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CapĂtulo 3
No fim de semana seguinte, Clara ficou de vir Ă minha casa conversar comigo. Joana pouco tinha falado comigo durante a semana e eu estava achando estranho. HavĂamos transado loucamente na frente de Clara que ficou nos olhando desejosamente. NĂŁo atendeu meu telefone e dizia que estava sempre ocupada quando eu mandava mensagens.
“Foi só um momento e eu fui escanteado…”, pensei comigo.
Eu nĂŁo falei muito de Clara da outra vez, ela Ă© morena de cabelos castanhos pintados em um tom de mel. Seu corpo Ă© magro e sem muitos atrativos, ela possui uma beleza natural prĂłpria e quase sempre usa pouca ou nenhuma maquiagem. Eu nĂŁo tinha muito interessa nela, nĂŁo por seu corpo ou beleza, mas sim por nos tornarmos amigos e confidentes, uma investida errada estragaria uma bela amizade.
Na tarde de domingo, ela chegou em minha casa com duas garrafas de vinho e algo para beliscar, eu abri uma das garrafas e nos sentamos no chão em frente à TV encostados no sofá. Ela me contou que Joana estava com vergonha, segunda ela, havia bebido demais e não pensou nas consequências.
— Eu te defendi, falei que você não iria pensar nada de errado dela, foi um momento e é só isso, você é um cara legal e ninguém iria saber.”, disse Clara narrando em como me defendeu para acalmar a amiga. Eu agradeci e demonstrei minha tristeza dela se sentir assim e prometi que tentaria falar com ela novamente.
Mas havia uma questĂŁo nĂŁo resolvida para mim e era um enorme elefante branco na sala.
— Tu sabes que eu adorei tudo mas ficou faltando uma coisa, não é?”, falei sugestivamente.
— Ahn… Eu não podia, eu estava menstruada. Deu muita vontade, mas você sabe como é…, respondeu ela. Eu fiz uma nova investida:
— A gente pode continuar — insinuei.
— Mas a Joana não está aqui e eu não sei se ela vai querer de novo. Respondeu Clara se esquivando — nesse momento eu fiquei em dúvida se ela pegava garotas.
—Mas… Você tá mais interessada em pegar a Joana ou a mim? — questionei interessado; Ela corou e não quis responder.
— Responde, Caralho! — Insisti como uma criança.
— Ahn… Cara… eu super te pegaria, mas ela eu nĂŁo sei, eu nĂŁo curto muito a ideia de pegar mulher, mas sei lá, no calor… Quem sabe? — mentiu Clara. Ela estava linda olhando para mim com o rosto rosado e um brilho incrĂvel nos olhos cheios de vida.
—Vem cá! — sugeri tirando de suas mĂŁos sua taça e aproximei beijando seus lábios. Sua boca era suave, sua lĂngua em minha boca era tĂmida e seu corpo estava quente. NĂŁo tĂnhamos bebido nem a primeira garrafa. Nossos corpos se uniram num abraço apertado enquanto os beijos ficavam mais intensos. Os toques eram de carinho, rosto, queixo, pescoço e cabelos. Subimos para o sofá e deitamos colados, deixamos percorrer nossos corpos com as mĂŁos e intensidade das carĂcias aumentando.
Eu apertava suas coxas tentando achar espaço entre elas para a minha perna, queria lhe roçar enquanto esfregávamos nossos corpos. Minha mão desceu para apertar sua bunda, mas eu senti algo ali, passei a mão algumas vezes e ela sempre gemia baixo quando eu tocava o objeto que estava ali.
—Que porra é essa Clara? — Indaguei Curioso. Ela sorriu pra mim de um jeito travesso… Ela sorrindo era bonita. Eu não havia reparado.
—É uma coisa que talvez te anime… — Falou enquanto ficava de pé ao lado do outro sofá que agora iria se tornar um cabideiro.
Clara, desavergonhadamente, foi retirando cada peça de roupa que vestia, dobrando e colocando organizadamente sobre o sofá, ela não se importava de eu estar assistindo, pouco se incomodava. Eu não sabia se me despia também ou só olhava aquilo tudo que acontecia. Apenas retirei minha blusa, estava de bermudas e cuecas que falhou em conter meu pênis dentro e o deixava saltar às vistas.
De frente para mim deixou para tirar a calcinha como última peça, mas essa ela acidentalmente jogou no chão.
— Puxa, deixei cair no chão! Vou ter que pegar… — Falou fazendo um muxoxo infantil e se inclinou sem se abaixar e virando de costas para mim. Eu não consegui me conter, senti meu pau latejando na hora. Ela estava com um plugue anal todo esse tempo. “Será que ela veio até a minha casa, com isso enfiado na bunda? Que safada essa garota!”, um pensamento de tesão me invadiu totalmente.
Ela veio sobre mim tirando minhas calças e posicionou-se esfregando-se no meu pau, sua boceta não tinha sequer um pelo. Apenas sentia o toque de uma carne macia e suave no meu pau. Ela me beijava e eu queria gozar. Seus seios me tocavam e sentia eles arrepiados contra mim. Ela cessava todas as investidas que eu fazia balançando negativamente a cabeça. Era ela que ia dar as ordens – Eu entendi isso.
— Pega na minha bunda e aperta o plugue devagar tá? — Ela sussurrou no meu ouvido. Eu obedeci enquanto chupava seus seios e obedientemente ia apertando lentamente o plugue. Ela se esfregava no meu pau por toda a sua extensão, ela era hábil.
— Vem cá me chupar, vem? — Disse, deitando-se abrindo as pernas para mim.
Comecei por seu rosto, beijei seus olhos, ajeitando seus cabelos para trás da orelha, busquei seu pescoço com meus lábios. Minhas mãos iam percorrendo livremente seu corpo, passando a unha em seu torço fazendo-a se arrepiar várias vezes. Desci até seus seios e ali parei, beijando, lambendo e chupando. Me alternei com boca e mãos até seus olhos virarem para trás.
Passei por sua barriga, massageando suas coxas e desci atĂ© sua virilha, o cheiro era quente e inebriante, me incendiava inteiro, nesse momento eu contraĂ meu pĂŞnis duro com tanta força que achei que fosse gozar. Fui beijando sua virilha e grandes lábios lentamente, passando a lĂngua por cada centĂmetro, ela jogou suas pernas para trás se abrindo mais e me dando visĂŁo da joia que estava no seu ânus. Seus pequenos lábios eram longos, e chupei aquela pele de um lado e depois do outro, passei a lĂngua pela entrada da vagina e subi acima do clitĂłris, ali, eu escolhi um movimento contĂnuo e leve, alternando com lambidas longas por toda a sua vagina. Ela gozou rápido, nem deu tempo para massageá-la por dentro com os dedos.
— Ufa, meu Deus… — Falou ela feliz e recuperando o fôlego rindo.
— Rapaz, o senhor sabe como fazer isso hein! — Mal terminou de falar isso ela fez uma cara de preocupação…
— Tu tem lubrificante? — Perguntou ela.
— Tenho, no quarto — respondi me levantando para buscar.
Quando voltei com o lubrificante na mĂŁo, ela se posicionou de quatro como fez Joana da Ăşltima vez.
— Vem cá, você vai tirar o plugue devagar, lubrificar e colocar de novo, faz isso até ele ficar abertinho tá? — Disse ela de quatro toda empinada, ditando as regras para mim.
Eu obedeci, a joia rosa estava escorregadia e ofereceu resistĂŞncia, puxei devagar e ouvi um gemido que claramente era de dor. Lubrifiquei e fui repetindo o processo, seu ânus estava abertinho, passei a lĂngua introduzindo dois dedos e pus o polegar na vagina, ela foi contorcendo-se gemendo.
— Sabe botar? — Perguntou ela.
Claro que eu sabia, mas eu perguntei mesmo assim.
— Como você gosta? —Perguntei meio ofendido, mas sem transparecer.
— Coloca a cabecinha e deixa ele ir entrando sozinho, só mete quando eu mandar e não vai até o fundo, primeiro deixa que eu empurro tá? — ela fazia uma carinha de safada, o vocabulário usado na sua explicação era algo que eu nunca havia ouvido ela usar.
Joguei lubrificante na cabeça do meu pênis e forcei a entrada devagar. Ele foi sugado para dentro e ela fincou as unhas na minha perna ordenando que eu parasse. Ela arfava!
— Calma! — Ordenava ela enquanto rebolava para acomodar ele dentro de si.
Como estava com as mãos livres, segurei suas ancas com força, mas era ela quem determinava o ritmo, ela se movia e rebolava e pouco a pouco via meu pênis se enterrando no seu ânus. Era apertado, eu o sentia enforcando o meu pau com força, eu queria gozar, mas me segurava com todas as forças. Uma hora ela empurrou a bunda para trás fincando ele inteiro dentro de sua bunda. Eu a ouvi fazendo um som sibilante e xingando um palavrão.
— Pode meter, mete no meu cu, vai…  Mete… Deixa eu sentir esse caralho no meu rabo… — Ela dizia de forma vulgar!
E eu gostava de ouvir isso. Comecei devagar, tirando atĂ© poder ver a cabeça e colocando mais, quando chegava no fundo eu dava uma leve fincada, eu estava impressionado como ela conseguia receber meu pau, que nĂŁo era pequeno, com tanta facilidade. Fui dando ritmo, aumentando a força e ela pegava meu saco por entre as pernas massageando meus testĂculos.
— Goza, goza, joga porra no meu cu, joga! — Ela pedia isso ensandecida e eu não aguentei, gritei um palavrão alto e perdi inteiramente a força das pernas.
Ela ria de mim.
Eu tirei de dentro e ela estava ainda de quatro, seu ânus aberto permitia ver quase tudo dentro, lentamente um lĂquido branco escorria para fora, fiquei ali olhando a cena e passando a mĂŁo na sua bunda. Eu estava satisfeito, mas teria ainda mais…