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2386 palavras
12 minutos
Cláudio, seu papai é gay

Carnaval, calor e um segredo trancado atrás da porta. Entre provocações e desejos reprimidos, o pai do amigo vira uma tentação impossível de ignorar. No jogo do tesão, quem segura a vontade quando a noite esquenta?

O Carnaval estava pegando fogo na rua em frente ao apartamento do meu amigo Cláudio. O som dos blocos ecoava, a galera pulava e se divertia, e nós dois? Duros, sem um centavo no bolso nem pra comprar uma cerveja. O jeito foi ficar em casa jogando videogame, e ainda por cima, com o pai dele como nosso técnico improvisado.

— Vocês dois não sabem armar um time, cara! Esses jogos hoje em dia têm realismo! — ele reclamava do sofá.

— Quer jogar, pai? — Cláudio alfinetava, já de saco cheio.

Mas o cara não se calava. Só falava, falava… Ele tinha o dobro da minha idade, sempre bem arrumado, viajado, cheio de histórias pra contar. Nunca tinha visto ele com mulher nenhuma, e Cláudio também não comentava muito sobre o pai com a rapaziada. Eu, que era do vale, já tinha sacado: o papai dele era gay. E, pela pinta, devia fazer sucesso.

Tipão maduro, bem cuidado, camisa sempre alinhada no corpo e um perfume marcante, do tipo que fica na pele. Ele tinha aquele olhar de quem curtia um novinho, um jeito de quem sabia o que queria. De vez em quando, soltava uns sorrisos tortos na minha direção. Não era à toa. Mas era foda… Meu amigo não sabia que eu também gostava de homem. Na real, ninguém sabia direito.

O som do Carnaval lá fora entrava pela janela, abafado, enquanto a gente jogava. Ou melhor, eu jogava. Cláudio mais pausava o jogo do que qualquer outra coisa, digitando sem parar no celular. Dava pra ver no brilho no olhar dele: era mulher, com certeza.

— Porra, viado! Vai ficar parando essa merda de jogo toda hora? — resmunguei, largando o controle no sofá.

— Calma, mano! Tá ligado aquela mina? Tô desenrolando aqui, ela tá no bloco.

— E aí? Qual vai ser?

— Tu fica bolado se eu der um pulo lá rapidão? Coisa de meia hora!

Dei uma risada curta, balançando a cabeça.

— Meia hora, o cacete! Vai logo, mano. Se demorar, meto o pé. Se adianta lá!

— Valeu, parceiro! Mas relaxa, não fica bolado não.

Ele já foi levantando, pegando a carteira e as chaves. No fundo, eu sabia que ele não voltava tão cedo. Antes mesmo de sair, olhei de canto e percebi: o pai dele nos observava com um sorrisinho sacana, discreto, mas carregado de segundas intenções.

A porta bateu. O silêncio ficou.

Assim que a porta bateu, um silêncio esquisito pairou no ar. Só o som abafado do Carnaval vindo da rua e o barulho do ventilador girando preguiçoso no teto.

O pai dele ainda estava sentado no sofá, olhando para mim de um jeito que me fez engolir seco. Eu sentia o cheiro do perfume dele, mais forte agora, sem as distrações da partida de videogame ou da tagarelice de Cláudio.

— Você não quis ir também? — ele perguntou, a voz grave, rouca.

Dei de ombros.

— Não sou muito de bloco…

Ele sorriu de canto, aquele sorriso torto de antes, como se soubesse de algo que eu não tinha dito.

— Então… a gente fica por aqui.

— Vou segurar meia horinha, se ele não voltar, eu meto o pé.

— Mas tu não vai beijar na boca no carnaval? Na sua idade, eu estaria lá embaixo pegando geral…

Revirei os olhos pro papo de velho.

— Tô de boa, esse carnaval aí não é minha praia.

O silêncio que veio depois não era qualquer silêncio. Ele me olhou com aquele ar de quem já tinha tudo planejado e deixou a voz baixar, mais rouca, mais lenta.

— Se quiser, a gente pode fazer um bloco só nós dois.

A cantada foi uma merda, mas o jeito que ele falou não deixava dúvidas. O convite tava ali, direto, na minha cara. Meu coração acelerou. O cara era um tesão. Bem cuidado, cheiroso, experiente. E tava me oferecendo… aquilo. Mas se o Cláudio voltasse, fodeu.

— Porra, se o teu filho voltar, vai dar merda.

Ele riu baixo, como se achasse graça da minha hesitação. Deu um passo mais perto, os olhos presos nos meus.

— Eu passo o trinco por dentro. Ele não tem como abrir. Vamos…

Engoli seco. Meu corpo já tinha respondido antes mesmo da minha cabeça decidir. Olhei pro lado, como se buscasse alguma desculpa, alguma saída. Nada. Só o som abafado do carnaval lá fora e a presença dele, quente, esperando minha resposta.

Ri, traído por mim mesmo.

E assenti.

Joguei o controle no sofá e me levantei, indo direto na direção dele. Nem precisei pensar. Ele ainda estava sentado, mas quando me aproximei, suas mãos vieram firmes nos meus quadris, me puxando para perto.

O beijo foi intenso, urgente. Sua barba dormida arranhava minha pele de um jeito que me arrepiava inteiro, enquanto sua língua se movia lenta e provocante dentro da minha boca. Pequenas mordidas nos meus lábios me faziam ofegar, sentir o sangue pulsar mais forte. Meu corpo reagiu no mesmo instante, o calor subindo rápido, e o suor começando a se formar.

De repente, senti suas mãos grandes apertando minha bunda com força. Pelo jeito, era ele quem ia comandar esse bloco.

— Vem — a voz dele saiu baixa, carregada de desejo. — Vamos pro quarto.

Ele se levantou de um jeito firme e me puxou pela mão. Passamos pela porta de entrada e ele deslizou o ferrolho sem hesitar. Agora, não tinha volta.

O caminho pelo corredor até o quarto foi lento, mas não pela distância – cada passo era interrompido por beijos vorazes, apertos intensos, mãos deslizando sem pudor. O cheiro dele, quente e amadeirado, misturava-se ao meu, criando uma atmosfera densa, carregada de desejo. Sua barba áspera roçava meu pescoço, me arrancando arrepios a cada toque.

Assim que entramos no quarto, as roupas foram arrancadas sem cerimônia. Meu pau saltou para fora da cueca, duro, pulsando. Ele arregalou um sorriso safado, os olhos escuros brilhando ao me encarar.

— Rapaz… que isso! — murmurou, deslizando os dedos pela minha pele antes de me empurrar suavemente contra a porta, agora trancada.

Sem hesitar, ele se abaixou, os lábios encontrando meu peito, chupando e mordiscando enquanto sua mão firme me masturbava, apertando a cabeça do meu pau com precisão, conduzindo o movimento num ritmo lento e controlado.

— Tá seco… — reclamei, ofegante, o desejo me consumindo.

Ele levantou o olhar, os lábios úmidos e curvou um sorriso antes de deslizar ainda mais para baixo, ajoelhando-se na minha frente.

Sem desviar os olhos dos meus, passou a língua devagar pela ponta, explorando cada centímetro antes de envolver meu pau inteiro na boca quente e molhada. A primeira sucção foi lenta, provocante, fazendo meu corpo se arquear contra a madeira fria da porta.

Ele sabia exatamente o que estava fazendo. A boca dele trabalhava num vai e vem intenso, a língua brincando, pressionando, provocando. Alternava entre engolir fundo e lamber devagar, ensopando tudo, os lábios deslizando quentes e suaves. A barba roçava minha virilha, aumentando a sensação, me deixando à beira do insuportável.

Eu gemia baixo, mordendo os lábios, tentando segurar, mas ele não diminuía o ritmo, não me dava trégua. O calor, a pressão, o deslizar molhado da boca dele me levavam cada vez mais perto do limite.

E quando senti o arrepio subir pela espinha, o corpo inteiro se preparando para gozar supliquei:

— Para… — murmurei, a voz falhando entre os suspiros.

Ele parou por um instante, os olhos ainda cravados nos meus, a boca escorrendo saliva enquanto segurava meu pau na base. Um sorriso malicioso surgiu nos lábios dele.

— Qual foi? Tá gostoso demais?

Eu respirei fundo, tentando recuperar o controle do meu próprio corpo. Minhas pernas tremiam, meu peito subia e descia rápido. Ele sabia o efeito que tinha sobre mim, e isso só o deixava ainda mais excitado.

— Quero aproveitar… — soltei, meio sem fôlego.

Ele riu baixo e se levantou devagar, passando as mãos grandes pelo meu abdômen, subindo pelos meus ombros até segurar meu rosto entre os dedos. O olhar dele era puro desejo.

— Então vem, moleque… quero sentir esse corpo inteiro.

Ele me guiou até a cama, me empurrando sobre o colchão com firmeza. Subiu por cima de mim, o peso dele me pressionando contra o lençol quente. Sua boca veio faminta para a minha, misturando saliva e tesão, enquanto seu corpo se encaixava no meu, duro, quente, latejando contra minha pele.

Suas mãos firmes exploravam cada pedaço do meu corpo, escorregando pela minha cintura, descendo pelas minhas coxas. Ele afastou minhas pernas devagar, seus dedos deslizando pela minha pele, provocando arrepios.

— Quero te deixar louco… — ele sussurrou contra minha boca, mordendo meu lábio com vontade.

E eu já estava.

Ele finalmente tirou a cueca, e meu olhar desceu imediatamente. Meu coração disparou. O pau dele era grande, bem maior que o meu, e por um instante, um frio percorreu minha espinha. Eu queria dar, queria muito, mas aquilo me preocupou.

— Irmão… tu é ativo ou passivo? — soltei, tentando esconder a tensão.

Ele já estava se masturbando na minha frente, segurando o próprio pau com uma mão firme, o volume crescendo lentamente. Ainda estava meio-mole, mas mesmo assim, era imponente. Eu não conseguia desviar o olhar, a boca salivando sem controle.

— Eu quero te comer, garoto… adoro um cu apertadinho como o seu.

Engoli seco, minha respiração acelerada.

— Beleza… — falei, tentando disfarçar a ansiedade. — Deixa eu te dar uma força.

Sentei na beira da cama e envolvi o pau dele com a mão, sentindo o peso, a textura quente pulsando contra minha palma. Comecei devagar, explorando cada detalhe com os dedos antes de inclinar a cabeça e descer direto pras bolas. Passei a língua devagar, sentindo o cheiro amadeirado misturado ao suor, quente, viciante. Chupei uma, depois a outra, revezando entre lambidas e sugadas enquanto ele soltava um gemido rouco, jogando a cabeça pra trás. Suas mãos vieram até meu cabelo, puxando de leve, incentivando. Subi pela base do pau dele, lambendo a veia grossa que pulsava até a glande. Senti ele endurecendo mais, crescendo ainda na minha boca. Fechei os lábios em torno da ponta e desci devagar, saboreando cada centímetro, enquanto ele soltava um suspiro pesado.

— Isso… boa, garoto…

A cada vez que minha boca descia mais fundo, ele gemia mais alto, o pau ficando completamente duro entre meus lábios. Minha garganta se acostumava com o volume, minha língua girava ao redor da glande, deixando tudo ensopado. Ele começou a segurar minha cabeça, ditando o ritmo, fodendo minha boca devagar.

Quando ele estava duro como pedra, me puxou pelo queixo, levantando meu rosto. Os olhos dele estavam escuros de tesão.

— Deita de quatro pra mim.

Meu coração disparou, um arrepio percorreu minha espinha. Obedeci sem hesitar, apoiando os joelhos no colchão, empinando a bunda pra ele. Senti suas mãos firmes apertando minha cintura antes de se inclinarem para trás. E então, a primeira lambida me pegou de surpresa.

Um gemido escapou da minha boca quando ele passou a língua devagar pelo meu cu, molhando tudo com longas lambidas quentes. Ele usava a ponta da língua pra provocar, depois sugava e chupava meu buraco como se estivesse devorando.

Minhas pernas tremeram. Eu agarrei os lençóis, arfando.

Ele alternava entre chupar e lamber, abrindo minha bunda com as mãos, explorando cada detalhe. Sua língua me penetrava, me deixando mole, completamente entregue.

Ele se afastou um pouco, uma das mãos ainda cravada na minha cintura, a outra deslizando pelas minhas costas.

— Relaxa pra mim, garoto…

Senti a cabeça dele roçar minha entrada, lenta, provocante, espalhando o calor pelo meu corpo. Meu coração martelava no peito. Minha respiração ficou presa por um instante, um misto de antecipação e desejo percorrendo minha pele.

Ele segurou minha cintura com firmeza e começou a entrar.

Devagar. Profundo.

Um arrepio forte subiu pela minha espinha quando meu corpo foi se abrindo para ele. A pressão era intensa, um calor invadindo cada parte de mim, um prazer denso se misturando com a sensação crua de ser tomado. Meus dedos cravaram nos lençóis, tentando encontrar alguma estabilidade enquanto ele me preenchia centímetro por centímetro.

Eu soltei um gemido baixo, minha respiração acelerada. Ele sentiu, e sua mão deslizou da minha cintura até a minha nuca, puxando minha cabeça para trás, os lábios roçando meu pescoço.

— Isso… tá sentindo seu viadinho? Essa é minha rola dentro de você, seu gostoso…

A voz dele era rouca, carregada de tesão, e o jeito que ele falava fazia tudo ferver ainda mais dentro de mim. Então, ele começou a se mover.

Os primeiros movimentos eram lentos, quase torturantes, saindo devagar só para voltar fundo outra vez. O atrito me fazia arfar, minha pele quente, eletrizada. Cada vez que ele investia, meu corpo reagia, se moldando ao ritmo dele.

— Porra… gostoso demais… — ele gemeu, os dedos apertando mais forte na minha pele.

O som das nossas peles se chocando começou a preencher o quarto, abafado pelos meus gemidos. Ele foi acelerando, as estocadas cada vez mais fundas, mais intensas. Minha mente se dissolvia no prazer, no toque firme, na maneira como ele sabia exatamente como meter. Ele me puxou ainda mais para perto, fazendo nossos corpos se encaixarem perfeitamente. Meu rosto ficou contra os lençóis enquanto ele acelerava o ritmo, cada estocada mais forte, mais intensa. Eu gemia sem controle, sentindo cada nervo do meu corpo vibrar.

— Goza pro papai goza? — ele sussurrou contra minha pele, enquanto mordia meu ombro.

Uma das mãos dele deslizou para baixo, envolvendo meu pau pulsante, masturbando-me no mesmo ritmo frenético. A sensação me fez ver estrelas. Meu corpo estava tão entregue que eu mal conseguia raciocinar, apenas sentir.

Cada toque, cada movimento, cada respiração ofegante dele contra minha pele me levava mais perto do limite. Meu corpo inteiro tremia, um calor insuportável crescendo no centro do meu ventre.

— Rebola no meu pau, rebola… — ele gemeu, acelerando ainda mais.

Eu não aguentei. Meu corpo arqueou, minha respiração falhou, e então o orgasmo me tomou por completo, intenso, avassalador. Eu gemi alto, sentindo cada músculo do meu corpo se contrair, o prazer me atingindo com tanta força que meu peito parecia explodir. No mesmo instante, senti ele se enterrar fundo uma última vez, soltando um gemido gutural enquanto se derramava dentro de mim, seu corpo estremecendo contra o meu.

Mas campainha tocou.

O som nos trouxe de volta à realidade. O coração ainda disparado, o corpo ainda quente, eu tentei recuperar o fôlego enquanto ouvia Cláudio gritando do lado de fora do apartamento.

— Mano! Voltei, abre essa porra, caralho!

Eu ainda estava ofegante, o corpo formigando com os resquícios do prazer, quando olhei para ele. Seu peito subia e descia rápido, um sorriso satisfeito nos lábios.

— Parece que é quarta feira de cinzas…

— Cinzou, hahahahah!

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