Nem toda história é legal e dessa vez eu vou contar uma história de uma menina que eu conheci e era crente! Sim crente! Mas sapatona não pode ser crente? Claro que pode, conheço várias mas amiga, vamos combinar? Sapatona beata não dá né? Igreja não gosta das gays! Então tudo começou assim…
Um amigo em comum me falou de uma menina que ele conheceu, em resumo, eles estavam num bar enchendo a cara e quando ele chegou na nela, a garota deu um toco e parece que para justificar ela disse que gostava de meninas, mas tinha problemas com isso pois era crente, ela disse que já havia ficado com meninas antes mas evitava pois se sentia mal com isso. Eu não gosto desse tipo de pessoa pois elas são sempre dificeis de lidar , eu não sou psicologa e não quero ficar tendo que interagir com gente problemática. Quando ele falou da menina, eu disse imediatamente que não, mas daí ele mostrou a foto da varoa e eu dei um Glória a Deus de pé! A mulher era um espetáculo. Linda, branca de cabelos castanhos escuros, magra com curvas e completamente intagramável na minha cama!
Eu adicionei ela e começamos a conversar de boa, o desgramado disse a ela que eu era crente também, tudo bem, eu sou católica e fui criada indo às missas, mas se o padre soubesse a quantidade de gente entre o seu rebanhoo que eu levei para habitar o vale… Eu nunca mais fui à igreja depois de velha. Eu tenho raiva de igreja!
Ela combinou comigo de sair no sábado! Ótimo, falei na hora… Mas era depois do culto em uma dessas igrejas moderninhas que ela ia visitar pela primeira vez! Então, o nosso encontro era em um culto depois iríamos para um outro lugar, eu aceitei no momento da proposta e planejei cancelar depois, mas conforme a gente foi conversando mais eu vi que ela era uma mina maneira e fiquei realmente interessada em conhecer ela. Comigo ela nunca falou de pegar mulher ou algo do gênero, mas eu sabia que ela era dessas sonsas, Ops, tou bêbada! Vou ter que chupar sua boceta!
Encontrei com ela no culto, estava linda de vestido e um casaquinho, parecia uma jovenzinha com vestido bem comportado de flores e cabelos presos. Nas mãos uma bíblia enorme e um cordãozinho de cruz. “Eita porra, acho que eu adquiri um novo fetiche por crentes” — pensei com meus botões.
O perfume que ela usava era uma delícia, quê mulher cheirosa! Pois bem! Entramos para igreja, assistimos o culto, para variar, mesmo o sermão não sendo sobre isso, o pastor afirmou que Jesus ama os viados mas eles vão para inferno do mesmo jeito. Quando acabou o culto, eu sugeri a gente ir comer algo e tomar umas cervejas, juro que eu embora eu quisesse, achei que não ia rolar nada mais que uns beijos. Eu tinha batido gilete no azulejo por precaução e estava preparada. Mas então eu ouvi.
— Outro dia, eu estava pensando da gente ir lá para casa! — assim disse o anjo na minha frente!
Eu disse que toparia, claro! E entramos no carro dela. No caminho ela parou numa rua muito estranha, eu juro que morri de medo quando ela saiu do carro para falar com uns moleques esquisitos, parecia ter comprado algo dele. Era droga, a danada fuma um baseadinho! Eu não gosto mas beleza!
— Comprei um negocinho para gente — falou ela entrando no carro toda sem graça!
Já estava tudo errado, a filha da puta me arrasta para uma igreja e depois para uma boca de fumo. Mas tudo bem! Dava para continuar aquele rolê ainda! Chegamos na casa dela que era num bairro rico do Rio de Janeiro, era um condomínio de casas antigas mas de alto padrão, quem mora ali não é duro que nem eu. Dentro da casa, a decoração era antiga, parecia coisa de família rica. Eu só fiquei com as mãos perto do corpo para não quebrar nada.
Ela me ofereceu uma cerveja e ficamos conversando. Lá pela segunda eu comecei a tocar no assunto, ela riu, se fez de desentendida, falou de Jesus… “Minha filha, tu é sapatona ou não?” — pensei tentando não demonstrar raiva. Ela se esquivava do jeito que podia, mas secava o copo com uma velocidade impressionante. Pela quarta lata de cerveja ela disse que tinha um vício e gostava de usar algo para relaxar e me chamou para participar. Era pó, a desgramada era xinxeira! “Essa mulher vai ter uma overdose aqui e eu vou acabar na delegacia acusada de dar droga para ela!” Eu estava com medo e falei que aquilo acabaria comigo e ela poderia ficar à vontade. A moça no vestido de pureza, já não se sentava com compostura nenhuma, estava alta pelo álcool e agora cheirava quase um pino inteiro de cocaína na minha frente. Eu já estava com vontade de chamar um Uber quando ela completamente ligada disse.
— Eu acho que eu tenho um espírito muito ruim dentro de mim, que as vezes me dá um fogo… — disse ela vindo na minha direção.
“Meu amor, eu sei tirar demônio dando surra de boceta” — pensei. E eu voei para cima dela e lancei o beijo mais molhado que eu tinha. E ela beijava bem, começamos as preliminares por cima dos panos ainda, as mãos doidas correndo os corpos uma da outra, beijos no pescoços e chupões, a coisa estava ficando verdadeiramente quente! Quando eu escuto um soluço, a porra da mulher do nada começa a chorar! “Eu simplesmente não acredito, vou ter que voltar para a casa todo babada a toa? ” — eu fazia cara de raiva, estava puta. Mas como sou uma otária, abracei ela para consolar.
Ela não parava de tagarelar enquanto chorava. Eu só ouvia e pensava em uma maneira de ir embora. Até que ela tirou as sandálias, eu não dei atenção a isso, mas logo depois levou as duas mãos às costas para abrir o vestido. “Ela deve estar só folgando o vestido ou tirando o sutiã…” — foi o meu pensamento. Mas a mulher abriu o vestido e tirou sutiã, o vestido aberto com a alça caída não sustentava os seios e os deixava displicentemente à mostra, eram perfeitos, pareciam peitos de adolescente, duros e embicados.
— Você pode ficar comigo hoje? Dorme aqui comigo! — falou a chorona.
— Não sei, melhor você descansar, porque não toma um banho? — falei.
Eu não sei se ela aceitou a minha sugestão pois ela tirou a roupa e ficou de calcinha bege de crente na minha frente como se fôssemos melhores amigas. “Quem perdoa é Deus”— pensei e voei para cima dela beijando a moça novamente. Eu dei-lhe um golpe de uma técnica que é uma mistura de jiu-jitsu com kamasutra, mão no peito, peito na boca e o que sobra na xota! Abri um olhinho para ver a reação dela e ela estava gemendo. O corpo dela era durinho, tudo no lugar, que pele gostosa, o peito agora confirmado através do tato, era durinho. Sua bunda parecia uma pedra, e ela estava quente. A moça reagia aos meus toques e suas mãos começaram a me alisar e tentar arrancar a minha roupa. Eu comecei a ser puxada para algum cômodo e ao chegar descobri que era seu quarto. Mal ela entrou e já foi tirando suas ceroulas e deitando de pernas abertas. A menina estava milimetricamente depilada a laser sem nenhuma imperfeição, parecia uma boneca de plástico e eu cai chupando, e para mais uma desgraça da noite a filha da puta fedia a mijo. Sério, ela devia estar com alguma incontinência ou algo assim, ela não parecia ser uma mina porca mas a perseguida parecia que estava literalmente mijada.
Ela se tocou que eu não quis chupar ela e pediu para ir ao banheiro. Enquanto ela estava lá eu fui me conferir e como sempre mamãe mesmo estando encharcada de suor do diabo, está sempre cheirosa! Eu ainda estava de calcinha e sutiã. “Eu não vou tirar minha roupa porque se ela não quiser eu não quero parecer rejeitada” — esse era o plano que eu tracei, então sentei na cabeceira da cama e fiquei ali mexendo no celular.
Ela voltou com um demônio no corpo e cheiro de sabonete! “Graças à Deus!”. Completamente nua sentou-se na minha coxa e começou a se esfregar em mim, sério é bom, mas com aquela força, estava me machucando. Eu segurava a onda porque ela gemia tão forte que parecia estar para gozar. Eu não estava curtindo mais estar ali, mas fui vendo no que ia dar.
— Quer me chupar? — perguntei tirando a calcinha.
Ela não ouviu ou fingiu não ter ouvido. Veio para cima de mim e começou a beijar meus peitos antes que eu tirasse o sutiã, parecia um menino de quinze anos que nunca viu tetas, ela dava chupões tão forte que eu acho que eu lactei naquela hora. Caralho que chupada ruim. A maldita mordia o bico do meu peito e por mais que eu gritasse: Ai! Ela mudava para outra coisa, ela apertava meu peito que nem uma mamografia. Eu estava tentando assimilar aquilo e mudar a atividade quando ela enfiou a mão dentro da minha calcinha e alojou dois dedos dentro de mim. Sua unha foi abrindo caminho nas minhas carnes e aquilo me lanhou inteira, eu gemi de dor. Mandei ela ir devagar e ela começou a socar o dedo com unha postiça na minha boceta.
— Amor… Coração… Pára um pouco… — ela não parava…
— Pára caralho! — Gritei!
— Minha filha você já comeu mulher alguma vez na sua vida? — perguntei putérrima.
A filha da puta começou a chorar. Eu não quis saber comecei a me arrumar para ir embora, tinha um lenço na cabeceira que eu usei para me secar e tinha sangue nele.
— Olha o que tu fez! — falei mostrando o papel à ela que eu taquei em sua direção. Eu simplesmente me vesti enquanto ela chorava e fui embora.
Em casa, fui tomar um banho e dar uma olhada com um espelho para ver o que tinha acontecido, durante o caminho de volta eu sentia algo dentro de mim me cortando, eu enfiei um dedo para tentar tocar onde doía e adivinhem só! Tinha uma unha postiça dentro da porra da minha xereca.
A crente ainda foi dizer para o meu amigo sem dar muitos detalhes, que não me achou uma pessoa legal. Porca, viciada do caralho. Bloqueei e nem li o textão que ela me mandou no dia seguinte.