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Você já acordou um dia completamente doida por sexo? Nesse dia foi assim, eu acordei fui tomar banho e já escovei a larissinha umas três vezes seguidas e nada do fogo baixar. Era um dia morto socialmente para mim, eu estava sem dinheiro para sair e queria beijar na boca! Olhei meus contatos e falei com algumas pessoas, mas uns não podiam e outros não tavam muito afim, fiquei desolada e simplesmente me resignei! Eu não sou nenhuma doente por sexo, só estava com muito tesão e queria um contatinho para descontar, homem ou mulher.
Na minha rua tem um garoto bem mais novo que eu e ele sempre fica me pertubando, ele Ă© desses meninos que gostam de aparecer para os colegas e acho que se encontrasse uma mulher de verdade nem saberia direito o quĂŞ fazer com ela. Ele Ă© bonitinho, admito, mas Ă© muito novinho para mim. Eu já tinha considerado dar uns peguinhas nele se fosse escondido, mas eu tinha medo dele sair por aĂ contando para todo mundo. Mas, se bem que ninguĂ©m acreditaria nele e a irmĂŁ dele que Ă© uma amiga, já disse que ele andou falando de mim por aĂ. Garotos…
Era perto do almoço pela manhã, eu me vesti e fui correndo para a padaria para ver se encontrava algum pão fresco, eu estava com roupas de ficar em casa, um shorts surrado e uma blusinha que qualquer vento frio mostraria bico dos meus peitos. Passei apressada pela rua e ele estava lá, alisando o carro pai. O projetinho de homem sempre mexia comigo e eu detestava isso. Ele me viu.
— Quê isso hein!? Vai para onde? — falou o idiotinha rindo com mangueira na mão lavando o carro.
Normalmente eu só ignoraria, mas hoje eu estava virada no samurai. Atravessei a rua e fui andandando em sua direção, sua expressão ia se transformando em medo conforme eu ia me aproximando.
— Você falou comigo, garoto? — perguntei com cara de poucos amigos.
— Tudo bem gata? — falou ele sem graça tentando manter a pose.
— Gata? — falei puta e confusa! — Desde quando eu te dou intimidade para você me tratar assim?
A rua estava vazia, o carro parcialmente nos protegia, se eu lhe desse um tabefe ali, as pessoas nem notariam e eu fiz uma coisa muito pior. Agarreio o volume do pau dele apertando.
— AĂ! — gritou ele em dor.Â
— Vai, me canta agora! Tou com a mĂŁo no seu pau, me canta aĂ, ficou mudo nĂ©?
Ele sĂł tentou se desvencilhar, eu cruzei uma linha e ele sabia que nĂŁo poderia ser mais agressivo. Eu havia agido por impulso e imediatamente me arrendi daquilo. Eu sabia que ia dar merda depois. Larguei o pau dele, e pelo que percebi era um belo de um pau!
— Essas cantadinhas são extramentes desagradáveis sabia?
E comecei a tecer uma novena de esporro. Eu estava descontando tudo nele, coitado do moleque. Larguei ele desolado ali e fui embora comprar meu pão e retornei para casa. Na cabeça não saia a lembrança do volume dele. Pena que ele era novinho, eu confesso que eu dei uma desejada nele.
O dia foi um tédio, nada para fazer, nada na TV e nem terminou o dia, a minha campanhia toca. Era ele! Eu estava meio culpada pelo que eu fiz e com medo dele ter falando com os pais dele. O menino estava na minha porta plantado de banhozinho tomado e eu não sabia o motivo. Abri a porta e vi o rapaz com cara de cachorrinho pidão.
— Oi, posso falar com vocĂŞ?Â
— Claro, entra! — respondi. “Caralho por que eu mandei ele entrar? ” — pensei.
Ele entrou olhando o ambiente como se procurasse algo, ele parecia estar criando coragem para falar alguma coisa…
— Sabe? Eu queria me desculpar por hoje cedo.  — disse ele sinceramente.Â
— Tudo bem coração, me desculpa também está bem ? — falei abrançando ele carinhosamente.
AĂ, minhas amigas, eu já estava daquele jeito desde cedo e quando eu senti o corpo dele no abraço, o meu corpo deu sinal de vida. Senti algo piscando em mim… Eu sou muito puta, vocĂŞs nĂŁo fazem ideia.
— A tia machucou você foi? Eu devia ser uns quatro ou cinco anos mais velha que ele, mas como os dois erámos novos, essa distância parecia ser muito maior.
— Um pouco — respondeu ele sem graça…
Eu coloquei minha mĂŁo em cima do seu volume novamente e fiz um carinho. E falei com voz infantil.
— Tadinho dele, meu Deus, quer um beijinho para sarar?
Nesse momento eu senti que ele deu uma travada no pau e sob minha mãos seu membro começou a se agigantar conforme eu o pressionava. Sua expressão era de medo e surpresa. Também eu devia estar com uma cara de devassa insana rindo e falando essas coisas para ele.
— NĂŁo vai me responder? Um gato comeu sua lĂngua? — torturei ele fazendo-o falar.
— Quero — gaguejou ele.Â
— Você é virgem menino?
— NĂŁo — mentiu ele descaradamente.Â
— NĂŁo mente pra mim, fala a verdade!Â
— Sim, sou.Â
— Muito bom, você vai me comer e fazer tudo que eu mandar certo?
Ele nĂŁo estava acreditando, nem eu na verdade, aquilo nĂŁo era tĂpico de mim e eu estava me desconhecendo, mas aquele jogo me deixava louca de tesĂŁo. Sempre quis poder usar uma pessoa assim e seria hoje. Eu larguei plantando em pĂ© e fui me sentar em um sofá de uma lugar, ele acompanhou a minha movimentanção toda com os olhos em silĂŞncio.
— Fica aqui em pé na minha frente garoto — ordenei e ele obedeceu parando encabulado sem saber onde colocar as mãos.
Eu o olhava de cima abaixo examinando-o com calma como quem avalia o prato que vai comer. Ele era franzino, mas já tinha porte de homem. Estava completamente sem graça tentando tampar a sua ereção por debaixo de suas roupas.
— Sabe chupar garoto? Claro que não né? — perguntei zombeteira
Em um lance tirei shorts e calcinha, me abri inteira dando a ele uma visĂŁo que jamais esqueceria. Ele arregalou os olhos mas nĂŁo se moveu de nervoso.
— Ajoelha aqui — mandei.
Quando ele chegou mais perto de mim eu agarrei ele pelo escalpo e com cara de poucas amigas ordenei.
— Me chupa!
Ele não sabia por onde começar, eu forçava a cara dele contra a minha boceta. Ele começou com uma linguinha xoxa…
— Chupa carallho, lambe essa porra! Tu tem nojo de boceta garoto? E esfreguei mais ainda a cara dele contra mim agora usandoo as duas mãos.
Aà melhorou um pouco, meus olhos se reviraram, ele não chupava bem mas a situação me dava o tesão que supria a falta de habilidade dele. Quando ele ficou mais à vontade tentou agarrar meus seios e eu dei um tapa na mão!
— Não, eu não mandei você fazer isso, tira essa mão de mim!
Eu queria esculachar ele, queria que ele fosse meu cordeirinho. Bem, ele não tinha o que era necessário para me fazer gozar. e eu queria outra coisa. Eu o afastei empurrando-o…
— Tira a roupa, deixa eu ver esse pau. Ele tá limpo?Â
— Sim… — falou enquanto se despia por completo.
O rapaz tinha representatividade, nĂŁo era enorme mas era bonito, tinha uma grossura interessante e um cabecinha pequena mas bonita. Eu o puxei para perto enquanto me sentava melhor na poltrona e dei uma cheirada para ver se estava limpo. SĂł de tocar, eu percebi que ele se tremeu.
— Já quer gozar garoto? — perguntei rindo. — Você é tão fraquinho assim?
Eu dei-lhe uma bela de uma chupada e ele começou a gemer. Eu sabia que ele ia gozar a qualquer momento e agarrei os testĂculos dele com força para ver se ele segurava mais um pouco. Eu ria horrores por dentro me divertindo com a situação, ele tremia de nervoso, e qualquer mĂnimo movimento que eu fazia em seu pau, ele se trancava inteiro evitando um orgasmo. Eu sabia que ele nĂŁo ia dar conta, mas a coisa agora era sobre a minha fantasia, uma misto de tesĂŁo e diversĂŁo. “Agora ele vai surtar” — pensei. Larguei ele, dando as costas e fiquei de quatro da poltrona, mais arreganhada que aquilo seria fisicamente impossivel, eu tinha certeza que dava para ver meu Ăştero se ele quisesse.
— Me fode, começa devagar e quando eu permitir você vai socar com força e rápido. — mandei seria. Mas por dentro queria dar gargalhadas. Eu tinha apostado comigo mesmo que não passaria da vigésima bombada.
— Quer comer meu cu ou minha boceta? — lancei a pergunta de boba, eu não ia dar a bunda para ele. Só queria ele nervoso.
— Cu…Â
— E você saber comer um cu seu bosta? Mas consegue ficar sem gozar com um boquete! Anda, vem… Coloca na frente ouviu?
Eu só queria ser perversa, eu peguei seu pau por entre as minhas pernas e fui rebolando para acomodar dentro de mim. Senti que entrou gostoso, eu estava molhada e pronta. A sensação de ser preenchida completamente é bom demais.
— Pega a minha cintura, vai. — ordenei. — Agora mete, falei mantendo a mão em sua perna forçando ele a manter uma distância para eu não ser empalada.
Ele fez o quê pode, seu pau era gostoso, aveludado e tinha uma grossura boa, rapidamente me veio uma coisa gostosa e intensa, eu poderia até gozar mas ele era sem ritmo e descoordenado, tadinho. O menino já queria gozar a meia hora atrás eu não estava deixando.
— Mete com força porra, mete que nem homem. — falei com raiva.
Ele me deu umas estocadas com raiva tentando se provar. Eu comecei a rir dele, e quanto mais eu ria mais ele tentava socar forte. Doia um pouco mas era gostoso. Não demorou muito eu senti um melado escorrendo dentro de mim. Por dentro eu ria demais, e pensei vou fazer uma maldade e fingi que estava para gozar…
— Não para, não para, mete muito rápido e com força.
O menino não tinha energia nenhuma, minha boceta parecia uma coqueteleira de porra, eu sentia ele molenga dentro de mim. Então em eu cansei de brincar… Quando eu me levantei aquilo tudo escorreu pelas minhas pernas e o menino me olhando com cara de quem fez merda. Eu fechei a cara e olhei para ele.
— Bota a roupa e vai embora. E quandoo eu te chamar de novo você lava esse pinto e vem correndo. — ordenei aoo meu putinho.
Ele se vestiu e na porta antes de sair me fez uma pergunta:
— Foi bom? Você gostou? — perguntou com a carinha tão bonitinha…
— Claro que não seu frouxo, você não aguentou uma bombada! Sai daqui — gritei a ordem de retirada.
Quando a porta se fechou, eu caĂ na gargalhada, eu nĂŁo conseguia parar de rir! Mas na verdade eu tinha gostado dele. Pensei na possibilidade de educar ele para fazer as coisas que eu gosto direitinho. Fui me limpar mas antes tive que terminar o trabalho mal feito dele sozinha! E foi isso, eu vou contar um ou dois casos com ele mais para frente. Acompanhem a novela.