Essa é a segunda parte do conto, clique aqui para a primeira parte desse conto erótico.
Recuperado o fôlego, ele se levantou e sentou-se do meu lado, conversamos um pouco enquanto o pau dele voltava a dar sinais de vida.
— Você gozou forte, falei tentando quebrar o gelo.
— Pois é, foi muito bom e agora é sua vez de trabalhar.
Vem! Falei isso abrindo as pernas e empurrando sua cabeça para baixo em direção à minha virilha. Mas antes ele me beijou um pouco e tocou carinhosamente meus seios, eu queria ser chupada logo mas o seu toque era bom. Ele desceu até meus seios com uma das mãos entre minhas pernas, ele beijava e chupava meu peito esquerdo enquanto seus dedos vagavam pelos meus grandes lábios, aquilo me causava um arrepio gostoso, seu toque me excitava e eu me abria cada vez mais para ele, eu forçava sua cabeça contra meu seio para que ele chupasse mais e com força.
— Que nem um neném vai, é assim que eu gosto, forte! Me chupa! — mandei em tom autoritário!
Ele me obedeceu, ele mamava forte em meu seio e seus dedos faziam um movimento circular um pouco acima do meu clitóris no lugar preciso. Eu rebolava na cadência dele e meu corpo se contorcia. Num súbito ele enfiou dois dedos dentro de mim e desceu para chupar meu clitóris, ele foi direto ao ponto, sem preliminares no local, eu estava pronta, ele era experiente e sabia disso. Sua chupada era firme, tinha uma sucção forte, uma língua suave no local certo e os dedos precisos com a força correta. Meus olhos viraram para trás e eu pedi:
— Coloca um dedinho atrás vai, tem lubrificante ali!
Não precisava, eu me derramava inteira em líquido por baixo, carinhosamente um terceiro dedo pousou em meu ânus e foi achando passagem. Ele entrou causando um delicioso incômodo e intensificou o prazer que eu sentia nela. Eu ia gozar, minha barriga se enrijeceu e eu me sentei involuntariamente, dei um grito me jogando para trás e arqueando as coisas, fui varrida por uma onda de orgasmo tão forte que eu me debatia para me livrar do meu algoz que me estocava com dedos em todos os meus buracos.
Eu fiquei sentada ali ao lado dele que sorria para mim com uma cara de que fez um bom trabalho. Ele veio a mim e ficamos nos beijando um pouco e rindo, eu poderia facilmente me apaixonar por aquele cara, até ali se mostrou muito bom de cama.
— Deita, deixa eu te chupar!
Ele deitou e eu me sentei entre as suas pernas inclinada para frente. Ele tinha um pau grande e bonito, fiquei admirada e fiquei fazendo graça batendo ele na minha cara. A gente riu disso juntos. Fui beijando da base à cabeça eu pus na boca, sem tirar, passava a língua e chupava lentamente enquanto masturbava ele com a outra mão. Eu fazia um carinho nos seus testículos também e ouvi ele gemer baixinho de prazer com aquilo, fui lentamente intensificando o boquete colocando cada vez mais e mais na minha boca, o pau dele era uma delícia, perfeito e gostoso de chupar, até que ele cutucou a minha cabeça, quando olhei para ele vi que oferecia o lubrificante para mim. Na hora eu achei que era para lubrificar para eu sentar, mas meu deu um impulso de perguntar, ainda havia uma coisa não resolvida na nossa transa.
— Para quê isso? Você quer que eu lubrifique ele para eu sentar ou outra coisa?
— Você pode fazer o quê você quiser que eu deixo!
Eu entendi a mensagem, o boy queria uma dedada! Eu fiquei bege de surpresa. Como vocês podem perceber eu andava meio obcecada com o assunto de cus nessa época e fiquei com mega vontade de fazer aquilo. Passei um pouco de lubrificante em meus dedos, eu ainda o chupava e masturbava revezando a ação, meu dedo lubrificado desceu até seu ânus e começou a forçar a entrada, ele era apertado e parecia fazer força para não me deixar entrar.
— Você não quer?
— Pode fazer, estou um pouco tenso só. Respondeu o rapaz.
— Abre bem as pernas.
E novamente numa pose tipicamente feminina, e ele se abriu com uma flor para mim completamente entregue. Eu tive um turbilhão de sentimentos nesse momento, primeiro deu tesão, depois muita vontade de rir ver ele como uma mocinha levando a primeira dedada, em seguida eu comecei a achar meio broxante a coisa, mas percebi que era meu preconceito falando e decidi me concentrar e focar no prazer do rapaz. Eu só sabia que eu tinha que massagear a próstata dele mas eu nem sabia onde ficava isso, então deixei meu dedo entrar e fui tateando.
— Eu não sei fazer isso, vai me falando tá?
A resposta dele não pode ser entendida por mim, eu aceitei o seu gemido com um sim e continuei. Naquele momento eu o chupava enquanto masturbava seu pênis e meu dedo fazia movimentos de entrar e sair de dentro dele. Por que não colocar dois dedos pensei? Mais lubrificante foi adicionado e outro dedo entrou com certa facilidade, ele foi à loucura nesse momento, gemendo gostoso e fazendo uma carinha de menino pidão! Coisa mais linda de se ver!
O pau dele estava uma pedra de tão duro e sem tirar os dedos de dentro eu me girei dando-lhe as costas e sentei sobre ele para cavalgar, minha vagina lhe serviu com uma luva, nosso encaixe foi perfeito, aquele volume entrando em mim foi algo maravilhoso! O sentimento de ser preenchida por um membro quente é algo indescritível! Eu cavalgava ele de costas com a bunda empinada num movimento de roçar, eu sabia que ele tinha uma visão privilegiada de mim naquela pose. Suas mão atacaram as minhas nádegas apertando com força e ditando o ritmo me empurrando para frente e para trás e eu acompanhava lhe estocando dois dedos o mais profundo que conseguia.
A momento para mim era de algo nunca experienciado antes, o cheiro de sexo, o suor dos corpos me dava um tesão incrível, eu sabia que poderia gozar à qualquer momento que eu começasse a ditar o meu próprio ritmo. E foi o quê eu fiz, plantei a sola dos pés na cama e comecei a sentar violentamente, eu lhe dedava enquanto sentada, sentia aquela coisa batendo forte no fundo meu útero e eis que veio a mim um enorme choque violento, um misto de prazer e fúria, um orgasmo tão avassalador que mais tarde minhas amigas disseram que do apartamento ao lado ouviram o meu gemido em tom de grito. Eu sustentei aquilo o quanto pude e o efeito demorou a me abandonar, por alguns segundos ele se manteve. Quando voltei a mim, percebi algo quente e novo dentro de mim, ele havia gozado também e suplicava para eu parar, eu apenas fui diminuindo o ritmo lentamente, tirei meus dedos dele e girei sobre ele ficando sentada de frente em sua rola ainda dura.
— Você vai ter que aguentar mais uma! Falei quase o ameaçando!
Chequei meu ânus colocando um dedo para ver se entraria algo facilmente, e eu estava completamente relaxada. Lubrifiquei o máximo que pude, me arqueei um pouco para tirar ele de dentro e posicionei a cabeça de seu pênis na outra entrada. “Está um pouco mole, vai ser difícil de entrar mas pelo menos fica mais fácil de aguentar, ele é grande demais para minha bunda.” Pensei.
A cabeça entrou, o lubrificante fez um bom trabalho. Parecia ser um braço de um adulto que estava entrando em mim, rapidamente eu comecei a pensar que aquilo não teria sido uma boa ideia, rebolei um pouco para acomodar e finquei as unhas dele para que eu não me desse um empurrão enfiando rapidamente o pau em mim, estava doendo, respirar calmamente me ajudou. Fui me ajeitando sobre seu pau e deixando ele deslizar para dentro de mim.
— Fica parado por favor não se mexe! Ordenei.
Eu não conseguiria descrever o quê ele fazia nesse momento pois eu estava completamente empenhada na tarefa e doía demais, ele tentou acariciar meus seios em quanto isso e eu só me lembro de tirar as mãos dele de mim. “Será que eu escolhi uma posição ruim?” Eu pensava em tudo que eu poderia estava fazendo de errado, mas nada ajudava. Me entreguei, sabia que a primeira vez deveria doer mesmo, e iniciei algum movimento. Confesso que de muito ruim, no máximo chegou ao razoável. Saber que tinha uma pica inteira no meu rabo de certo modo me empoderava, não sei explicar o motivo. Comecei a fazer como nos filmes de quase tirar e enterrar tudo novamente mas não ficou muito melhor do que isso. Ele estava ensandecido com o quê eu fazia. “O que será que eu vai achar de mim.” Eu sentia minha reputação ruir nesse momento.
Bem, apesar de tudo foi legal, achei interessante a experiência, lembro que senti vontade de repetir quando houvesse uma nova oportunidade. Eu consegui resistir por uns pouco minutos, ficou um pouco melhor quando rapaz já estava mais molenga. Mas como eu estava dolorida decidi parar. Eu só voltei para casa na madrugada quase alvorecendo, eu achei nossa transa ótima e repetimos muitas vezes. Coisas bem loucas aconteceram depois, que claro, contarei em uma outra oportunidade!