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1431 palavras
7 minutos
Quando eu perdi minha virgindade!

A minha primeira transa com um menino foi uma coisa viu! Eu era novinha e atentada, vivia fazendo artes por aí, beijava meninos e meninas, o fogo na xota dava para incendiar a cidade. Eu acho que só não fiz nada antes pois não tinha lugar para fazer, tanto que a minha primeira vez foi num quartinho onde guardavam as bicicletas dos moradores do prédio. Eu lembro do dia perfeitamente, pois foi numa sexta feira de feriado prolongado e o condomínio estava deserto e e fui lá euzinha, de saia, me encontrar com ele.

A gente se agarrava mas não fazia nada demais, era tudo por cima da roupa aí eu voltava para casa e tocava uma siririca! Eu me lembro que eu estava doida para pegar o pau dele, mas o menino coitado! Era lentinho demais. Lá embaixo ele estava no play me aguardando e fomos logos para os beijos! Não demorou muito e fomos procurar algum lugar fora das câmeras. Eu lembro que nesse dia eu queria ir sem calcinha, mas não tive coragem e acabei vestindo uma bonitinha qualquer mesmo. Tínhamos acabado de encontrar esse novo esconderijo. O bicicletário não era um local muito visitado e dava para ouvir se a pessoa tivesse se aproximando, seria ali que a gente ficaria.

Lá dentro ele me colocou contra a parede e já veio apertando a minha bunda. Era engraçado como ele fazia isso, ele ficava massageando de um jeito que parecia que ele achava que ia me fazer gozar desse jeito, no máximo que ele conseguia era empurrar a calcinha para dentro! Naquela pegação eu precisava criar coragem até que consegui, coloquei minha mão tateando por cima de sua bermuda e sentindo algo volumoso ali, e ele tinha um belo de um volume. Estava duro que nem pedra, quando apertei pela primeira vez ele deu uma gemidinha e eu fiquei ali aguardando a iniciativa do lerdinho mas nada… Pegação vai, pegação vem… ele começou a beijar meu pescoço e a descer, aquilo me arrepiou toda! Ele dava umas mordidinhas no meu cangote e eu delirava, soltava uns gemidinhos com o intuito de instigar ele, sempre que eu fazia isso ele dava um risinho de satisfeito.

O meu taradinho resolveu ir até meu peito. Eu baixei a alça da blusa e deixei ele com a vista do meu seio direito. Meu peito sempre foi bonito e durinho, a auréola rosada e tamanho pequeno. Eu lembro qual foi a sensação até hoje, estava meio frio no dia e o contraste com sua boca quente e molhada me deu um choquinho e me arrepiou imediatamente, mas esse arrepio foi lá embaixo, sério! Eu sentia literalmente formigando! Minha calcinha esta encharcada, dava para sentir. Acho que ele nunca tinha posto uma teta na boca na vida, ele ficou um tempo enorme com meu peito direito na boca e esqueceu que eu tinha outro! Ele só trocou quando eu tirei dele e coloquei o outro na sua boca. Eu nunca tinha sentido aquilo, ele as vezes dava umas mordidinhas ruins, mas no geral era muito bom! Eu não queria sair dali.

Minha mão nessa hora cansou-se, de apertar por cima das roupas e resolveu libertar o menino de dentro das roupas que eu o seguravam. Era quente, essa foi a minha primeira impressão, eu queria dar uma olhada mas estava mega sem graça! Comecei a fazer o que eu achava que era uma punheta, e achei graça da cara que ele fazia enquanto eu ia e vinha com a mão inábil. Minha mão não é muito grande e eu lembro que eu não conseguia fechar ele muito bem em torno da minha mão. Do nada ele se deu a autoridade de me apalpar por debaixo da saia e por cima da calcinha, eu queria achar ruim, fazer aquele doce sabe? Mas acabei deixando. Ele já tinha me dado uns apertos assim e eu sabia a sensação. Eu queria chupar o pau dele, e ele pareceu ler os meus pensamentos e me pediu antes que eu falasse algo.

Eu me inclinei, peguei na mão e dei uma olhada de perto, meu Deus, pau é gostoso mas é feio né? Meu primeiro pensamento foi: “Como essa porra vai entrar dentro de mim? Vai me rasgar inteira!

Ele era realmente grande, tinha uma cabeça brilhosa, estava molhadinho, ele era circuncidado e achei a cabeça a mais parte mais bonita. Depois claro dei uma cheirada, uma amiga tinha me dado esse conselho e depois enfiei na boca! Eu não sabia fazer boquetes mas eu tinha visto uns vídeos e eu me virei com o quê sabia. Aquela coisa quente na minha boca com tinha uma pele macia era tão bom, o gosto e o cheiro me deixavam mega excitada. Na minha mente eu repetia um mantra “Chupada e punheta!” Eu achei que não ia tão mal, mas o menino tirou ele de mim umas duas vezes para não gozar. Embora eu quisesse continuar ele me pediu para parar, ele queria fazer algo e não conseguia enquanto eu o chupava, quando me puxou para me beijar ele enfiou os dedos dentro a minha calcinha, eu devo ter um botão no grelo que me faz sorrir, só pode, foi só ele relar a mão que eu mostrei os dentes num sorriso para ele. Eu me tremi inteira e meus joelhos não conseguiram sustentar o meu peso, ele me manteve em pé apoiada pela mão que me dedava, imagine a pressão! Eu coloquei uma mão na boca para morder senão eu ia gritar e ecoar pelo prédio inteiro. Eu só conseguia dizer “Me segura, me segura!” Eu tremia e rebolava na mão dele que tentava me dar dedadas desconjuntadas, eu abracei um dos meus braços para conseguir me apoiar em pé. O quê aconteceu foi que quando ele enfiou o dedo imediatamente veio um quase orgasmo e ficou nisso durante um minuto pelo menos, e quando ele finalmente veio eu acho que eu fiz xixi na mão do menino, coitado! Eu senti literalmente algo escorrer, fazendo cócegas entre as minhas pernas. Foi a primeira vez que alguém me fez gozar e eu fiquei muito feliz com aquilo. Meu peito ficou apertado, eu só conseguia soltar chiados, sentia minha cara torta e minha mão doer de tão forte que eu mordia.

Enquanto eu me recompunha eu me abaixei para chupar ele de novo, eu estava gostando de ter um pau na boca. Na verdade eu até hoje gosto muito. Já inteira novamente, ele colocou uma camisinha e eu fui procurar um lugar para sentar ou deitar, não tinha. O jeito foi virar de costas para a parede e arrebitar a bunda pro alto. Ele me segurou pelas ancas e me puxou mais para si, eu queria ver o quê acontecia ali atrás de mim mas não dava. Ele me forçou a me inclinar mais, me deixando quase num ângulo de noventa graus. Eu senti uma coisa me abrindo as carnes e me pincelando, fiquei nervosa e me tranquei com medo de doer, ele tentou umas quatro vezes antes de achar a posição, eu ajudei a mostrar o local certo e finalmente a coisa enorme dele escorregou para dentro de mim e eu soltei surpresa um “Aí carallho!” Cara. Literalmente eu me senti preenchida, eu fiquei mole de novo.

O primeiro movimento dele foi lento, doeu um pouco na real, minhas paredes internas pareciam não querer dar passagem, eu segurei ele proibindo que ele metesse de uma vez, eu tinha medo dele me machucar mas, ele foi gentil, foi bombeando devagar até eu sentir comprimir a minha bexiga e sentir uma vontade enorme de fazer xixi, eu pensei “Aí meu Deus! Agora não!”, quando ele empurrava eu sentia com o a mão o relevo que se formava embaixo do meu umbigo. Até que quando definitivamente eu estava pronta, liberei ele para meter. Ele foi com tudo, socava e batia com força, me dava umas pontadas as vezes que doía mas eu aguentei, eu gemia baixo me contendo para não gritar, eu queria chorar, sentia o saquinho dele batendo no meu clitóris e estranhamente aqui me deu um tesão que foi tema de várias siriricas depois.

Ele gozou e eu achei engraçado, ele começou a fazer um movimento descoordenado, eu fiquei rindo sozinha da situação esperando ele finalizar. A gente ficou ali se beijando mais um pouco e fazendo umas carícias, nos vestimos e saímos passando corredor onde ficava o porteiro que nos chamou e disse:

— Ô… Vocês tem que tomar mais cuidado com as câmeras hein!?

Eu ouvi aquilo, prendi a respiração e corri prédio adentro para a minha casa morrendo de vergonha.

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