Na reunião do partido eu conheci um carinha boa pinta, moço simpático, sempre vestido meio largadão e um papo inteligente. O pessoal chamava ele de Caco, ele não era feio mas lembrava um Muppet, tadinho! Um dia marcamos de sair para beber algo e naturalmente começamos a ter relações. Nosso relacionamento ia devagar pois a faculdade tomava todo o nosso tempo e ainda tínhamos as coisas do partido para fazer, alguém tinha que fazer a revolução.
Eu gostava dele, seu único defeito é que ele problematizava tudo, mas isso era coisa de calouro que estava descobrindo todo o submundo de uma universidade pública e ficava encantado com tantos textos marxistas que apareciam na sua frente.
Na cama, a coisa rolava de um jeito bem legal, ele era cabeça aberta e sempre tinha ideias novas e jeitos diferentes de fazer as mesmas coisas. Eu gostava bastante. Eu morava sozinha e ele sempre vinha finais de semana ou feriados ficar comigo. A gente transava em todos os lugares da casa e fazia de tudo!
Ele havia falado algo sobre BDSM algumas vezes, mas eu não dava muita atenção. Não sabia direito o quê era e achava que era coisa de gente doida e sem noção! Mas de uns tempos para cá ele ficou mais insistente no assunto me mostrando matérias, videos e fotos.
Sem me deixar claro percebi que ele estava interessado nisso e perguntei se ele queria tentar, afinal a gente não precisava fazer todo o rolê. Eu conheço os homens, ele fez um sim com cara de desdém mas por dentro estava eufórico, tanto que nesse dia ele estava meio violento no sexo, aquilo me deu tesão mais pelo estado de descontrole e excitação dele que pelos tapas, apertões e chupões que ele me deu. Eu fiquei puta com os roxos que ele me deixou, brigamos e ficamos sem nos falar direito por uns dias.
Quando voltamos a nos falar direito, ele pediu desculpas e disse que teríamos que fazer aquilo do jeito correto para ninguém se machucar. Me mostrou um contrato que não passava de um formulário onde você assinalava quais taras e maluquices você toparia. Quando eu li aquilo, eu ri muito, não estava levando à serio e vi que ele ficou aborrecido com isso. Eu tinha que escolher quais humilhações eu iria sofrer, onde e o quanto iria apanhar, como ia ser e por quanto tempo! Naquela brincadeira eu sentia estar entrando para perder. Eu gosto do roleplay de ser submissa, de agradar meu homem na cama e tal, mas aquilo era engraçado.
Definimos tudo ali, eu confesso que eu não sou uma pessoas que gosta de muita coisa diferentona não, sou bem vanila na real! Geralmente eu me deixo levar pelo momento e nunca fui de planejar. Mas, eu tenho que confessar, conforme os dias foram passando até a data marcada, eu fui ficando cada vez mais curiosa e por muitas vezes me peguei pensando em como seria, e toda vez que eu isso acontecia, faltava água no prédio pelo uso indevido do chuveirinho do meu banheiro.
No dia que marcamos as regras eram claras, eu deveria descer e buscar uma caixa que ele deixaria para mim na portaria e só poderia abrir às oito da noite e então seguir novas instruções. Ele disse caso eu abrisse a caixa antes ele iria saber e ia ficar 15 dias sem falar comigo. Essa seria a maior punição. Você não tem noção na ansiedade que isso me deixou, “Como ele vai saber que eu abri a caixa?” Pensava eu tentando criar maneiras de roubar no jogo. Eu lembro que nos dois dias anteriores ao tal dia, eu não parava de pensar nisso um segundo, e acho que eu nunca me masturbei tanto na minha vida pensando em como seria. Eu já estava gostando da ideia, eu sentia medo e de uma forma estranha e eu queria isso. Um pequeno pânico me consumia.
No sábado que combinamos, eu estava meio perdida e não sabia que roupas colocar, falei com ele cedo ao telefone e ele perguntou o quê eu queria e disse que não era para eu ligar mais. Eu estava sendo maltratada e gostando. Devia estar ficando louca.
No fim da tarde o interfone tocou dizendo que o meu namorado passou com pressa e deixou uma caixa para mim. Eu ignorei o lento elevador e desci os 4 andares como uma flecha. A caixa não era pequena, estava reforçada com fita adesiva e não dava pistas do conteúdo. Presa a ela do lado de fora apenas um bilhete que fosse entregue à mim no meu apartamento. Eu subi com a caixa em mãos e esperei. Eu daria um rim para saber quais maluquices haviam dentro da daquela caixa. Para passar o tempo, dei uma última olhada na casa, ajeitei o cabelo e maquiagem e vi seu tudo lá embaixo estava direitinho. Eu não sou muito de roupas sexy, mas tenho minhas calcinhas de transar né!? Nessa última hora consegui diminuir minha curiosidade ansiedade com os preparativos.
Quando deu exatas oito horas eu recebi apenas uma mensagem que dizia. “Obedeça exatamente às minhas ordens, se eu perceber que você não cumpriu algumas delas adequadamente eu vou embora. Abra a caixa.” Eu abri, ali havia toda sorte de coisas que você esconde dentro do armário de pessoas indesejadas. Em uma breve revista, eu fiquei com muito tesão com o quê eu vi, algumas coisas eram estranhas e me deu medo, uma coleira de cachorro com guia, era nova. Uma palmatória de couro macio estreita com um chicote na ponta, velas, cordas de nylon preto, óleos, uma camiseta muito velha dele que eu usava de vestido, um consolo, um vibrador interno por wifi e o quê mais me deu medo era: um plug anal. Eu sempre tive péssimas experiências por trás e aquilo me deixou com medo, me deu vontade de desistir na hora, mas eu tava curiosa e com tesão.
Minha inspeção não demorou cinco minutos, e recebi outra mensagem:
“Retire toda a sua roupa, vista o trapo por cima, coloque a coleira como uma cadela que você é. Desligue todas as luzes da casa, destranque a porta mas não a abra. Coloque o vibrador wifi dentro de você, e permaneça ajoelhada sobre uma almofada a dois metros de frente para a porta, não erga a cabeça e não me olhe. Se precisar releia todas as regras novamente, qualquer erro da sua parte eu desapareço da sua vida imunda.”
Eu estava com medo, eu estava excitada e percebi que estava com fome também. Eu havia aceitado que ele seria meu mestre, e estranhamente estava gostando daquela brincadeira. Eu tremia, tirei toda a minha roupa ficando nua ali na sala, tentei entender como colocaria aquele vibrador dentro de mim, ele tinha uma antena que ficaria para fora. Passei um pouco de lubrificante nele e tentei achar a melhor posição o colocar aquela coisa rosa, nunca tinha usado aquilo, não sei se tinha que colocar no fundo ou mais para fora. Introduzi e dei uma reboladinha para ele se ajeitar, não foi muito bom, era grande e me incomodava, eu estava muito excitada mas mesmo assim era uma coisa dentro da vagina. Vesti a blusa, pensei duas vezes sobre a coleira mas acabei colocando também. Apaguei as luzes do apartamento, dei uma olhada de leve pelo olho mágico da porta e o corredor estava escuro. “O desgraçado desligou a luz do corredor?” Era o quê eu conseguia pensar no momento. Meu coração saltava pela boca e meus lábios tremiam, eu não pensava e obedeci sua ultima ordem de me ajoelhar a dois metros da porta.
Eu estava nervosa, meus joelhos doíam sobre a almofada, meus músculos das pernas estavam tensos, eu me sentia humilhada com aquela coleira e aquele troço incômodo dentro de mim, comecei a sentir raiva de como fui entrar naquela situação, nas regras tinha uma palavra para encerrar o jogo, “que se foda o jogo!” Eu dizia duvidando daquilo e já estava criando coragem para me levantar e mandar ele ir se foder quando de súbito senti uma coisa vibrando dentro de mim entre minhas pernas. Minha boca abriu sem querer e eu baixei a cabeça e fiquei olhando para o chão.
O vibrador era controlado pelo telefone dele. Do outro lado da porta ele escolhia a intensidade vibração, sua primeira primeira escolha foi um ritmo lento, o suficiente para fazer eu me contrair e sentar sobre meus pés. Quando a segunda onda veio, era alternada entre uma vibração forte e média, quis me tocar mas ele não havia me dado ordens sobre isso, eu estava submissa e começava realmente a ter medo de descumprir suas ordens. Apenas dei uma leve ajustada na posição do vibrador dentro de mim, o movi para dentro de para fora um pouco e modifiquei a posição da antena. Na posição que eu estava, conforme mais excitada mais me sentia dilatando tornando difícil manter aquilo dentro, eu sentia escorrer entre minhas pernas o líquido quente de dentro de mim. Não houve quarta onda por na terceira ele colocou a coisa no máximo, eu urrei, soltei um palavrão e gozei muito rápido caindo pro lado. Lembrando de suas palavras voltei correndo para a minha posição, Eu não conseguia respirar, minha cara era de pânico, meus olhos lacrimejavam, meu nariz escorria e eu babava. Aquela coisa inumana não parava de vibrar dentro dentro de mim até que cessou.
A porta se abriu e um vulto se esgueirou para dentro, eu podia sentir sua presença, eu não tinha autorização para ver. Por um segundo me ocorreu um novo pensamento e voltei a ficar em pânico. “Será que esse retardado mandou outro cara para me comer no lugar dele? Será que esse maluco achou que eu iria gostar disso?” Eu estava paranoica. A sombra fechou a porta, trancou o ferrolho e passou por mim sem falar nada, era ele, o perfume era peculiar. Eu tinha certeza que era mesmo ele. Eu queria ouvir a sua voz para me dar certeza, eu tinha medo de virar e olhar. Eu não entendia, eu estava com tesão e medo.
Atrás de mim por conhecer os sons da convivência em nossa casa, eu sabia que ele estava tirando suas roupas, lentamente, ele demorava de propósito. Ele parecia saber o que estava acontecendo comigo. Eu quis falar, mas ouvi o ranger das tábuas de madeira no chão indicando passos às minhas costas. Ele catou a guia da coleira, senti um leve solavanco que fez meu pescoço tremer, doeu, eu não gostei. “De quatro, cachorra não anda em pé.” Sua voz foi taciturna. Engatinhei guiada até o sofá onde como um animal ele me ergueu do chão e me jogou sobre o braço do sofá, deixando minha bunda exposta.
Eu fiquei ali exposta, em silêncio e ele retirou o vibrador e colocou dois dedos dentro de mim, fez movimentos desajeitados e aquilo me deu um calor intenso. Sem anúncio senti uma pancada minha bunda, ele usou a palmatória em mim, uma… duas… três vezes. Eu não gostei, ardeu… “Quieta!” -Disse ele me repreendendo por ter soltado gemido alto. Ele apertava minha bunda e revirava os dedos como um adolescente inexperiente dentro de mim. Dedava rapidamente e meu fogo se acendeu, usei o pano que cobria o sofá para morder até que ele usou seus dedos molhados para para umedecer meu ânus, eu me tranquei toda na hora. Ele lambeu minha bunda, passando a língua suavemente no meu cu para me fazer relaxar. Eu estava em outro planeta naquele momento, mal percebi mas ele retornou com o plugue e lentamente foi colocando-o em mim, doía, era apertado… Não queria entrar, mas ele forçou. Senti aquela coisa gelada na minha bunda me incomodando mas, de alguma forma tudo aquilo me excitava.
Ele mandou que eu sentasse, puxou a coleira e fez eu olhar para ele, seu pau estava como uma pedra, ameaçadora. Ele colocou sem pedir nos meus lábios, mas eu não chupei nem beijei, estava aguardando ordens. Uma puxada de cabelo para trás e em seguida uma tampa na cara, “Chupa cadela! Mama piranha!” E aquele pau grosso foi sendo enfiado dentro da minha com força até a garganta. Eu engasguei, tomei ar e comecei a chupar. Foi o boquete mais louco que eu fiz em toda a minha vida, eu estava com raiva, eu chupei com força sem me preocupar em machucar. Toda vez que eu batia o dente ou chupava com força machucando ele puxava a coleira meu dando um solavanco no pescoço. Quando percebeu que ia gozar apertou minhas bochechas e mirou em minha boca entreaberta derramando sêmen no meu resto inteiro. Eu estava com a cara toda gozada. “Não limpe” - Foi sua última ordem.
Fui deitada de barriga para cima, tentava achar posição para acomodar o objeto que estava no meu cu, enquanto isso ele voltava acendendo uma vela de sete dias. As sombras da vela sobre seu rosto deixava ele com um ar maligno, ele estava completamente nu e ereto. Eu senti a primeira gota próxima ao meu seio esquerdo, ela escorreu em minha pele queimando e me causando arrepios, eu sabia que eu ia ficar marcada por aquilo mas não me importava, estranhamente a dor me causava prazer. Enquanto ele pingava sua mão esfregava o meu sexo com força, ele enfia os dedos sem cuidado dentro de mim me puxando para cima. Eu gemia de prazer dor, a coisa na minha bunda já não doía mais e eu me peguei rebolando para sentir melhor ela dentro de mim
Ele me levantou mais uma vez me colocando de quatro e com as mãos me abriu inteira de quatro, senti bunda arder com a força que ele fez. Seu pau entrou de uma vez só, senti batendo no fundo, eu gritei alto, não sei se de dor ou prazer, ele metia com força e eu sentia suas bolas me tocando, eu ia gozar mais uma vez e quando ele percebeu isso agarrou meu pescoço com as duas mão apertando, só afrouxava quando parava para bater na minha bunda. Ele não cansava, metia rápido, fundo como uma máquina… Eu estava aos berros e meu senhor deixou eu gozar.
Quando voltei a mim depois de tanto prazer olhei no fundo dos olhos dele, “Agora é a minha vez, eu que vou fazer tudo o quê quiser com você rapaz!”, eu disse instigando ele a fazer mais comigo. Ele olhou furioso para mim, colocou suas roupas e parou na porta. “Você desobedeceu as regras, você foi avisada.”, disse isso e foi embora sem responder meus apelos. Eu fiquei ali, com a cara gozada, um troço enfiado na bunda, toda vermelha de porrada e queimada de vela. “Filho da puta desgraçado, eu ainda queria mais…”, era somente o quê eu conseguia pensar.