Vire membro
Receba conteĂşdos exclusivos e benefĂcios especiais. Clique para saber mais!
CapĂtulo 5
Eu peguei o namoradinho da Nana porque ela me largou, vingativa ou infantil, tanto faz o quê você acha. No meu celular, uma última mensagem dela: Parabéns!
Aquilo me doeu, eu era obcecada por ela e a queria de volta, minha vingança teve efeito e ela ficou muito magoada, mas no final eu também me machuquei. Por algum tempo até achei divertido mas o rapaz ficou correndo atrás de mim como um louco querendo sexo e isso me cansou. Culpa talvez? Devo confessar que sim, e esse sentimento ia crescendo cada vez mais.
Em um feriado há uns dias atrás, eu voltava a pĂ© da casa de uma amiga e cruzando uma praça grande uma menina me olhada fixamente, era Nana. NĂŁo tĂnhamos nos encontrado depois daquilo e fazia quase dois meses do ocorrido. Eu poderia desviar meu caminho e ignorá-la mas tive um sentimento de dĂşvida, minhas opções eram: Passar por ela e dar uma zoada com a cara dela ou conversar com ela e encarar as consequĂŞncias dos meus atos. Eu nĂŁo consegui escolher, fiquei absorta e quando me recuperei eu já estava parada em frente Ă ela.
— Eu livrei você de uma furada, devia me agradecer. — disse não sei se zombando maleficamente ou tentando quebrar o gelo.
— Tá tudo bem? — ela me perguntou.
— Sim, tudo.. Mas tenho sentido sua falta.. Você me perdoa? — Meus olhos se encheram de lágrimas.
— Lelê… Fiquei muito chateada com aquilo. Mas vai… Deixa tudo isso para lá.
Ela se levantou e me deu forte abraço, senti o perfume do seu cabelo e seus seios apertados contra os meus. Eu não deixei ela me soltar. Beijei seu rosto devagar, sussurrei baixo no seu ouvido.
— Estou com tantas saudades de você.
— Confesso que sinto falta das suas chatices de criança encapetada. — disse ela enquanto eu fazia charminho.
Me sentei ali e em pouco tempo parecia que nada havia acontecido entre nĂłs, voltamos instantaneamente a ser grandes amigas.
— Sabe o “boy da contenda”? — perguntei. Era assim que chamávamos ele agora. — Ele realmente tinha planos para pegar nós duas juntas sabia?
— Sério? Eu não falei mais com ele depois daquilo, ele queria isso mesmo? Estou bege!
— Você chegou a dar para ele? — Perguntei curiosa.
— Nada… A gente não tinha lugar para fazer e quando ia rolar alguém foi lá e deu para ele antes. — falou me acusando de culpa.
— O garoto tem um pau maneiro, quer ver? — falei enquanto procurava a imagem no celular.
— Você tem nudes dele sua piranha? Deixa eu ver o quê perdi. — falou alto de forma que todos na praça ouviram.
Nossa amizade reatou de fato, na semana seguinte ela estava na minha casa de pijamas pronta para dormir na mesma cama que eu como sempre fazĂamos. Era sĂł amizade mesmo, uma ferida nĂŁo cicatrizada na nossa amizade nĂŁo permitia avanços por mais que eu quisesse.
— Sabe o quê eu estou pensando? — minha cara de travessa anunciava uma maldade…
— Lá vem ela, eu conheço essa cara, desembucha sementinha do mal.
— A gente tinha que ligar para ele fingir que estamos transando só para você se vingar dele.
— Para quê fingir? — ela perguntou e eu falhei em entender sua intenção.
— Para ele achar que a gente… — tagarelei explicando o plano enquanto em silêncio ela me olhava.
— A gente não precisa fingir — Nana estava na versão safada, era o jeito que eu mais gostava nela.
— Sério? — perguntei incrédula.
E ela me beijou. Eu conhecia aquele beijo, seus toques me eram familiares, eu sabia cada passo que daria, eu conhecia seu corpo, seu cheiro e sua força. Para ela eu sempre escolhia me entregar, seria novamente refém do seu toque e de sua boca. Ela era a pessoa que eu amava então tudo tinha um sabor mais doce. Nossos corpos começaram a ocupar o mesmo espaço, os beijos ficaram mais acelerados e intensos enquanto nossas mãos procuravam as peças de roupas uma da outra para despir. Nos deitamos nuas lado a lado num entrelaçar de pernas. Sentia seu seio rijo junto ao meu peito pequeno e sua virilha roçando minha perna, ela estava molhada, sentia o cheiro de sexo que se espalhava pelo cômodo.
Ela subiu em mim passou por minha orelha, desceu gentil pelo pescoço e me chupou os seios, eu esperei um pouco de dor como era comum com o rapaz mas com ela nĂŁo, ela sabia como me chupar, sabia como eu gostava. Sua mĂŁo foi certeira quando desceu para me masturbar enquanto eu tentava me ocupar com carĂcias em qualquer parte do seu corpo que tivesse ao alcance. Ela demorou, eu gemia.
Num movimento que nĂŁo me deu tempo de reagir jogou seu corpo sobre o meu ao contrário e sentou em meu rosto, ela estava extremamente quente e muito molhada, seus pelos estavam crescendo novamente e arranham meu rosto. Ela rebolava na minha cara para frente e para trás com raiva, Parecia querer me submeter, me queria como serva, e eu era. Eu chupava onde e o quĂŞ ela escolhia, quando ela se movia para trás eu tinha seu clitĂłris enfiado na minha boca, quando ia para frente queria que eu colocasse a lĂngua no seu ânus, em geral eu tinha nojo, mas com ela nĂŁo.
O tesĂŁo era tĂŁo grande que nĂŁo conseguĂamos chupar uma a outra direito, usávamos as mĂŁos para ajudar na tarefa, nĂŁo consigo descrever exatamente o quĂŞ aconteceu ali, era primitivo e sem razĂŁo, lĂngua dedos, palma da mĂŁo, tapas, boca… Ela gozou primeiro e ao sentir que ela gozava eu me entreguei tambĂ©m. Ela nĂŁo tinha forças para sair de cima de mim e ali ficou por alguns minutos.
— Pega meu telefone na mesinha pra mim, Lelê?
— Toma. — falei entregando o aparelho.
— Vai ligar para sua mãe?
— Não, vem me chupar vem? Ordenou e abriu as pernas para mim.
Eu obedeci, queria muito aquilo. Ela era pequena, com lábios pequenos e levemente carnudos. Seu cheiro era agradável, seus pelos não estavam bem aparados e era bem rosada. Eu sentia o seu calor em meus lábios. Lambi e senti seu corpo se mover indicando que estava gostando. Seus gemidos eram baixos. Ela não precisava me orientar em como fazer aquilo, eu sabia como ela gostava.
— Oi, quero te mostrar uma coisa. Está sozinho a�  — ouvi a voz dela falando com alguém.
— Nana? Oi, tudo bem estou sim. — alguém falava com ela pelo telefone.
— Você conhece essa pessoa? — enquanto falava uma luz cegante vinda do seu telefone me cegava.
— Oi Lelê! Era a voz dele no telefone.
Eu demorei a entender que ela estava em uma chamada de video com ele. E era eu a imagem que ele estava vendo. Fiquei sem graça e me escondi entre as pernas delas, mas ela me pegou pelos cabelos e esfregou minha cara entre suas pernas.
— Chupa, piranha. Tá gostando? — disse ela vingativa.
— Que delĂcia, eu posso ir aĂ?
— Claro que não seu idiota. — falou e desligou o telefone.
Pronto, me vinguei dele, e quando você tiver seu namorado eu vou pegar ele também! Falou em tom pesado.
— Tá bom. Eu consenti e não sabia se continuava chupando ou parava. Fiquei com medo dela.
Eu não entendi se aquilo era uma vingança ou fantasia da Juliana, nem tão pouco eu sabia como me sentir, não nos falamos muito mais depois disso, não pelo quê aconteceu mas curiosamente não tivemos mais interesses uma na outra, ela começou a namorar uma garota mais velha e eu saia com o menino amigo da minha irmã que eu chamava de pedófilo. Até hoje eu não sei se a Nana fez aquilo por vingança mesmo.
continua