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2358 palavras
12 minutos
A marmitinha do casal - Parte 1

CapĂ­tulo 3#

Depois da última vez que rolou aquela coisa com a gente eu fiquei mais aberta à pensamentos sobre sexo. Para você me entender melhor, eu nunca fui muito aberta à esse tipo de coisa e nem tão pouco pensava muito nessas coisas e era do tipo que condenava quem fazia, até agora eu não sei como eu criei coragem para aceitar aquilo. Meu namorado tinha me oferecido para um amigo dele e embora eu tenha vergonha de ter aceitado, toda vez que eu me lembro eu fico imensamente excitada, esse pensamento me vêm às vezes quando eu estou dirigindo para a faculdade, e em uma dessas indas e vindas acabei metendo a mão por debaixo da saia para me masturbar enquanto dirigia.

Essa semana que se passou foi um período de mudanças muito significativas na minha cabeça, eu queria fazer aquilo de novo e ficava vendo vídeos de coisas malucas na internet e estranhamente gostando, eu precisava me controlar. Eu estava com uma ideia que não saía da cabeça: E se eu retribuísse dando uma menina para ele? Mas como eu ia arrumar uma? Eu não podia sair perguntando para as minhas amigas próximas, elas primeiro iriam estranhar e depois iriam me julgar e parar de falar comigo. Eu não fazia ideia de quem poderia ser, eu queria na real era chamar uma prostituta mas eu tinha um monte de preconceito na época e não sabia se o Pedro ia aceitar. Era para ser uma surpresa.

Eu lembrei uma amiga minha antiga, uma menina muito bonita que estudou comigo no primeiro ano, ela era muito, mas muito piranha. Vivia contando as peripécias dela para todas nós. Metade eu acredito ser mentira e a outra metade certamente ela tinha aumentado muito, ela conhecia as histórias do Pedro que estudava no ano anterior à gente na época. Vivia dizendo que ia encarar ele, mas nunca fazia pois ele era novinho demais para ela, tanto ela quanto eu somos apenas um ano mais velhas que ele. Eu peguei meu telefone e marquei para a gente se encontrar e fofocar.

A gente foi pra um barzinho, eu queria encher a cara para poder contar o que Pedro e eu fizemos, mas nem precisei, a gente ficou falando tanto de putaria que o assunto saiu fácil. Eu contei que tinha vontade de achar alguém para ele, e que eu queria assistir.

— Uai mulher! Tu vai ficar olhando?

— Sim porra! Eu não gosto de mulher…

— Se tu gostasse eu topava — falou ela seduzente.

— Sai fora, infelizmente eu não curto amiga.

E era verdade, eu não gosto de mulher e me corta o tesão completamente. A coisa mais lésbica que eu fiz foi beijar uma amiga. A gente estava bêbadas e era somente para pagar uma aposta.

— Mostra uma foto dele amiga.

— Aqui… — falei mostrando o Instagram dele.

— Eu acho que topo hein…

— Sério maluca? Eu não estou te dando indireta não amiga, só contei.

— Se você quiser, eu topo, mas eu tenho minhas condições.

— Justo, e quais seriam?

As condições dela não eram difíceis, praticamente eu fiz as mesmas para o Pedro. A diferença é que ela queria fazer tudo num dia só e queria ter o direito de parar a qualquer momento, mas a última me pegou demais.

— Só vou se você deixar eu te chupar! — era a última condição dela.

— Mas eu não gosto de mulher.

— Por isso eu disse que eu vou te chupar e não você me chupar. É pegar ou largar!

— Vou pensar no assunto.

Aquilo me fez querer desistir completamente. Como eu disse, mulher me corta o tesão na hora, mas ou era isso, ou pagar uma puta. Eu decidi ficar com ela mesmo e rezar para ela esquecer a ideia de me chupar. Combinamos o dia, Pedro iria para a minha casa. Eu pretendia dizer que eu comprei uma lingerie nova para vestir para ele, logo ele ia se preparar melhor também, quando ele chegasse e eu levaria ele para o quarto onde ela estaria esperando toda bonitinha. Marquei com ela uma hora antes caso a vagabunda se atrasasse.

Eu juro que eu ia desistir, mas ela chegou umas duas horas mais cedo trazendo uma mala de viagem e outra mulher Ă  tiracolo. Eu estava atĂ´nita querendo saber quem era aquela mulher estranha cheia de bolsas que ela trouxe para a minha casa, fiquei mais tranquila quando ela disse que era uma maquiadora que ia fazer cabelo e maquiagem na gente. Ela realmente estava investindo naquilo e claro que eu me ofereci para pagar a metade pelo menos.

A minha amiga produzida era bonita, ela no dia a dia andava sempre largada de cabelo preso no topo da cabeça e os óculos de armação grossa escondiam seu rosto. Ela não era do tipo mulherão, era bem mignon estilo namoradinha, tinha os peitos médios e uma bundinha arrebitada bonita. Ela se aprontou primeiro, e olha que me deu até um tesãozinho quando eu a vi num espartilho vermelho e preto e saltos altos, toda trabalhada na maquiagem e de cabelo feito. Através da renda da calcinha via-se que ela tinha se depilado toda, eu gosto de manter na frente alto, Pedro não gosta muito quando eu deixo lisinha.

— Quê isso! Deu até um calor! — falei me abanando enquanto avaliava ela.

— Gostou? — me perguntou empinando a bunda se fazendo de gostosa.

Eu realmente fiquei balançada de pegar ela! Juro. Mas a ideia passou rápido. Eu não ia estar tão bem vestida daquele jeito, a ideia era que ela fosse o presente e não eu. Mas eu coloquei um robe comprido com nada por baixo e umas meias longas que vinham até as coxas.

— E você? Abre esse roupão aí!

Eu abri o robe e ela caiu na gargalhada, o motivo era que eu pretendia não vestir nada por debaixo do roupão, mas enquanto ele não chegava, eu não queria ficar andando sem calcinha, então eu tinha posto uma calcinha de algodão rosa com estampa de unicórnio quê não combinava em nada com as meias e o salto alto. Eu fiquei ofendida até entender do quê ela estava rindo, mas tão logo entendi caí na gargalhada junto.

Pedro acabara de telefonar avisando que estava Ă  caminho com vinho e comidas.

— Tou nervosa, não sei se vou gostar de ver ele se pegando com alguém — confessei.

— Amiga, se você quiser eu vou embora agora e ele nem vai saber, mas você vai pagar meu cabelo e make! — falou ela rindo.

— Não, pelo amor de Deus, eu não posso desistir, queria muito dar isso para ele.

Ela veio na minha direção, achei que ia me abraçar mas me deu estalinho e passou a mão no bico do meu peito que estava proeminente sob o robe de cetim, aquilo me deu nervoso e eu me afastei me encolhendo.

— Sai fora sapatona!— protestei

— Quero ver mais tarde no calor se você vai me mandar sair fora! — disse de forma petulante.

— Tu não vai me comer não garota.

— Mas vou te chupar.

— Meu Deus, achei que você fosse esquecer isso.

— Amiga, eu adoro fazer as héteras! — falou rindo.

— Minha boceta é fedida!

— Deixa eu ver — falou me metendo a mão.

A brincadeira da gente acabou quando o interfone tocou e ela de imediato foi na cozinha, bebeu um gole de água e correu para o meu quarto. Eu tirei a calcinha e joguei no cesto do banheiro, ela estava molhada. “Será por conta dela ou da situação?”. Eu estava excitada mas não sabia direito com o quê. Me posicionei na porta e esperei sua chegada acompanhando o som.

— Oi amor! — saudei deixando que visse a roupa que eu estava e imaginando o quê poderia estar por baixo.

— Nanda… — ele falou o meu nome não conseguiu dizer mais nada, apenas apontou para as sacolas completamente perdido.

Ele me beijou e largou as coisas na cozinha, quando voltou para a sala eu havia retirado o robe, estava nua de meias e salto apenas. Ele não sabia onde enfiar as mãos e decidiu colocar elas em mim me puxando para um abraço.

— Amor, não, não… Tira a mãozinha que hoje eu que tenho um presente para você e espero que você goste.

— O quê você está tramando hein!? — ele me perguntou feliz imaginando que ia me comer.

Eu peguei ele pela mão e levei até o meu quarto.

— Hoje você vai precisar se comportar direitinho tá?

— Sim, senhora!

Eu abri a porta e entrei, quando ainda do corredor ele viu o quê estava na minha cama, ele empacou, não conseguiu dizer nada e nem tampouco se mover. Por um instante achei que ele ia ficar puto comigo. Ele me olhou e sorriu tentando entender se era aquilo mesmo. Ela estava estonteante, ela estava sentada no encosto da cama de um jeito muito sexy com as mãos acima da cabeça.

— Senta aqui Pedro, hoje eu vou cuidar de você e a Nanda vai ficar só olhando!

— Pode amor?

— Claro bobão, eu vou ficar aqui sentadinha te observando.

Ele veio me beijar todo feliz, eu me tremia de tão nervosa. Ia assistir meu namorado pela próxima hora comendo outra na minha frente. Ia ser uma noite e tanto… “Será que as outras cornas se sentem assim?”. Eu precisava respirar, fui na cozinha pegar um vinho, eu precisava beber alguma coisa. Deixei para abrir o vinho no quarto para não perder nada. Quando voltei ela estava de joelhos na beirada da cama beijando ele. Pouco a pouco eu percebia que seu ímpeto ia aumentando pouco à pouco. Era estranho ver como suas mãos percorriam outro corpo que não era o meu. Pedro é bruto e com ela não estava sendo diferente, ela tomou um puxão pela cintura e soltou um “aí” involuntário de surpresa.

Pedro decidiu tirar as roupas todas de uma vez, ele estava meio afobado. Quando ela viu a rola do Pedro sua cara fez uma expressão de pânico e admiração, seu sorrisinho era sem graça agora, ela temia seu futuro. Eu sabia exatamente o quê ela pensava agora: “Essa porra vai me rasgar inteira…” ou “Isso vai caber dentro de mim?”. Claro que cabia e claro que não ia rasgar nada, mas tinha que ter cuidados para não machucar.

— Meu Deus, é muito grande amiga.

— Chupa aí, quero ver até onde consegue…

Ela fez ele se sentar e pegou seu pau que ainda não estava completamente duro, ela iniciou uma punheta focando na cabeça conforme eu havia dito, ela estava ainda admirada, eu sabia que naquele momento ela estava pensando em como a pele era macia e como aquilo era pesado.

— Cospe no pau dele.

Ao invés dela me obedecer, preferiu enfiar a boca e enfiar o máximo que podia. Ele deu um gemidinho e eu comecei de gostar do quê via, ela parecia saber o quê fazia, corria com a língua safada a cabeça dele toda dando pequenas chupadelas na ponta. Pedro parecia estar gostando, estava vidrado sem tirar os olhos dela. Às vezes ele me olhava como se pedisse permissão para continuar, eu fiquei mal ao lembrar quando o cara estava me comendo eu não lembrava de nenhum momento de ficar olhando para ele assim.

— Quer vir amor? — chamou ele.

— Quero ficar vendo você comendo ela, depois eu vou.

Eu queria estar tão segura quanto eu realmente pousava estar. O pau do Pedro estava no seu tamanho máximo, ela fazia o que podia para chupar e tocar uma punheta nele. Ele foi ao delírio quando ela começou a lamber o saco dele e batendo uma punheta. Ele adora. Eu estava sentada no sofá da cabeceira da cama completamente nua, tinha uma mão entre as pernas e me apertava gentilmente, tinha um pouco de vergonha de me abrir, não estava completamente relaxada de ver os dois ali mas gostava. Eu tocava o bico do meu seio e não piscava um segundo vendo os dois, eu queria subir na cama e pular em cima do Pedro, mas o acordo era eu ficar como ele da última vez, agora eu sei o quão foi difícil para ele.

Ela estava agora se preparando para subir nele, ela exagerou no lubrificante, nem precisava de tanto mas preferiu garantir. Entrou fácil mas ela fez uma cara de dor, a primeira entrada deve ser feita sempre devagar para que acomode bem, quando passou da metade ela se deu por satisfeita, talvez não entrasse mais que isso, e ela começou um galope. Ela fazia de forma lenta e sensual, ela sabia que estava sendo observada e queria fazer um verdadeiro espetáculo.

— Estou fazendo direitinho Nanda?

— Ele que tem que dizer!

— Está maravilhoso. — gaguejou ele.

Ela rebolava cadenciadamente, deixava ele entrar e sair quase todo e então enterrava tudo dentro dela novamente. Eu fiquei espantada de ver aquilo ao vivo e comecei a sentir um tesão incontrolável. Abri minhas pernas e fui direto ao clitóris, queria dar meu pequeno espetáculo à parte. Ela gemia, seu corpo perdia o controle e pendia para frente e ela precisava parar para respirar.

— Já vai gozar? — perguntava debochada.

— Cala a boca!

Pedro estava se controlando para nĂŁo gozar, Ă s vezes me olhava para checar o quĂŞ eu fazia e recebia meu sorriso com uma cara de puta.

— Soca nela amor. Soca?

Ela estava sentada em cima dele, ela a abraçou para contê-la e inciou um movimento empurrando o quadril para cima, aquilo foi violento. Ele começou a meter muito rápido e quando cansava intercalava com empurradas fortes. Ela gritava, seu lápis de olho estava estava escorrendo com as lágrimas.

— Cala a boca garota! — berrei com medo dos vizinhos ouvirem o escândalo que ela fazia.

Ela enfiou o pulso na boca para morder e me olhou com cara de desespero, ela estava gozando, era forte e eu sabia que estava sendo prolongado, ela não podia sair dali, estava presa nos braços dele que era seu algoz. Eu sabia exatamente o quê ela sentia, o enorme volume preenchendo completamente e estimulado cada pontinho da vagina dela, os espasmos involuntários e as pancadas imobilizantes do orgasmo.

Ela estava acabada deitada na cama rindo e satisfeita, do sofá fiquei olhando sua vagina aberta e encharcada, estava vermelha e bem inchada. Se alguém tocasse ali iria causar um choque nela.

Continua na parte 2

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