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1710 palavras
9 minutos
A nossa reaproximação

Capítulo 8#

Nesse último semestre, toda vez que eu conseguia um momento livre, aquela praga vinha à minha mente. Estávamos nos falando esporadicamente, e na última conversa, ela contou uma história que parecia surreal: como ela teria “atacado” um professor particular que o pai contratou para ajudá-la em matemática. O relato parecia bom demais para ser verdade, mas era cheio de detalhes picantes que ficaram rondando meus pensamentos. Eu andava com muita vontade de transar esses dias — às vezes fico assim.

Era sábado e eu decidira passar o final de semana sem abrir os livros; precisava de um descanso. Mas eu não tinha nada para fazer, pois meus amigos estavam todos na correria do vestibular. O jeito seria dormir ou jogar algum joguinho online. Para não me afundar no tédio, decidi que iria ligar para ela. O problema de fazer isso era ter uma janela aberta para uma menina muito tóxica que pensa poder controlar a sua vida — mas, como eu estava batendo palminhas, ignorei as consequências e liguei.

Ao telefone, ela parecia surpresa com a ligação e não parou de tagarelar um segundo sequer, contando histórias e fazendo planos para o futuro, sem deixar eu falar um segundo. Eu percebi que não ia conseguir me expressar e tive que ser direta com ela.

— Lelê, para um pouco de falar e me responde uma coisa. — Talvez tenha sido um pouco rude ao ignorar tudo o que dizia, mas não era nem um pouco interessante.

— Eita, sim, diga, errr… — Ela soltou uns sons estranhos em reação e ficou em silêncio enquanto eu criava coragem para dizer o que eu queria.

— Você quer vir pra minha casa hoje dormir aqui comigo?

— Assim? Do nada? — A voz era desconfiada.

— Precisa de cerimônia?

— Tu queres esmagar a minha rata? — Lelê estava sendo Lelê.

— Deixa de ser escrota, quer ou não quer?

— Quero, uai, mas você me deixou no vácuo esse tempo todo. Estou só estranhando.

— Faz o seguinte, vem para cá e a gente conversa. Tá tudo bem, então?

— Sim. Vou me arrumar e chego aí mais tarde, depois do almoço.

Eu fiquei puta e excitada com a ideia de pegá-la novamente e queria me preparar para o que viria mais tarde. Bati uma gilete no azulejo para tirar o excesso; ela adorava quando tinha um tufo na frente, passava horas fazendo carinho e brincando com os cabelinhos ali. Nos grandes lábios até o bumbum, eu sempre tirava tudo; eu nunca tive muito, na real, sempre foram rareados e finos. Tomei um banho bem demorado, passei meus cremes e vesti uma roupa de ficar em casa; tinha que ser uma roupa estratégica que desse acesso rápido para uma mão que agia às escondidas — eu não era boba e não queria aguardar até a noite. Um short de pijama com elástico frouxo e uma calcinha desgastada serviriam, e para cobrir tudo, uma camisa larga sem sutiã.

Eu estava ficando ansiosa, eram umas três da tarde e nada dela aparecer. Foi quando peguei o telefone para ligar que o interfone tocou, anunciando sua chegada. Meus pais estavam em casa, ocupados com suas coisas. Logo, eles saíram para ir à casa de uns amigos, mas mesmo se estivessem em casa, não seria muito problema; meu quarto ficava nos fundos e minha casa é grande demais. Se eu moderasse minimamente os gemidos, ninguém ouviria.

Ela chegou toda serelepe, parecia uma criança sorridente, toda arrumadinha para ir a alguma festinha. Estava toda perfumada, com cabelinho feito, e trazia consigo uma mochilinha de pelúcia. Das sapatilhas, saia xadrez e a maquiagem do rosto, tudo foi feito para me agradar; ela sabia dos meus gostos. Você pode estar achando que eu estava desarrumada, e estava, mas era assim que ela gostava. Ela sempre me pedia para colocar uma roupa velha ou larga. Ela dizia que isso me dava uma naturalidade e que isso a fazia me amar.

— Bebeza! — gritei quando a vi, abrindo os braços. Eu queria que ela visse meus seios sem sutiã.

— Nanaaaaa! — Ela retribuiu o afeto, me dando um abraço incrivelmente gostoso. — E como eu gostava daquele abraço!

Ela entrou fazendo barulho pela minha casa, saudando meus pais. Minha mãe particularmente gostava muito dela e vivia dizendo que queria que ela fosse sua filha também. Minha mãe sempre falou em me dar uma irmã, mas o tempo passou e parece que eles desistiram da ideia. Ficamos um pouco na sala, fazendo social, e tão logo a conversa acabou, fomos para onde eu queria — nos trancar no quarto.

Eu corri na frente para poder encurralá-la assim que ela pusesse os pés dentro do meu covil, e ela pareceu não perceber a minha armadilha. Veio tagarelando pelo caminho e só parou quando já estava dentro do quarto; a porta se trancou e eu dei um enorme beijo, silenciando a sua fala.

— Não! Não… Você estragou tudo… Era para você não querer — disse ela, chorosa.

— Como assim? Não entendi, Letícia. — Minhas mãos estavam na cintura, eu queria alguma satisfação.

— Eu ia te provocar e fazer um monte de maldades com você — a capeta me explicou o que pretendia, dando um spoiler de algo que ia acontecer, mas parecia que eu tinha atrapalhado seus planos não tão bem arquitetados.

— Desculpa, e agora?

— Agora eu que não quero mais nada… — ela queria… Seu sorrisinho malvado dizia que ela queria.

— Sério que você vai me rejeitar? — eu entrei no joguinho dela; ambas sabíamos que era um fetiche e estávamos jogando pelas regras que ela estava criando na hora.

— Sim, sabe isso aqui? — falou, levantando a saia, mostrando que não havia nada por baixo da saia xadrez que cobrisse sua pele rosada. — Eu ia dar para você, mas você é ansiosa…

Eu me ajoelhei; eu sabia o que estava por vir. Ela começou um monólogo, dizendo em detalhes como se preparou, enquanto me mostrava sua pepeca sem pelo algum bem perto do meu rosto. Quando senti o seu cheiro, imediatamente me enchi de água e minha temperatura subiu uns cinco graus.

— Deixa eu dar um beijinho nela? — Eu realmente implorei e não era parte do jogo.

— Primeiro olha a minha bunda, você não acha que ela está crescendo?

Realmente, ela tinha se desenvolvido um pouco mais desde a primeira vez que a vi; ela tinha ganhado mais corpo, mas sua bunda continuava magra, arrebitada e com cheiro de sabonete de bebê.

— Aperta para você ver! — disse a malvadinha, toda empinada, de costas para mim, ajoelhada no chão.

Ela forçou sua bunda contra a minha cara. A filha da puta sabe que eu amava enfiar a cara entre suas nádegas para chupar ela por trás. Para me deixar mais doida, ela se abriu toda usando as mãos e eu quase pude entrar nela; procurei o que queria para poder beijar.

— Não, só atrás que pode! Na frente, não.

— Onde você aprendeu isso, garota?

— Para, Nana, me obedeça! — choramingou Lelê, saindo da personagem.

Eu obedeci; ela queria que eu lambesse o seu buraquinho minúsculo. Ele quase era da cor da sua pele de tão desbotado que era. Eu estiquei a língua e passei em volta, senti quando sua pele se arrepiou e ouvi um gritinho contido de surpresa.

— Forte! — disse ela, forçando mais a bunda contra mim.

Fiz o que ela mandava, lambendo-a, quase penetrando com a minha língua. Não quis saber do seu jogo e me rebelei passando uma das mãos por entre suas pernas; com a mão, deixei meu polegar escorregar de uma única vez para dentro de sua boceta úmida, forçando-a contra mim, e iniciei um movimento violento de penetração, alternando com uma esfregada forte no seu clitóris. Se ela sentiu algum prazer nisso não quis demonstrar, mas meus dedos contavam que ela estava completamente encharcada e pronta.

— Menininha safadinha, é o que você é! Eu não mandei você fazer isso… Deita ali — falou ela, apontando para a cama.

Eu obedeci; essa versão mandona dela era bem legal, na verdade, e estava me deixando mega excitada. Geralmente, quem mandava era eu e ela só obedecia. Me deitei em obediência, pois eu estava gostando da brincadeira, e eu não sou uma pessoa muito de brincadeiras — nunca fui. Ela levantou a minha blusa de forma vulgar e abrupta e começou a alisar meios seios com desprezo, como se não houvesse gostado do que viu; me deu leves beliscões e apertos com se medisse a consistência. Cansada do exame, subiu em mim posicionando seus fundos de frente em meu rosto.

— Quando eu mandar você lamber, você lambe. Quando eu mandar você chupar, você chupa entendeu?

Eu não pude responder pois ela desceu esfregando seu clitóris no meu nariz e lábios.

— Lambidinha, que nem cachorrinha. Vai! — mandou a mandona

O cheiro que vinha dela me deixava louca, era inebriante e já não conseguia mais ficar naquela brincadeira. Eu lambia, ela se mexia me mostrando onde queria que eu a lambesse. Suas pernas tremiam me dizendo que aquilo não ia durar muito e acho para não terminar logo, virou-se ao contrário.

— Lambe agora! Lambe sua mulher! — falou mais alto do que deveria.

E começou a se esfregar no meu rosto como quisesse me punir por algo, os gemidos começaram a ficar mais altos e como não conseguia mais sustentar seu peso, desmoronou para frente formando uma posição de sessenta e nove. Seu rosto estava enfiado na minha virilha ainda vestida forçando a boca contra mim para abafar seus gemidos, por debaixo dos meus panos, uma mão procurava algo para tocar, mas o toque era descoordenado e inconsistente. Gemidos se tornaram miados, suas nádegas ficaram rígidas, seu torso se arqueou. Ela gozou intensamente na minha boca e relaxou morta sobre mim em silêncio, não tinha mais forças para fazer suas brincadeiras.

— Gozou mandona?

— Uhum…

— E eu? Vai ficar em cima de mim assim?

— Cala a boca… Espera…

Ela ficou deitada em cima de mim naquela posição estranha por alguns minutos inteiros, eu a abracei pela cintura e aguardava pacientemente até que ela se recuperasse. Quando pensei em falar algo, alguém batia na porta e do outro lado podia ouvir.

— Juliana, seu pai e eu vamos sair, pede uma pizza para vocês duas

— Tá bom, mãe — gritei feliz embaixo de Lelê que ainda estava com a boceta quase colada ao meu rosto.

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