Inscreva-se na nossa newsletter

Receba contos eróticos, notícias e promoções diretamente no seu email.

2283 palavras
11 minutos
A nossa primeira troca de casais - Parte 2

CapĂ­tulo 6#

Pedro já estava ficando puto comigo de tanto que eu falava da guria, ela não tinha saído da minha cabeça até então, eu juro que arquitetei um monte de planos da gente se ver sozinhas antes da tal troca, mas ela infelizmente não topou nenhum. A coisa seria no meu apartamento, Pedro sempre caladão não falava muito sobre o assunto, mas do jeitão dele eu sabia que ele estava muito animado. A gente estava com uma tara nesse rolê de traição, depois daquelas duas vezes a gente achava o máximo em ficar contando e ouvindo detalhes sobre as transas. A gente tinha pensado e sair individualmente com outras pessoas, mas desistimos da ideia por muitos motivos, a gente namorava sério e não queríamos ninguém falando que a gente traía um ao outro.

Deu oito da noite e os dois apareceram, ela estava linda de vestido e chinelinhos trazendo uma mochila grande pendurada nos ombros e ele de jeans e camisa básica. Pareciam que iam ao shopping e não transar à noite inteira. Os dois rapazes rapidamente acharam um ponto em comum e ficaram num canto discutindo e esqueceram da gente,nós duas fomos ao quarto debater como seria a noite. A coisa principal é que nenhuma das duas tinha pensando em como começar a bagaça! Tudo bem que todos ali sabiam o motivo da reunião, mas a gente achou estranho alguém falar um: Vamos foder! E ir cada casal para o seus quartos. Ela sugeriu a gente fazer jogos, eu neguei logo de cara, eu queria era me pegar com ela na frente deles e todo mundo trocar ali na sala mas ela disse que tinha vergonha. Ela falou que tinha que começar rápido porque eles estava com muito ciúmes um do outro. “Essa puta vai dar pra trás” — pensei isso na hora e o medo bateu.

Eu sugeri que a gente poderia chamar eles para conversar primeiro como pretexto e créu! Ela concordou, ela precisava de um pretexto idiota e por mim tudo bem. Voltamos para a sala ficamos os quatro conversando, sussurrei para Pedro que estava tudo certo e falei alto.

— Fred, eu acho que nunca conversei com você direito né? — eu vou sentar em você a noite toda, era o que a voz da minha cabeça dizia.

— Pois então, isso foi um erro, temos que corrigir isso. — ele veio para se sentar ao meu lado e ficamos conversando brevemente.

Dez minutos de conversa constrangedoramente desnecessária eu digo

— Vem aqui para eu te mostrar um negócio rapidinho?

— Sim, vejo sim.

Eu me levantei para buscar nos rostos dos dois que ficavam alguma desaprovação, ela estava se contorcendo de vergonha e ciúmes e Pedro com cara de tarado. Eu ainda acho que o Fred pensou que eu ia realmente mostrar uma coisa para ele, pois ele só caiu em si quando tranquei a porta do quarto. Fechados dentro do quarto eu dei o maior sorriso de puta que eu tinha, ele tinha uma cara de safado que todas as vezes que eu me lembro eu me derreto.

Nesse momento nada foi dito, houve uma enorme colisão de corpos em um abraço e houve um beijo doloroso de tão intenso. A minha mão foi direto apertar sua bunda quando sua coxa já estava sendo esfregada no meio das minhas pernas. Ele beijava e mordia meu pescoço enquanto eu tentava abrir sua calça, um sorriso trocado e começamos a nos livrar das roupas como se não nos faltasse pouco tempo para aquilo acabar. A cor de sua cueca eu não sei, pois eu não vi, a calcinha especial que eu havia comprado para me exibir para ele não teve tempo de ser reparada. Mal ficamos nus e eu estava de joelhos procurando o seu sexo para por na boca. Ele ainda não estava completamente rígido quando eu comecei e senti pouco a pouco ele chegar ao seu auge dentro da minha boca. Eu queria meu Pedro vendo eu mamar aquele homem gostoso, queria que ele visse o quanto sua namorada é uma puta louca por sexo. Fred tinha um pau bonito, era muito fino comparado ao de Pedro, facilmente eu fechava a minha mão em volta dele e seria perfeito para o quê eu queria, ele caberia perfeitamente no meu traseiro.

Eu chupei ele fortemente, fiz pressão na cabeça enquanto masturbava o restante. Eu tinha sempre uma mão reservada para acariciar suas bolas, ele estava todo depilado, algo que eu sempre quis que Pedro fizesse. De repente, à força eu fui afastada dele.

— Ou você vai mais devagar, ou eu vou gozar agora, garota.

— Então vem você me chupar, vem…

Saltei sobre a cama e me abri para receber ele imediatamente que me virou de costas e começou a lamber as minhas nádegas. “Tá no caminho certo menino!” — pensei. Eu me empinei para incentivar sua criatividade e ele ficou instigado com isso, me colocou de quatro iniciou um cilo repetitivo de beijos e lambidas que começam na minha bocetinha e terminavam atrás, sempre que ele lambia meu cuzinho eu me trancava com o arrepio — eu estava doida para dar a bunda hoje.

— Mete em mim, mete? — pedi solicitamente.

Então ele veio, eu estava molhada e entrou fácil, aquele velho sorriso bobo veio ao meu rosto, era um pau gostoso que cabia certinho dentro de mim, não tinha dor mas não também não tinha aquela sensação de preenchimento que o Pedro dava. “Se o Pedro tivesse metido assim em mim eu estaria em uma cama de hospital” — pensei rindo. Eu queria que ele socasse com força, eu queria um sexo violento.

— Soca em mim, soca?

— Quer com força?

— Quero, pode meter que eu aguento.

Quando eu falei, ele começou a ir muito rápido e forte ao ponto de eu dar um gritinho abafado, mas logo o rapaz diminuiu o ritmo, eu tinha medo de gemer alto e ser ouvida no quarto do lado, era bobagem mas eu tinha isso na cabeça essa hora. Dos outros dois eu não ouvi nada e me perguntei se Pedro e ela tinham começado. Quando ele começou a ficar cansado eu fugi me desengatando dele. Ele tentou falar alguma coisa mas eu ignorei.

— Deita. — dei a ordem.

Eu fui sobre ele e rapidamente coloquei ele para dentro de mim. “Nossa com um pau menor é muito mais fácil de fazer qualquer coisa” — eu estava admirada com a facilidade que eu fazia aquilo, com Pedro era mais complicado, mas o resultado era melhor. Eu me inclinei para frente colocando meus seios à sua disposição, sua namorada tinha seios maiores e mais bonitos que o meu, fiquei meio sem graça quanto à isso… Ele chupava bem, tinha habilidade, se bem que eu mal sentia pois eu o cavalgava forte e rápido ele não conseguia manter nenhum deles na boca por muito tempo. Eu não ia gozar assim, sabia disso. Tinha algo ali que não estava fechando muito bem, estava gostoso, ele era lindo e fazia direitinho mas faltava um algo a mais.

O rapaz com a velocidade do meu movimento não tardou, em certo momento me travou pela cintura e começou a meter junto comigo descoordenadamente — ele estava tendo um orgasmo. Abriu tanto a boca que pude ver todos os seus dentes. Sua face ficou paralisada e eu fiquei observando com um sorriso no rosto, dentro de mim depois de algumas pulsações, escorreu algo quente que não pertencia ao meu corpo. Eu não parei levantei-me e desci para chupar seu pênis todo gozado enquanto ele se tremia e ria sozinho.

— Meu Deus isso foi muito bom!

— Estou vendo que você gostou muito.

— Você gozou também? — ele sabia que não.

— Nem perto disso!

— O quê eu posso fazer para você gozar? — ser homem, foi o quê eu pensei mas não falei.

— Eu preciso relaxar um pouco mais acho.

— Será que os dois estão aproveitando? — a cara dele era de uma incerteza triste.

— Aposto que sim. — eu queria muito estar no outro quarto.

Olha, eu vou te dizer o quê eu estava sentindo, só consegui concluir essa ideia depois, o cara era magnífico, não pense que estava ruim, estava ótimo, a transa estava intensa ele era competente, tinha um pau maneiro, mas ele estava tenso e eu não estava tão à vontade com ele. Eu sentia que era estranho estar ali. Em nenhum momento eu tive ciúmes do Pedro. A pior parte para mim foi essa, tendo que conversar com um cara que estava incapacitado de combate que eu mal conhecia, eu estava cheia de vergonha e agora tinha que ficar conversando com ele até que ele se recuperasse.

Eu levantei e fui procurar algum lubrificante na minha cabeceira, e para minha desgraça Pedro tinha levado para o outro quarto para usar com ela.

— Eu não acredito que não tem lubrificante nenhum aqui. — falei muito puta com o Pedro.

— Para quê você precisa, sua lubrificação tá ótima! — ele não podia ser tão bonito e idiota assim.

— Para quê você realmente acha que a gente precisa de lubrificante? — eu precisei ser didática.

— Sério que tu curte atrás?

— Queria aproveitar né! Com Pedro não dá!

— É tão grande assim?

— Bastante… — só ri. Ele realmente ficou preocupado com a namorada nessa hora.

— Eles estão quietos? Luana normalmente é escandalosa.

— Vou lá pegar o lubrificante e ver como eles estão.

Mandei uma mensagem pelo telefone antes de ir avisando que eu ia bater na porta. Eu queria ver eles transando, isso me daria mais tesĂŁo, mas pelo visto nĂŁo ia rolar. EntĂŁo sai para o corredor quando eu ouvi a porta do lado e ele me chamando no corredor. Ele estava nu, com pau amolecido pendendo entre as pernas.

— Toma. — me entregou o tubo.

— E aí? Como foi?

— Meia boca, ela é gostosa e tal mas tá completamente travada. Por mim já deu. Para quê tu quer isso? — ele perguntou meio indignado.

— Bobo, o serviço vai ser completo. — falei dando um beijo nele, ele fedia a boceta e isso me excitou.

Eu agarrei o pau dele ali mesmo no corredor e comecei a bater uma.

— Enfia o dedo no meu cuzinho, prepara para ele, prepara?

Seu pau começou a ficar duro na hora, ele massageou a minha entrada enquanto me beijava e senti minha boceta encharcando novamente.

— A senhora pelo jeito tá curtindo muito pro meu gosto.

— Nem estou na verdade, você quer vir ver?

— Quero, não sei ela.

— Ela que se foda se ficar de frescura, eu dou para vocês dois ao mesmo tempo.

— Vai lá, vou ver com a menina. Deixa a porta aberta.

— Ah! Pedro vem cá!

Quando ele voltou eu me abaixei e dei três mamadinhas rápida no pinto mole dele, só para marcar território! Eu entrei novamente no quarto e deixei a porta completamente aberta e avisei.

— Eu chamei eles para cá, Pedro está vindo, quero que ele me veja com outro.

— Luana topou? — o cara estava estranhamente feliz.

— Não sei, mas Pedro disse que vem, se ela não quiser vir você termina seu serviço e vai ficar com ela — eu falei brincando.

Eu senti que ele deveria ficar preocupado com ela, mas ele nĂŁo estava, ficou muito animadinho quando eu disse que o Pedro vinha.

— Você sabe colocar atrás? — perguntei.

— Sim, sei sim, Luana odeia, mas eu tenho experiência nisso.

— Olha ele, que experiente! — falei zombando.

— Você consegue legal?

— Não muito, com o Pedro não entra tudo, antes dele eu consegui uma vez.

— Entra sim, é só ir com jeitinho.

Quando ele falou isso me veio na mente, “Esse cara dá a bunda por aí”. Eu precisava confirmar isso.

— Fred, tu é gay?

— Bi flex. — ele falou tão naturalmente que eu fiquei chocada.

— Então quero ver tu tancar o Pedro. — eu falei rindo.

— Se ele quiser, eu topo! Ele é bi?

— Infelizmente não. Mas no meio da bagunça quem sabe? Por isso eu queria juntar todo mundo.

— Tua namorada sabe?
— Não, mas suspeita.

— E tu sabe que ela bi? — foda-se tirei ela do armário.

— Não, como assim? — ele estava assustado.

— Ué ela não contou que me chupou aqui em casa? — falei merda.

— Não! — ele realmente não sabia, fudeu!

— Achei que ela tinha te falado, desculpe te contar assim…

— Mas ela chupa bem?

— Menino, eu preciso te contar com detalhes…

Eu ia contar tudo sobre o que tinha acontecida na visita dela, mas alguém bateu na porta que já estava aberta e eram os dois, Pedro completamente pelado e Luana enrolada em um lençol. Fred estava comendo Pedro com os olhos — o viado não se segura… Eu ri sozinha como uma louca pois acho que ninguém mais percebeu isso além de mim. Chamei Pedro pro meu lado e Luana foi deitar nos braços do namorado.

— E aí amor, gostou? — disse ele dando um beijinho carinhoso na testa dela.

— Uhum. — ela se limitou a responder isso e dando um sorrisinho dengoso.

— Tu num estragou a menina não né Pedro?

— Se comporta Nanda.

Todos riram da nossa piada, o clima estava levemente constrangedor, mas pouco a pouco todos foram se soltando. Ficamos falando de casos passados e transas decepcionantes, ninguém fez comentários sobre a troca e eu estava curiosa sobre como tinha sido com os outros dois, mas se tivesse sido ruim obviamente eles iriam mentir falando que foi ótimo. Um silêncio começou a se fazer quando Fred beijou Luana e ficamos assistindo eles dois.

— Queremos assistir um show particular — gritei rindo

Luana riu e pareceu concordar jogando o lençol para o lado e se jogando para cima do Fred. Pedro sentou-se no sofá ao lado da cama e eu fui com ele dividindo o pequeno espaço. O show começou e eu vou começar narrando essa cena no próximo capítulo dessa novela.

Deixe seu comentário anônimo

© 2025 Feminive Fanfics. Todos os direitos reservados. / RSS / Sitemap