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2105 palavras
11 minutos
Eu fiz meu namorado virar corno

Capítulo 1#

Algumas coisas acontecem na vida da gente que, quando nos lembramos, não acreditamos que fomos capazes de fazer. Na época, eu estava em um relacionamento há um pouco mais de um ano com Pedro, um menino de quem eu não gostava tanto assim. Ele era molenga, sem atitude, e suas ações me incomodavam demais. Parecia que ele precisava da permissão da mãe para tudo, e ele já tinha dezoito anos.

Eu queria terminar e andava bem ácida em nossas conversas, provocando motivos para acabar com o relacionamento. Por que eu simplesmente não terminei? Não sei responder isso. Ele tinha um ciúme bobo, querendo saber quantos caras eu beijei e para quantos eu dei, fazendo joguinhos para descobrir. Eu lembro dessa conversa até hoje.

— Amor, você tem fantasias com outros caras? — perguntou ele, todo carinhoso, tentando disfarçar uma paranoia.

— Sabe… Na verdade, sim. Tenho vontade de dar para outro cara na sua frente, sentar nele bem gostoso e ficar olhando para você com cara de safada!

Eu não falava assim normalmente, nem sou de usar esse vocabulário, mas já estava tão puta com ele que toquei o foda-se. Se ele se irritasse, eu só mandaria ele ir à merda! Pedro, depois dessa conversa, ficou mudo. Não gostou da resposta e ficou sem falar comigo direito o resto da noite, parecia pensativo. Eu já estava meio acostumada com isso; sempre que respondia algo da minha vida sexual antes dele, que não foi nada longa, ele ficava enciumadinho e emburrado.

Um tempo depois, esqueci completamente do assunto, até que um dia, em um final de semana…

— Amor, o que você acha desse cara? — perguntou ele, me mostrando um rapaz no Instagram.

— Caralho, cara! Quantos anos você tem? Que ciúmes idiota! — Fiquei irritada instantaneamente e mal sabia que teria uma das maiores surpresas da minha vida.

— Calma, amor… É que eu fiquei encucado com o lance da sua fantasia e pensei da gente fazer aquele lance — disse ele, tateando o meu humor.

Eu não fui capaz de responder. Fiquei atônita com a proposta. Quando meu cérebro voltou a funcionar, primeiro fiquei desconfiada, procurando alguma armadilha, e pouco a pouco fui me dando conta de que ele falava muito sério. Peguei o celular e fui ver as fotos. Era um cara de uns 22 anos, fortinho, queixinho quadrado e um sorriso de fazer chorar! Era mais que meu tipo; eu não sabia se conseguiria pegar um cara daquele.

— Pedro, o que você falou com ele? — perguntei, preocupada com o meu nome sendo falado por aí.
— Eu não falei com ele.
— E como você pretende falar com ele? — perguntei curiosa sobre como ele tramaria aquilo.
— Então… Ele tá puxando matéria comigo. Pensei em jogar um verde para ele. A gente bate uns papos sobre fantasias às vezes, e ele fez umas coisas diferentes. Pensei que, de repente, ele pudesse se interessar…

Essa conversa foi um pouco mais longa do que eu descrevi. Pedro era cuidadoso e parecia estar falando sério. A ideia foi ganhando força na minha mente, e eu estava com calor, me babando toda. Podia sentir minha calcinha molhada e quente. Combinamos de fazer alguma coisa antes do Pedro oferecer isso para ele. Queria que ele me visse, me desejasse também, que nos conhecêssemos minimamente, mas tudo sem saber o que aconteceria depois. E assim foi. Nos vimos umas duas ou três vezes. Ele era lindo, super simpático, e tinha uma voz deliciosa. Percebi que tínhamos muitas afinidades e acabamos ficando próximos rapidamente.

Até que um sábado, Pedro me liga cedo:

— Amor, é hoje à noite. Se prepara.
— Se eu não conseguir, você não vai ficar chateado?
— Nada, amor, é para você!

Depois de desligar, confesso que fiquei pensando somente no Pedro. Como ele iria ficar depois disso? Por que ele estava fazendo isso? O cara ciumento passou a ser liberal? Ele iria matar nós dois depois de transar? Minha cabeça viajava procurando respostas, e comecei a pensar em algo que nunca tinha pensado: Pedro gosta de ser corno! Fazia todo sentido. Ele não perguntava de outros caras porque tinha ciúmes, mas porque ficava excitado em me imaginar com outros! Fiquei bege e um pouco mais confiante na aventura depois desse pensamento.

À noitinha, Pedro me buscou em casa e, no carro, me disse que o combinado era que, se eu não quisesse, ele não iria insistir, ou eu poderia parar a qualquer momento. Reparei que Pedro estava de pau duro durante a viagem. Olhei para ele e via uma grande felicidade no seu rosto. Abri o zíper do seu jeans e fiquei massageando o membro duro dele lentamente durante o caminho. Eu ia dar uma chupadinha, mas, infelizmente, não deu. A rua estava movimentada; era uma sexta e os bares estavam borbulhando de gente.

O rapaz morava em um sobrado de frente para a rua, um apartamento pequeno e aconchegante para os padrões de estudante. Tudo estava limpo e organizado. Quando cheguei, estava muito sem graça, não sabia o que dizer ou fazer. Devíamos chegar nos pegando? E aí, vamos transar agora? Eu não sabia como a coisa ia começar ou se realmente iria!

Ele vestia somente bermudas e camiseta, tudo muito confortável afinal, estava em casa. E que homem cheiroso! Estava de cabelo cortado e barbeado, seus dentes eram brancos e o sorriso dele era encantador. Ele era realmente muito charmoso e para melhorar, parecia ter uma bagagem interessante! Não me julguem, claro que eu tinha reparado nisso! Os envolvidos não pareciam nervosos, agiam com certa naturalidade. Conversamos e bebemos, e eu perguntava, depois da primeira hora, como e quando tudo iria começar.

— Vocês querem mais caipirinha? — perguntei, pegando os copos e indo para a cozinha para preparar uma terceira rodada. Ele me seguiu.
— Eu te ajudo. Pedro, coloca uma música aí para a gente — falou ele, enquanto me seguia para a cozinha.

Na cozinha, começamos a preparar as bebidas e estávamos conversando sobre um assunto aleatório quando veio a pergunta:

— Pedro falou com você? — perguntou ele, enquanto cortava alguns limões.
— Uhum — respondi sem graça, tentando desviar o olhar e a cara de safada que não conseguia conter.

Vi suas mãos largarem a faca e os ingredientes sobre a bancada da cozinha. Uma de suas mãos tocou minha cintura por trás. O calor do seu corpo me aqueceu quando tocou o meu, e seus olhos estavam fixos esperando a minha resposta. Eu ri sem graça, toquei seu peito e o beijei. Seu beijo foi suave, lento e molhado. Sua mão procurava se entrelaçar em meus cabelos, e nossos corpos se apertavam cada vez mais. Sentia ele pronto pela dureza de sua ereção. O beijo começou a ficar sufocante; respirávamos o mesmo ar quente. Ele apertava meus seios por cima da roupa, e eu apalpava sua bunda dura. Sentia algo pulsando forte dentro de mim, uma energia que me esquentava. Eu queria dar para ele mil vezes. Minha pele estava arrepiada. Ele me mordia suavemente a orelha e descia pela nuca até os limites da minha blusa. Eu queria estar nua e deixar que ele seguisse beijando por todo o meu corpo, mas fomos interrompidos.

— Começaram já? — perguntou Pedro, parado na porta da cozinha.

Meu primeiro instinto foi me assustar, parecia que o que eu fazia era errado. Ele tinha um sorriso feliz. Eu não sabia o que dizer e apenas sorri sem graça. O rapaz suavemente me puxou pelas mãos e me levou para outro lugar. Eu sabia que era o quarto. Quando passei por Pedro, parado na porta, tentei lhe dar um beijo.

— Não, hoje você é dele!

Eu não tenho como descrever como aquilo me excitou. Eu estava pronta para tudo. No quarto nos beijamos intensamente enquanto ficávamos inteiramente nus, nossas roupas eram tiradas apressadamente, antes de Pedro achar um lugar para se assentar, todas as nossas roupas estavam no chão. O meu amante, me empurrou na cama sem cerimônia, achei que ele ia começar a me beijar mas ele foi diretamente para a minha vagina. Não houve preliminares, uma linguada forte e áspera e um chupão forte, foi o que tive. Quando sua boca me deu o primeiro toque, esperei aquele  nervoso de quando não se está pronta mas o que senti foi quase um orgasmo. Ele era bruto, ele me mordia, enfiava seus dedos grandes dentro de mim, me masturbava com força. Eu gemia, eu gostava e queria mais. Enquanto isso Pedro nos olhava, sorridente.

— Coloca ela pare tu chupar. — ordenou Pedro.

Eu me sentei na cama, e ele veio até mim ereto, pela primeira vez eu conseguia ver seu pênis duro. “Um moço tão bonito com um pau tão feio.” Pensei, um pouco triste. Era torto demais e veiudo de um jeito esquisito, Pedro tinha um pau lindo, seria perfeito se não fosse enorme! Virei o rapaz de lado, e o chupei enquanto olhava para Pedro, iniciei o serviço passando a língua na cabeça, tentando entrar na pele do prepúcio, sem avisar coloquei o máximo que consegui na boca e fui sugando e tirando da minha boca devagar, eu adorava sentir aquilo quente na minha boca, sempre gostei de sentir a pele que tinha um toque leve de camurça na minha boca. Ele tinha um gosto quase insípido, levemente salgado. Eu dava beijinhos na ponta e olhava para Pedro que tinha tesão estampado na face.

— O quê você quer ele faça comigo amor?
— Dá para ele de quatro, dá?

O pedido foi atendido como uma ordem, eu me posicionei com o peito colado na cama e segurei a mão de Pedro aguardando o jovem enfiar em mim, eu gostava dessa posição por me sentir vulnerável, sempre aguardava uma estocada mais dolorida, essa apreensão que dava o frenesi, mas quando a estocada veio, foi gentil, senti seu pênis sendo esfregado no meu ânus, me encolhi para negar, então ele pincelou minha boceta que estava molhada, posicionou na entrada e empurrou lentamente. Eu senti aquilo entrando dentro de mim, me preenchendo inteira, ganhando passagem entre minhas carnes. O prazer que senti ali tirou as forças das minhas pernas e soltei um gemido enquanto cravava minhas unhas nas mão de Pedro.

O quê começou com movimentos suaves se tornou uma cavalgada, ele puxava meus cabelos para trás e eu expressava meu prazer com gritos, ele me estocava forte, era vigoroso e tinha uma cadência média e precisa. Ele rugia tentando conter o gozo, seus movimentos começaram a ficar irregulares, ele ia gozar antes de mim. E antes que ele tivesse o seu fim, eu me estiquei para frente tirando ele de dentro.

— Maldade! — disse o rapaz de masturbando. Pedro gargalhava!
— Ela sempre faz isso, ela tem que gozar sempre primeiro! — disse Pedro
— Claro, senão vocês sempre me deixam à ver navios! Respondi rindo enquanto deitava de barriga para cima com as pernas arqueadas e colocando um travesseiro embaixo da minha cintura — Uma das minhas posições favoritas!

O jovem veio, mas eu não deixei que ele se deitasse sobre mim, ele me penetrou novamente ficando de joelhos e eu parecia uma piscina de tão molhada. Puxei Pedro pela orelha e coloquei sua cabeça abaixo do meu ventre junto aos meus pelos pubianos, queria que ele tivesse a melhor vista daquele homem socando em mim. Forcei sua cabeça ali com os dedos entre os seus cabelos. A cada socada, o pau dele escorregava para fora, eu estava molhada demais, quando saia era um cutucada nos grandes lábios, às vezes na minha bunda, era normal isso acontecer. Eu sei que uma das vezes ele bateu com pênis talvez no rosto de Pedro, vi o desconforto no rosto do rapaz, mas como Pedro não se incomodou eu continuei até gozar, não demorou muito para acontecer. A situação me dava um tesão imenso, quando estava prestes a gozar ele me segurou com força me domando e não me permitindo que fugisse e me socou até a exaustão, foi longo e intenso, eu gritava alto, gemi como nunca.

Eu senti que o rapaz ia gozar, estava descoordenado soltando sons estranhos até que senti escorregar para fora de mim, nada foi jogado dentro, eu sentiria o líquido quente escorrer nas minhas entranhas. Ele continuava muito próximo de mim mas eu não sentia seu pênis encostar em nenhuma parte da minhas pernas ou virilha, ele estava gozando, gemia trêmulo, por um instante eu não entendi, mas ele estava gozando na boca de Pedro que o chupava. Eu fiquei muito surpresa, tentei não falar ou rir para que ninguém ficasse sem graça. Pedro chupou ele por alguns segundos, engoliu o esperma e agiu como se nada tivesse acontecido, o rapaz buscava uma reação no meu rosto e só encontrou a dúvida.

Essa foi a nossa primeira vez. Continua

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