Este não é um conto fictício, mas um relato visceral da realidade que muitas mulheres enfrentam ao explorar seus corpos de maneira mais ousada. Um aviso: o que você está prestes a ler é sujo, e não estou falando apenas de metáforas. Sim, estou falando de cocô. A primeira coisa que você precisa aceitar para seguir em frente é simples e crua: se você decidir se aventurar no sexo anal, não importa o quanto você se limpe, a merda vai estar lá.
Meu querido parceiro, com sua insistência irritante, sempre me atormentou com suas investidas. Inúmeras vezes fui alvo de dedadas inesperadas, sem nenhum pedido da minha parte. Admito que em alguns momentos senti um prazerzinho, uma sensação de submissão que me fazia sentir a maior vadia da face da terra, mas na maior parte do tempo, era só um incômodo. E aquelas desculpas esfarrapadas? “Ops, foi sem querer, amor, ia colocar na frente e escorregou.” Ele realmente acredita que esse troço enorme vai entrar no meu rabo por acidente e, de repente, eu vou descobrir o prazer do sexo anal? Ah, homem é mesmo um bicho idiota.
Quando finalmente me decidi, ou talvez convencida a tentar de novo, minha mente se acalmou um pouco e o medo diminuiu. Já tinha tentado antes, mas sem a preparação psicológica necessária. A primeira etapa, para mim, sempre foi a pior: a depilação. Tem que ser com cera, e de preferência por uma profissional especializada, porque usar gilete é pedir para se cortar nas dobrinhas. Sempre achei constrangedor ficar de quatro para uma estranha, que além de me causar dor, ainda faz comentários desnecessários sobre minhas partes íntimas.
Depois, claro, vem a parte mais desconfortável e, sejamos honestos, a mais nojenta de todo o processo. Sempre dizem que uma boa alimentação faz diferença, e eu não poderia concordar mais — então, tomei cuidado até com isso. Falei com minha ginecologista sobre os preparativos e, como mencionei que não seria algo frequente, ela sugeriu um enema, aquele produto para resolver a constipação. O constrangimento de comprar essas coisas na farmácia foi surreal, especialmente quando precisei adicionar um lubrificante à lista. A moça do caixa, profissional até o último fio de cabelo, passou minhas compras com uma serenidade quase reconfortante, como se fosse o item mais trivial do dia — e para ela, talvez fosse. Mas ali estava eu, completamente vermelha, tentando esconder meu embaraço com um sorriso sem graça, enquanto empurrava os itens mais comprometedores para o fundo da cesta, camuflados entre pacotes de biscoitos e uma escova de dente nova.
Poucas horas depois, me vi sentada no vaso, completamente nua, encarando um frasco de plástico e tentando decidir qual seria a melhor posição para enfiar aquilo em mim. Não pude evitar pensar quantas pessoas pelo mundo, naquele exato momento, estariam passando pela mesma situação. Ri sozinha, um riso nervoso, tentando aliviar a tensão. Decidi forrar uma toalha no chão do banheiro e deitei, com as pernas recolhidas, pronta para enfrentar o que viesse. Posicionei a ponta plástica, que já vinha com um pouco de lubrificação, e no primeiro toque senti como se fosse uma punhalada. Mas, para minha surpresa, entrou com facilidade. “Não é tão ruim assim”, pensei, talvez um pouco otimista demais.
Apertei o frasco, mas o líquido parecia se recusar a sair. Apertei com mais força e, de repente, soltei um grito — o conteúdo gelado invadiu meu corpo de uma só vez. Entre risos incontroláveis, tentei me contrair ao máximo para evitar que o líquido escapasse. Joguei o máximo que consegui, mas ainda não tinha usado nem metade. Aquele troço simplesmente não queria sair todo de jeito nenhum. Foi só depois de remover o lacre interno que funcionava como uma válvula que finalmente pareceu dar certo. Apertei novamente, sentindo o líquido escorrer profundamente dentro de mim. Foi preciso uma força de vontade absurda e muita concentração para manter tudo lá dentro, enquanto tentava não rir da situação absurda em que me encontrava.
Foi então que pensei: “Bem, agora é só esperar uns cinco minutos.” Mas, claro, eu não tinha deixado nada por perto para marcar o tempo. Xinguei minha burrice com todas as forças enquanto sentia aquela coisa me queimando por dentro de um jeito bizarro, como se pequenas formiguinhas estivessem me atacando, desesperadas para expulsar tudo. E, como sempre, quando fico nervosa, não consigo parar de rir. Sentia-me uma idiota completa por estar passando por aquilo e, naquele momento, prometi a mim mesma que seria a última vez.
Tentei contar o tempo, mas logo me perdia nas contas. Tentando me distrair, comecei a observar o banheiro daquela posição inusitada. “Então, se um dia eu desmaiar aqui, é assim que vou ver tudo quando acordar?” — pensava, rindo sozinha da situação absurda. Mas logo percebi que o efeito começava a surgir. A sensação era inconfundível: uma diarreia se formando rapidamente dentro de mim, e a urgência me forçava a agir. Agora, a missão era clara: levantar sem me cagar inteira e alcançar o vaso ao lado. A tarefa parecia monumental. Com cada movimento, sentia o líquido ameaçando escapar, e a luta era manter a dignidade enquanto me arrastava para a única salvação no banheiro.
Apertava como uma criança que segura algo com força, uma mão ocupada em tapar os buracos, tentando conter o que já parecia inevitável. Consegui me sentar, deixando apenas algumas gotas escaparem durante o processo, e cada movimento me fazia rir, nervosa e desajeitada. Quando finalmente me acomodei, soltei o ar preso no peito, só para sentir algo estranho: uma parte do meu corpo, rebelde, agindo sozinha. Minha bunda se abriu, e um rio quente escorreu de dentro de mim, o atrito da água queimando levemente enquanto descia.
Por mais absurdo que parecesse, aquilo trouxe um prazer inesperado. “Isso pode ser mais interessante do que eu pensava”, murmurei para mim mesma, intrigada. Mas agora precisava urgentemente de um banho. Peguei o papel para me secar, sem querer deixar nenhum rastro até o box. O papel saiu manchado de amarelo claro, e por um momento me perguntei se aquilo era normal ou se precisaria de mais uma rodada. A água que saiu de mim tinha o mesmo tom. Fiquei parada, olhando para o vaso com curiosidade. Será que isso dissolveu o resto de merda que estava no caminho? Dei descarga e observei tudo ser levado, antes de me levantar e caminhar até o banho, sentindo o bumbum ainda quente, marcado pelo que acabara de acontecer.
O banho foi como qualquer outro. Mas naquele momento, resolvi pegar o sabonete de glicerina. Fiz uma espuma macia, deslizando-a pelos dedos, e sem pensar muito, empurrei a falange para dentro. A ponta entrou sem esforço, como se aquele movimento fosse natural. Senti-me ligeiramente mais aberta, e por um segundo me peguei imaginando que talvez meu corpo estivesse se entregando à ideia. Um pensamento estúpido, claro, que soava ridículo mesmo enquanto me ocorria. Não era nada, só um devaneio idiota, mas ainda assim não consegui evitar o riso abafado que escapou, afinal eu estava enfiando um dedo no meu toba, e isso era engraçado.
No quarto, as roupas já estavam separadas. Passei creme no corpo, espalhando o cheiro doce de hidratação recém-feita, maquiei-me com cuidado, sequei o cabelo enquanto encarava as minhas imperfeições no espelho. Sobre a cômoda, ele me esperava: o plugue anal que comprei na internet, limpo, brilhando sob a luz amarelada do abajur. Disseram que seria bom colocá-lo antes, “pra ir treinando”. Eu nem sabia que dava pra treinar um cu, mas segui os conselhos. Tudo isso parecia absurdo e, ao mesmo tempo, inevitável.
Levantei uma perna, apoiando o pé na cama, e inclinei o quadril, rabo empinado e pimba! O lubrificante escorregava nos meus dedos, escorrendo um pouco pela coxa enquanto pressionava a ponta lisa contra a entrada. Não foi difícil — o formato fazia o trabalho sozinho. Senti meu corpo puxá-lo para dentro, como se aquilo já tivesse sido feito antes. Levantei-me, dei passos curtos, rebolando de leve. Agachei-me, sentindo a presença constante. Era desconfortável, mas não chegava a doer. Parecia mais uma lembrança física, como quando um toletete duro teimava em ficar no caminho. Por vezes, a sensação beirava o prazer, e um calorzinho discreto subia pela barriga, transformando o desconforto em algo que se aproximava de um “tesãozinho”. A ideia de ter algo ali era o que mais me excitava, mais do que a sensação em si.
Mas, eventualmente, decidi que não ficaria melhor. Era o que era. Tirei o pé da cama, olhei para minhas mãos, chequei embaixo das unhas, como se procurasse qualquer vestígio da experiência. Nenhum cheiro, nenhuma sujeira. Só o corpo limpo e o desejo silencioso de que aquilo fosse suficiente. Vesti minhas roupas devagar, ajeitando cada dobra com um cuidado que não era só por estética, mas por um ritual interno de preparação. E então, pronta, fiquei esperando ele chegar.
Eu não vou narrar explicitamente o sexo. Esse não é o intuito, mas alguns relatos precisam ser feitos. Ele parecia uma criança na noite de Natal, ansioso, sabendo que o presente mais desejado estava ali, ao alcance. A cada momento, a mão dele deslizava para trás, apertando, girando, fazendo movimentos lentos e circulares no plugue enterrado em mim. Eu preciso admitir: é um tipo de tesão peculiar. Não dá pra negar que incomoda — uma pontadinha de dor, estranha, presente — mas, quando misturada aos outros toques que trazem prazer puro, essa dor parece amplificar tudo, deixando mais intenso, quase insuportável. Só que bastava o prazer da frente cessar para o incômodo voltar, como um lembrete constante do que estava acontecendo.
Depois de um tempo, quando minha menina já tinha sido trabalhada o suficiente, chegou a hora que eu temia. A hora do sofrimento. Ele segurou o plugue e começou a puxar devagar, torcendo, como se desenterrasse uma batata do solo. Quando finalmente saiu, senti o vazio. Era como se o buraco estivesse escancarado, frio, exposto demais. Antes que pudesse reagir, ele abaixou-se e fez coisas com a boca. Meu primeiro pensamento foi de nojo, “definitivamente ele não vai mais me beijar essa noite” — um choque seco que subiu pela minha espinha. Mas, em seguida, veio o prazer. Um prazer tão forte e inesperado que engoliu qualquer outra sensação.
Logo depois, sem hesitar, ele enfiou os dedos. Foi aí que quase desisti. Dois de uma vez, forçando, abrindo caminho. Meu corpo lutava contra, tenso, fechado, mas ele parecia saber exatamente o que fazer. Não era ruim, mas estava longe de ser agradável. Ele era metódico, insistente, e a missão era clara: me fazer relaxar. Relaxar. Como alguém relaxa com algo enfiado no cu? Só de pensar parecia impossível. Mas ele continuava, e eu me forçava a seguir junto, tentando entregar um controle que meu corpo relutava em soltar.
Segundo ele, eu estava pronta. Senti um litro de lubrificante gelado escorrer pelo meu cu, que parecia estar em chamas de tão quente. O contraste era estranho, quase bom. Deitei de lado, com os joelhos dobrados, e ele se posicionou atrás de mim. As primeiras pinceladas foram absurdamente satisfatórias, um estímulo que me arrancava suspiros antes mesmo de qualquer coisa acontecer. Verifiquei o sugador de clitóris em minha mão, ajustando até que vibrasse exatamente como eu queria. Enquanto isso, a coisa foi encontrando seu caminho.
Quando a cabeça passou, precisei colocar minha mão para medir o quanto havia entrado. Fiquei surpresa comigo mesma. Lá atrás, era como se minha percepção de profundidade fosse inexistente — não tinha a mesma clareza que sinto na frente. Era estranho, quase desconcertante, como se aquele território fosse completamente desconhecido para mim.
Mas vocês querem saber se doeu, certo? Estranhamente, não. A cabeça entrou de maneira inesperadamente tranquila. O desconforto era parecido com o do plugue: presente, mas suportável. Contudo, em determinado momento, parecia que aquilo não queria ir além. Ele forçava um pouco mais, e aí sim doía. Uma dor aguda que vinha acompanhada de um reflexo involuntário, uma vontade desesperada de empurrar tudo para fora. Na linguagem mais simples, eu só conseguia pensar que queria cagar violentamente.
Ele permaneceu ali, fazendo carinhos em mim, deixando o vibrador agir enquanto meu corpo tentava relaxar. “Como eu poderia relaxar? Tinha algo enorme dentro de mim, e o medo tomava conta.” Aos poucos, a sensação de pânico cedeu espaço a uma curiosidade quase involuntária, e ele continuou empurrando, com uma delicadeza que parecia calculada. Não, aquilo não se tornava exatamente confortável, mas meu corpo, já entregue, aceitava mais do que eu imaginava ser capaz.
Quando ele avançou de vez, senti uma onda inexplicável. O prazer era difícil de descrever — e eu sou boa nisso. Era uma estranheza que mexia comigo. Havia algo na minha intimidade que reverberava por todo o corpo, mesmo sem contato direto. A entrada ardia levemente, uma sensação comparável ao desconforto de algo inusitado e invasivo, mas que, de alguma forma, se misturava ao prazer trazido pelo vibrador.
Ele lubrificou mais, e então senti o toque firme do corpo dele junto ao meu. Estava completamente dentro.
Eu queria experimentar aquele tipo de prazer de forma plena, entender como seria. Testamos várias posições, cada uma trazendo sensações únicas. Estranhamente, sentar de frente me agradou mais. De quatro, a sensação de profundidade era diferente — algo pressionava internamente de forma estranha, parecia estar mais aberta, mas me foi deliberadamente dolorido, talvez pela empo;gação que eu proporcionei ao jovem mancebo pela vista e ato.
Depois de um tempo, senti que estava satisfeita com a experiência e decidi parar. Quando ele se afastou, a saída trouxe uma ardência intensa e um vazio interno que me causou um leve desconforto. Para minha surpresa, não tive problemas no dia seguinte, apenas uma leve sensibilidade — algo que, imagino, as pregas também sentiram.
Refletindo sobre tudo, percebo que a preparação pode ser um tanto constrangedora. Deus abençoe nossas amigas gays, que enfrentam isso com frequência e sem alternativas. Nas experiências seguintes, foi mais fácil e natural. A dor, embora constante, aprende-se a acolhê-la como parte do processo. Integrá-la ao prazer torna tudo mais harmonioso. Recomendo? Sim, mas com a devida preparação.
Ter um espaço adequado faz toda a diferença. Mesmo depois de tudo, percebi que nosso amiguinho cocozinho estava lá, nosso corpo é uma fábrica de bosta pelo visto, exigindo proteção extra para evitar preocupações com a cama — um lençol escuro é um ótimo aliado, uma dica que esqueci de falar antes. Além disso, a mente precisa estar no lugar certo, e a confiança entre os dois é essencial.
Sempre fui exigente comigo mesma, uma pessoa meticulosa, mas acredito no meu direito de explorar e conhecer mais sobre o meu corpo e minhas vontades.