Uma mulher ataca seu marido passivinho enquanto ele cozinhava depois de provocar fazendo ele gozar loucamente.
Acordei tarde, ainda perdida no calor dos lençóis, com o cheiro forte de alho dourando na panela e algo quente borbulhando na cozinha. A fome veio junto, rasgando a preguiça que eu ainda sentia. Espreguicei-me devagar, o corpo mole, e arrastei os pés descalços pelo chão frio. Parei no batente da porta, calada. Ele estava ali, de costas, sem camisa, com aquele short velho que nunca escondia nada. Cortava legumes com a faca num ritmo quase musical, cada movimento era firme nos braços fortes. A luz entrava pela janela, escorrendo pela pele suada das costas que subiam e desciam, como se o esforço de cozinhar o deixasse sua musculatura ainda mais viva. Meu olhar caiu para baixo, inevitavelmente. Aquele short. Apertado de um jeito ridículo. Tentava esconder, mas não conseguia. As curvas daquela bunda deliciosa — que volume…
Aproximei-me devagar, sem que ele percebesse, esperando o momento certo. Quando ele pousou a faca na tábua, inclinei-me e deixei um beijo suave em sua nuca. Vi seu corpo reagir, estremecendo em um arrepio que percorreu cada músculo das costas largas.
— Aí, amor… olha só isso — ele disse, erguendo o braço para me mostrar a pele arrepiada. A voz saiu grave, com uma risada abafada. — Sai daqui, antes que você cause um acidente.
Eu não saí. Me aproximei mais, colando meu corpo ao dele. Passei os braços por sua cintura, apertando-o contra mim. Meus lábios seguiram pelos ombros nus, provando cada pedaço de pele enquanto minhas unhas deslizavam, leves, pelo peito forte e firme. Ele suspirou, baixinho.
Comecei a me mover, num ritmo lento, quase imperceptível, como uma dança. Meu quadril buscava o dele, provocando, e senti a pressão do seu corpo reagindo. Meu desejo crescia, alimentado pelo calor que emanava dele, pelo cheiro da comida, pelo suor na cozinha pequena. Minhas mãos exploravam cada centímetro. Subi pelos ombros, apertando, massageando, enquanto os beijos viravam mordidas suaves. E então desci, devagar. As palmas escorregaram pelas costas, como se venerassem o desenho do seu corpo, cada curva que eu já conhecia tão bem.
Dei um sorriso de canto, malicioso, e deixei minhas mãos, feitas em garras, deslizarem para dentro do short velho que ele usava. Ele se sobressaltou, o corpo reagindo ao meu toque, mas logo riu, tentando manter o controle.
— Para, garota, assim eu não vou conseguir terminar… — disse, a voz rouca, com uma risada abafada.
Inclinei-me mais perto, os lábios tão próximos à sua orelha que ele sentiu minha respiração.
— Quer mesmo que eu pare? — sussurrei.
Ele hesitou por um segundo, depois murmurou:
— Não… mas não me atrapalha.
Sorri de novo, sem pressa. Minhas mãos firmes agarraram a carne macia e cheia das suas nádegas. Apertei devagar, massageando, sentindo como ele começava a ceder ao meu toque. Vi seu corpo relaxar, os ombros caindo, enquanto ele disfarçadamente arqueava-se para trás, empinando para mim. Aceitando. Meu toque arrancava dele suspiros silenciosos, o calor crescendo entre nós, até que a tensão no ar parecia ser tudo o que existia naquela cozinha abafada.
Minhas mãos continuaram o movimento, enquanto meus lábios se aproximavam da sua nuca. Soprei devagar contra a pele quente, e ele estremeceu. Seus pelos continuavam eriçados, como se eu tivesse tomado posse do seu corpo inteiro.
Então brinquei.
— Polícia — disse em um tom mais alto, quebrando o silêncio carregado.
Ele virou o rosto, surpreso, mas antes que pudesse dizer qualquer coisa, continuei, com um sorriso provocador.
— Abre as pernas pra revista, vagabundo — falei dando pequenos chutes leves, afastando seus pés, rindo baixo enquanto ele obedecia.
Com mais espaço entre os pés, continuei explorando. Minhas mãos afundavam na carne macia, apertando devagar, sentindo cada curva redonda que parecia desenhada. Era quase feminino, tão redondinho, tão liso ao toque. Separando as bandas com os dedos, provoquei, deixando a ponta de um deles escorregar pelo interior quente, até encontrar o que procurava.
Era rugoso, de uma textura que despertava algo em mim. Meu dedo hesitou por um instante, só para prolongar a provocação, mas quando a unha roçou ali, ouvi um chiado escapar dos lábios dele. Não consegui conter o riso.
— Hummm, que viadinho… — provoquei, deixando minha voz arrastar na palavra.
Ele se remexeu, tentando manter o controle.
— Para com isso, eu tô cozinhando. — A voz saiu tensa, como se estivesse lutando contra o próprio corpo.
Aproximando-me mais, soprei contra sua nuca, baixei o tom e sussurrei, quase como um comando:
— Não tá nada. Você tá sendo revistado pela polícia agora.
Sem aviso, mandei a mão para frente por debaixo de suas pernas, bruscamente. Encontrei o que queria e agarrei seus testículos com firmeza. Quentes, pesados, inchados contra a palma da minha mão. Ele arqueou o corpo num movimento involuntário, como se protestasse, mas não fez nada para se soltar. Seu corpo cedeu, lentamente, entregando-se ao que vinha.
Apertei com mais força, puxando de leve, sentindo o peso quente contra minha mão. Ele soltou um gemido baixo, quase imperceptível, mas o suficiente para me fazer sorrir. Minha palma agora sentia tudo — a textura, o calor, o arrepio que subia por ele.
Enquanto o mantinha preso em meus braços, colada às suas costas, meus lábios continuavam deixando rastros quentes na pele suada, e minha mão livre tomou o lugar da outra, explorando sem pressa. Os dedos agora brincavam, alternando entre arranhões suaves e apertos firmes em torno daquele ponto vulnerável, enquanto meu toque provocava o arrepio que subia e tomava seu corpo.
Então, senti. Algo crescendo.
— Ora, ora… — murmurei com um sorriso cortando minha voz. — Não é que o vagabundinho está armado?
Num movimento decidido, puxei o short para baixo, libertando seu membro, e deixei minha mão fechar-se em torno dele. Firme, quente, pulsante e grande. Comecei a apalpar devagar, quase com reverência, enquanto meus lábios se moviam entre beijos e mordidas em sua nuca.
Os gemidos vieram logo depois, roucos, arrastados, desordenados, preenchendo o ar da cozinha como uma sinfonia improvisada. Uma melodia primal, notas dissonantes que explodiam nos meus ouvidos como puro prazer. Era o som do meu macho, entregue, e eu saboreava cada segundo.
— Não vai gozar na comida, tá, amor? — soltei, zombeteira, enquanto começava a masturbação, os dedos envolvendo-o com leveza provocativa.
Ele riu, curto, mas a voz saiu embargada, quase um gemido.
— Tá… mas não enfia o dedo, por favor.
Aquela submissão, aquela voz de súplica, parecia a de um cachorro faminto implorando por um prato cheio. Ri de novo e decidi ignorar o pedido. Apertei mais forte, aumentei a velocidade, cada movimento uma combinação precisa de força e ritmo. Tive que ajustar a pegada para conseguir mais controle, meus dedos agora deslizavam com mais decisão. Ele começou a dar urros altos, desesperados, como se não conseguisse conter.
— Eu vou gozar, amor… — gemeu, as palavras se dissolvendo entre os sons de prazer.
— Coloca a mão na frente ou a gente vai ter um tempero extra no almoço — respondi, zombando, enquanto intensificava os movimentos.
Ele obedeceu, apressado, e no instante em que sua mão cobriu a ponta, um grito escapou dele. Primeiro um urro grosso, depois um gemido fino, quase como se a alma estivesse escapando do corpo. Senti quando o jato quente explodiu, forte, em grandes ondas, encharcando os dedos que ele usava para aparar. Seus joelhos cederam, sem forças, e ele se apoiou na bancada, o corpo tremendo, ofegante, perdido na intensidade do momento.
— Dá essa mão melada aqui — murmurei, rindo baixo. — Quero um tira-gosto antes do almoço.
Segurei sua mão e lambi os dedos devagar, a palma, saboreando o líquido quente, levemente salgado, que ainda escorria. Quando terminei, virei as costas sem dizer nada, satisfeita, e fui cuidar do meu dia.
Deixei-o ali, com os shorts presos nos joelhos, o pau ainda duro e aquela bundinha linda, redonda, tomando o vento que entrava pela janela.
kkkk