Capítulo 4
Eu subi as escadas do prédio numa euforia louca. Estava com muito tesão e aquele menino não deu conta de mim. ”ELE NÃO DEU CONTA DE MIM!” – meus pensamentos eram berros. Eu subi os 5 andares até a minha casa com uma felicidade que não cabia dentro mim, eu queria mais, queria passar a noite, queria saber como seria aquilo dentro de mim, queria o serviço completo mas não estava tão preparada assim. Antes de entrar em casa cheirei minhas mãos e senti o cheiro do meu hálito, aquela coisa parecia colar na minha garganta e me deixava um gosto ruim na boca. Ajeitei a saia, arrumei o cabelo e entrei direto para lavar as mãos e escovar os dentes.
Na cozinha queria comer algo, estava nervosa, passei o olho pelos andares da geladeira e nada o quê tinha me interessava. Na última gaveta onde mamãe guardava as coisas da feira vi algo que me deu uma ideia e ri sozinha. Olhei para a minha mão para lembrar das medidas dele e escolhi um pepino parecido em tamanho. Espionei o caminho para ver se não tinha ninguém e corri com o pepino embaixo da blusa para o quarto.
“Meu Deus eu não acredito que eu vou aprontar isso” – pensei se aquilo daria certo, estava gelado, eu precisaria de uma camisinha e um plano para descartar aquilo depois, não podia deixar minha mãe comer algo que eu enfiei na minha boceta, pensar isso me fez gargalhar sozinha. Meu plano foi arquitetado e o primeiro passo era deixar ele dentro de uma gaveta para que o frio fosse embora, eu tinha uma camisinha que eu recebi na escola e nunca usei, e para descartar colocaria na mochila e jogaria no lixo do corredor.
Fui tomar um banho, tentei tocar uma pensando no assunto, mas eu nunca conseguia me masturbar, simplesmente não vinha e eu não relaxava…
“Por que eu nunca consigo? Que ódio!” – Pensava furiosa comigo mesma. Meu toque não me dava prazer e eu tentei um monte de coisa, só nunca enfiei nada. Me lembrei dos dedos dele dentro de mim e da boca da Nana… O chuveiro quente caindo em cima de mim junto com os pensamentos me excitava de novo, e a última coisa que eu precisava agora era ficar mais excitada. No banho, o telefone recebeu uma mensagem.
— Oi, tudo bem? — era ele. “O quê eu respondo.” — pensei.
Terminei meu banho, me sequei, passei meus cremes e coloquei meu pijama no quarto. Sentada na cama respondi.
— Tudo, e com você? Desculpa a demora, estava tomando um banho — respondi inocente como se nada houvesse acontecido.
— Queria ver você de novo.
— Me ver ou me comer?
— Comer…
— Safado, você tem a Nana, come ela.
— Era sério que vocês transavam? — perguntou o curioso.
Eu não ia responder aquilo por mensagem, não queria gerar provas contra mim.
— Você devia contar para a Nana se você tem sentimentos por ela! — queria induzir ele ao erro.
— A gente não tem compromisso.
— Entendi, então tá bom, a gente se fala.
— Teria como você se encontrar comigo no corredor de novo mais tarde?
Eu não poderia sair de noite de novo, tinha acabado de me encontrar com ele, e embora eu quisesse muito a ideia de um pau, me assustava um pouco. Queria fazer uma experimento antes. Ainda tinha a questão dos meus pais que me encheriam de perguntas querendo saber onde eu estava a noite andando pelo condomínio e pior, com quem.
— Não cara, hoje não dá tá?
— Tá certo, combinamos outro dia, boa noite.
Eu estava mega empolgada com a situação, jantei com os meus pais com a cara mais lavada do mundo, assisti televisão com eles e fui pro quarto. De porta trancada, coloquei uma música baixa para disfarçar os ruídos, peguei uma camisinha e ri horrores enquanto vestia o pepino. Tirei a parte de baixo das roupas e entrei embaixo das cobertas.
“Será que as outras mulheres fazem esse tipo de coisa também?” — fiquei pensativa sobre isso enquanto passava ele na minha entrada, “Nossa, eu sou apertada, aí… puta merda, não vai entrar”. Demorou um pouco mas foi entrando, era gostosinho mas talvez o fato de eu saber que era um pepino me causava risos. O importante era que o tamanho era igual ao dele. Eu enfiei o máximo que pude e tirei para medir. “Caramba, é fundo, cabe coisa para caramba aqui dentro.” — pensei comigo e retornei ao trabalho.
Fui achando a posição, e me acariciando enquanto enfiava e tirava de dentro de mim, fiz movimentos circulares e a natureza cumpriu sua função lubrificando tudo. Começou a ficar gostoso, mas só gostoso, as vezes dava um pico de prazer mas não saía disso, fui secando aos poucos e perdendo a curiosidade. Se fosse ele, caberia tranquilamente, fiquei mais aliviada. Adormeci.
No domingo meus pais tiveram que ir ao Rio para ajudar minha irmã com a casa, eu não quis ir porque eu não gostava da minha irmã. Ela era uns cinco anos mais velha que a Nana e adorava me dar ordens e para completar tinha um amigo pedófilo que vivia colado com ela mas ficava olhando para mim onde não devia. Ficaria em casa sozinha. Eles saíram às oito, eu acordei às dez e liguei para ele às onze.
— Garoto, tá aí? — falei com ele pelo telefone.
— Estou sim, o quê houve para você me ligar essa hora?
— Sobe aqui em casa, não deixe ninguém te ver.
— Poxa, eu fiquei de encontrar a Nana à uma da tarde no shopping para gente almoçar.
Só se eu passar aí rapidinho, meio-dia pelo menos tenho que sair.
Eu fiquei com raiva de ouvir aquilo. Eu não queria que ele desmarcasse, eu queria que ele deixasse ela lá esperando que nem uma batata.
— Sobe aqui um pouquinho, não vou te amarrar aqui, qualquer coisa você liga e diz que a chata da Lelê prendeu você aqui, ela vai entender.
— Tudo bem. Em quinze minutos eu estarei aí.
Onze e vinte três a minha campainha tocou e eu abri a porta puxando ele para dentro rapidamente.
— Quer alguma coisa? — ofereci pelo hábito.
— Vem logo pro quarto, anda.
O tonto só me seguia olhando em volta como se tivesse perdido. Eu empurrei ele pro meu quarto e tranquei a porta e fechei as cortinas, a única iluminação eram os raios de sol indiretos que venciam os panos que cobriam as janelas.
— Pode sentar aí! — falei apontando para a cama arrumando a bagunça em cima da mesa. Eu precisava atrasar ele de alguma maneira.
Me sentei de frente no seu colo e o beijei. Ele tinha uma boca gostosa e um cheiro amadeirado que me dava coisas. Sua língua era grande, eu achei esquisito, mas os lábios eram uma delícia, beijei sua orelha, simulei me esfregar nele e dava gemidinhos falsos sem nenhum prazer no ouvido dele, “Menina má!” — eu pensava o quanto era uma pessoa ruim. Passei as mãos pelo seu torso, ele era todo durinho, um tesão e ele timidamente enfiou as mãos por dentro da minha blusa para passar a mão nas minhas costas, minha bunda ele apertou somente por cima da calça. “Que menino bonitinho, tá sendo respeitoso comigo” — ri ao pensar isso. — “Lerdo”.
Eu arranquei minha blusa e deixei ele se servir dos meus peitos pequenos, sua mão era forte e tinha calos de academia, minha pele denunciou a presença deles. Caiu de boca entre meus seios tentando uni-los mas a tarefa era impossível, pequenos demais. Chupou um a um. Lambeu e mordeu.
— Ai! Cara. Isso machuca, não morde. Devagar, chupa devagarinho chupa, deixa eu sentir a sua língua.
Ainda era gostoso mas ele fazia força demais para tudo e me dava nervoso. O relógio deu meio-dia. Precisava distrair mais um pouco ou ele ia acabar ali comigo e iria direto para os braços dela.
— Fala para mim o quê você quer? — perguntei a ele.
— Quero que você me chupe de novo. — gaguejou ele.
Eu pensei um pouco nisso e pensei, “Se ele gozar ele vai embora, quero que ele saia daqui e beije ela com o gosto da minha boceta na boca.”
— Não, vem você primeiro, tirei minhas roupas e me deitei de pernas mais abertas o possível para ele. O rapaz na minha frente me comia com os olhos e estático, suas pupilas se moviam esquadrinhando minhas partes expostas como se calculasse por onde começar. Se abaixou e foi direto à ela.
Lambeu grande e molhado, senti a aspereza da sua língua me varrer nesse momento, meus olhos não conseguiam ficar abertos. Ele chupava gostoso mas não tinha uma técnica que faria eu gozar, portanto ordenei.
— Enfia dois dedos do jeito que eu fiz com você, lembra?
— Sim, respondeu com cara de bom moço e um a um e cuidadosamente foi colocando até não ser possível mais entrar com os dois dedos. —eu me revirei nesse momento.
— Pode ir mais rápido e não para de me chupar, fica em cima do clitóris. — ordenei. — Mais para cima um pouco, isso…
Tive que dar as coordenadas. Ele estava empolgado com aquilo, tinha energia e sua boca não cansava. Eu fiquei muito perto de gozar, mas eu queria outra coisa e queria que ele cansasse logo daquilo.
— Pela primeira vez na vida fingi a porra de um orgasmo. Batata!
— Espera cara, você acabou comigo e eu preciso de cinco minutos para me recompor, era meio dia e dez e ele já deveria ter saído se quisesse chegar à tempo.
— Acho que eu vou ligar para ela tentando desmarcar, de repente ela não saiu de casa ainda — falava em tom pensativo me convidando a pensar com ele sobre o problema.
— Calma, ainda dá tempo — disse sonsa não me importando
— Tira a roupa – deixa eu ver seu pau.
Ele animado tirou todas as suas roupas e ficou nu na minha frente, uma bela visão, seu torso era forte, ele tinha um tipo físico bem masculino, e seu pênis era reto com a cabeça rosada. Sentada na cama puxei ele para perto de mim pelo pau e iniciei uma masturbação rindo e olhando nos seus olhos nervosos.
— Deita bebê — ordenei de mansinho.
Eu estava analisando o pau dele, “Acho que eu calculei errado é bem maior que o pepino” — pensei tensa. Usei as duas mãos para brincar com seu membro, ele estava feliz. Na cabeça dele devia estar pensando que estava transando comigo ali e sabia que mais tarde ia transar com a Nana, pensei que esse provavelmente era o dia mais feliz da vida dele. E falando do Diabo… Por cima da cabeceira o celular dele tocou e puder o avatar de quem ligava. Eu voei no telefone e o atendi proibindo que ele chegasse perto com uma das mãos.
— Não cara, não faz isso. Por favor! — suplicava ele.
Eu coloquei o aparelho no viva voz e ouvia:
— Alô, Alô…
— Fala com ela! — articulei as palavras sem emitir som.
— Oi, oi… diga, tudo bem? — ele falou nervoso mas pareceu feliz quando percebeu que eu ia fazer.
— Ce tá no viva voz? Onde você tá?
— Eu vou demorar um … — fez uma pausa para se recuperar — pouquinho, me atrasei todo.
— Poxa, tá tudo bem?
Seu pau inteiro estava na minha boca e eu acariciava suas bolas e ele fazia de tudo para tentar se comunicar com a pessoa que não parava de falar do outro lado. Eu fiz sinal de silencio para ele e me levantei.
— Então, eu tou por aqui vendo umas roupas para eu comprar, mas não consigo achar nada. Pensei em pegar um cinema e depois ir lá para casa.
“Vadia” — eu pensei. Nesse instante eu me sentei sobre ele, posicionei e fiz ele entrar em mim. Ele gemeu e eu gemi, meu gemido foi alto, dessa vez por descontrole e não maldade.
— Que barulho foi esse aí? Parece som de gente gemendo! — ela ria de nervosa a mulher do outro lado da linha.
Eu sentia seu pau ocupar o espaço dentro de mim. Aquele pau grosso e quente me deixava mole e sem muito controle. Toda vez que me mexia para me ajeitar sentia o bico dos meus seios formigarem. O rapaz não conseguia responder a mulher no telefone. Eu procurava a melhor posição para cavalgar aquilo, naquele momento não tinha que ser bom, tinha que ser sexy, plantei as duas solas do pé na cama e toda arreganhada deixei ele ver nosso sexo, ele não tirava o olho do seu pau que estava todo enterrado dentro de mim, eu já não me importava mais e mexia para frente e para trás, aquele trambolho quente em minhas pernas me deixavam sem coordenação motora nenhuma. E doia para um cacete, eu enfiei muito rápido!
— Ain caralho! — soltei um gemido alto.
— Velho, tu tá transando? Eu não acredito nisso! É muita falta de respeito — dizia a voz no viva voz.
— Não garota é que tá maior baru… — Ele não conseguia finalizar a frase.
— Com quem você tá?
— Com… ninguém….
— Para de falar com a corna e me come! — joguei a bomba.
— Quem tá aí com você? É a Letícia que tá com você? — Caralho, a Letícia?
Nana estava contrariada com o quê ouviu pelo viva voz.
— Faz o seguinte: Aproveita aí então e divirta-se, tchau. — disse e desligou.
— Tchau, eu respondi me divertindo, mas a ligação foi encerrada antes que ela pudesse ouvir.
— Venha, deixa eu foder seu pau, me come. — falei sabendo que provavelmente ele broxaria com a situação se eu não agisse rápido.
Eu nunca havia experimentado um pênis, era fantástico como eu o conseguia sentir de dentro para fora, se espalhava por todo o meu corpo me deixando quente, entorpecida… Eu sentia profundamente as pontadas e algumas vezes a dor, eu fui aprendendo a me mover do jeito certo. Ele era comprido e eu gostava de sentir alguma pele roçando no meu clítoris enquanto penetrada, e dessa veio para valer. Um aglomerado de sensações em cadeia, explosões consecutivas que aumentaram de ritmo e me levaram à um dos melhores orgasmos da minha vida — primeira comigo sentando em um homem.
Eu não demorei muito para me recuperar, fui para a beirada em cima da cama e me empinei de quatro, o rapaz parecia ausente e preocupado. Eu não me importava nem um pouco com ele desde que mantivesse o pau duro e me fodendo.
— Moço, vem cá mete em mim, com força tá? — queria experimentar isso, tava me cagando.
Não é uma coisa muito inteligente pedir algo assim se não tem certeza que vai aguentar. Senti aquele troço fundo em mim, e dei um urro dor.
— Caralho velho, tá maluco? — protestei orientando como ele deveria fazer. Ele era inexperiente. Quando ele retornou não demorou dois minutos bombando e eu senti ele retirar de dentro e um líquido quente espirrado nas minhas costas, nota mental: Avisar à esse filho da puta que não dá para ficar gozando fora toda hora.
Nós ficamos ali até quase o fim da tarde, foi muito bom e eu queria ficar o final de semana inteiro transando. Achei engraçado ele pedir para comer a minha bunda mas eu não permiti, ele iria me rasgar ao meio. A história toda não acaba aqui, se você gostou de ouvir, saiba que ela continua.