Eu sou uma mulher de vinte quatro anos, se eu passasse por você na rua talvez você nem me notasse. Não me acho feia mas digamos que eu estou na média das meninas da minha idade, meu corpo é bonito mas raramente eu uso roupas que favorecem ele, sempre optei por conforto à beleza. Uma característica minha são meus óculos. Eu adoro essas armações enormes e acho que me dá um ar nerd bem legal. Eu namorei homens minha vida inteira e nunca me interessei por mulheres. Eu conseguia achar elas bonitas e gostosonas mas sexualmente falando nunca me atraiu muito. Tudo começou depois de uns dois relacionamentos ruins que eu tive, e não pense que eu comecei a procurar mulheres por algum tipo de trauma ou coisa assim, isso não é verdade. Eu estava solteira tinha um tempo e a curiosidade sobre mulheres foi aparecendo lentamente. A primeira vez que eu tive atração foi quando estava assistindo um pornô e me peguei seguindo a atriz vendos outros videos dela.
Quando eu aceitei mais a ideia de que eu gostava de mulher e não sabia disso me peguei excitada vendo as meninas na academia trocando de roupa e aí eu decidi que eu queria experimentar sair com garotas.
Eu conhecia meninas que eu poderia ficar para experimentar sem problemas, elas super me pegariam e inclusive muitas já deram em cima de mim. Mas eu sou uma pessoa muito reservada e não queria que alguém soubesse. Eu pensei em procurar em um aplicativo de relacionamentos, eu já tinha um perfil lá, então dei uma atualizada e coloquei novas fotos e comecei a procurar meninas que me interessavam. Foi difícil, quando eu dizia que nunca tinha feito nada com mulheres, muitas delas simplesmente me ignoravam, ou queriam compromisso ou não queriam curiosas. Apareceu algumas garotas que pareciam ter um fetiche com isso, em comum, todas fizerem um milhão de perguntas e pediam fotos.
Eu conheci umas três meninas na filtragem final e marquei de conversar com uma chamada Tatiana, ela uma loirinha muito bonita, ela tinha um cabelo cacheado de cor de mel bem clarinho, ela era baixinha e tinha peitos grandinhos. Eu estava tarada em peitos. As outras duas só conversavam e nunca queriam partir para um encontro.
Nosso primeiro encontro foi em um shopping, eu já sabia tudo sobre ela, conversamos todos os dias por mais de uma semana, ela tinha dito que não era assim tão experiente e que só tinha ficado com três meninas e que ela estava meio que no armário também. Pegamos um cinema onde tivemos nosso primeiro beijo.
— E aí gata! Tá sozinha? — falou tentando imitar um menino bobo.
— Estou com uma amiga! — respondi.
— Quê isso… Bonita desse jeito e com amigas?
A conversa era pura bobagem, no meio do filme ela me abraçou e me deu uns beijinhos bem rápido, tinha muita criança no cinema e a gente não quis chamar a atenção. Eu lembro que o beijo foi um carinho doce. Tinha gosto de batom, e o toque era muito mais suave.
— Acabou o filme, vamos fazer o quê? — perguntei.
— Quer ir para a minha casa? Eu falo para minha mãe que você é minha amiga e vai dormir lá!
— Dormir? Não sei…
— A outra opção é motel ou sua casa!
— Minha casa não rola, e motel eu acho meio paia entrar de Uber.
Eu aceitei ir para casa dela que era bem perto do shopping, eu estava meio receosa, queria um lugar mais tranquilo sem olhos e ouvidos, mas ela me garantiu que ninguém ouviria nada, bastava não gritar.
Na casa dela, foi estranho demais, a família dela estava na sala e eles ficaram olhando para a minha cara como se soubessem o que a gente ia fazer, me deu vontade de ir embora dali na mesma hora. Eu estava vermelha de vergonha!
— Vem vamos pro quarto, eu vou te arrumar uma roupa! — disse ela me puxando pela mão.
— Preciso de um banho, estou o dia inteiro na rua.
— Eu também, vem, vai você primeiro. — ela ordenou me entregando uma toalha.
Tomamos banho separadas, eu lavei minha calcinha e deixei secando no quarto mesmo, não queria ninguém olhando minhas calcinhas por aí, coloquei um pijama de borboletinhas e uma camisa comprida que ela me deu. Eu estava confortável. Fiquei no quarto esperando que ela voltasse para que fizéssemos alguma coisa, e ela retornou após seu banho — apenas de toalhas.
Quando eu a vi eu soube que era o momento, ela estava com cara de quem ia aprontar algo, trancou a porta do quarto e fechou a cortina para vizinho nenhum ver. Ela ficou de pé na minha frente.
— Eu tenho um presente para você! — disse ela feliz.
— O quê é? — eu me fazia de boba para entrar no jogo dela.
Ela soltou a toalha e eu puder ver seu corpo inteiro nu na minha frente, ela era definição da perfeição, meus olhos demoraram para percorrer seu corpo todo. Não havia nada de errado ali. Ela não tinha nenhum pelo no corpo, seus seios eram perfeitos. Ela dançam devagar uma dança sem música para me seduzir. Eu queria ter dito algo mas eu fiquei completamente muda. Lentamente um calor subiu. Eu tinha que dizer algo e não sabia o quê!
— Meu Deus, estou com calor… O quê eu faço?
Ela riu de mim.
— O quê você tiver vontade!
Ela sentou no meu colo e me beijou, seu lábio era macio e tinha um gosto fresco, eu a abracei trazendo-a mais para perto de mim, eu respirar seu ar. Seu corpo era macio e não tinha a rigidez dos músculos de um homem, eu tive a sensação de segurança onde ela jamais iria me machucar. O quê eram beijos tímidos tornaram-se beijos apaixonados, minhas mãos apertavam parte do seu corpo firmeza agora.
— Vem cá pequena sapatão, beije aqui… — falou empinando os seios para eu escolher.
Eu ri, e aquela oferta me inspirou desejo. Eu achei que ficaria mais nervosa, eu tinha medo de travar! Estaria mais relaxada se não tivesse pessoas no outro cômodo ou se não fosse a minha primeira vez com ela.
Eu toquei seus seios com as duas mãos, em nome de Deus eu fiz tudo aquilo que eu gostaria que tivessem feito com meus peitos. Ela se acariciava discretamente, eu vi sua mão entre as pernas. Sua boca estava aberta e ela tentava fazer silêncio aos meus toques. Eu sugava seus mamilos que tinha quase o mesmo tom de sua pele e mordiscava lentamente assoprando, eu sabia que eu causava sensações. Eu queria morder com força os peitos dela, sentia algo animal querendo devorá-la inteira. Aquela massa rija sob minhas mãos me excitava cada vez que eu apertava com suavidade.
— Tira a blusa também? — me pediu ela…
— Deixa eu tirar tudo logo falei?
Eu arranquei tudo que me cobria, eu não sabia muito o quê fazer, então pulei para cima dela novamente e me entrelacei entre suas pernas e braços, é impossível descrever a luta estranha que travamos nos esfregando uma na outra enquanto beijos eram dados e mão buscavam qualquer lugar para se segurar como se fossemos cair.
Eu não havia a tocado ainda, por algum motivo eu tinha algum receio e ela não me forçou a nada nem tampouco pediu, mas ela ao contrário de mim não tirava a mão dentre minhas pernas, me estimulava sem parar, mudando sempre a cadência para provocar em mim o que desejava. Diferente dos rapazes que eu fiquei, reparei que ela sabia onde colocar os dedos e sabia o jeitinho certo para penetrar, tudo que ela fazia me soava correto e aqueles estavam sendo as melhores preliminares que eu tive na minha vida.
Ficou melhor quando abruptamente ela parou seu rosto na frente do meu e simplesmente sorriu para mim com um rostinho de menina levada e escorregou para entre as minhas pernas beijando tudo que tinha pelo caminho. Quando ela passou pelos meus seios eu tentei fugir, eu sempre tive peitos sensíveis e ela e aproveitou disso. Ela me chupou forte, dava leves torções com os dedos e beliscava com as unhas, percebi que ela usava a saliva do beijo para só depois usar os dedos, aquilo deixava o toque bem melhor.
Suas unhas andavam arranhando minha barriga causando enorme calafrios, eu fiquei empurrando sua cabeça para baixo como os homens costumam fazer com a gente, era uma brincadeira! Ela reclamou rindo com um sonoro —“Eeeeii!”.
— Pode pular a barriga — falei quase dando uma ordem.
— Sim senhora apressadinha.
Eu abri as minhas pernas me arreganhando toda fazendo galhofa, e isso foi motivo de gargalhadas que terminaram quando sua boca a tocou. Imediatamente eu fiquei mole e a minha boca que ria ficou mole, um segundo beijo e meus olhos se fecharam e quando um toque suave de sua mão acariciou em volta do meus grandes lábios um gemido baixo foi ouvido. Eu sentia sua língua quente na minha pepeca molhada apertando meu clitóris, um desespero se formava na minha cara pela minha capacidade de controlar meu corpo que era atacado por espasmos involuntários. Ela cadenciava o ritmo me observando para descobrir como eu sentia prazer. Dois dedos dentro de mim alguns centímetro da entrada na área superior era onde ela focava com uma pequena pressão, era como se massageasse meu clitóris por dentro e por fora. Um som alto de molhado podia ser ouvido no quarto, eu estava encharcada e pronta para ter um orgasmo.
Ele não veio de surpresa, veio lento e num crescendo continuo e chegou ao auge e não quis ir embora. Todos os meus músculos se retesaram que me senti a minha alma trancada no meu corpo.
— Eu … tou… gozando… — foi o quê eu tentei dizer.
Se ela ouviu eu não sei, eu tentei não gemer alto, e fiz o meu melhor. Ela só parou de me chupar quando minhas pernas não conseguiram mais ficar suspensas eu perdi todas as forças ficando abandonada como um corpo sem vida naquela cama. Eu virei para o lado e fiquei rindo de felicidade, eu não sabia o motivo de estar tão feliz mas eu ria de prazer de estar ali. Tudo o quê ela me pedisse eu faria… E ela pediu a coisa que eu mais temia.
— Mocinha, sua vez! Está preparada?
— Sim. — menti, era a coisa certa a se dizer, eu ainda tinha um pouco de receio de chupar uma mulher, desculpem-me se pareço fresca, mas eu sei tudo que sai de dentro de uma boceta e isso me dá certo nojo. Mas jamais ia dizer que não depois de receber uma chupada daquelas, eu me sentia obrigada a retribuir.
Ela se deitou e repetiu o meu gesto arqueando as pernas fazendo palhaçadas. Eu estava nervosa. Eu tinha uma visão completa dela, seus lábios eram da mesma cor da pele dela, ela era muito branca, quase sem pelo nenhum e suas formas eram muito perfeitinhas, parecia uma menina na primeira fase da puberdade. Eu me acomodei me deitando para chegar o rosto próximo de sua virilha e fui atacada por seu cheiro inebriante e levemente salgado. Senti meu corpo arrepiando e me vindo um tesão enorme, já tinha ficada excitada com os cheiros do sexo antes, mas era cheiro de homem e não de mulher. A sensação animal de desejo era a mesma.
Eu olhava para aquela coisa molhada na minha frente e não sabia por onde começar. Algo que sempre gostei é de uma lambidinha de leve na virilha e foi isso que eu fiz. Passei a ponta da língua e deixei que meu hálito quente lhe causasse um frisson, ela rebolou para mim e senti sua pele se arrepiar. Sua entrada escorria mel e eu peguei um pouco com o dedo para experimentar, era salgado e eu sentia que poderia me lambuzar com a aquilo a noite toda. Comecei a lamber seus grandes lábios usando os dedos para percorrer eles por dentro, ela gemia e se contorcia com o meu toque. Quando comecei a chupar seus pequenos lábios minúsculos ela gemeu e se torceu me apontando seu clitóris que toquei com a língua aberta dando uma lambida forte terminando com uma sucção demorada.
Na verdade, nessa hora eu nem lembrava que era minha primeira vez fazendo aquilo, que pessoas poderiam nos ouvir ou dos meus receios, eu estava me entregando com um animal faminto e chupei com todo o tesão que eu sentia. Quanto mais ela escorria mas eu chupava, escorreguei a língua em provocação no seu buraquinho.
— Você gosta aqui? — perguntei baixinho.
Ela não me respondeu mas virou-se de lado me oferecendo espaço para fazer, e lambia seu ânus habilidosamente sempre alternando a carícia com a língua e aumentando e diminuindo a pressão. Meus dois dedos indicadores e médio massageavam-na por dentro e meu polegar se opunha ao seu clitóris. Eu não tinha chupado ele propriamente quando ouvi seus gemidos ficarem mais rápidos curtos, ela continha o volume enfiando uma ponta do travesseiro na boca, eu só aumentei o ritmo para ver o quê acontecia e ela gozou para mim — forte, violento e desesperador. Ela se tremeu e fugiu de mim, mesmo depois de não a estar mais tocando ela se manteve afastada e encolhida tendo espasmos.
— Caralho garota! — falou rindo toda satisfeita. — Vamos respirar um pouco vamos?
— Nada disso, eu quero mais… Tou gostando dessa brincadeira.
O cheiro de boceta impregnava o ar e isso me excitava. O quarto mesmo com o ar ligado não dava vazão ao calor que nossos corpos emanavam. A gente praticamente não dormiu à noite, ficamos acordadas fazendo peripécias, quem sabe eu não continue essa história um dia?