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3273 palavras
16 minutos
O duplo preço do meu pecado

Estávamos no auge de nossas vidas, a juventude brilhava sobre nós, éramos lindos e poderíamos ter quem quiséssemos. Mas o amor, bicho malvado, queria nos amarrar. Prender-se um ao outro seria dar fim à liberdade que tanto amávamos, então, entre ficadas constantes, decidimos ter um relacionamento aberto. Viveríamos livres, com algumas poucas regras: sempre dizer que tínhamos um relacionamento e nunca, jamais, ficar com os amigos mais próximos um do outro.

E eu, entre todas as possibilidades de escolha que tinha, fui desejar a única coisa que eu não poderia ter: o melhor amigo do meu namorado.

Ele era um sujeito gostoso, com um olhar que atravessava minhas roupas, queimava de dentro para fora. Seu cheiro era denso, quente, preenchia o ar ao redor como um feitiço. O som da sua risada era um convite ao prazer, algo que ecoava dentro de mim e me fazia tremer. Mas ele era proibido para mim. Ele vivia em meus pensamentos, me visitava nos momentos íntimos de solidão, tornava-se magicamente a mão que me tocava, o prazer por mim entregue e o suor derramado.

Eu sentia culpa, claro. Mas era um gosto doce, misturado ao desejo. Falei com meu namorado, implorei várias vezes, criei artimanhas e armadilhas, mas nada deu certo. Ele sempre dizia: “Com meu melhor amigo, não. Isso estremeceria a nossa relação.

E você acha que eu aceitei facilmente isso? Óbvio que não.

Passei a testá-lo. Minhas palavras eram veludo, deslizando sutis e afiadas. Insistia em cruzar seu caminho, deixava meu perfume pairando no ar, tocava seu braço sem motivo aparente. Mandava indiretas, fotos ousadas, mensagens com duplo sentido. Chamava para sair, para beber, para qualquer coisa que o fizesse se perder no caminho de volta. Mas ele era mais fiel ao meu namorado do que eu. “Ele não vai saber, ficará somente entre nós”, sussurrava eu, provocante. E ele, cruelmente, negava.

Mas nos momentos de distração, seus olhos me percorriam. Nos instantes em que esquecia de controlar a própria respiração, eu sentia o peso do seu desejo. Algo nele pedia por mim, ainda que sua boca dissesse o contrário. Ele se esforçava para manter as distâncias, mas eu via sua mão crispada quando me aproximava, seu maxilar tenso, seu olhar me devorando quando pensava que eu não percebia.

Ele resistia, mas seu corpo gritava e eu estava disposta a testar os limites dessa resistência. A provocar, a instigar, a transformar a proibição em um desejo insuportável. Até que não houvesse mais escolha além de ceder.

E eis que eu colhi o fruto da minha empreitada.

Foi em um sábado. Eu o havia perturbado a semana inteira, testado seus limites, provocado a cada olhar, cada toque descuidado, cada palavra dita como se não tivesse peso. Eu sabia o que estava fazendo, e ele também. Ele resistiu o quanto pôde, mas, enfim, me chamou para sua casa.

Me preparei como se fosse para um duelo. Pele lisa, cada detalhe no lugar. Cabelo, maquiagem, perfume — tudo escolhido com precisão. Na bolsa, mais do que batom e perfume: intenções. Qualquer coisa que ele quisesse usar contra mim.

Quando cheguei, ele abriu a porta com aquele sorriso impiedoso. O olhar me devorou num segundo, mas sua boca continuava com a farsa de quem tinha controle.

— Tá sozinho? — perguntei, sem rodeios.

— Sim. Entra.

Cruzei a porta e, antes mesmo de ouvir o som dela se fechando atrás de mim, já sabia o que ia acontecer. O ar estava pesado, quente, carregado daquilo que tentamos evitar por tanto tempo. Olhei em volta, como se precisasse ter certeza de que não havia ninguém ali. As janelas fechadas me davam a certeza de que eu tinha a privacidade necessária.

Chutei os sapatos para longe e, sem pressa, puxei a blusa fina que cobria meu corpo, deixando-a cair no chão. Meus dedos deslizaram pelo cós da calça, soltando o cinto com um estalo suave. Com um movimento lento e calculado, deixei o tecido deslizar pelas minhas pernas, o tesão era tão grande que o atrito contra minha pele me deixou tensa. Ele assistia, imóvel, sem reação. O olhar fixo em mim, era uma surpresa, ele não imaginava que eu seria capaz de tal coisa.

Pobre dele. Nunca imaginou do que eu era capaz.

Fiquei apenas de calcinha e sutiã, os olhos travados nos dele. Não que fosse necessário esse teatro todo — ele já estava entregue. Mas eu queria que sentisse cada segundo, que soubesse exatamente o que estava prestes a fazer.

Soltei as alças do sutiã devagar, deixando-o cair sem pressa. Minha pele reagiu ao ar, os mamilos duros não pelo frio, mas pela expectativa. Desci a calcinha com a mesma lentidão, sentindo-a escorregar pelas minhas coxas, o tecido úmido denunciando que minha paciência já tinha se esgotado.

Parei ali. Nua. Lisa. Todas as minhas curvas e entradas expostas para ele.

O silêncio foi longo, intenso.

Aproximando-me um passo, sorri.

— E aí? Vai me comer ou não?

E então, tudo se fez em fúria.

Ele veio para mim como uma avalanche, sem aviso, sem controle, e eu o recebi com o mesmo ímpeto. Seu corpo se chocou contra o meu, e num movimento bruto, me envolveu em um abraço quente, puxando-me contra ele. Sua mão desceu entre minhas pernas sem cerimônias, dedos ávidos encontrando meu centro molhado e pulsante. Um gemido rouco escapou da minha garganta quando ele me ergueu no ar com facilidade, minhas pernas se apertando ao redor da sua cintura.

Eu o beijava com fome, sem ar, sem freios. A boca dele me devorava, dentes arranhando, sugando, puxando meus lábios até doer. Saliva, calor, umidade – era tudo crueza, uma batalha onde não existia espaço para delicadeza. Enquanto ele me carregava para o quarto, eu me contorcia contra ele, esfregando-me em seu corpo, sentindo a dureza que pulsava sob o tecido de sua calça.

Ao chegarmos, ele me lançou na cama com um impulso forte, meu corpo afundando nos lençóis macios. Eu ri, ainda desnorteada, ofegante, mas antes que pudesse reagir, vi quando ele começou a se despir para mim.

Seus olhos não desviavam dos meus, o rosto carregado de desejo e posse, como se eu fosse algo que ele esperou por tempo demais para finalmente tomar. Sua camisa voou pelo quarto, seguida da calça desabotoada às pressas. Meu olhar desceu, e ali estava ele – pele quente, músculos rígidos, veias saltando nos antebraços enquanto os dedos corriam pelo próprio corpo, como se quisesse se livrar de qualquer barreira entre nós.

Mas eu não esperei.

Não dei tempo para que ele subisse na cama ou tomasse qualquer iniciativa. Engatinhei até a beirada, deslizando como um animal em caça, os olhos cravados nele. Agarrei seu pau com força, quente e pulsante em minha mão, e puxei para mim, afundando meu rosto contra ele sem aviso.

Ele soltou um som grave, gutural, um xingamento abafado, as mãos indo direto para o meu cabelo. Mas eu já o tinha ali, firme entre meus lábios, e não havia intenção alguma de aliviar seu sofrimento.

Chupei como se tivesse sido feita para isso, como se quisesse quebrá-lo, como se estivesse faminta por ele há muito tempo. Minha boca descia quente e babada, minha língua deslizando ao longo da extensão rija, girando na ponta, sugando com força.

Minhas unhas cravaram em sua bunda dura, puxando-o para mim, guiando-o para que me desse mais, para que tomasse minha boca como quisesse. Eu queria senti-lo perder o controle, queria ouvir sua respiração falhar, queria que ele entendesse que eu estava ali para acabar com qualquer resistência que ainda existisse.

E eu sentia. Sentia a tensão crescendo no corpo dele, os músculos se contraindo, os dedos se enterrando nos meus cabelos, puxando com força, segurando-me como suas rédeas enquanto ele enfiava fundo na minha boca, sem hesitação, sem piedade.

Eu me agarrava aos seus testículos, apertava, puxava, torcia, mordia. Queria arrancar algo dele — um gemido, um xingamento, uma fraqueza. Queria ferir, machucar, fazê-lo sentir dor. Mas ele não cedia.

Ele tomou o controle de mim.

Uma cuspida quente e certeira estalou no meu rosto. Meus olhos se arregalaram antes mesmo de sentir o tapa ardido entre minhas pernas, direto na minha vergonha, me fazendo ofegar em choque.

— Vira a bunda, sua puta. Eu vou te foder até te matar, caralho.

Fui empurrada para frente, virando de quatro como um saco jogado na cama. Peitos afundados no colchão, pernas afastadas, sentia o ar frio batendo contra minha boceta aberta e latejante. O contraste era um choque, um arrepio que me percorreu como um raio.

Ele agarrou cada banda da minha bunda com força, os dedos cravando em minha carne sensível, me arreganhando sem dó. Me machucou, sim. Mas a dor se dissolveu quando senti os dentes dele cravando no meu cú, mordendo, lambendo, provocando até me fazer tremer.

Eu gemia contra os lençóis, os dentes presos no tecido, tentando conter os gritos. Sua mão desceu até minha boceta, esfregando sem delicadeza, sem se preocupar com teorias de prazer ou toques sutis. Era bruto. Era animal.

Era violento comigo.

Os tapas estalavam entre minhas pernas, contra os grandes lábios, me fazendo sentir o ardor queimando na pele. Quatro dedos foram empurrados para dentro de mim, me abrindo inteira, invadindo-me sem paciência. Meu corpo reagiu como uma represa rompida. Eu jorrava líquido para fora, sentia escorrer pelas minhas coxas, molhando tudo.

E então veio.

Uma cuspida quente no meu cu.

Logo depois, um dedo inteiro enterrado sem aviso.

— Não, porra… para! — minha voz saiu falha, confusa entre o choque e o prazer insuportável.

Mas ele não parou.

Forçou-se ainda mais contra mim, as duas mãos abrindo meus buracos, me esticando, me deixando à beira da loucura. Dor. Prazer. Eu não sabia mais a diferença. Eu chorava de felicidade enquanto o orgasmo parecia um fantasma à espreita do nosso lado, rondando, ameaçando me tomar por completo.

Eu iria gozar ali, presa entre suas mãos, dilacerada pelo choque entre o sofrimento e o êxtase. Mas quando meu corpo começou a dar sinais, quando meus gemidos tremeram em antecipação e meu ventre se contraiu, ele parou.

Minha boca abriu em um protesto mudo, minha mente em desespero pelo prazer arrancado de mim.

— Se controla, sua puta. Você só goza quando eu mandar.

E então, sem aviso, ele me tomou.

Seu pau enorme entrou em mim antes que eu pudesse me dar conta, deslizando fundo, sem hesitação, sem piedade. Meu corpo o engoliu inteiro, mas a real noção do tamanho só veio quando urrei de dor ao sentir a porrada que ele deu no meu útero. O impacto reverberou dentro de mim como uma explosão fazendo minha espinha tremer. Meu corpo se curvou para frente, minhas unhas rasgando os lençóis enquanto a sensação me atravessava. Eu estava aberta, vulnerável, entregue ao seu domínio absoluto.

Ele me esmurrava em estocadas, cada investida brutal ecoando pelo quarto, o som seco da sua carne batendo contra a minha se misturando com os gemidos roucos que rasgavam sua garganta. Sua respiração era ofegante, carregada de urgência, e seus gemidos vinham como urros de raiva, como se me punisse por algo que nem ele sabia nomear.

Mal tive tempo de processar a dor do primeiro impacto e meu corpo já estava rendido, me levando para o abismo. Gozei sem aviso, sem controle, como se fosse arrancada de mim mesma e varrida para outro plano. A onda de prazer me consumiu inteira, mas ele não parou.

Ele me manteve ali, presa no ciclo, me forçando a sentir cada segundo daquilo. Tentei me desvencilhar, minhas mãos se agarrando aos lençóis em busca de fuga, mas ele não permitiu. Suas unhas cravaram em minha pele, me segurando no lugar, me prendendo sob ele enquanto continuava a me foder sem hesitação, sem respeitar meu momento.

Eu estava à mercê de seu domínio. Meu corpo já não era meu.

E gozei de novo. E de novo. E de novo.

Era um ciclo vicioso, enlouquecedor. Eu clamava aos céus, gemidos entrecortados, palavras sem sentido escapando da minha boca. Pedia, implorava, sem saber se queria que aquilo parasse logo ou durasse para sempre.

Até que ele cessou.

Minha respiração ainda vinha em solavancos quando senti o movimento atrás de mim. Olhei por cima do ombro e vi sua mão vindo em minha direção, os dedos firmes enroscando-se nos meus cabelos, puxando com força.

— Abre a boca.

Abri sem hesitar, os lábios se separando em obediência, enquanto fechava os olhos por reflexo, esperando o que viria. Mas eu queria ver.

Ele se masturbava diante de mim, o aperto firme no próprio pau, os movimentos ritmados acompanhados de um zunido grave em sua garganta. A tensão corria por seus músculos, e eu sabia que ele estava no limite.

E então veio.

O leite espesso rompeu o ar e me atingiu em cheio.

Olhos, nariz, boca.

Era quente. Pegajoso. O jorro grosso escorreu pelo meu rosto, deslizando em fios quentes pela minha pele. Um sorriso satisfeito se formou em meus lábios enquanto eu passava os dedos lentamente, espalhando, brincando com o líquido que marcava minha pele. Com a língua, limpei o que alcançava, saboreando seu gosto como se fosse um prêmio, lambendo os dedos um por um até estar completamente limpa.

Ele me observava em silêncio. Não disse nada. Apenas se afastou e saiu do quarto, me deixando sozinha.

“Deve ter ido ao banheiro”, pensei.

Meu corpo ainda tremia com os resquícios do prazer enquanto me recostava contra os lençóis bagunçados. O ar cheirava a sexo, e eu ainda podia sentir o eco da violência do nosso encaixe reverberando entre minhas pernas.

Quando ele voltou, apagou a luz trazendo um breu, deitou-se na cama e, com um gesto preguiçoso, me chamou.

Eu pisquei, surpresa. Ele queria mais. Minha admiração cresceu junto com minha excitação.

Subi sobre ele sem hesitar, minhas mãos deslizando pelo seu peito enquanto me encaixava em sua cintura. Meu corpo já conhecia o caminho. Segurei sua base, sentindo o calor e a rigidez inconfundível, e lentamente guiei seu pau de volta para dentro de mim.

Meus seios endureceram no mesmo instante, ficando sensíveis novamente, como se meu corpo tivesse sido reacendido ao primeiro toque. O encaixe era perfeito, apertado, quente.

Eu tinha o controle agora.

E decidi usá-lo para dar um show.

Comecei a cavalgar com domínio e maestria, alternando movimentos profundos e reboladas lentas, deixando-o sentir cada músculo meu se apertando ao redor dele. Suas mãos deslizaram por minhas coxas, guiando meus quadris em seu ritmo. Mas foi quando senti o toque frio de um dedo deslizando pelo meu cu que meu corpo se retesou em resposta. Ele era paciente agora, sem pressa. Apenas me preparava, um dedo explorando com precisão, me acostumando com o que estava por vir. Um liquido gelado foi colocado ali para facilitar o trabalho, o lubrificante ajudaria na tarefa. Ele não pediu-me nada, apenas fazia. E eu sabia exatamente onde aquilo nos levaria, ele iria comer o meu cu, e aquilo me deixava ansiosa.

Eu cavalgava sobre ele, quando de repente fui puxada para si, minha pele colando contra o calor do seu peito. No momento, não entendi sua intenção. “Ele queria me foder naquela posição?” Pensei que seria complicado.

Mas então senti.

Algo que não era ele, nem eu, pincelando minha bunda, roçando sem pressa, explorando, testando o limite da minha entrega.

— Meu Deus… o que é isso? — gritei de susto sem acreditar.

Minha voz saiu em um sussurro trêmulo. Instintivamente, tentei virar para ver, mas sua mão foi rápida, segurando meu rosto, mantendo-me cativa, sem me deixar escapar.

E então, sem aviso, meu cu foi invadido impiedosamente.

Meus olhos se arregalaram, meu corpo inteiro se retesou, e eu juntei todas as forças que me restavam para ver quem era. Mesmo no breu do quarto, mesmo na penumbra do desejo, eu reconheceria aquele vulto, aquela presença.

O cheiro do perfume que impregnava as minhas roupas.

O toque que já fora meu tantas vezes.

Era ele.

Meu namorado.

Minha respiração ficou presa na garganta enquanto ele se enterrava em mim, forçando-me a aceitá-lo enquanto seu amigo continuava a me foder por baixo. O choque percorreu meu corpo como um raio, e eu tremi – de dor, de susto, de um prazer insuportável que eu não sabia nomear.

Eu estava errada.

Eles haviam combinado isso?

Minha mente tentava entender enquanto meu corpo era consumido.

Eu tremia. De dor, de susto, de choque.

Meu corpo estava paralisado entre o prazer e o medo, entre a entrega e a humilhação. Meu cu estava tomado, empalado sem piedade enquanto, abaixo de mim, seu amigo continuava a me foder sem hesitação. Meu peito arfava, minha mente tentava encontrar explicações que não vinham.

Isso era real?

Eles teriam combinado isso? — perguntava-me novamente.

Eu gemi algo ininteligível, um protesto ou talvez um pedido mudo para que continuassem. Mas minha boca não formava palavras. Meus buracos estavam preenchidos ao limite, esticados, espremidos entre os dois homens que agora se moviam juntos dentro de mim, me empurrando de um lado para o outro como se disputassem espaço.

O prazer era um tormento.

Senti tudo ao mesmo tempo — a pressão esmagadora, o calor insuportável, a dor ardida, a súbita urgência em gozar, urinar, explodir, me desfazer. Eu não sabia o que era mais forte. O peso das mãos do meu namorado batendo nas minhas nádegas, os estalos altos da carne contra a carne, ou o modo como eles me empurravam para frente e para trás, uma força contrária à outra, me usando, me consumindo, me transformando em algo que não era mais meu.

Meus gemidos ficaram trêmulos, entrecortados pelo choro que começou a escorrer pelo meu rosto.

— Viu o que acontece, sua vadia? — a voz do meu namorado cortou o ar, fria, impiedosa, entremeada pelos sons de suas estocadas. — Que dar passos maior que a perna!

A cada palavra, ele socava mais fundo, me rasgando sem hesitação. Seu amigo agora se mantinha em silêncio, os olhos cerrados, o rosto marcado pelo prazer e pelo esforço.

Eles se empurravam para dentro de mim, e meu corpo se rendia, pulsava, latejava.

Eu chorei.

E gozei.

Meu orgasmo veio avassalador, o corpo entrando em espasmos descontrolados enquanto minha boceta se apertava ao redor do pau do seu amigo. Meu namorado riu, um som baixo e cruel.

— Olha só para essa vadia… gozando com dois paus dentro dela.

Minhas pernas falharam, e fui segurada por eles, sem força para sustentar meu próprio peso. E então, os gemidos deles ficaram mais roucos, mais curtos, os movimentos ficando erráticos, mais brutos, mais urgentes.

Eu sabia o que viria a seguir.

Meu namorado enterrou-se todo dentro do meu cu, pressionando-me contra o outro, seu corpo tremendo enquanto soltava um rosnado gutural. Um calor viscoso preencheu minhas entranhas. O amigo seguiu logo depois, segurando meu quadril com força enquanto despejava tudo dentro de mim, enterrado o mais fundo que conseguia.

Me senti esvaziada e preenchida ao mesmo tempo.

O quarto ficou em silêncio, apenas as respirações pesadas preenchendo o espaço. Meu corpo tremia, tentando processar tudo aquilo.

Então, sem aviso, meu namorado me empurrou para fora, longe dele.

Caí sobre os lençóis, fraca, atordoada, com líquidos escorrendo por todos os meus buracos sem entender direito o que estava acontecendo. Quando levantei o rosto, vi os dois já se recompondo, pegando suas roupas.

— Se veste — meu namorado disse, a voz fria, sem nenhum traço de carinho.

Eu pisquei, tentando entender.

— O quê?

Ele me olhou de cima, os olhos cheios de algo que eu nunca tinha visto antes.

— Vai embora. E nunca mais procure nenhum de nós.

Meu coração despencou.

— Mas…

— Você é uma infiel. Uma puta que não respeita uma regra básica. — Ele riu, irônico, vestindo a camisa. — Você não queria ter tudo? Agora você não tem, é nada!

Olhei para seu amigo, procurando qualquer traço de hesitação. Mas ele só desviou o olhar, terminou de se vestir e saiu do quarto sem dizer nada.

Fiquei ali, nua, suja, fodida com o corpo ainda tremendo do orgasmo e da humilhação.

Levantei-me em silêncio, peguei minhas roupas espalhadas pelo chão e saí.

A noite estava mais fria agora.

Eu nunca mais voltei para eles.


ATENÇÃO

Sempre é bom lembrar que relações sexuais não consentidas é estupro. Esse conto é uma obra literária fictícia, não sejam idiotas de fazer coisa parecida sem consentimento ok?

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