Quando eu estava na faculdade, minha amiga favorita era a Claudia, pense numa garota completamente louca! Sempre estava disposta para festas e bares. Tinha uma energia contagiante e um corpo lindo com uns olhos verdes brilhantes que contrastavam lindamente com sua pele morena e cabelos em cachos.
Ela era minha parceira de balada, saíamos juntas e pegávamos todos os meninos, mas, eu nunca a vi pegando outras garotas, aliás nunca tínhamos tocado no assunto mais seriamente eu nem sabia o que ela pensava sobre isso. Curioso , pois a gente falava de tudo mas nunca falamos disso.
Um amigo de sala chamou o pessoal da turma para beber na casa dele e para lá fomos lindas como sempre! Eu de shorts como sempre e ela maravilhosa e gostosa dentro de um vestido verde. Nesse dia ficou combinado que ela não beberia pois iria dirigir para mim, a gente revezava nessa tarefa sempre.
A festinha foi bem legal, ela ficou com um menino e eu com dois, nada muito a dizer sobre isso, eram caras normais, homens com comportamento de menino bancando pavão sabe? Pessoas fáceis de serem esquecidas mas devo confessar que o segundo até que era bem gostosinho.
Lá pelas duas a festa terminou e viemos no carro conversando sobre a noite, contando as fofocas e falando dos garotos que ficamos, eu estava meio bêbada e vim falando de como me arrependi de não ter trazido o ficante número 2 para casa e reclamei que ia terminar a noite com o chuveirinho e ela que estava sóbria ria com aquele sorriso maravilhoso que ela tinha.
Chegamos e quando o carro estava dentro da garagem do meu prédio e estávamos nos preparando para sair do carro, tivemos uma crise de risos pois a luz da garagem se apagou! Não é uma coisa realmente engraçada eu sei, mas a gente riu disso, o riso foi interrompido por um silêncio desconfortável e a coisa ficou tensa de uma hora para outra, eu percebi ela pensativa. Não dei muita bola pois ela não havia bebido e eu sou uma bêbada bem chata sabe? Então comecei a tagarelar gritando dentro do carro que eu queria beijar alguém na boca! E para minha surpresa, com uma voz presa ela disse:
-Beija eu!
A tonta aqui achando que era brincadeira e eu me estiquei para dar um selinho, mas ela puxou o meu rosto com as duas mãos para me beijar de verdade, não era um selinho. O toque quente dos seus lábios e o sabor da sua boca me acendeu de um jeito muito forte e rápido, eu só pensava - Caralho, o quê está acontecendo? Não houve culpa, me entreguei.
Os beijos começaram a ficar mais intensos, minha boca foi ao seu pescoço enquanto minha mão passeava por seu corpo, ela se ajeitou no banco abrindo levemente as pernas e levou a minha mão à sua virilha, eu entendi e não perdi tempo e tirei logo sua calcinha. Eu não havia percebido mas um de meus seios já estava para fora da blusa e só me dei conta quando senti um empurrão para trás e sua boca foi direto ao meu mamilo, em sua primeira lambida a minha alma quase sai do meu corpo pelo o bico do meu peito, sua mão procurou o outro seio e ela revezava entre os dois, ela apertava, lambia e chupava de um jeito que me deixava louca de tesão.
A nossa pegação parecia uma briga, duas mulheres ativas querendo dar prazer uma a outra. Dois pares de seios desnudos se tocando, o suor já tomava nossos corpos, o sabor se tornava salgado, minha mão no meio de suas pernas encontrava o lugar na sua buceta úmida e meus shorts e calcinha estavam jogadas no chão do carro. Ela deitou o meu banco do carona e arreganhou as minhas pernas e sem preliminares foi direito no meu clítoris, eu senti sua boca quente, sua língua molhada me lambendo e nesse momento meu corpo se arqueou totalmente para trás, o prazer veio como uma onde de impacto varrendo meu corpo, eu tremia, eu rebolava, eu apertava meio peito com força e puxava seus cabelos. Seus dedos me invadiam, não sei quantos ao certo mas iam no local preciso, cirúrgico.
Gozei, forte e intenso. Meu gemido era um grito preso no silêncio do estacionamento.
Peguei seus ombros com força e a trouxe para onde eu estava deitada, foi desajeitada, o carro era apertado e a gente esbarrava em tudo, abri suas pernas, passei meus dedos nos lábios carnudos dela, senti a umidade, fui acariciando os lábios interiores, e me excitando, observava a respiração dela, o leve contorcer do corpo a cara de prazer, fui massageando intensamente e com momentos de leveza, até seus olhos abriram mostrando o branco dos olhos, sua face trêmula, sua boca mal se fechava pronunciando apenas gemidos e palavras de comando.
-Vai! Assim! Mais rápido…
O vidro do carro embaçado e a escuridão do estacionamento não permitia que ninguém visse o que estava acontecendo ali. E dentro do veículo eu a comi com prazer, cavalgando ela até sentir ela tremer embaixo de mim. Ela se contorceu e virou para o lado sem graça e envergonhada e tirou o seu dedo que apertava meu ânus com força.
Ali ficamos nos beijando e se acariciando levemente, fazendo carinhos nos seios e pepeca uma da outra por alguns minutos, até que o nosso fogo abaixou, nos vestimos e tomamos o elevador para a casa.
Aquela foi nossa primeira vez juntas e teve muitas outras depois, se vocês quiserem eu posso contar algumas