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2169 palavras
11 minutos
Aprendendo a chupar bucetas

Uma descoberta intensa e irresistível: um encontro repleto de desejo e curiosidade, onde duas mulheres exploram novas sensações e ultrapassam seus limites.

CapĂ­tulo 6#

Ela captou minha mensagem com perfeição, soltou um riso sacana e terminou a fatia de pizza sem pressa. Depois, juntas, arrumamos a bagunça. Não queria pensar no Junior, não queria que ele tomasse espaço na minha mente agora. Aqueles pequenos momentos com Manu, de cumplicidade casual, me davam um vislumbre do que poderia ser um relacionamento leve, sem cobranças sufocantes.

Quando lavei o Ăşltimo prato e sequei a pia, senti o olhar dela sobre mim. Um brilho travesso, um convite silencioso.

— Quero te mostrar meus brinquedos. Quer ver? — A voz dela veio carregada de malícia, e meu coração deu um salto.

— Claro que quero! Tô precisando renovar meu estoque. — Sorri, disfarçando a súbita excitação.

— Só não surta, eu tenho um monte. Vem ver.

Ela me puxou pela mão, e seguimos como duas crianças prestes a descobrir um tesouro proibido. No quarto, Manu abriu o guarda-roupa e puxou uma enorme caixa de papelão vestida de adesivos antigos e cores vibrantes. O barulho dos objetos se chocando lá dentro despertou minha curiosidade. Quando ela abriu, meu queixo caiu.

— Caralho, garota… tem coisa pra abrir um sex shop aqui!

Ela riu, jogando os cabelos para trás.

— Eu levo a sério minha diversão.

Meus olhos percorriam a coleção de vibradores, plugs, cremes, algemas e outras coisas que eu nem sabia como nomear. Meu dedo deslizou sobre um deles, mas antes que eu pudesse pegar, Manu puxou um brinquedo e ergueu no ar com um sorriso vitorioso.

— Olha esse aqui!

Um formato curioso, que lembrava um dinossauro, com uma ventosa na ponta. Franzi a testa, analisando a peça sem entender.

— Como usa isso?

Ela me olhou de lado, os lábios se curvando num sorriso lento.

— Quer que eu mostre?

Meu estĂ´mago revirou em expectativa, a adrenalina correndo solta pelo meu corpo.

— Quero… — Minha risada saiu mais rouca do que eu esperava.

Ela tomou o brinquedo das minhas mãos, mas, antes de qualquer coisa, selou seus lábios nos meus, firme, quente, deixando claro que o jogo estava só começando. Depois, me puxou para a cama, e eu já fui arrancando a calcinha, pronta para a experiência.

Tudo com Manu era assim… fácil. Descomplicado. Excitante. Eu, que sempre achei que mulheres não eram minha praia, estava curtindo aquilo mais do que deveria.

EEu me ajeitei na cama, recostando-me na cabeceira e empilhando alguns travesseiros atrás de mim, do jeito que costumava fazer quando estava sozinha. Manu se acomodou entre minhas pernas, segurando o aparelho ainda desligado, mas, em vez de usá-lo de imediato, lançou-me um olhar malicioso, os lábios se curvando em um sorriso carregado de intenção.

— Deixa eu dar uma molhadinha nisso… — murmurou, a voz baixa e cheia de malícia.

Meu coração pulou no peito.

— Você vai me chupar? — perguntei, surpresa, sentindo um arrepio percorrer minha espinha.

Ela mordeu o lábio antes de responder.

— Vou tentar, tá?

— Mas assim… do nada? — Meu peito subia e descia, uma mistura de excitação e nervosismo.

— Tem que ser agora, porque eu juntei muita coragem pra isso… — admitiu, desviando o olhar por um instante antes de voltar a me encarar com aquele brilho intenso.

Franzi a testa, surpresa. Até aquele momento, nunca tínhamos feito aquilo. Manu sempre dizia que, na única vez em que a coisa tinha evoluído com outra mulher, ela travou. Eu, por outro lado, nunca nem havia beijado uma mulher antes de conhecê-la. Estávamos ambas explorando juntas, desbravando um território novo, cúmplices nessa descoberta.

Era um começo inusitado, mas a minha excitação disparou rapidamente. Meu desejo cresceu de uma forma que eu não esperava, e eu queria vê-la, queria observar cada movimento dela. Mas quando seus lábios pousaram em minha virilha, depositando pequenos beijos, meus olhos fecharam sozinhos, e meu corpo reagiu de imediato, se contraindo levemente, como se aguardasse o impacto de algo muito maior.

Eu sĂł sentia.

Os beijos tímidos, suaves, provocantes, descendo lentamente, se aproximando do meu centro com uma hesitação carregada de desejo contido. Meu peito subia e descia rápido, a respiração errática. Quando sua boca tocou meus grandes lábios, um arrepio percorreu meu corpo inteiro, e, sem pensar, arranquei minha blusa de uma vez, como se precisasse me livrar de qualquer coisa que me prendesse naquele momento.

Então, a língua dela se tornou brutal. Seus lábios chupavam, davam beliscões leves e me abriam, puxando minhas bandas para revelar tudo o que havia dentro. Suas mãos apertavam minhas coxas enquanto eu segurava meus próprios seios, massageando, brincando com os mamilos duros.

Um gemido bobo escapou da minha boca antes que eu pudesse controlar.

— Ainn… isso… é bom!

— O gosto dela é muito bom, cara… o cheiro nem se fala.

E então tudo virou uma bagunça deliciosa. A boca dela ficou insaciável, incontrolável, beijando, sugando, chupando, esfregando, tentando me devorar inteira. Sua língua deslizava molhada por todo o meu sexo, ora pressionando meu clitóris, ora tentando me invadir com desespero. A cada lambida, a cada movimento de sua boca quente e úmida, meu quadril se erguia por instinto, buscando mais.

Quando seus dentes beliscaram meu clitóris de leve, um arrepio violento percorreu minha espinha, e minhas unhas se cravaram nos lençóis.

Ela tinha o timing perfeito. Cada toque, cada sugada, era como se ela conhecesse meu corpo tĂŁo bem quanto eu mesma.

Mas então… ela se afastou.

— Vou usar o negócio, tá?

Minha mente ainda estava em torpor, pulsando de desejo.

— Ahn? Não… continua! Não gostou?

Ela lambeu os lábios brilhantes antes de sorrir, ainda ofegante.

— Gostei, mas quero te mostrar outra coisa…

Eu não insisti. Talvez ela ainda não estivesse totalmente confortável com aquilo.

Ela pegou o sugador e o ligou, o barulho baixo preenchendo o quarto. Sua boca brilhava com meu prazer, e eu ri, limpando o canto de seus lábios com o polegar antes de puxá-la para um beijo. Então, Manu posicionou o sugador sobre mim. A sensação foi estranha no início — um puxão direto, pequeno, preciso. Mas a vibração me atingiu rápido. Meu corpo estremeceu, meu quadril se moveu sozinho, e um gemido saiu abafado.

— É só manter aqui, segura você. — Ela guiou minha mão até o aparelho.

Abri os olhos, sem entender direito, mas segurei no lugar, procurando a melhor posição. Enquanto eu me acostumava à nova sensação, Manu se sentou ao meu lado, inclinando-se direto para um beijo. Suas mãos desceram, encontraram meus seios, os dedos brincando, apertando devagar.

E entĂŁo, sua boca quente fechou-se sobre meu mamilo.

— Puta merda… mais cinco segundos assim e eu gozo! Posso? — Minha voz já era um gemido descontrolado.

— Goza, vai… goza pra mim!

Minha cabeça tombou para trás, e meu corpo se arqueou contra a cama. O sugador vibrava no ritmo exato, sugando meu clitóris sem piedade, enquanto a boca dela sugava meu peito com a mesma intensidade. Manu alternava entre mordidas e chupadas profundas, sua língua brincava com a ponta rígida, e o choque duplo de estímulos me jogou direto no abismo.

O orgasmo veio brutal, descontrolado, arrancando-me da realidade. Meu ventre se contraiu, e uma onda quente subiu das minhas entranhas até a ponta dos dedos. Meus mamilos latejaram dentro da boca dela, meu quadril se ergueu, minhas pernas tremeram como se perdessem a força.

— Manu… caralho… — foi tudo o que consegui soltar antes de a última onda me dominar inteira.

Meus olhos se fecharam, minha boca ficou entreaberta, sem conseguir respirar direito. O sugador ainda vibrava contra mim, estendendo os espasmos, arrancando pequenos tremores de prazer mesmo depois do clímax. Manu não parou de chupar meus seios, sugando devagar, me mantendo no ápice por mais tempo. Quando meu corpo finalmente relaxou contra os lençóis, minha respiração estava curta, meus músculos ainda se contraindo aqui e ali.

Ela soltou meu mamilo com um “plop” úmido e riu contra minha pele.

— Gostosa pra caralho gozando assim…

Ficamos ali deitadas por um minuto inteiro, recuperando o fôlego, meu corpo ainda tremendo em espasmos involuntários. O simples contato da minha boceta com os lençóis era o suficiente para me arrancar arrepios, me fazendo soltar risinhos nervosos entre a respiração descompassada.

Virei para Manu e a abracei, aninhando-me contra ela enquanto olhávamos para o teto, o calor de nossos corpos misturado, ainda pulsando com o resquício do prazer.

— Sua vez agora, né? — murmurei, sorrindo. — Qual você gosta de usar?

Ela virou o rosto para mim, um brilho travesso nos olhos.

— Esse é meu favorito atualmente, porque uso mais pra relaxar… Mas eu gosto mais de penetração, sabe? Pega um lá que você queria usar comigo.

— Tá bem.

Me levantei, ainda sentindo as pernas bambas, e fui até a caixa de brinquedos dela. A variedade era absurda, mas o que mais chamou minha atenção foram os consolos grandes. Peguei um deles, um que tinha uma textura macia, realista, quase quente ao toque. Meus olhos voltaram para Manu, que me observava curiosa, e sem pensar duas vezes, enfiei a ponta na boca, simulando um boquete, encarando-a com malícia.

— Esse?

Ela riu, mordendo o lábio.

— Esse é dos bons! Mas é meio grande… devagar, pelo amor de Deus…

— Ah, para de frescura, sua arrombada!

Ela gargalhou, jogando a cabeça para trás, e então se deitou na mesma posição que eu estava minutos atrás.

A etiqueta mandava que eu retribuísse a chupada que ela me deu, mas um frio subiu pela minha espinha. Meu coração acelerou, e um nervosismo inesperado me dominou. Eu tinha um certo nojinho de colocar a boca ali, e essa barreira invisível me travou por um instante. Mas então Manu abriu as pernas para mim, e a visão me pegou de jeito. Ela estava completamente molhada, inchada, exposta para mim como um convite indecente.

Respirei fundo. Se a comida estava posta na mesa, era meu dever ao menos experimentar.

Engoli seco e deslizei para o meio de suas pernas, sentindo meu corpo esquentar com a expectativa do que estava prestes a fazer. Eu respirei fundo como se fosse dar um mergulho e caí de boca. O gosto era bom, a temperatura quente, mas a textura, essa sim, era suave ao toque dos meus lábios. Molhada, irradiava tesão, me causava um frisson enorme nos lábios. Era como se eu masturbasse minha língua, dançando com ela ali.

Não houve nojo. Na verdade, o meu desejo era esfregar meu rosto todo naquele lugar como uma faminta. Eu não lembro da reação dela ao meu toque; poderia estar uma merda para ela, e eu nem me dava conta. Só percebi que estava perdida no tempo quando ela me segurou pela cabeça e falou, entre gemidos e respiração entrecortada:

— Diminui a intensidade, amor… Tá indo rápido demais, assim eu não vou aguentar, cara…

Eu ri. Pela expressĂŁo dela, eu devia estar fazendo aquilo muito bem. EntĂŁo resolvi pegar o vibrador. Sempre quis ver de pertinho um pau entrando assim, e aquilo seria minha chance.

Forcei a cabeça do brinquedo ali, empurrando devagar, vendo Manu rebolar para engolir aquilo tudo. Parei quando senti uma resistência no final – a coisa era comprida, e ela engoliu quase tudo. Continuei com a boca no seu grelo, chupando continuamente, e deixei o trambolho entrando e saindo, observando seu corpo reagir.

— Amiga… — ela gemeu, a voz carregada de necessidade.

— O quê? — sussurrei, sem interromper o movimento.

— Faz isso comigo de quatro?

Ela se virou antes mesmo que eu respondesse. E a visão me chamou a atenção de um jeito quase primitivo. Sua bunda fazia um formato perfeito de coração e sua boceta, agora aberta e exposta, me fazia engolir em seco. Dava para ver parte dela por dentro, latejando, e o cuzinho, pequeno, cravejado em ruguinhas bonitinhas, parecia ali apenas esperando algo.

Posicionei novamente o vibrador e empurrei.

— Quer rápido? — perguntei, mal reconhecendo minha própria voz.

— Não… Eu quero que você me bata!

Meu Deus. Essa coisa de bater nunca foi muito a minha praia. Era mais fácil chupar boceta. Mas tá, abri a mão e dei um tapão enquanto empurrava aquilo nela. O movimento que ela fazia era descompassado com o meu, e eu tentava criar um ritmo entre tapas e enfiadas.

Pensei que seria legal falar umas coisas.

— Goza, sua cachorra… goza!

E ela, quando ouviu, depois de levar mais uma tabefa na raba, me obedeceu.

O corpo dela inteiro tremeu, o gemido veio engasgado e rasgado, um som carregado de prazer bruto. Seus dedos se agarraram nos lençóis, puxando com força enquanto os espasmos tomavam conta do seu corpo. Seu cuzinho piscava involuntariamente, a boceta engolindo e cuspindo o vibrador, molhando tudo embaixo dela.

Ela gemeu mais alto quando uma Ăşltima onda de prazer percorreu sua espinha, suas pernas cederam, e ela afundou o rosto no colchĂŁo, rindo, ainda sem fĂ´lego.

— Puta merda… — ela suspirou, a voz arrastada pelo prazer.

Eu sorri, mordendo o lábio, observando sua pele arrepiada, seu corpo ainda pulsando, as coxas brilhando com os resquícios do orgasmo. Me inclinei, mordiscando sua nuca e sussurrei:

— Quem diria, hein? Você goza obedecendo ordens…

Ela riu, virando o rosto para me olhar. Os olhos dela estavam brilhantes, satisfeitos, ainda cheios de desejo.

— É que quando mandam direito… eu obedeço mesmo.

Eu ri e me joguei ao lado dela, sentindo o corpo ainda vibrar com a intensidade daquilo.

— Chefinha…

Ela mal conseguia respirar

— Oi, amor.

— Se você vai ficar me dando ordens eu quero horas extras!

— Eu pago de bom grado, do meu bolso.

E nos beijamos.

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