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1584 palavras
8 minutos
A nossa primeira troca de casais - Parte 4

CapĂ­tulo 8#

Luana estava ao meu lado no sofá assistindo as preliminares dos rapazes, nós duas estávamos tão entretidas que mal piscávamos. Fred tinha um chupado Pedro com uma habilidade que deixaria qualquer mulher envergonhada, Pedro pelo jeito não aguentou, mandou que ele parasse antes ou não teria mais pau para continuar a transa. O clima era leve e os dois pareciam estar confortáveis ali na cama como se estivessem sozinhos; dois meninos se descobrindo. E agora eles se preparavam para a penetração, Fred pegou o tubo já pela metade de lubrificante e brincando com sua entrada para receber meu namorado dentro dele.

Pedro, não quis esperar e para minha surpresa se abaixou sem pedir e começou a chupar Fred, meu queixo nessa hora caiu e minha mão foi imediatamente para o meio das minhas pernas, minha pele se arrepiou de desejo vendo Pedro chupando outro cara na minha frente. Ele não parecia muito bem o que fazer, não tinha habilidades, mas compensava com o desejo. Fred sorria feliz e nos olhava as duas apertadas no sofá. Pedro tentava colocar tudo até não poder mais, se engasgava e babava, parecia não se incomodar com a nossa presença e tinha um aspecto feliz.

Fred, o afastou e deitou-se de barriga para cima como um frango assado, Pedro se posicionou em meio às suas pernas como fazia comigo e começou a fazer o trabalho de homem, dali eu não pude ver detalhes pois seus corpos encobriam nossa visão, mas ficou claro quando houve a primeira tentativa de penetração, pois Fred se contraiu e riu de dor. Os dois trocaram coordenadas, tirando e colocando e dando tempo para o rapaz que estava para ser empalado assimilar o membro de Pedro que era enorme.  Luana ao meu lado, beijava meu rosto e orelha acariciando meus seios displicentemente, minhas mãos brincavam levemente entre minhas pernas, eu não queria perder nenhum detalhe daquilo, ela avançava cada vez mais tentando ter minha atenção que tinha, eu queria ver eles — eu queria ver Pedro.

Passado uns poucos minutos, Pedro começou a ficar mais intenso, ele masturbava Fred e fazia o movimento de meter enquanto Fred gemia alto como uma mulher, havia uma coisa feminina nele que eu não sei dizer, ele não tinha nenhum trejeito, mas ali era uma mulher como eu ou Luana. O tamanho parecia não ser um problema para ele, recebia quase todo o comprimento dentro de si e não reclamava, apenas gemia e sorria. Pedro ia gozar a qualquer momento, eu o conheço bem, ele começou a ficar descoordenado e xingar alto, o som das pancadas ficaram fortes ao ponto de eu sentir pena por Fred que parecia estar entregue à um orgasmo infindável.  Eu senti Pedro diferente, parecia completo, ele estava com um tesão enorme e completamente focado na tarefa.

No sofá eu estava passiva aos toques de Luana que parecia curtir o fato de eu não reagir, ela desceu sugando meus seios e correndo meu corpo me causando um enorme arrepio de prazer, sua boca deslizava molhada de mamilo em mamilo alterando a força da sucção, sem perceber eu me abria mais a ela como se a convidasse a me devorar. Ela tinha agora dois dedos completamente enfiados dentro da minha vagina que estava úmida, resultado da cena que eu via ali dos dois rapazes na cama; tudo era surreal, meu namorando currando um outro homem e aquela mulher me penetrando com a mão e beijando o meu corpo, eu não era mais senhora de mim e não tinha mais vontade própria, havia chegado ao ponto máximo e estava suscetível a tudo que me propuserem.

Eu perdi o final da cena dos dois na cama, meus olhos estavam fechados por causa do prazer que Luana me causava, os dois estavam deitados de conchinha com Pedro ainda dentro de Fred, eles se beijavam e Pedro ainda fazia alguns movimentos lentos se empurrando. “Eles haviam gozado afinal?” Sua boca agora estava entre minhas pernas, seu hálito quente era perceptível sobre a pele sensível da minha virilha, minhas pernas ganharam o ar me deixando mais exposta ao prazer que ela me causava.  Na cama eu ouvi a conversa dos dois.

— Meu Deus que bom! — Disse Fred.

— Que bom que você gostou… Adorei também, meu sonho era comer um cu.

— Nunca tinha feito antes? — Fred estava estupefato com a confissão.

— Não todo mundo reclama que não dá.

— Também né amigo? Mas com um pau desses, na comunidade geral vai querer te dar. E vem cá, quer que eu te coma?

— Eu não sei…

— Para com isso, vai ficar de caretice agora?

— Não é isso, só insegurança mesmo. Olha as duas ali.

Luana estava com a boca enterrada de forma que parecia sugar fixamente algo que havia dentro de mim, eu respirava pesado e gemia e não me dava conta que os dois me olhavam satisfeitos com o espetáculo que Luana e eu proporcionava. O cheiro de sexo no ar era inebriante e, perdida me entreguei à língua dela que dançava solta querendo me invadir por meu canal vaginal. Eu gritei, gritei alto e me tranquei fechando os braços e pernas, ela lutava para continuar me chupando, mas eu, dominada pelo êxtase tinha mais forças que ela, fui acometida de um orgasmo feroz, que me atacou de surpresa e me dilacerou toda, fazendo eu perder o controle dos meus membros e urrar com uma face de pânico. Quando voltei a mim todos riam.

— Isso é sacanagem vocês me olhando gozar que nem uma maluca.

— Luana, teria como me ensinar essa técnica? — disse Pedro com uma formalidade não cabida ali.

— Com prazer, ou você pode me chamar a hora que quiser que eu vou lá e chupo sua mulher para você.

— Aceita amor, a segunda opção, aceita. — falei eu em galhofa ainda sofrendo de espasmos e hipersensibilidade.

— Amor, se acha que eu deveria tentar atrás? — perguntou-me Pedro envergonhado.

— Olha bonitão, você está em um ambiente seguro, eu te apoio. Quer que eu te chupe enquanto ele me te em você?

— Nós duas vamos te chupar! — Luana falou rindo e já indo para a cama.

— Fiquei com inveja agora! — disse Fred.

Pedro estava travado com toda aquela atenção, eu conhecia meu homem, se ele não conseguisse eu não ia estranhar em nada. Primeiro ele debatendo com Fred, escolheu a posição de quatro. A cara de nervoso que ele fazia quando Fred começou a trabalhar em seu ânus lambendo e beijando foi de rir. Luana e eu fomos por baixo dele chupando o pau dele que pendia por baixo.

— Parece que a gente tá mamando um boi desse jeito — brincou Luana me fazendo rir.

Nós duas nos divertíamos tentando juntas chupar o pau dele meio mole. Não precisou de muito trabalho para Fred se dar por satisfeito e começar a enfiar em Pedro. Fred dava ordens dos tipos: não tranca, solta, relaxa, fica melhor quando chegar no fundo… E eu, ali embaixo dele ria olhando para Luana. “Nossa, eu já ouvi muito isso, eu sei bem como é!”. Deixei Luana e fui ver mais de perto o trabalho de Fred, a bunda branca e redonda de Pedro estava vermelha, a cabeça do pau já tinha entrado e Fred delicadamente passava mais lubrificante para ajudar na tarefa, Pedro choramingava.

— No cu dos outros é bom né, senhor Pedro, lembra disso quando for me comer. — Eu tinha que jogar isso na cara dele.

— Cala a porra da boca, garota. — Pedro gritou furioso comigo.

Eu ria da cena, mas a minha expressĂŁo se alterou para surpresa quando vi que Pedro rapidamente assimilou o pau de Fred que lhe penetrava por completo a ponto de bolas encostarem em bolas. O quĂŞ era dor parece que passou a ser prazer, Pedro grunhia coisas desconexas sem perder sua masculinidade, embaixo dele Luana o chupava sem parar e acariciava suas bolas. Eu queria ficar ali parada observando cada detalhe daquela cena. Eu nĂŁo sei o que me deu, mas eu comecei a ter um Ă­mpeto violento e segurei os cabelos de Pedro e falei bem perto do seu rosto.

— Tá curtindo o pau que comeu meu cu e minha boceta, corninho? — ele ficou com medo quando me viu.

— Fred, eu quero que você goze dentro desse corno viadinho de merda! Você é um viadinho Pedro! Goza dentro dele.

Pedro ao meu ouvir parecia ter ficado mais excitado e Fred intensificou as socadas. Eu dava tapa na bunda de Pedro proferindo ofensas Ă  ele que somente respondia com miados.

— Ele gozou na minha boca! — disse Luana esfregando a boca com as costas da mão.

— Não para Fred, goza dentro dele.

— Chega, tá doendo.

— Fred, não pare! Não quer dar o cu, Pedro? Agora aguenta que nem homem.

Fred não demorou, talvez pelo meu ímpeto ele ficou também mais agressivo e jorrou dentro do meu homem que quando liberto, desfaleceu caindo para frente.

Todos sentamos ali na cama esperando os dois se recuperarem, Pedro estava mudo, talvez de vergonha, eu não sei. Eu fui para seu lado para acalentá-lo e ficamos conversando durante algum tempo.

— Gente, parece que eu estou com diarreia! — exclamou Pedro agoniado.

— Corre pro banheiro antes que suje tudo aqui, é esperma saindo.

— Coloca a mão para aparar, aí meu Deus esse menino…

O resto da noite foram somente beijos, ficamos trocando os casais de brincadeira, mas nada muito sexual para contar. Essa foi a nossa primeira troca de casais e foi algo bem intenso.  Eles viraram grandes amigos nossos e eu vou contar mais coisas no futuro, podem aguardar.

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