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2154 palavras
11 minutos
Corno de casa também faz milagres

Capítulo 7#

Essa história aqui é real, tô mandando pro site pra compartilhar com vocês e, dependendo se você for alguém realmente legal, quem sabe eu não compartilho minha mulher também. Mas não pense que sempre foi assim não. Antigamente, nunca que eu deixaria outro macho sequer olhar pra minha esposa; essa coisa de ser corno nunca me agradou. Ela vivia me provocando, lançando indiretas sobre festas de troca de casais ou de trazer alguém pra nossa cama, mas eu sempre disse não, firme e forte. A ideia de ser chamado de corno era algo que não entrava na minha cabeça — eu queria era uma mulher pra um ménage, isso sim. Só que ela, esperta que só, dizia que toparia pegar outra mulher só se tivesse outro homem junto. Imagina? Eu, aceitar virar corno assim, na maior naturalidade? Não era corno pra concordar com isso — ou pelo menos não era naquela época.

Hoje, aqui na rua, todo mundo já me conhece como o corno oficial. Não faço mais questão nenhuma de esconder. Já briguei, já perdi a cabeça, já quis matar, mas hoje tô tranquilo, aceitei minha condição de corno assumido numa boa. Quer saber? Sou feliz assim mesmo. Minha mulher me ama, e não é porque ela sai dando pra outros caras que sou infeliz, não. Pelo contrário: sempre que ela volta dessas aventuras com outro, chega em casa desesperada pra dar pra mim, alucinada de tesão, mostrando o quanto gosta mesmo é do corno aqui.

A gente só chegou nesse ponto porque ela veio um dia com um papo sério de separação. Na minha cara, sem rodeio algum, disse que eu não dava conta sozinho, que não satisfazia completamente ela na cama, e que o problema não era exatamente comigo, mas com o fogo insaciável que ela sentia. Pra resumir: ou eu aceitava virar corno consciente, ou ia perder minha mulher de vez.

Pra minha primeira experiência oficial como corno, combinamos que eu ia assistir tudo. Preferi assim, mergulhar logo nesse universo maluco, encarar a realidade de frente, do que ficar em casa me consumindo em ansiedade, imaginando cenas que não podia controlar. E foi assim que aconteceu: a primeira vítima da minha mulher foi um moleque da academia — rapaz novo, forte, musculoso, uns cinco anos mais novo que ela, nem 30 anos tinha ainda. Aquele tipo perfeito pra deixar uma mulher excitada e fazer de qualquer marido um corno feliz.

Durante a tarde, eu já morria de ciúmes, inquieto só de ver minha mulher se preparando pra dar pra outro. Ela fez questão de limpar a casa toda e ainda me obrigou a ajudar, rindo, me chamando de corninho, mandando eu me comportar porque mais tarde ia ser um grande momento. Eu fingia que não ligava, mas cada vez que olhava pra ela escolhendo lingerie, se depilando, se maquiando, tudo aquilo só pra outro macho, minha raiva queimava por dentro. Mas era isso ou nada.

Quando a noite chegou, o cara apareceu. Me cumprimentou meio sem jeito, claramente tentando fazer amizade, mas eu estava puto por trás da máscara de quem aceitava aquilo numa boa. Sentei no sofá, assistindo tudo, enquanto minha mulher e ele ficavam juntos, trocando risadinhas, conversando baixinho como se fossem dois adolescentes excitados. Eu queria que aquilo acabasse logo, mas ela, safada, fazia questão de me provocar. O filho da puta colocou a mão na perna dela, deslizando devagar, e soltou um:

— Você é gostosa demais.

Eu só pensava: Fode logo essa porra e acaba com isso. Mas não, eles tinham que fazer todo um joguinho antes, porque minha mulher, a piranha que eu amo, sabia que eu estava puto e adorava me provocar. Ela foi se chegando mais pra ele, sorrindo maliciosa, como se quisesse me deixar cada vez mais na cara do corno que eu era.

Até que começou.

— Nossa, garoto, que volumão você tem…

— Gostou? — Ele respondeu, apertando o pau por cima da calça.

— Deixa eu ver?

Minha mulher, sem cerimônia, desceu a mão pela perna dele, roçando devagar até chegar ao volume, apalpando sem pressa. Eu ali, parado, bobo, me sentindo um corno completo, mas incapaz de tirar os olhos dela. Ela era uma mulher sedutora demais, hipnotizante, e por mais que eu estivesse puto, meu corpo reagia ao que via.

Então, ela o beijou. Não foi um beijo qualquer, foi daqueles demorados, molhados, de língua, os dois corpos diminuindo a distância. Ele a puxou para mais perto, segurando firme, mas ela resistiu ao impulso de sentar no colo dele — ela queria algo diferente. Com um sorriso de canto, abriu a braguilha da calça do cara e puxou a rola pra fora. Eu me estiquei, curioso, querendo ver o pau do sujeito. Era grande. Grande mesmo. E aquilo me fez pensar: Tomara que broxe.

Mas não broxou. Pelo contrário. O cara já tinha as mãos nos peitões dela, massageando, enquanto minha mulher, sem pressa, tirava a blusa, ficando só de sutiã. O menino parecia que nunca tinha visto um peito na vida. E, convenhamos, os peitos dela são de impressionar qualquer um — grandes, volumosos, chamativos. Até eu, que já conhecia cada centímetro daquele corpo, sentia meu pau ficando duro só de ver aqueles seios ali, à mostra, sendo explorados por outro homem.

Ela estava ali, sentada na ponta do sofá, olhando pra ele com aquele brilho nos olhos, a expressão de uma mulher faminta. O cara, ainda um pouco sem jeito, hesitou ao tirar a calça, mas não demorou a se livrar de tudo, exibindo um corpo seco, só músculo, do tipo que faz qualquer mulher babar. E a minha, claro, não era diferente. O rosto dela se acendeu num misto de excitação e desejo puro. Sem perder tempo, puxou ele mais pra perto, segurando pela cintura, e sem usar as mãos, simplesmente deixou que o pau dele encostasse nos lábios. Primeiro, um beijo leve na ponta, a língua deslizando de um lado pro outro, provocando, sentindo o gosto dele. Depois, sem cerimônia, abriu a boca e o engoliu mole mesmo, sugando devagar, deixando a língua trabalhar.

As mãos dela? Não estavam ali pra ajudar. Uma deslizava pela bunda do cara, apertando firme, puxando pra frente, incentivando ele a meter mais na boca dela. A outra, brincava com o saco, massageando, sentindo o peso. Cada vez que ela afundava a boca mais, um estalo molhado ecoava pela sala, e eu ali, parado, assistindo, sentindo meu pau pulsar dentro da calça.

Ela gemia enquanto chupava, soltando pequenos sons abafados, como se realmente estivesse apreciando aquele momento. O cara soltou um suspiro pesado, passou a mão nos cabelos dela, puxando de leve, incentivando que ela fosse mais fundo. Minha mulher, sem hesitar, deixou a cabeça cair para trás um pouco e, em um movimento lento e provocante, afundou a boca até o fundo, engolindo tudo.

A garganta dela apertou, dava pra ver pela forma como ela arqueou as sobrancelhas, o jeito que os olhos se fecharam enquanto segurava a respiração. Segundos depois, voltou, sugando devagar, fazendo um som molhado e indecente.

Eu ali, assistindo, só consegui pensar: Tomara que ela enfie o dedo no cu dele.

Minha mulher estava ali, ajoelhada no sofá, empinando aquela bunda enorme, oferecendo-se como a verdadeira piranha que era. O cara, duro feito pedra, posicionou-se atrás, já segurando o pau com a intenção de meter direto, sem nem preparar.

— Vai chupar a mulher não, animal? Vai meter no seco? — soltei, irritado com a pressa e a falta de jeito do moleque.

Ele me olhou com uma cara de idiota, claramente sem saber o que responder. Moleque novo, ruim de cama, provavelmente daqueles que tem nojo de boceta. E minha esposa, safada como era, apenas riu e lançou um:

— Obrigada, amor.

Ela sabia que eu tinha razão. Tava ali, com aquele rabão escancarado, molhada, pronta pra ser devorada, e o cara, em vez de cair de boca, veio com aquela linguinha sem vergonha, passando de leve, como se estivesse provando algo pela primeira vez.

Ele começou devagar, deslizando a ponta da língua ao longo dos lábios dela, lambendo superficialmente, sem colocar a boca de verdade. Minha mulher suspirou, impaciente, rebolando um pouco para incentivar, mas ele continuava com aquela coisa tímida, só cutucando, sem pressionar, sem sugar.

— Porra, menino, vai lamber direito ou quer que eu te ensine? — soltei, puto com aquela cena ridícula.

Minha mulher riu, empinando mais a bunda, e finalmente ele resolveu tomar uma atitude. Agarrou as coxas dela, puxando pra trás, e começou a enfiar a língua com mais força, explorando. Agora sim, começou a chupar de verdade, sugando os lábios dela, mordiscando de leve, usando o queixo pra estimular o clitóris. Ela gemeu baixinho, rebolando na boca dele, incentivando mais.

Então ele prendeu os lábios no clitóris dela e começou a chupar com vontade, ritmado, enquanto enfiava a língua fundo, explorando cada pedacinho da boceta dela. O som molhado ecoava pela sala, os gemidos dela ficaram mais altos.

— Assim, garoto, agora sim! — ela arfou, empurrando a bunda pra trás, esfregando a boceta na boca dele.

O moleque finalmente pegou o jeito, chupava e sugava ao mesmo tempo, os dedos começaram a deslizar entre os lábios dela, abrindo espaço, brincando. Ele estalava a língua contra o clitóris dela, fazendo aquele barulho pornográfico de chupada bem feita.

Eu ali, olhando tudo, sentindo meu pau pulsar dentro da calça, só pensava: Agora sim, tá servindo pra alguma coisa.

O moleque, ofegante, já não aguentava mais segurar a vontade. Se ajeitou atrás dela, o pau latejando de tão duro, e começou a passar a glande na entrada da boceta dela, esfregando devagar, como se saboreasse o momento. Mas eu vi na cara dele que estava se segurando pra não gozar antes da hora. A visão daquela bunda empinada, aberta, molhada e pronta era de enlouquecer qualquer um.

Ele não enrolou muito. Segurou firme a cintura dela e, sem aviso, cravou tudo de uma vez, fundo, direto, enfiando o pau inteiro dentro dela. Minha esposa gemeu, jogou a cabeça pra trás, mas não reclamou, não se esquivou. Só segurou firme no sofá, respirando pesado, enquanto se acostumava ao tamanho. Ela sempre fazia isso. Sempre se ajustava ao pau primeiro, rebolando devagar, sentindo cada centímetro deslizar dentro dela. As paredes apertadas sugavam o moleque, deixando ele quase louco.

— Mete, vai… mete com força em mim — ela gemeu, olhando pra trás, olhos brilhando de tesão.

O moleque nem pensou duas vezes. Segurou a bunda dela com força e começou a meter fundo, com vontade, socando o pau com estocadas rápidas e violentas. Cada investida fazia a bunda dela balançar, o som dos corpos se chocando ecoava pela sala, úmido, sujo, indecente.

— Caralho, sua mulher é muito apertada, corno — ele ofegou, a mão estalando contra a carne macia da bunda dela, deixando marcas vermelhas.

Eu nada respondi. Só assistia, o pau duro dentro da calça, a respiração curta, absorvendo cada detalhe.

Ele acelerou, metendo sem piedade, e minha mulher rebolava no ritmo, as mãos deslizando pelo próprio corpo, até encontrar o clitóris, massageando enquanto era fodida com força. A boca entreaberta, os gemidos cada vez mais altos, o corpo dela tremia a cada pancada.

— Isso, isso, vai… me fode mais forte, me faz gozar!

O moleque segurou firme os cabelos dela e puxou a cabeça para trás, arqueando as costas dela, enquanto enfiava o pau cada vez mais fundo, cada vez mais rápido. O corpo dela estremeceu inteiro, a respiração falhou, e então ela gritou, um gemido longo, desesperado, gozando com força, rebolando enlouquecida no pau dele.

A pulsação da boceta dela sugava o pau do moleque, apertando, espremendo, e ele já não conseguia mais segurar. O corpo dele tremia, os músculos retesados, o rosto contorcido de prazer. Segurou ainda mais forte a cintura dela, meteu com fúria algumas últimas vezes, cada estocada mais desesperada que a outra, até que, num impulso, puxou o pau pra fora, segurando firme na base.

Minha mulher, já entendendo o que vinha, virou-se de imediato, abriu a boca, a língua para fora, os olhos brilhando de tesão. O moleque gemeu alto, segurando o próprio pau, e começou a jorrar, os jatos quentes espirrando direto na cara dela, escorrendo pelos lábios, descendo pelo queixo, sujando aqueles peitões que subiam e desciam no ritmo da respiração ofegante.

Ela passou a mão no rosto, pegando um pouco do gozo e lambendo devagar, olhando pra ele com aquele sorriso safado. — Nossa… tava guardado, hein? — provocou, rindo, enquanto limpava a boca com a língua, sem desperdiçar nada. E eu, do meu canto, corno e duro, só observando.

O moleque, por mais que ela tentasse animá-lo de novo, simplesmente não conseguiu levantar para a segunda rodada.

Minha mulher até fez de tudo — beijou, chupou, passou a unha pelo peito dele — mas nada. O garoto já tinha dado tudo que tinha. Ela suspirou, meio decepcionada, olhando para o pau murcho do rapaz.

— Ah, sério? Já era? — resmungou, cruzando os braços, como se tivesse perdido um brinquedo novo.

E aí, amigos, foi a minha vez. Porque, no final das contas, corno de casa também faz milagres.

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