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1746 palavras
9 minutos
Pronta para o exame do professor

CapĂ­tulo 7#

O professor havia falado com o meu pai por telefone para dizer como as coisas tinham ido, ele me elogiou mas disse o quê todos sabiam, que eu era muito distraída! Meu pai me contou a conversa me incentivando a estudar mais, meu pai era um cara legal! Mas eu tava encucada com a ideia do professor, já que ele achava que eu era uma pessoa distraída eu usaria aquilo ao meu favor, ele iria ver o quê é bom para a tosse.

Eu ia à tarde novamente para a sua casa. Ele tinha visto meu peito pelo decote e hoje eu queria mostrar mais. Eu tinha uma calcinha que na verdade era uma tanga transparente para usar com vestido, eu odiava ela pois minha periquita engolia ela inteira e a danada para completar vivia se atochando na minha bunda. Ela era de amarrar dos lados e na frente era completamente transparente, na verdade aquilo era uma calcinha de dar, mas eu comprei pois era a única que eu achei às pressas que não marcaria por debaixo do vestido. E para combinar com essa calcinha, vesti uma saia que qualquer ventinho a sai sobe para a testa. Eu me senti muito gostosa vestindo aquilo. Sandálias nos pés e fui para a casa dele. Nem cheguei lá e senti que tudo estava atochado, eu não tirei, pelo contrário, nas escadas sem ninguém ver, eu fiz um leve agachamento de pernas abertas para ela entrar mais ainda.

Ele me recebeu na porta, eu tirei as sandálias e entrei dando um abraço apertado para ele me sentir e fui direto para o sofá. Eu queria me expor para a posição que ele sentava na mesa.

— Posso ficar no sofá hoje? — falei estilo kawaii toda fofinha…
— Pode sim querida.

Ele começou a falar sobre a matéria e sentou-se distante de mim atrás da mesa. Eu estava sentada apoiada com os pés no sofá e com os joelhos juntos dobrados, a saia não dava conta de cobrir, se eu fizesse um movimento mais distraído ele veria toda a região escondida. “Ele já está me olhando” — analisei. Eu sentia os olhos dele como sempre percorrendo meu corpo. Eu estava excitada com aquilo. Quando era a hora dos exercícios coloquei o caderno sobre os joelhos na mesma posição e pouco a pouco fui permitindo com as pernas que se abrisse uma visão mais íntima. Eu sentia um vento frio batendo na minha boceta descoberta. A tanga estava enfiada dentro, estava me incomodando inclusive. Eu me movimentava completamente sem modos como se estivesse na frente de uma amiga, abria as pernas rapidamente e fechava de outra forma, mas dele onde estava não importa como eu parasse ele quase sempre viria alguma coisa.

Só que em determinado momento, não deu para disfarçar mais, eu fui ver se ele me olhava e o peguei no flagra olhando para baixo da minha saia. Ele estava com um aspecto nervoso e parecia suar muito. Eu agi instintivamente e não sei de onde eu tirei coragem.

— Professor! Você tá olhando para a minha calcinha? — eu perguntei afirmando, falei bem safadinha rindo. Não tinha como eu negar.
— Quê isso garota? Claro que não — ele ficou vermelho.
— Profe, vocês acham que a gente não percebe quando um homem tá olhando para onde não deve? — meu tom não era de briga!
— Err…. — ele não conseguia dar uma resposta.
— Na aula passada o senhor estava atrás de mim olhando dentro do meu decote, não estava?
— Não menina! Você tá maluca?
— A foto, você tirou ou não tirou? — perguntei em tom de xeque-mate
— De qual foto você tá falando?
— Professor nude se troca, se quiser a gente troca! — eu dei uma gargalhada enorme do nervosismo dele e emendei como um sonoro: É BRINCADEIRA!!!!!
— Você não presta menina. — ele falou corrigindo algo entre a pernas, uma das suas mãos estavam abaixo da mesa longe da minha visão, ele estava de pau duro certamente.

Eu ia dar uma cartada final nessa brincadeira e seria agora. Eu respirei fundo, joguei o caderno para o lado e ainda com os pés sobre o sofá abri os joelhos.

— Você já viu tudo o quê tinha que ver aqui mesmo. Essa calcinha está me matando, não sei por que eu coloquei ela. Ela fica enfiando em mim. Muito ruim — fingia reclamar.

Eu enfiei os dedos na lateral da calcinha, me empinei para cima e coloquei ela no lugar que ela insistia em nĂŁo permanecer.

— Prontinho, você acha ela bonita?
— Ela quem?
— A calcinha! Você acha que eu estou falando do quê bobo?
— Desculpa, eu não prestei atenção.
— Não viu? Mas você tava vendo um tempão e agora me ajeitei na sua frente, quer ver de novo?
— …
— Um gato comeu sua língua professor?

Ele estava realmente em pânico, eu lembro de feito umas duas perguntas ele não respondia mais.

— Lelê, isso pode me dar problema amor, vamos parar? — ele criou uma enorme coragem para falar isso.

Eu ignorei e subi na mesa sentando com as pernas abertas na frente dele como se fosse um prato de comida servida sobre livros, puxei a saia mais para cima, ele conseguia ver dos meus meus poucos cabelos até a entrada da minha vagina, a calcinha era transparente.

— E agora consegue ver? É bonita?
— É sim — gaguejou olhando fixamente…
— Mentiroso, você fala isso só por que é homem, essa calcinha é horrível…

Eu dei uma breve tagarelada explicando os usos dela e como era incomoda, e enquanto isso eu vigiava seus olhos que nĂŁo se moviam, ele estava literalmente suando. Eu mexia na calcinha displicentemente.

— Mas o tecido pelo menos é confortável professor, toca para você ver? — eu pedi baixinho com tom de quem implora.
— Não posso encostar em você querida, isso aqui se alguém souber já é crime. Vamos parar com isso? Eu não quero ser preso.
— Tá bom uai, mas já que não quer encostar e já olhou, por que não dá mais uma olhadinha direito?

Seu rosto abriu um leve sorriso permissivo e encabulado, eu escorreguei meu quadril para perto dele e abri mais as pernas. Soltei o laço lateral de um lado e depois o outro. Arranquei aquele paninho minúsculo e joguei no colo dele.

— Um presente para você! Pode ficar como ela se gostou tanto assim.

Eu tinha certeza que ele estava de pau duro, eu via seu ombro se mexer. Ele devia estar apertando o pau por cima da calça….

— Você acha ela bonita professor? Tou falando da minha pepeca agora!
— S.. Sim…

Usei meus dedos para percorrer ela e abrir os grandes lábios para me mostrar mais.

— O cheiro dela é bom? — eu falava baixo, minha voz era sem força.
— Sim… — ele se tremia.
— Quer chupar?
— Queria, mas não posso…
— E se eu tiver nessa posição? — falei fazendo um movimento felino, jogando o material de estudos no chão e ficando de quatro toda empinada em cima da mesa.
— Meu Deus Letícia, você quer me mandar para cadeia…
— Meu pai vai é te matar se souber. — eu ri olhando para trás e vendo sua cara, seu rosto estava mas perto de mim, eu sentia o seu calor se aproximando.

Por entre as pernas comecei a me masturbar de forma exibicionista, tocava meu clitĂłris de forma circular depois enfiava dois dedos pela metade na minha vagina, eu nem estava tĂŁo molhada assim. Depois passei os dedos em volta do meu buraquinho.

— Meu cuzinho é bonito?
— Sim, uma delícia.
— Você nunca comeu ele, e eu perguntei se é bonito e não se é gostoso.
— É bonito — ele respondeu gemendo.
— Já que você não quer me encostar…

Eu me levantei da mesa e parei ao seu lado, eu arrumava as minhas roupas e baixava a minha saia para onde ela deveria estar.

— Nossa eu tou encharcada, olha, sente o cheiro. — falei colocando o dedo perto do seu nariz..
— Você é novinha e não vale nada garota!
— Seu pau tá tudo professor?
— Sim, né! Depois da sua exibição… — ele gaguejava de tesão.
— Posso ver?
— Não, nada disso…
— Você me viu, agora eu quero te ver, nude se troca.
— Não, nem pensar. Melhor a gente parar…
— Professor, pensa bem, se você tirou a foto do meu decote na última aula e eu contar para o meu pai, não adianta apagar do celular não… Ele acha.
— Não me ameace, você não faria isso. — falou com medo.
— Você acha mesmo que não? Anda, deixa eu ver essa rola aí e eu sossego.

Ele queria, só não tinha muita coragem mas cedeu, virou sua cadeira na minha direção, abriu a barguilha e colocou o pau para fora. Era bem comprido, muito comprido, infelizmente feio. Eu só conhecia o do Matheus até então.

— Satisfeita? É só para olhar….
— É mesmo?

Eu me ajoelhei e enfiei a boca sem pedir. Ele tentou esboçar algum tipo de reação mas eu já segurava ele pelas bolas. Eu chupava a cabeça muito devagar fingindo que não sabia o quê estava fazendo. Eu sentia ele tremendo, acho que a qualquer momento ele poderia gozar, por duas vezes e ele tentou me afastar mais desistiu, eu não sabia muito como chupar uma rola daquele tamanho. Não era grossa, era fina na verdade mas parecia uma tripa! “Deve ser bom para comer cu” — pensei.

— Goza no meu rostinho professor? — carinha de anjo

Não sei se sua resposta foi um sim, mas eu estava masturbando ele com a minha boca aberta perto da cabeça e veio um jato de porra bem fedida por sinal… Grande parte foi para a minha boca que eu cuspi ali mesmo no chão e um pouco na minha bochecha… Fiquei olhando para ele quietinha com a carinha toda gozada e rindo até quebrar o silêncio.

— A aula acabou não é professor? Junta as coisas enquanto eu vou no banheiro? E não é para me vigiar pelo buraco da fechadura tá bom ?

Quando voltei me despedi como se nada tivesse acontecido. Ele tinha juntado o material e só em casa eu percebi que ele tinha guardado a minha calcinha na minha bolsa, eu queria que ele ficasse com ela, voltei para casa sem calcinha e detestei a sensação.

Estranhamente ele não pode mais me dar aulas, disse para o meu pai que conseguiu um emprego de última hora mas continuaria mandando exercícios por e-mail para mim. Eu nunca mais fiz nada assim com ele. A gente se viu várias vezes na minha casa mas eu nunca toquei no assunto e nem ele falou nada comigo.

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