando na minha barriga.
— E tá afim de meter?
Droga. Meu corpo inteiro gritou que sim. Eu queria. Meu grelo pulsava, minha boceta estava quente, úmida, latejando de vontade. Mas, ao mesmo tempo, eu sabia que ia doer. Já tinha sentido isso mais cedo hoje. Ainda assim, eu não podia deixar essa oportunidade escapar.
Pela segunda vez, meu short deslizou até o chão, e eu me virei, encostando de frente na máquina de lavar, sentindo o frio do metal gelado contra minha pele quente. Um arrepio subiu pela minha espinha. Ele se aproximou, o pau duro roçando na minha bunda, quente, pulsante. Seu peito colado nas minhas costas, a mão deslizando pela minha cintura. Eu já estava pronta para ele me enfiar de uma vez, mas o magrelo safado me surpreendeu.
Ele se abaixou atrás de mim, segurou minha bunda com as mãos e abriu bem, os dedos explorando minha pele macia, me expondo toda para ele. Senti a respiração quente dele ali, tão perto da minha entrada, e então veio a primeira lambida.
— Caralho, isso é gostoso! — soltei, a voz tremendo com o arrepio que percorreu meu corpo inteiro.
Ele riu baixo e continuou, a língua molhada explorando, beijando, chupando cada pedacinho do meu cu e da minha boceta. Eu gemia alto, sem vergonha nenhuma. Foda-se se alguém lá de dentro ouvisse, foda-se se o mundo inteiro soubesse. Não tinha ninguém em casa pra me impedir de gritar de prazer.
Quando ele enfiou a língua no meu brioco, eu delirei. O moço do ônibus já tinha brincado ali antes e eu tinha amado, mas o Pedro parecia ainda mais dedicado, mais focado, mais tarado. Eu cogitei, por um segundo, pedir pra ele meter a rola ali, mas o medo me travou. Todo mundo diz que dói, que precisa de lubrificante, que sem isso não dá. E a gente não tinha nada além da minha excitação escorrendo. Mas minha pose de putona continuava ali, firme. Eu me empinei ainda mais, arqueando as costas, jogando a bunda na cara dele. E ele aproveitou. Me abriu mais com as mãos, me lambia inteira, a boca revezando entre o meu cu e minha boceta encharcada. Os gemidos saíam sozinhos, altos, desesperados, meu corpo todo derretido de prazer.
Aí ele fez a coisa certa.
Desceu a boca pro meu clitóris e começou a chupar com força, certinho, ritmado, como se tivesse nascido pra fazer aquilo. Meus olhos reviraram, meu corpo ficou mole, minhas pernas começaram a fraquejar. A cada chupada, eu sentia uma onda quente subindo do meu ventre, crescendo, se acumulando como uma tempestade prestes a estourar. Eu ia gozar. E eu queria mais.
— Pedro, mete… — soltei num sussurro rouco, a boca entreaberta, o corpo já entregue. — Bem devagar, tá? Eu sou virgem, não esquece.
A mentira saiu fácil, mas por dentro eu ri. Mal sabia ele que eu já tinha dado mais cedo, só porque ele chegou atrasado. Ele achava que ia ser o primeiro, e eu deixei ele acreditar. Que trouxa.
Agora era só esperar a estocada. E ela veio com tudo.
Meu Deus, como doeu. Foi como se eu tivesse ficado virgem de novo. A mesma dor da primeira vez, mas com um toque a mais de ardência, queimando de um jeito insuportável. Minha respiração travou, meus olhos se arregalaram, e sem nem perceber, as lágrimas começaram a escorrer.
— Para, para! Deixa eu respirar!
Eu tremia, os joelhos fracos, o corpo tenso, a cabeça girando. O Pedro nem tinha passado a cabeça ainda, e já parecia que eu tava sendo rasgada ao meio.
— Tira, tira!
Tentei aliviar a dor cuspindo na mão, esfregando na entrada, tentando molhar mais. Mas a ardência continuava, intensa, bem ali na beiradinha, como se minha boceta estivesse dizendo não entra não, caralho!
Mas eu tinha que arrombar essa boceta de vez logo, né? Se eu quisesse dar, uma hora isso ia ter que acontecer. O jeito era aguentar. Só que, bizarro, na primeira vez não doeu assim. Isso me pegou de surpresa, e eu quase desisti. Mas foda-se, eu não ia me render agora.
Respirei fundo, segurei na máquina de lavar e me empinei de novo. Pedro, paciente, segurou firme na minha cintura e tentou de novo, dessa vez devagar. A saliva ajudava a deslizar, e mesmo com a ardência, foi entrando mais fácil. Fiquei ali, sentindo a pele quente dele deslizando dentro de mim, me preenchendo, e tentei focar no prazer.
Tentei comparar com a outra vez, ver qual era melhor pau dentro de mim. Mas antes que minha mente pudesse decidir, Pedro aumentou o ritmo, e qualquer pensamento racional evaporou. Ele me segurava com firmeza, metendo mais rápido, cada estocada mais funda, mais forte, me levando direto para o gozo.
E então, o filho da puta fez algo que me deixou maluca: colocou a ponta do dedo no meu cu e começou a apertar ali, devagarinho, provocando, brincando. Meu corpo reagiu na hora, um choque quente subindo pela minha espinha, minha boceta pulsando em volta do pau dele.
— Mete, Pedro! Mete! — eu pedia, desesperada, minha voz rouca de tanto gemer.
E Pedro metia, enfiando com força, com vontade, me segurando como se eu fosse dele. O barulho das nossas peles se chocando ecoava na lavanderia, a máquina de lavar balançava levemente, como se soubesse que estava sendo usada pra outra coisa além de roupa suja.
Cada estocada me fazia perder o fôlego, a cabeça do pau dele batendo fundo, espalhando a dor pelo meu corpo de um jeito bom, um jeito que eu queria mais.
— Mete, mete… — eu gemia, sem conseguir parar, me entregando completamente pra ele.
Minha cabeça virou pra trás, o tesão misturado com a frustração, a urgência tomando conta de mim.
— Caralho, Pedro! É pra meter o dedo dentro do meu cu, seu idiota!
Ele riu, e antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa, senti o dedo dele deslizando devagar para dentro. Meu corpo travou por um segundo, e então, um arrepio me sacudiu inteira.
Porra, era isso que eu precisava.