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1434 palavras
7 minutos
Meu professor gosta de me observar

Capítulo 6#

Eu ia ficar reprovada esse ano, Nana tentou me ajudar com os estudos antes, mas ela não estava mais próxima de mim. Eu sou muito distraída, não consigo focar em nada, eu abro o livro e dois minutos depois estou assistindo um anime qualquer ou lendo notícias de kpop. Eu estava fodida.

Meus pais já não me deixavam sair de casa e se quisessem apertar o certo, iam me tomar o telefone ou cancelar a internet. É fogo, minha irmã é o exemplo aqui em casa, nerd chata que só estuda, passou em primeiro no ENEM, venceu olimpíada disso e daquilo outro… E eu, só era a burra da família mesmo.

Meu pai depois de ver meu último boletim contratou o amigo da minha irmã para me dar aula particular duas vezes por semana e três horas por dia. Esse cara era uns seis anos mais velho que eu, e era um tipo muito estranho, ele ficava me olhando o tempo todo me encarando falando que eu parecia uma personagem do anime favorito dele e que eu faria um belo de um cosplay. A casa dele era cheia de coisa de anime e jogos, muito maneira. Eu já tinha ido lá algumas vezes com a minha irmã, ele me emprestava uns jogos, mas sempre dava em cima de mim muito discretamente, eu não me interessava pois ele era velho demais pra mim. Sinceramente, eu acho que ele só nunca tentou uma graça pois meu pai é delegado de polícia e minha mãe investigadora, ou seja, se mexer comigo ia dar muita merda para ele.

Ele não era feio, seria mais bem arranjado se não insistisse naquela barba cheias de buracos e cuidasse um pouco mais do cabelo. Ele era muito alto e meio corcunda, eu batia no peito do grandalhão. Curiosamente eu nunca soube ou conheci uma namorada dele, lembro de perguntar isso para a minha irmã e ela me disse que eles se dedicavam demais para a faculdade e não tinham tempo para isso, e vinha sempre uma ladainha depois disso, minha irmã sempre queria me dar lição de moral.

Então, era uma tarde normal de dia de semana e eu fui até sua casa, ele me recebeu e sentamos na mesa da sala onde já tinha uns livros separados. Tudo no ambiente me distraia, ele tinha prateleira cheia de quadrinhos e caixas pelo chão transbordando de mangás. Na estante da televisão uns cinco consoles diferentes e pelo menos uma centena de jogos. “Deve ser legal viver aqui!” — pensava.

— Guria, foca aqui por favor — ele chamava a minha atenção.

Ele estava me ensinando matemática e me passando exercícios, ele era bem profissional, não deixava eu me distrair um segundo e jamais fazia brincadeiras, meu pai devia confiar muito de me deixar ficar em um apartamento sozinha com ele. As vezes ele se levantava e dava voltas na mesa enquanto explicava algo, ele sempre mantinha os olhos em mim, eu não achava isso estranho pois ele estava me dando aulas e isso seria uma coisa normal, mas as teve uma hora que ele parou muito perto de mim por trás dos meus ombros. À princípio eu achei que ele estava olhando para o quê eu escrevia, mas a gente meio que sente quando estão olhando para onde não devem! Eu escorreguei os olhos para dentro da minha blusa e percebi que talvez ele pudesse estar olhando para o meu decote. Quando eu me inclinava eu permitia alguma visão e tinha certeza que ele olhava meus peitos, como não tinha muito, dava para ver uma teta inteira.

E se eu deixar uma alça cair?” — a ideia de atentar o homem me deixou levemente excitada, eu sabia que ele não faria nada comigo… “Ele não gosta de ver? Então vamos deixar ele ver…” Eu fingi uma espreguiçada e um movimento sutil deixei uma alça da blusa cair. Desci os olhos para conferir e vi que tinha um peito à vista para quem tivesse na posição que ele estava. Ele falava sobre um teorema de um tal de Euller, atrás de mim seu vulto se mexia e me virei para ver, ele estava com um celular na mão.

— Tu tá tirando foto de mim? — falei agarrando seu celular que estava no aplicativo e fotografia.
— Vou mandar uma foto para seu pai de você estudando, ele vai ficar orgulhoso! — ele respondeu nervoso.
— Então avisa antes, eu não gosto de pessoas tirando fotos minhas sem eu saber tá? — eu respondi muito irritada.

Eu achei que ele estava tentando tirar uma foto do meu decote. Eu pensei em falar disso com meu pai, mas não podia acusar ele de qualquer jeito. Meu pai mataria ele! Se ele estava de fato ou não, eu não poderia ter certeza, mas ele desistiu de ficar atrás de mim e sentou-se na minha frente do outro lado da mesa. “Vamos ver se ele olha de novo? ” Aquilo estava me divertindo… Eu me sentei na cadeira sobre os meus joelhos e me inclinei para frente e fiquei prestando atenção nele e nada. Ele parecia conseguir se conter. “Vou tentar de outro jeito”. Eu virei o caderno voltado em sua direção e empurrei para perto dele e me debrucei sobre a mesa quase meio que subindo nela, eu estava de quatro praticamente apoiada na mesa com os joelhos na cadeira. Meus peitos pequenos estavam completamente à mostra.

— Professor, olha isso aqui! — falei enquanto mostrava uma dúvida no exercício.

Enquanto ele falava eu fingi dar uma leve distraída e virei o rosto de lado, se ele subisse um pouco os olhos ele iria ver meus peitos sob a blusa por completo. Dito e feito, foi só checar seu olhar na primeira vez e ver os olhos buscando onde não deviam. Eu fingi que não vi o quê ele fazia e prestei atenção ao que ele mostrava no caderno. “Será que isso é o suficiente para um homem ficar de pau duro?” — me questionei.

— Eita acho que minha borracha caiu no chão, — falei sonsa.

Eu havia jogado acidentalmente uma borracha no chão, eu queria entrar embaixo da mesa para checar seu volume e fiz isso. Rapidamente depois de anunciar a queda mergulhei em baixo da mesa e dei uma bela olhada. Ele estava sentado de pernas abertas, seu volume era grande, mas arredondado, não parecia estar de pau duro. “O quê ele faria se eu fosse ali e tocasse seu pau por cima da calça?” O pensamento me deixou meio excitada, mas eu não teria coragem para isso e eu sabia disso. “__A pergunta que não quer calar, o quê eu poderia fazer para deixar ele de pau duro e não dar nenhum tipo e merda para mim?”. Eu estava achando aquele jogo bem divertido. Daí eu tive uma ideia, eu ia fazer a piranha inocente.

— Professor, — corei e fingi estar envergonhada, coloquei a mão no rosto igual aos animes.
— Oi, o quê foi?
— Eu posso perguntar uma coisa de biologia? — eu falei baixinho e fingindo envergonhada.
— Claro que pode, seu pai tá me pagando para isso.
— Eu acho que eu sou muito mirrada. Você acha que eu vou me desenvolver mais?

— Sim, você ainda está na adolescência, vai se desenvolver muito ainda.

Eu me levantei da cadeira e fiz umas duas poses uma de lado empinando a bunda, dei um giro e para na outra de frente, eu queria que ele me olhasse.

— Mas por qual motivo isso te perturba? — ele estava tenso.
— Pois eu gosto de meninos mais velhos e eles não dão a mínima para mim, você pelo menos me acha bonita? — eu estava cruzando uma linha e sabia que ele daria para trás.
— Acho sim, é uma menininha linda! Lembra muito sua irmã — ele se esquivou me tratando como criança e falando dela pois sabe que eu odeio ser comparada com a nerdola.

Eu não tinha como progredir com aquilo e desisti momentaneamente. A aula tinha acabado e juntei as minhas coisas e fui ao banheiro. Ao fechar a porta notei algo estranho, o banheiro não tinha chave, ela usava um trinco para fechar e quem quiser enfiar o olho na fechadura viria tudo dentro. Aquilo me animou, “Será que ele teria coragem de me espiar? Eu não sei se eu iria querer alguém vendo eu fazer xixi…__”. Eu fiz o que tinha que fazer dentro do banheiro mas de olho naquela fechadura. Confesso que eu ria sozinha pensando nas travessuras que eu fiz naquele dia. Achei melhor encerrar as provocações e ir embora. Voltei para sala, me despedi com um beijo e um abraço e fui embora rebolativa.

continua

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