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1611 palavras
8 minutos
Um experimento Oral

Capítulo 2#

Eu sou a porra de uma piranha mesmo, não me controlo. Era o que eu me dizia para me punir. Sempre foi difícil para mim fazer novas amizades, Clara foi super legal comigo e justamente quando ela me leva para me apresentar para um carinha bacana, eu encho a cara e dou para ele na frente dela. Eu sou uma vadia mesmo, tinha que virar puta, pelo menos meus problemas com dinheiro estariam resolvidos.
O cara, coitado, me ligou e mandou mensagem a semana toda puxando conversa mas eu estou com uma vergonha enorme de falar com ele. Clara disse que ela iria conversar como ele para saber o quê ele pensa, mas que ele era um cara legal e não deveria estar pensando em nada demais. Eu não queria ver nenhum dos dois na minha frente tão cedo mas tinha prometido a Clara que ia passar na casa dela para ajudar ela a se depilar, eu sou esteticista e ia ajudar antes que ela  arrancasse dois kilos de boceta com a cera por acidente. 
Foda-se, criei coragem, juntei minhas coisas e fui numa sexta a noite na casa da Clara, “E aí Piranha!”, falei dando-lhe uma tapa na perereca dela.

— Como tá a pelúcia? Completei a brincadeira. Ela me recebeu educadamente como sempre, mas eu sabia que ela estava me julgando por dentro, ela tinha um riso sonso na cara.

— Sua piranhaaaaaaaaa, berrou ela comigo rindo. Eu amo a minha amiga. 
Conversamos um pouco, bebemos e eu esquentei a cera. No quarto ela estava andando sem pudor de top, chinelos e sem calcinha. Eu dei uma olhada com calma. “Será que ela sabe que eu gosto de minas também?”, pensei com meus botões. Clara, parecia não se incomodar comigo olhando o seu corpo mas perguntou:

—Tá olhando o quê, piranha? Perguntou tentando ser mais ofensiva que podia.

— Estou olhando o trabalho que essa tabaca vai me dar, respondi rindo escondendo o real motivo.

Ela realmente estava um tempo sem se depilar. 
Fiquei ali conversando com ela, mandei que ficasse de quatro para tirar tudo que é pelo, e via mulher xingar todos os palavrões que existem à cada puxada. Clara é frouxa, eu tenho clientes que não soltam um suspiro quando eu puxo a cera.

— Se você está depilando tudo assim é porquê vai ter festa, quem é o felizardo? Perguntei curiosa. — Então, vou lá amanhã na casa dele com a desculpa para conversar sobre você! Disse ela com a cara de quem está tramando um crime. Eu caí para trás nesse momento sem acreditar que ela seria capaz de fazer isso, fiquei realmente sem reação.

— Maluca! exclamei para ela.

Ela não deu a mínima e ficamos rindo, lembrei que ainda não havia terminado o trabalho, e finalizei com um umectante e um emoliente para ficar tudo hidratadinho e não ter nada pinicando no dia seguinte. A gente ficou conversando ali mesmo na cama. Ela não se dignou a vestir uma calcinha. Eu não liguei para isso, normal. A conversa mudava mas Clara sempre voltava ao mesmo assunto da semana passada, parecia que queria falar algo e não tinha coragem.

— Clara, minha amiga, sério agora, o quê você quer falar e tá dando voltas para não dizer? Perguntei amistosamente deixando espaço para que ela se abrisse. 
Ela se contorceu para responder, estava vermelha, parecia nervosa.

— Então, eu estava pensando no seguinte, e se eu tivesse entrado ali no meio, você acha que a gente teria se pegado também?”, ela perguntou de uma só vez como se aliviasse de uma carga pesada.

— Olha amiga, eu acho que sim, eu pego mulher facilmente, super pegaria você! Respondi na lata e percebi que falei besteira pois ela ficou completamente gelada e muda. Eu não sabia o quê falar e fiquei com um sorriso de desespero no rosto olhando para ela. Uma eternidade depois ela falou:

— Eu nunca peguei mulher nem tive muita vontade, mas fiquei pensando nisso durante a semana…Falou ela reticente. 
— Ahn… Amiga, normal isso. Nada haver. Tu não vai dirigir caminhão só porque pensou nisso… Tentei fazer uma piada com a situação mas ela continuava tensa.

—O que foi? Fala logo cacete! Perguntei impaciente, eu sentia que ela estava desconfortável comigo, mas ela tinha acabado de ficar de quatro toda arreganhada e aquele pensamento não fazia sentido. Ela me olhava muda, sem expressão, seu lábio inferior estava encolhido por trás dos dentes que o mordiam…

— Clara, vou perguntar uma vez só, tá bem? Tu quer me pegar? É isso? Perguntei solene.

— U-hum,  ela fez um  som de aprovação com os olhos baixos e completou — Mas eu não sei se eu vou conseguir fazer tudo sabe? complementou ela envergonhada. 
Eu dei um sorriso e tirei as coisas da cama que estavam entre nós enquanto ela me assistia, me sentei ao seu lado e passei a mão nos seus cabelo e olhando em seus olhos.

— O quê foi? Perguntou ela nervosa. Então eu a beijei. O beijo dela era carinhoso, fui prendendo meus cabelos enquanto isso e nos deitamos aninhadas uma a outra. O beijo dela era quente e gostoso, Clara tinha uma boca pequena e macia. Ela as vezes abria os olhos para me ver enquanto me beijava e quando eu perguntava se estava tudo bem ela confirmava que sim a cabeça. Estranho dizer mas não havia tesão nela, era estranho, estava passiva ao meus toques sem grande excitação. — Quer transar Clara? Perguntei isso para confirmar minhas dúvidas.

— Não, mas eu quero tentar duas coisas… Respondeu ela puxando a minha blusa para cima e tirando meu sutiã. Eu não estava entendendo nada. Cedi, para ver onde aquilo ia chegar. Ela desceu direto até meus seios e ficou massageando eles. Seu toque não era de prazer, era algo clínico, era gostoso mas ela não parecia ter muito tesão. Sem pedir ela desceu e chupou meus peitos.

—Ok, isso é bom! Continua e não para!”, ordenei.

Ela ficou um tempo em meus seios, eu amo quando chupam meus peitos direitinho, mulheres fazem isso melhor que os homens e ela ficou um bom tempo nisso. 
Quando terminou com eles ela se sentou na cama com cara de envergonhada e eu perguntei: — Cansou sua hétera?

Eu não estou entendendo mas estou gostando disso! Ri enquanto falava.

Aquele experimento que ela parecia estar fazendo era esquisito mas para mim estava sendo um fetiche, eu tinha certeza que ela só estava experimentando para ver a situação, achei coisa de doida mas continuei, confesso que aquilo estava me dando tesão. Clara estava com as mãos no rosto tampando a face agora sentada ao meu lado.

— Brulubrulbur bur? Foi o que eu ouvi da sua tentativa de dizer algo por trás das mãos, arranquei suas mãos do seu rosto.

— O quê você disse? Perguntei dando um ultimato.

— Posso te chupar um pouquinho? Perguntou ela sorrindo envergonhada. 
Eu arranquei meu jeans na hora, para que ela entendesse isso como um sim.

— Se eu não conseguir você não fica chateada, tá bom? Falou ela temerosa enquanto se posicionava. Aquilo me deu um calor que eu não sei quando eu senti algo igual na minha vida, abri as pernas e ela se abaixou, sentia sua respiração no meu rego, ela refugou de começar umas duas vezes.

— Chupa porra! Ordenei desesperada. Ela passou as mãos acariciando meus pelos pubianos e eu me tranquei toda por dentro. 
Eu vigiava o que ela fazia. Ela me cheirou duas vezes, passou os dedos por todas a área, levou os dedos molhados à boca, parecia que não tinha uma boceta também e acabara de descobrir uma. Sua língua veio tímida seguida de beijos que mal davam para sentir.

— Dizem que mulheres chupam melhor que homens, é verdade? Perguntou ela parecendo querer desistir da tarefa.

— Caralho, mulher depois eu te chupo para tu saber, me chupa pelo amor de Deus, se tu não me chupar eu vou sentar na sua cara. Respondi com raiva intimidando ela. Ela riu pra mim e obedeceu. 
Ela tinha a chupada que eu mais gosto, eu chamo de língua de vaca, que é quando a pessoa abre bem a língua e lambe com vontade. Ela não estava nem aí para as regras, tentava colocar a maior área possível da minha boceta na sua boca e sugava enquanto ponteava com a língua. “Heterazinha safada!”, pensei eu. Seus dedos massageavam o meu interior no ponto certo, sua mão apertava a minha bunda e ela passava a unha ao redor do meu ânus me dando calafrios toda vez que fazia isso. Eu pouco me importava se ela estava gostando de fazer ou qual era o sentimento dela, mas eu estava amando. Eu me contorcia e gemia cheguei perto de gozar mas não era o suficiente pra mim. 
Ela se sentou do meu lado e colocou dos dedos dentro de mim com um terceiro apertando meu ânus sem enfiar, e com a outra mão começou a tocar para mim o que seria para toda a eternidade como a melhor siririca jamais feita no planeta. Ela me dedava com jeito, pegando direitinho no meu ponto G e sua outra mão era precisa nos movimentos horizontais intercalando com apertos fortes e tapinhas leves. Seu olhar era louco, com dentes cerrados e seus lábios pareciam fazer um bico, parecia que estava me punindo com aquilo. Eu não aguentei mais um segundo daquilo e gozei, meus espasmos foram tão grandes que eu quase engoli sua mão com a minha boceta.

— Sai daqui que eu quero morrer, falei rindo…

Ela havia terminado seu experimento comigo e confessou sua curiosidade, a segunda parte não poderia ser executada agora pois ela que tinha acabado de se depilar estava levemente irritada e eu não queria gosto de hidratante na minha boca. Mas eu chupei ela em outro momento… Depois eu conto.

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