Após uma transa intensa, Júlia descobre um novo fetiche ao chupar a prima Mariana, ainda suada e com gosto de gozo. Desejo e voyeurismo se misturam.
Capítulo 27
Caralho, eu tava passando mal. Minhas pernas já tinham desistido de mim fazia tempo, e eu só não fui pro chão porque me segurei na máquina de lavar. O metal gelado batia no meu peito, e eu tentava respirar, mas era impossível. Pedro não parava. O barulho da máquina misturado com os sons molhados das metidas dele me deixava zonza.
O dedo dele… meu Deus, o dedo dele tava me rasgando, socando fundo, sem dó nenhuma. Eu sentia tudo latejando, minha buceta quente, pulsando, pedindo mais. O pau dele ali também, esfregando, duro, quente, e eu já nem sabia mais o que era o quê. Eu só gemia, gemia alto, minha cabeça já tinha desligado de vez. Eu não pensava em mais nada, não conseguia formar um pensamento direito, só queria dar, só queria sentir mais.
E então, do nada, veio. Veio de um jeito que me tirou o ar. Meus olhos reviraram, meu corpo inteiro se contraiu, e eu gozei. Eu gozei gritando, tremendo, perdendo completamente o controle. Minhas pernas se sacudiram sem eu mandar, e minha buceta espirrou quente contra a mão dele. Eu quase chorei, de tão forte que foi. Segurei na máquina com força, tentando me segurar na realidade, mas porra… naquele momento, eu já não era mais eu.
Fiquei ali estatelada, abraçada na máquina de lavar, rindo igual uma idiota, meu corpo inteiro ainda vibrando com os espasmos da gozada. A bunda empinada, as pernas bambas, e eu sentia tudo escorrendo quente entre as coxas. O frio do metal contra minha barriga me ajudava a voltar pra realidade, mas eu tava em outro planeta.
— Caralho, garoto… tomou Tadala? — soltei, rindo, ainda sem conseguir me mexer direito.
— Que nada, imagina, tô no meu natural. — Ele riu também, convencido.
— Ahn sim, claro, vou super acreditar. — Revirei os olhos, ainda respirando fundo.
— Tá doendo?
— Agora não mais… mas sai de dentro de mim e lava esse dedo de cu no tanque.
Pedro obedeceu, tirando devagar, primeiro o dedo, depois o pau. Quando saiu, senti um ardor que me fez morder o lábio. Dessa vez não era só minha entrada, era lá dentro, no fundo, meu útero todo dolorido. Eu devia ter falado pra ele não meter tão fundo, mas agora já era. Me abaixei num cantinho, tentando me ajeitar pra escorrer direto no chão e não melar mais minhas pernas. Um rio descia de dentro de mim, quente, grosso, escorrendo lento.
Pedro já tava no tanque, lavando a mão e o pau da melhor forma que conseguia. Mas aí, do nada, ele virou e me mostrou a mão aberta.
— Ih, Julinha, olha aqui. — A mão suja de sangue.
Puta merda. Meu coração deu um mini salto, mas logo respirei fundo.
— Eita. Vou ter que ir lá dentro ver se ainda tá sangrando…
Pedro fez cara de pidão, segurando minha cintura.
— Não, vamos ficar mais um pouco… Eu fico quietinho dentro de você.
Arregalei os olhos, segurando o riso.
— Quietinho dentro de mim? Desde quando isso é uma opção?
Ele só riu e me puxou.
— Vem cá, senta aqui.
Subi de novo na máquina de lavar, me ajeitando, e ele entrou fácil entre minhas pernas. Meu olho virou na hora. Mesmo dolorida, ainda era bom pra caralho. Meu corpo já reconhecia o encaixe, e a gente ficou ali, encaixados, rindo, trocando uns beijos, num namorinho mais saliente, sem pressa, só curtindo a sensação.
Mas então, do nada, ouvi uns gritos.
Era Mariana.
Pelo barulho dos passos, ela tava vindo direto pra cá.
— Prima, tá aí?
Gritei de volta, curiosa. Nunca dá pra saber a gravidade real quando alguém grita.
— Tô!
— Posso ir aí?
— Não!
— Vem cá você então…
Suspirei, revirando os olhos.
— Já vou!
Olhei pra Pedro e sussurrei, rindo:
— Se arruma aí, esconde essa arma!
Ele bufou, já levantando as calças, enquanto eu puxava a roupa no susto, tentando ficar apresentável. Saí da área da lavanderia, ajeitando o cabelo e me recompondo, e fui até Mariana, que me esperava na porta lateral da garagem, os braços cruzados e um sorriso malicioso na cara.
— O que foi? — perguntei, tentando bancar a desentendida.
— Porra, dá pra ouvir você gemendo lá de dentro, garota?
Eu ri, sem vergonha nenhuma.
— Pô, tu me interrompeu pra falar isso?
— Ihhh, garota, só vim ver como você tava…
Eu encarei ela de canto, desconfiada, e soltei, provocando:
— Tá querendo armar um troca-troca, né, sua piranha?
Ela riu, balançando a cabeça.
— Não, mas… olha esse cheiro em mim, eu tou fedendo a sexo. — Ela me mostrou suas mãos, mordendo o lábio. — Cheiro de sexo é muito bom.
Foi aí que eu senti também. O ar ao redor de sua mão e rosto estavam carregados, quente, denso. Um cheiro forte, ácido, misturado com suor, com gozo. Mariana levantou a mão, estendeu os dedos pra mim. Quando o cheiro bateu no meu nariz, um arrepio subiu pelo meu corpo inteiro. Era diferente. Cru. Sujo. E me deixou instantaneamente eriçada.
Minha boca secou, e minha mente deu um curto-circuito. O desejo veio bruto, sem filtro, sem controle. Eu senti meu peito subir e descer num ritmo descompassado, enquanto minha pele se arrepiava inteira.
A única coisa que consegui dizer foi:
— Prima… vamos no banheiro? Tive uma ideia.
— PEEDROOOO, vou entrar! — gritei rápido, pra disfarçar, e puxei ela sem cerimônia.
Assim que entramos no banheiro, tranquei a porta e nem deixei ela abrir a boca. Joguei meu corpo contra o dela e tomei sua boca num beijo intenso, desses que não pedem permissão. Minhas mãos desceram direto pra bunda dela, apertando sem pudor, buscando as breachas do short e calcinha sentindo o tecido do short fino entre meus dedos. O calor da pele dela atravessava a roupa e só me deixava mais elétrica.
Meus dedos correram pela lateral do short até encontrarem o espaço certo para entrar. E foi ali, no meio do toque, que eu senti.
Molhada.
Muito molhada.
Minha respiração falhou na hora, e um arrepio subiu pela minha espinha. Ela já tinha transado. O cheiro quente do corpo dela misturado com o suor, lubrificação e esperma, com o desejo ainda pulsando na pele, me atingiu de uma forma que eu não esperava.
— Prima… que fogo é esse, mulher? — ela soltou num sussurro, o rosto encostado no meu, sentindo minha respiração acelerada contra sua pele.
Ela riu nervosa, mordendo o lábio, como se não soubesse o que estava acontecendo
— Deixa eu te chupar? — soltei de uma vez, sem filtro, sem pensar.
Ela hesitou. O medo dela não era da vontade, mas do impulso. Do que viria depois.
— Agora? Assim, do nada?
Ela riu baixinho, mas não disse não.
— Eu deixo… — a voz dela saiu num sopro, e aquilo foi tudo o que eu precisava ouvir.
Num movimento rápido, sentei ela no vaso e puxei sua calcinha para baixo. O cheiro dela subiu no ar, quente, úmido, um convite aberto para o que eu já sabia que ia fazer. O gosto dela estava ali, intenso, carregado da imundícia do sexo. E eu queria aquilo. Queria sentir na boca, na língua, no corpo inteiro.
Então, sem mais esperar, me abaixei e comecei a lamber, já com força no começo, explorando cada parte do que eu queria chamar de meu. Minha língua deslizava entre os lábios dela, sentindo a textura, o sabor, o calor. O gosto do desejo misturado com a entrega me deixava ainda mais faminta. Eu queria beber cada gota, queria que ela tremesse na minha boca, que não houvesse nada entre nós além do que já estava escorrendo dela para mim. E eu continuei, sugando, lambendo, explorando cada detalhe, cada dobra, cada arrepio. A cada gemido dela, eu me aprofundava mais, me perdia mais, querendo arrancar dela cada suspiro, cada tremor, cada resposta que o corpo dela pudesse me dar.
E foi assim que eu descobri que aquilo era meu novo fetiche, chupar a buceta depois dela transar.
Quando finalmente ela estava limpa, eu já estava exausta. Me ajoelhei no chão do banheiro, afastando o rosto da buceta dela, rindo sem graça enquanto limpava minha boca com as costas da mão. Meu corpo ainda tremia um pouco, sem acreditar que tinha me entregado daquele jeito, perdida no tesão.
— Júlia, me explica isso agora? — Mariana perguntou, ofegante, me olhando com um brilho curioso nos olhos.
Ainda sem fôlego, soltei um riso nervoso.
— Nossa… o cheiro de sexo me deixa muito excitada. Tua buceta tava muito gostosa.
Ela arqueou a sobrancelha, surpresa com minha confissão.
— Sério? Então senta aqui… Deixa eu ver a sua.
Mas eu balancei a cabeça e suspirei, um pouco sem jeito.
— Ih, prima… eu sangrei. E eu dei pra dois hoje.
Mariana franziu o cenho por um momento, como se estivesse tentando processar o que eu tinha acabado de dizer. Mas então, como se uma chavinha tivesse virado dentro dela, sua feição mudou. Seus olhos brilharam com um interesse diferente, uma mistura de curiosidade e tara. Sem dizer nada, ela se levantou e cedeu o lugar para mim no vaso.
Me sentei e, pela terceira vez no dia, tirei minha calcinha, deixando-a cair no chão. Minhas pernas estavam meio bambas, mas abri bem para que Mariana pudesse ver tudo. Ela se abaixou entre elas, os olhos vidrados, analisando minha buceta como se quisesse entender cada detalhe do que tinha acontecido comigo naquele dia.
— Nossa, prima… ela tá muito grande. Seu grelo parece uma pedra.
E então, sem aviso, ela caiu de boca.
Soltei um gemido alto na hora, minha cabeça tombando para trás, os dedos apertando as laterais do vaso com força. A língua dela veio lenta, muito lenta, deslizando por toda a extensão dos meus lábios inchados, saboreando cada pedacinho da minha pele quente e úmida.
Ela sugava devagar, o toque da língua desenhando círculos preguiçosos no meu clitóris, provocando um prazer tão intenso que eu não sabia se gemia ou se chorava. Meus músculos se contraíam sozinhos, e cada vez que ela fazia um movimento mais profundo, como se quisesse explorar tudo ali, eu arfava, sentindo meu corpo derreter sob o toque dela.
Mariana não tinha pressa. Lambia como se estivesse degustando um doce raro, alternando entre sugadas suaves e leves mordidinhas que me faziam contorcer inteira. O calor do meu corpo aumentava a cada segundo, e minha respiração ficava descompassada, quebrada pelos gemidos que escapavam sem controle.
— Porra, Mariana… — ofeguei, rebolando contra a boca dela, meu quadril se movendo sozinho, implorando por mais.
Ela apenas sorriu contra minha pele, e a vibração da risada fez um arrepio subir pela minha espinha. Suas mãos seguravam minhas coxas com força, me mantendo aberta para ela, como se quisesse se perder ali para sempre.
Minha visão ficou turva, as ondas de prazer me dominando. Eu sabia que não ia aguentar muito tempo. O jeito que ela chupava, a paciência com que explorava cada centímetro da minha intimidade, me fazia perder qualquer resquício de sanidade.
— Isso… assim… — eu gemia, minha voz trêmula, suplicante.
Ela intensificou os movimentos, agora sugando com mais vontade, seus lábios quentes envolvendo meu clitóris de um jeito que fez meu corpo inteiro convulsionar. Eu sentia meu orgasmo crescendo, a pressão aumentando dentro de mim, até que um choque percorreu minhas entranhas, me arrebatando por completo.
Minha buceta pulsou contra a boca dela, minhas pernas se apertaram ao redor do seu rosto, e um grito escapou da minha garganta sem que eu pudesse evitar. Gozei forte, me contorcendo no vaso, meu corpo inteiro tremendo, meu coração martelando contra o peito.
Mariana não parou de lamber até me sentir relaxar, até meu corpo ceder e se derreter contra o assento frio. Só então ela ergueu o rosto, me olhando com um sorriso satisfeito, os lábios brilhando com minha excitação.
— E aí, prima… tá relaxada agora?
Eu ainda tentava recuperar o fôlego, a cabeça zonza do prazer avassalador. Mas quando olhei para ela, só consegui soltar uma risada fraca, completamente entregue.
— Puta merda, Mariana…
Ela riu junto comigo, dando um beijo leve na minha coxa antes de se afastar. E eu, ainda tremendo, sabia que aquela noite estava só começando. Mas, na porta ouvimos alguem bater forte.
— Vocês estão se pegando no banheiro? Deixa a gente ver, pô!
Era Otávio e Pedro que estavam ouvindo atrás da porta juntos.