Inscreva-se na nossa newsletter

Receba contos eróticos, notícias e promoções diretamente no seu email.

1681 palavras
8 minutos
A marmitinha do casal - Parte 2

CapĂ­tulo 4#

Eu estava olhando aquela cena e tentando me recordar dos passos que me levaram até ela. Eu estava feliz de ver o Pedro se divertindo, mas eu tentava descobrir em quê estado e insanidade eu me encontrava, aquilo era gostoso mas era muito fora da minha zona de conforto, eu estava tendo novas experiências de forma muito rápida e estava assustada. Na minha cama, minha amiga estava deitada quase morta de barriga para cima rindo e tentando se recompor e meu namorado tocando uma punheta olhando para ela e para mim.

Eu não sabia o quê fazer naquele momento. Eu devia entrar no meio? A história dela querer me chupar me desanimava. Eu estava curiosa, eu escolhi aceitar, mas estava meio balançada. Pedro deu uma ordem para ela que eu não ouvi direito. Ele entrou no meio das pernas dela e começou a chupá-la.

— Você não vai me beijar com essa boca de boceta depois tá Pedro? — falei fazendo piada.

— Vem você também amiga!

— Ah! Nem fudendo…

— Poxa amor…

— Vai chupar sua boceta e não me enche Pedro.

Eu sentei do lado dos dois, queria ver o quê ele estava fazendo bem de perto. Fiquei arrumando o cabelo dela enquanto ela estava sendo chupada. A carinha dela me deixou excitada, me deu uma vontade enorme de jogar um peito na boca daquela mulher, não sei o porquê. Eu queria muito ter um pau dentro de mim hoje também, mas hoje ele não me pertencia. Ela deitou no meu colo e se virou para beijar a minha coxa. “Meu Deus, porque eu sentei aqui…”. Me recostei sem perceber na cabeceira da cama e abri as pernas, foi um movimento automático, eu não pensava, eu estava sendo movida pelos beijos e os toques que ela me dava. Eu me entreguei perdida por não conseguir resistir e permiti suas carícias abrindo as pernas demonstrando um convite para minha boceta.

Meus olhos estavam fechados e eu não vi esses movimentos, mas ela virou-se de barriga para baixo se empinando para Pedro que tornou a chupá-la e me trouxe para si abrindo o máximo que pode minhas pernas, eu senti um calafrio do contraste de temperaturas, o ambiente estava frio, mas o ar que saía da sua respiração era quente, a sua boca queimava. Um dedo percorria minha vergonha e minha pele era puro arrepio, eles disseram algo que eu não fui capaz de ouvir, eu sei que ela gemia algumas vezes intercalando com meus próprios gemidos. Sua língua começou a correr meus grandes lábios, e quando parava, me dava beijos longos e molhados, eu estava encharcada, eu sentia meu cheiro exalando e me excitava cada vez mais quando sentia. Eu não lembro de muito que aconteceu ali, eu viajei para um lugar de prazer e estava perdida pelo toque de sua boca, eu puxava sua cabeça contra mim querendo que ela fosse logo para o ponto certo, ela estava me torturando. Um dedo seguido de outro entrou um a um, de forma deliciosamente delicada fazendo eu gemer incontrolavelmente alto. Sua língua tocou onde eu queria e eu apenas sorri em agradecimento, eu rebolava querendo foder sua boca com a minha boceta, eu mostrava pra ela onde eu queria ela chupasse.

— Satisfeita? Chupa! Você não queria isso? Anda chupa mais — ordenava rebolando o quadril.

Ela travou o meu grelo entre os lábios e acelerou os dedos me colocando no caminho certo, mas Pedro atrapalhou tudo.

— Deita de barriga para cima. — ordenou para a convidada.

Ela deitou de barriga para cima e Pedro se encaixou facilmente nela fazendo-a gemer novamente. Eu estava dominada por um tesão animal e fiz algo que eu nunca tinha imaginado fazer na vida: eu sentei no seu rosto de frente para o Pedro. Eu confesso que depois eu senti pena, Pedro e eu não fomos muito carinhosos com a moça, ela deitada gemendo e Pedro fodendo ela com força segurando suas pernas enquanto eu cavalgava o rosto enfiando minha boceta na sua boca. Pedro me beijava loucamente enquanto ela sufocava embaixo de mim. Eu gozei primeiro, gozei na boca de uma mulher… Ela gritava, eu achei que estava gozando de novo e Pedro parece que ia gozar também.

— Goza na minha boca, joga na minha cara!

Eu corri por cima da moça para abocanhar o pau dele que fedia a uma boceta que não era a minha. Os urros do meu homem era bem conhecidos para mim, um jato forte foi todo para dentro da minha boca, quente como estava eu engoli sem derramar nada!

— Ah! Eu queria! — disse ela rindo deitada na cama.

Todos estavam cansados, Pedro foi servir bebidas e eu me deitei abraçada com ela na cama. Nós duas estávamos fazendo comentários sobre o que tinha acontecido ali. A gente ria enquanto recuperava o fôlego.

— E aí Nanda, gostou?

— Confesso que gostei…

Eu nem terminei de concluir a frase e ela me beijou, eu não me assustei, eu não fiquei nervosa, eu nada… Eu apenas quis. Meu corpo tentava entender a dinâmica de estar com um outro corpo feminino. O beijo era delicado, era tudo macio, não tinha a rudeza que eu estava acostumada. Foi carinhoso. Eu fiquei ali esquecendo do tempo e indo, Pedro falou que o beijo durou mais de dez minutos.

— Faz uma coisa para mim? — pedi.

— O quê? — quis saber ajeitando seus cabelos

— Chupa meu peito? — falei deitando de barriga para cima.

— Vem também Pedro. Vamos fazer um concurso de quem chupa melhor.

E os dois vieram sobre mim um de cada logo. Eu tive meu peito chupado inúmeras vezes, mas dessa vez parece que alguém tirou a alma do meu corpo. De uma lado, era ela, gentil e com um toque molhado e macio, sem pressa e precisa, contrastando com a animalidade do Pedro que se ocupava do outro, ele estava sugando forte, mordiscando e apertando com a mão. Eu não sabia dizer quem ou qual lado estava melhor, eu suspendi meus braços para o alto como em um assalto e me deixei ser beijada.

— Amor, chupa ela para eu ver? — falou ele de um jeito pidão.

— Amor, eu não gosto…

— Por favor…

— Vem amiga, já tá aqui, faz o serviço completo.

Eu realmente não poderia negar, já tinha feito quase de tudo essa noite, eu realmente não gostava de mulher, mas foi muito tentador. Eu literalmente tenho nojinho de boceta, mas também tinha um pouco de curiosidade de ver de perto como é uma pepeca de outra pessoa.

— Tá bom, só um pouquinho. Vai…

Ela deitou-se e abriu-se toda para me receber. Eu me posicionei olhando e precisei criar coragem, bocetas para mim sempre foram todas iguais, mas eu vou fazer um esforço para descrever o que eu via aqui. Ela era bonitinha, havia se depilado na gilete, os pontos negros dos pelos denunciavam isso. Ela era magra e sua vulva formava um capô volumoso que dava curvas à região. Seus grandes lábios estavam abertos e inchados, eles eram de um tom marrom médio e eram volumosos, seus pequenos lábios da mesma cor saltavam para fora mas não de forma desproporcional ou assimétrica. Seu clitóris era bonitinho, pequeno com uma joia rosada encravada e muito bem desenhada. Ela estava molhada, o cheiro era de sexo, não era um cheiro ruim e sim um cheiro de tesão. Eu primeiro fiquei ali observando passando o dedo, eu queria entender as texturas e sentir a temperatura, ela me observava atenta com os olhos perdidos à espera que algo acontecesse.

Aquilo era uma novidade para mim, eu não me preocupei em não saber o que fazer, eu somente fiz livremente o que vinha à minha mente. Toquei com meus lábios dando beijos em stacato de forma gentil e senti seus primeiros movimentos de prazer. Estava quente. Minha língua tomou o protagonismo e começou a correr por cada fresta que ali havia, seu gosto era salgado, continha o sabor do sexo feito com Pedro, um tom plástico de lubrificante. Eu me desliguei do mundo fechando os meus olhos e minha boca era tudo que me ligava à ela agora através do seu sexo. Eu chupava sentindo sua carne suave estimulando meus lábios, eu percorria buscando a diferenças das texturas e isso a fazia se trancar e ter pequenos espasmos. Meus dedos a invadiram, a sensação do toque me deixou maravilhada, era igual quando me tocava, mas eu estava fazendo isso em outra pessoa.

Meus lábios agora se dedicavam ao ponto certo, eu sabia onde era. Virei a polpa dos meus dedos para cima e massageei na altura do seu clitóris por dentro da sua vagina. Ao primeiro toque senti meus dedos sendo presos, ela apertava forte tentando me prender dentro e eu achei aquilo muito gostoso e sorri. Eu respirei fundo, arregalei os olhos e fui tomada de surpresa, Pedro enfiou dentro de mim sem aviso, de um único empurrão ele abriu caminho, precisei de uns segundos para conseguir focar novamente no que fazia.

— Ei, quem te deu autorização? — falei brincando.

— Ô cara! Sair metendo na suruba sem pedir é vacilo — complementou a moça que eu tentava chupar.

Se ele fez alguma expressão eu não vi, continuou empurrando num crescendo rápido, eu não conseguia mais chupar, eu gemia e tentava beijar e lamber como um cão sedento sorvendo água de forma descoordenada. Ela gozou primeiro, bem fraquinho. Deu uns gemidinhos, trancou meus dedos dentro por um longo período e pôs-se à rir. Eu ainda olhava para seu rosto enquanto a masturbava quando tive o meu, com Pedro o orgasmo era sempre intenso, quando vinha eu apenas eu fechava meus olhos e me deixava levar pela onda de choque que vinha em sequência. Meu corpo inteiro ficava mole e me fazia perder a conexão com o mundo por alguns segundos.

Nessa noite eu tive a minha primeira relação com mulheres. Depois disso eu pensei que ia mudar alguma coisa no meu desejo, mas não mudou. Eu consigo achar uma mulher gostosa, mas não tenho tesão de pegar uma, ali no calor do momento foi excelente, eu confesso! E embora não tenha vontade de fazer de novo, mas quem sabe se acontecer eu faça!

Deixe seu comentário anônimo

© 2025 Feminive Fanfics. Todos os direitos reservados. / RSS / Sitemap