Capítulo 2
Meu nome é Juliana, todos me chamam de Nana, por ela se chamar Letícia, eu passei a chamar de Lelê. Ela nunca tinha beijado alguém propriamente. Ficamos amigas e meio que namoramos, mas ela era muito infantil, tinha ciúmes de tudo e todos. Na escola nosso namoro não poderia ser aberto ou nossos pais seriam chamados e seríamos expulsas e marcadas como pecadoras naquela escola, ela sabia disso. Ela não podia sair a noite, e quando eu saia eram dezenas de ligações me controlando. Quando atendia, era ela furiosa e cheia de ciúmes. Ela tentava usar suas armas para me prender, nunca imaginei que aquele ser de rosto angelical se revelaria como uma pessoa tão perturbada. Conto isso apenas para que saibam do nosso fim, mas nossa primeira vez de fato, eu quero contar agora.
Depois que ficamos a primeira vez, tivemos mais momentos como esse, e todos foram muito bons, não fomos muito longe nesse caminho por questões femininas, nossos ciclos não batiam e dependíamos da boa vontade dos pais dela que a prendiam muito. Pedi à minha mãe, que ligasse para seu pai, um sujeito protetor demais, para pedir permissão para que ela viesse dormir em minha casa. O pai dela concordou. Sábado ela chegou na metade da tarde, fomos dar uma volta, lanchamos e retornamos às dezenove de carona com o meu pai. Ficamos na internet, falamos mal da vida dos outros, pedimos pizza, tomamos um banho juntas com algumas brincadeirinhas que eu não vou contar agora. Não havia tensão, a coisa deveria ser à noite para que ninguém interrompesse. Minha mãe achava que ela era só uma amiga e não havia desconfiança, mas caso houvessem sons estranhos e corrida de mulher pelada no meu quarto, a terceira guerra mundial iria acontecer.
Tão logo eu me certifiquei que a casa dormiu, eu acendi uma luz azul no meu quarto e saltei para cima dela. As roupas que iriamos usar para dormir rapidamente foram para a cadeira do computador. A gente ria, enquanto tirávamos tudo. Nuas em pelo, paramos uma de frente para outra. O tom azul da luz do quarto deixava ela com um aspecto feérico, era era muito magrinha e pequena e muito branca, parecia uma criatura silvestre de um livro de fantasia. Ela havia se depilado toda, eu havia comentado sobre isso no banho, ela tentou esconder dizendo que ia ser surpresa para a nossa noite mas eu já tinha visto. Ali em pé, de frente pra mim ela disse querendo parecer sexy:
— Hoje eu não quero ser sua virgenzinha e sim sua putona!. — seu jeito de dizer isso nãoo combinava em nada com ela.
Eu gargalhei quando eu ouvi aquilo e quase coloquei tudo à perder, prendi o riso e entrei na brincadeira, ela era a garota mais passiva na cama que eu conheci, mas fiz uma nota mental para falar com ela sobre isso depois.
— Ahn é, então eu vou maltratar a minha putona… Fica de quatro na cama! — mandei ainda tentando esconder o riso e parecer estar com um tesão descomunal.
Ela me beijou um pouco, deitou na cama de joelhos, se abriu arqueando suas nádegas para que eu pudesse contemplar aquilo. Quando eu vi, meu Deus! Eu nunca tinha visto algo tão perfeito na minha vida! Uma catarata jorrou para fora de mim.
—Alexa, acende a luz no máximo! — ordenei à assistente virtual, queria luz para ver aquilo direito.
Sua bunda era pequena mas bem desenhada e redondinha, muito durinha e empinada, seu ânus era perfeito e corado, sua boceta estava ainda fechadinha com apenas uma pequena gotinha escorrendo denunciando que estava excitada. Ela nunca tinha ficado naquela posição para mim, seu hímen estava lá intacto. Eu sorri maldosamente. Me abaixei até ela e comecei beijando apertando sua bunda, afundei suas costas para que ela ficasse em três apoios e se abrisse mais ainda mais, dei uma tapa na nádega esquerda de brincadeira que marcou de um intenso rosa, apesar de um gemidinho de dor ela não se queixou, fui acariciando seus grandes lábios e rodeando seu cuzinho com a minha língua. E aquele cheiro… era um cheiro selvagem e puro ao mesmo tempo, ela usava um perfume de bebê que combinava com sua pele macia.
— Ale…c… Aless.. Alexa, apaa… luz” — gemia Lelê tentando fazer a assistente desligar a luz, eu ri. A assistente não conseguia entender.
Ter ela de quatro para mim tão vulnerável foi demais, eu começava lambendo do ânus até a entrada da boceta, meu dedo indicador ia ganhando a entrada lentamente forçando o caminho. Meu polegar fazia movimentos circulares no seu clitóris e eu lambia seu ânus com força, ela se movia para frente e para trás como se estivesse com um homem ereto dentro de si. O segundo dedo fez ela reclamar de dor, diminuí cadência, ela dizia doer mas pediu para que eu não parasse, eu sentia que ainda não estava bom. Ela tentou, eu dei o meu melhor mas ela não gozou.
— Vamos brincar de outra coisa? Venha cá, hoje você vai me chupar. — ela nunca tinha feito isso.
Eu me deitei de barriga para cima e ela saltou em cima de mim, suas mãos velozes me percorreram o corpo como mãos de um menino inexperiente, ela se esfregava em mim descoordenada e desceu até meus seios. O jeito que ela beijava não era tão bom, mas as vezes ela parava no mamilo e ficava chupando como um bebê num ritmo tão intenso, que me deixava louca! Coloquei sua mão entre minhas pernas e seus dedinhos magros começaram a explorar todos os meus cantos, sentia sua unha arranhando e o contraste da ponta dos seus dedos. Ela foi direto ao meu clitóris, de mão cheia, forte e intensa, eu estava completamente molhada e gemia. Senti quando enfiou dois dedos inteiros e tentava chegar no fundo como se tivesse em uma expedição exploratória. Eu tentava esconder meu desconforto à todo custo mas ainda assim era bom. Era a primeira vez propriamente. Eu sabia que ela estava nervosa.
— Me chupa vai! — ordenei antes que ela me rasgasse com suas unhas.
Ela obedeceu nervosa, desceu curiosa, me inspecionando, lembro dela ter feito um comentário desagradável sobre minha vagina…
— Garota, cala a boca me chupa”, mandei para não me irritar com ela.
Ela foi direto, direito… perfeito… Uma poesia em forma de chupada! Se eu soubesse que ela chupava tão bem assim já teria jogado na cara dela antes. Ela dava uma lambidas grandes e fortes e prendia meu clitóris entre os lábios e fazia movimentos em cima dele enquanto me chupava. Foi só garantir que ela não me enfiasse o dedo dentro por tempo suficiente que eu gozei. Foii um orgasmo bom, eu estava preocupada de meus pais ouvirem a gente gemendo, isso não me deixava muito relaxada.
— Nossa você é boa nisso menina! — elogiei a moça pelo belo serviço prestado à minha pepeca!
Ela riu toda se achando e deitou ao contrário de mim sobre a minha coxa. Eu deitei sobre a coxa dela também e ficamos nos acariciando e conversando recuperando as forças para um meia nove. Percebi que ela sangrava um pouco, ligamos a luz; sua coxa, meu dedo e o lençol estava levemente sujos de sangue, nada demais.
— Perdi mesmo o cabaço, tem um espelhinho? Queria ver — disse ela tentando um auto exame.
— Depois a gente vê como ficou, vamos limpar a bagunça — falei isso enquanto levantava para limpar o local.
Não tivemos muitos momentos bons depois disso, nosso relacionamento durou pouco. Ela era uma menina problema e que achei melhor evitar. Ainda continua.