As descobertas sexuais na vida de uma mulher madura nuncam terminam, uma lésbica descobre que há prazeres com homens
As dúvidas sobre a minha sexualidade haviam ficado para trás já na minha adolescência. Passei a vida me envolvendo com mulheres, me entregando aos toques delicados e aos sussurros quentes que apenas elas podiam me oferecer. Era o que eu conhecia, era o que fazia sentido. Mas, nos últimos tempos, crescia dentro de mim uma inquietação enterrada, algo que eu não estava conseguindo ignorar completamente. Uma pergunta que eu evitava a qualquer custo: e se eu não sou mais lésbica? Para muitos, eu sei que isso é um detalhe, mas para quem passa a vida inteira erguendo uma bandeira, mudar de time pode trazer problemas.
Esse pensamento vinha em ondas, sempre inesperado, mas cada vez mais insistente. Foi quando um carinha apareceu que tudo começou a se definir melhor. Ele não era apenas um homem; ele era uma força, uma presença que me intimidava e me atraía na mesma proporção. Amigo de uma das minhas colegas de trabalho, ele tinha um jeito diferente, um olhar penetrante que parecia despir qualquer pessoa com quem cruzava.
Naquela noite, em meio a um grupo de amigos em comum, ele chegou ao bar como se fosse dono do lugar. Suas mãos grandes, o jeito como ele sorria de lado, a barba bem cuidada… tudo nele exalava masculinidade de uma forma que eu não sabia se admirava ou desprezava. Eu fingia não notar, mas ele não estava disposto a me deixar escapar, me seguia com os olhos e quando teve a oportunidade de chamar a minha atenção:
— E você? — perguntou ele, com aquele tom que misturava curiosidade e desafio. — Já se perguntou se está vendo só metade do mundo?
O sorriso dele era provocativo, mas havia algo mais por trás. Ele parecia querer chegar diferente em mim, mas estava fazendo um papel de completo idiota, e o engraçado era que ele sabia disso. A conversa com ele foi maravilhosa, combinamos de fazer um milhão de coisas e falamos de cinema, discos e autores.
E foi exatamente isso que aconteceu.
Dias depois, quando recebi a mensagem dele — “Quer sair comigo?” —, minha resposta veio antes que eu pudesse pensar. “Sim.”
Ele me buscou às oito. Quando entrei no carro, o ar entre nós era tenso, carregado de algo que eu não sabia nomear. O rapaz me olhava como se já tivesse me vencido, como se soubesse que tudo o que viria depois seria inevitável. O jantar foi agradável, mas irrelevante. Eu não conseguia me concentrar na conversa, distraída pela intensidade do jeito como ele me encarava, como se estivesse estudando cada movimento meu, cada palavra, cada hesitação; eu parecia uma presa, eu me sentia como uma e isso me excitava.
Ao fim do jantar viemos ao meu apartamento, eu confesso que hesitei. Meu coração batia tão forte que parecia ecoar pelas paredes. Ele notou.
— Se você quiser que eu vá embora, diga agora. — A voz dele era calma, mas havia um tom de comando, como se ele soubesse que a resposta seria “não”.
Eu não disse nada. Apenas abri a porta, dei um sorriso nervoso e o deixei entrar.
Assim que a porta se fechou, ele me pegou pela cintura, suas mãos grandes e firmes segurando meu corpo como se ele já soubesse exatamente como eu queria ser tocada. O primeiro beijo foi um terremoto. Sua boca era quente, firme, exigente, e sua barba raspava minha pele de um jeito que me fez gemer baixinho; não havia estranheza no seu toque como eu imaginara.
— Você tem um gosto doce — murmurou ele contra meus lábios, antes de deslizar a língua pela minha mandíbula e descer até o meu pescoço.
— É o gosto da sobremesa — eu não deveria ter dito aquilo, mas ele preferiu não permitir que eu quebrasse o clima apenas deu um pequeno sorriso maroto.
As mãos dele exploravam meu corpo sem pressa, mas com uma precisão que me desarmava completamente. Quando ele me pegou no colo e me carregou até o sofá, eu sabia que estava perdida.
— Fica quietinha — disse ele, enquanto me colocava sentada.
Ele se ajoelhou na minha frente, segurando minhas coxas com firmeza. Ele fazia tudo com uma certeza absurda, ele não pedia; apenas fazia. Seus dedos deslizaram por dentro do tecido da minha saia, afastando-a para expor minha calcinha. Ele sorriu ao ver a peça rendada, mas não perdeu tempo. Com um puxão firme, ele a rasgou e a jogou de lado. Por um segundo, eu fui acometida pelo ímpeto de me proteger, eu me assustei e mais assustada ainda, quando percebi que eu amei a demonstração bruta de atitude dele.
— Já está molhada pra mim? — provocou, passando dois dedos pelo meu sexo e exibindo o brilho úmido deles antes de levá-los à boca.
Antes que eu pudesse responder, ele mergulhou a cabeça entre minhas pernas. Sua língua quente encontrou meu clitóris em segundos de forma desajeita como os homens fazem, e o gemido que escapou da minha boca foi quase um grito. Ele me lambia com fome, alternando entre movimentos rápidos e sucções profundas. Aquela pessoa sabia exatamente como me torturar, parando sempre que eu chegava perto demais do orgasmo, apenas para recomeçar com ainda mais intensidade.
— Porra, você é deliciosa. — Sua voz era um grunhido abafado, enquanto ele mordia de leve os lábios internos da minha boceta.
Quando finalmente cheguei ao clímax, foi como uma explosão. Meu corpo inteiro tremia, e eu mal conseguia respirar. E no perene durante ele não parou sem perceber o que tinha feito comigo.
— Você pode dar mais pra mim — disse ele, antes de deslizar dois dedos para dentro de mim e continuar me chupando.
O segundo orgasmo veio ainda mais rápido, arrancando de mim um grito que parecia encher todo o apartamento. Eu me sentia perdida entregue, queria afastar ele de mim para poder respirar, eu precisa ir ao banheiro fazer xixi, e aquele homem não parava de me atacar de todas as formas sem me dar descanço.
Quando ele finalmente subiu até meu rosto, seus lábios estavam molhados, brilhando com os vestígios de mim. Ele me beijou, me fazendo provar meu próprio gosto salgado, antes de me carregar para o meu quarto bagunçado; eu não esperava visitas.
Ele me jogou na cama com força, e cai no meio das roupas descartadas para esse evento. Então, finalmente ele começou a se despir, tirando a camisa para revelar um peito largo e definido que fazia meu corpo inteiro arder. Quando ele tirou a calça, eu vi o volume impressionante que se escondia por trás do tecido, era imenso e bonito.
— Meu Deus… — escapei, sem querer.
Ele riu, aproximando-se da cama com o tipo de confiança que só um homem como ele podia ter.
— Você vai aguentar — garantiu ele, enquanto se posicionava entre as minhas pernas e apalpava aquele monstro num gesto rude de masculinidade.
Ele passou a glande inchada e quente pelo meu sexo, espalhando minha umidade antes de pressionar contra minha entrada.
— Relaxa. Eu vou devagar.
A primeira estocada foi lenta, mas profunda. Meu corpo inteiro se arqueou, uma mistura de dor e prazer que me deixou sem palavras. Eu estava presa pela minha cintura com força, mantendo-me no lugar enquanto avançava, centímetro por centímetro, até estar completamente dentro de mim.
— Porra, que boceta apertada. — Ele grunhiu, seus olhos fixos nos meus enquanto começava a se mover.
Seu ritmo era intenso, cada estocada me levando mais fundo no abismo do prazer. Ele puxava meu cabelo, mordia meu ombro, torcia meus seios e tudo o que eu podia fazer era me agarrar aos lençóis e gritar.
— Fala pra mim como você gosta de ser comida — ordenou ele, sua voz grave e autoritária.
— Assim! — gritei, meu corpo tremendo a cada movimento.
Quando pensei que ele finalmente diminuiria o ritmo, o malvado fez exatamente o oposto. Ele saiu de dentro de mim de uma só vez, me fazendo sentir um vazio quase doloroso da inexistência do seu pau**, e me virou de bruços com uma força que misturava domínio e desejo. Meu corpo cedeu completamente; eu já não pensava, apenas sentia.**
De costas para ele, senti suas mãos firmes segurando minha cintura, puxando-me para que eu ficasse de joelhos. Minhas coxas tremiam enquanto eu me sustentava, meu rosto enterrado nos lençóis enquanto ele deslizava a ponta do pau molhado pela curva da minha bunda.
— Você vai ser minha — ele disse, baixo, como se falasse mais para si mesmo do que para mim.
O homem moreno me provocava, passando a glande entre os lábios da minha boceta e depois subindo até onde era proibido. Ele cuspia em mim, espalhando com os dedos, enquanto eu arfava ansiosa, tentando entender o que estava por vir.
— Você confia em mim? — perguntou, mas a resposta já estava clara no meu corpo que se enrijecia, se negando o porvir.
— Não sei… — minha voz saiu quase como um sussurro, rouca de tanto gemer.
Ele começou devagar, pressionando a entrada do meu ânus com a ponta do pau, esperando que meu corpo cedesse. A dor inicial era intensa, como um alarme que gritava para que eu recuasse, mas ele sabia exatamente como lidar comigo. Suas mãos deslizavam pelas minhas costas, seus dedos acariciando minha pele em círculos, enquanto ele me invadia centímetro por centímetro.
— Boa garota… — murmurou, e havia algo no tom de voz dele que me fez esquecer completamente a dor.
Quando finalmente ele estava todo dentro, o choque de sensações era impossível de descrever. O peso dele, o calor, o prazer que misturava-se à dor, tudo era um caos absoluto que me deixava sem fôlego. Ele começou a se mover, devagar no início, mas logo encontrou um ritmo que parecia impossível de suportar.
— Porra, que cu apertado. Você nasceu pra isso, sabia? — Ele dizia entre estocadas, sua voz grave me arrepiando da cabeça aos pés.
A cada movimento, eu sentia meu corpo perder o controle, todo meu ser parecia querer expulsar aquilo de mim e ainda sim queria tudo ali, queria mais em todos os espaços vazios do meu corpo. Quando comecei a gozar, meu grito foi tão alto que parecia partir minha garganta. Era um orgasmo diferente de tudo o que eu já tinha sentido antes, como se cada nervo do meu corpo estivesse em chamas.
— Tá gozando no meu pau? Que supresa! Olha só pra você… uma vadiazinha de verdade.
Eu não conseguia falar, meu corpo tremendo enquanto ele continuava a me foder com força, segurando minha cintura com tanta firmeza que eu sabia que haveria marcas na manhã seguinte. Quando ele finalmente saiu de dentro de mim, achei que tinha terminado. Mas para seu último ato, me virou de frente novamente, seus olhos fixos nos meus enquanto se posicionava sobre mim.
— Abre a boca. — Ordenou enquanto se masturbava violentamente sobre meus olhos assustados esperanco o que viria dali.
Sem hesitar, obedeci. O primeiro jato quente atingiu minha língua, seguido por outros que escorreram pelo meu queixo e peito. Ele segurou meu rosto, espalhando seu gozo com os dedos antes de empurrá-los na minha boca.
— Chupa — ordenou, e eu obedeci, lambendo e sugando os dedos enquanto o olhava nos olhos.
— Tá linda assim, toda suja pra mim.
Eu sorri, ainda sem conseguir acreditar no que tinha acabado de acontecer. “Então, é assim que é o sexo com homens? Muito bom gostei!” — pensei rindo. Eu sentia que uma parte de mim tinha sido descoberta, explorada, conquistada.