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Um conto erótico de exibicionismo e ménage, explorando tensão, desejo e experiências intensas entre três amigos em uma noite provocante.
CapĂtulo 1
Minha casa costumava ser movimentada nas tardes de fim de semana. Sempre tinha amigos por perto, jogando conversa fora e ouvindo música. Naquele dia, Clara apareceu acompanhada de uma amiga. O nome dela era Joana. Cabelos pretos, olhar atento, um jeito de quem está sempre analisando tudo ao redor. Para quem não a conhecia, podia até parecer carrancuda, mas não era nada disso.
Clara sempre foi sĂł uma amiga. Nunca me despertou interesse.
As duas estavam sentadas no sofá, conversando animadamente, enquanto eu preparava drinks no bar. O Spotify tocava uma mĂşsica ambiente, criando uma vibe leve e descontraĂda. A luz suave do fim de tarde entrava pelas cortinas, banhando a sala com um tom dourado e destacando ainda mais a beleza de Joana. Seus cabelos negros brilhavam sob a luz, e seus olhos tinham um brilho difĂcil de ignorar.
Eu estava ficando interessado nela.
Servi a primeira rodada de bebidas e percebi como Joana exalava uma sensualidade sutil, envolvente. Os olhares que trocávamos, os sorrisos discretos… Havia uma tensão no ar, uma promessa não dita. Quando Clara se levantou para mexer no som, passou por mim e sussurrou:
— Alguém vai se dar bem hoje, pelo jeito.
A provocação dela me fez rir. Talvez estivesse certa.
Voltei para o sofá e me aproximei de Joana, sentindo meu coração acelerar com a proximidade. Que mulher. Um verdadeiro tesão.
A conversa fluĂa solta, e conforme o álcool ia soltando nossas lĂnguas, Clara, já com o celular na mĂŁo, soltou de repente:
— Jô, quer ver o pau dele?
Eu congelei. Joana caiu na risada.
— O quê?! — soltei, perplexo.
Clara não tinha uma foto minha. O nude na tela definitivamente não era meu. Enquanto Joana ria, eu tentava argumentar, brigando com Clara para acabar com aquela palhaçada. Mas Joana, com um sorriso malicioso, disparou:
— Ué, então mostra pra eu comparar. Assim eu decido quem tá falando a verdade. Se não mostrar, vou acreditar na Clara.
Eu não sabia onde aquilo ia dar, mas a provocação das duas me fez entrar no jogo. No começo, resisti. Seria estranho. Mas elas insistiram.
— Quer saber? Então toma!
Baixei as calças de uma vez, deixando minha rola balançando no ar.
As duas gritaram, rindo, histéricas. Clara, sem perder tempo, tirou uma foto. Eu só me dei conta da merda quando vi o celular dela piscando. Depois, usaria isso para me chantagear… Mas isso é história pra outro dia.
Só pelo abuso, me joguei no meio das duas, ainda com as calças arriadas.
— Não queriam ver? Pois então, aproveitem! — provoquei, petulante.
Joana olhava fixamente, analisando com atenção.
— Mole assim não dá pra ter certeza… — comentou, pensativa.
— Ué, bota a boca que ele fica duro na hora.
Falei sem pensar, sem imaginar nem por um segundo o que viria a seguir.
Clara arregalou os olhos, surpresa. Mas a verdadeira reviravolta veio quando Joana, sem hesitar, envolveu meu pau com as mãos e começou a me masturbar.
— Maluca! — exclamou Clara, boquiaberta.
Eu? Fiquei atônito. Não conseguia entender até onde aquilo ia chegar, mas uma coisa era certa: não ia interromper. Joana mantinha os olhos fixos na tarefa, a mão macia deslizando ritmicamente sobre mim. Meu corpo reagia sozinho, se entregando àquela sensação.
O silêncio tomou conta do ambiente. Apenas a respiração carregada e os sons sutis da excitação preenchiam o espaço. Minha mente, acelerada, começava a calcular o próximo passo. Olhei para Clara, me perguntando se era a hora de puxá-la para o jogo, mas ela parecia mais interessada em assistir. Seus olhos seguiam cada movimento de Joana sem piscar.
Joana ergueu o olhar para mim, riu de leve e, sem aviso, inclinou-se, colocando meu pau na boca.
O que veio a seguir foi um coro misto: um gemido meu e um grito histérico de surpresa e alegria de Clara.
O calor Ăşmido envolveu minha glande, a lĂngua dela deslizando de maneira precisa e deliciosa. O toque macio, o ritmo, a entrega… Eu nĂŁo conseguia mais raciocinar direito. Tentei entender Clara — se aquilo tinha sido planejado ou se Joana apenas se soltou de vez — mas nada fazia sentido. Ela simplesmente se afastou e foi sentar-se sozinha na poltrona, observando tudo como se julgasse a performance da amiga.
— Não quer vir? — arrisquei, a voz falhando no meio da frase.
— Acho melhor não… Vou ficar assistindo daqui — respondeu, meio sem jeito.
Minha mente girava, mas meu corpo nĂŁo parava.
Quando senti que estava prestes a gozar, agarrei a nuca de Joana, entrelacei meus dedos em seus cabelos e a puxei para cima, beijando sua boca quente e molhada com urgĂŞncia. Ela estava entregue, e o gosto dela era puro tesĂŁo.
Minhas mãos agiram sozinhas, arrancando suas roupas uma a uma, revelando a pele quente, os seios firmes e os mamilos rosados e arrepiados. Não perdi tempo. Ataquei aqueles seios com a boca, sentindo cada gemido e cada arquear de seu corpo em resposta. Ela se encaixou em mim, cavalgando do jeito que conseguia, enquanto eu devorava sua pele, subindo pelo pescoço até seu ouvido.
— Eu quero te comer — sussurrei.
Joana se afastou bruscamente. Por um segundo, achei que tinha falado algo errado.
Mas, antes que eu pudesse perguntar qualquer coisa, ela já estava se livrando das últimas peças de roupa. Blusa, calça, calcinha, sapatos… Tudo caiu ao chão num piscar de olhos.
Me livrei das minhas também, sem hesitar.
Ela se virou para mim, mordeu o lábio e perguntou:
— Como você quer?
— Como você quiser — respondi, já sem paciência.
— De quatro — disse ela, posicionando-se no sofá, empinada e pronta para mim.
— Ei, virem para cá, quero ver a cara de vocês! — disse Clara, lembrando que ainda estava ali.
Joana e eu trocamos olhares, um sorriso de cumplicidade surgindo entre nós. Ela riu, Clara lançou uma provocação, e as duas trocaram algumas farpas brincalhonas. Mas eu já estava posicionado atrás de Joana, pronto para levá-la ao limite.
Ela de quatro era uma visão. Seu corpo curvado, sua pele quente e a forma como sua boceta brilhava de excitação me deixavam hipnotizado. Mas antes de tomá-la, eu queria saboreá-la.
Comecei beijando sua bunda, deslizando as mĂŁos por suas costas, sentindo sua pele arrepiada sob meu toque. Passei a lĂngua suavemente ao redor do seu ânus, provocando-a. Meus dedos trabalhavam em sintonia—um deslizando lentamente sobre seu clitĂłris, outro explorando sua entrada molhada. Ela estava encharcada.
Beijei seu ânus com força, aprofundando o contato enquanto dois dedos deslizavam para dentro dela, e o polegar massageava seu ponto mais sensĂvel. Joana gemeu alto, jogando o torso para frente, empinando-se ainda mais para mim.
— Ahhh, caralho… — suspirou, sua voz falhando entre ondas de prazer.
Do sofá ao lado, Clara observava tudo, as pernas apertadas uma contra a outra, as mãos inquietas, uma delas deslizando discretamente sobre um seio ainda coberto.
— Quer vir? — perguntei, esperançoso, a voz carregada de desejo.
— Hoje não… Não estou preparada — respondeu, desviando o olhar.
Eu não insisti. Talvez Clara ainda estivesse tentando entender seus próprios desejos, talvez temesse atravessar um limite que não queria cruzar. Mas naquele momento, minha atenção estava completamente em Joana.
Minha boca encontrou sua boceta, sentindo o gosto quente do seu tesĂŁo, bebendo cada gota de desejo que ela tinha para mim.
Me levantei, posicionei-me, e lentamente comecei a deslizar para dentro dela.
Devagar.
Bem devagar.
Cada centĂmetro era um convite ao ĂŞxtase, e Joana se contorcia, tentando dizer algo, mas tudo o que saĂa eram sons roucos e entrecortados. Fiz isso algumas vezes, saindo completamente antes de voltar a tomá-la, provocando-a, deixando-a implorar.
— Não seja mau, coloca logo, por favor! — suplicou, sua voz carregada de necessidade.
Eu obedeci.
Enterrei-me nela de uma vez, forte e fundo.
Ela arquejou, um grito de loucura escapando de seus lábios. Meus dedos se entrelaçaram nos seus cabelos, puxando-a para trás enquanto meus movimentos se tornavam rápidos, intensos. Minhas mãos firmes em seus seios, sentindo cada espasmo de seu corpo enquanto ela gemia sem controle.
No sofá, Clara se contorcia sob a saia, usando uma almofada como escudo entre suas pernas.
— Deixa eu ver… por favor? — pedi, tentando alcançá-la com o olhar.
— Não, cara… não estou preparada — murmurou, meio envergonhada, sem parar seu movimento discreto.
— Pelo menos coloca as “teta” para fora, amiga! — brincou Joana, sem pausar um segundo do prazer que sentia.
O comentário fez todos rirem. Clara hesitou, mas acabou puxando a blusa para baixo, expondo seus seios Ă meia luz do cĂ´modo. Antes que eu pudesse reagir, Joana arqueou o corpo, seus gemidos se transformando em um som contĂnuo, intenso, desenfreado.
Ela se jogou no sofá como se tivesse levado um choque, rindo entre ofegos, os cabelos bagunçados, o rosto corado pelo orgasmo.
— Ai, caralho… puta que pariu… — disse ela, ainda rindo, recuperando o fôlego.
Eu ainda estava duro, pulsante, e caminhei lentamente na direção de Clara, provocando-a, deixando minha intenção clara.
— Sai daqui, nem vem! — disse ela, rindo e empurrando meu peito. — Se eu quiser saber o gosto da boceta da Jô, eu provo direto na fonte.
Ela riu alto, e eu nĂŁo insisti. Me sentei ao lado dela, enquanto Joana, satisfeita e com as pernas ainda trĂŞmulas, levantava-se para ir ao banheiro.
— Quero pegar você também — sussurrei para Clara.
Ela mordeu o lábio, pensativa, mas depois suspirou.
— Poxa… eu tô com vontade, mas meus seios tão doloridos, tô cheia de cólicas… e aqui embaixo… bom, você encontraria uma pequena surpresa — disse, meio rindo, meio sem graça.
NĂŁo se pode ganhar todas.