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1829 palavras
9 minutos
Minha primeira transa como um novo gay

31/10/2024

EEu tinha acabado de transar com um cara e, ao pensar nisso, só conseguia achar graça da situação. Jamais na vida havia sentido atração por homens, mas, ali, naquele momento, eu queria comer, chupar e ser chupado. Porém, algo faltava, e eu estava muito curioso para saber como seria. Acabei não pedindo para o cara me comer porque, no dia com a May e o namorado, eu fiquei muito sem graça. Com a May por perto, as coisas eram meio estranhas; ela sempre sacaneava com tudo e, às vezes, era meio constrangedor. Em casa, tentei usar um vibrador que alguma ex deixou para trás, mas não gostei nem um pouco da sensação; parecia que não estava encontrando o lugar correto.

“Será que eu ligo para ele? Mas isso seria trair a May?” — esse pensamento não saía da minha mente. Ela tinha o rolê dela com ele em um relacionamento aberto, mas devia se sentir confortável, pois era ela quem comandava a situação. Se eu agisse pelas costas dela, sabia que isso iria chateá-la. Eu precisava falar diretamente com ela antes. Decidi ligar e pensei que, se ela tocasse no assunto, talvez comentasse sobre o que eu queria fazer e, de acordo com a resposta dela, eu poderia finalmente pedir. Então, eu liguei.

— May, de buenas, garota? — Buenas… Como você tá, viadinho? — Desde que me viu chupando o namorado dela, a desgraçada só me chamava assim. — Na real, ainda tô pensando no que rolou; achei foda pra caralho. A gente podia fazer de novo! — Ué, a gente pode marcar sim; tu gostou de pica, né? — Confesso que gostei sim… Só faltou uma parada. — Tô ligada, pô, mas no dia ele brochou lá depois que tu escaralhou nele! Ele é fraquinho, cara, e adora ser passivinha. — Tu fica bolada se eu pedir uma parada? — Não, porra, fala aí… — Tem como tu me emprestar ele? — Ihhhh, ô sua bichona, para de dar em cima do meu homem, porra! — Ela nunca perdia a chance de me zoar. — Sim ou não, cara! Responde! — Claro que pode. Só vocês dois? — Se puder, sim. Claro, se você não ficar chateada… — Por mim, tudo bem, vou ver se ele quer. Amanhã à noite tá bom?

Seria bom. Eu fazia matéria com ele, e a gente poderia vir pra cá depois da aula. Aceitei e comecei a pensar em como me preparar. Meu coração estava batendo forte, eu estava agitado e nervoso com aquilo. Uma centena de perguntas passavam pela minha cabeça, e eu tentava dar respostas lógicas a tudo. Queria fazer tudo o que tinha feito com ele, mas com mais calma, curtindo mais, entendendo melhor o processo.

No dia seguinte, tudo parecia ter sido acertado por May. Ele me encontrou no inĂ­cio das aulas nos corredores e veio logo me cumprimentar.

— Oi, tudo bem? Quando for embora, me manda uma mensagem, certo? — Ele não transparecia nenhuma segunda intenção em suas palavras; quem ouvisse a conversa jamais saberia o que iria acontecer depois da aula.

— Certinho! Combinado!

Não trocamos mais do que duas frases, e, no final da aula, ele já estava me esperando ao lado do estacionamento para ir embora comigo. A conversa no caminho foi tranquila. Eu achei que seria constrangedora, mas foi bem de boa. Ninguém tocou no assunto, e o foco foi apenas falar mal da May e suas maluquices. Eu confesso que estava com tesão. A situação me fazia ter breves ereções. Eu já tinha sentido isso antes; sempre que levava uma mina para o abate, era esse mesmo feeling. Mas dessa vez tinha um tempero a mais: a sensação do errado, do proibido. E isso me quebrava muito.

Chegando em casa, ele pediu para usar o banheiro, e eu fui buscar duas cervejas para continuar a conversa. Quando voltou, sentamos para conversar, e foi ele quem tocou no assunto.

— Você é bem corajoso, sabia? Poucos homens têm a coragem de experimentar! Fico muito feliz de você ter me escolhido; acho você um cara bem gostoso.

Fiquei muito sem jeito. Quando caras me cantavam, eu ficava extremamente desconfortável, e agora não estava sendo diferente. O problema é que eu não poderia nem responder com um “Eu também te acho gostoso!”. Eu o achava um cara bonito, mas gostoso não. Não que ele não fosse, mas eu simplesmente não enxergava homens dessa forma. O que eu sentia era tesão pela putaria diferente. Não sabia o que responder e agi como um homem médio: sendo rude.

— E então, bora?

— Estou aqui para isso, senhor!

Ele colocou a cerveja na mesa do centro e veio na minha direção. Eu o recebi puxando-o para cima de mim e invadindo sua boca de assalto com minha língua. Era estranho passar a mão em seu corpo e sentir tantas texturas diferentes. A rigidez do seu corpo era algo novo para mim, bem diferente da maciez das mulheres. Sua pegada era intensa e tinha algo de subjugador. Ele atacou meu pescoço, segurando meus cabelos curtos, e começou a beijá-lo. Sua barba mal feita me arranhava e causava um frisson. Eu apenas espelhava seus movimentos, repetindo suas ações. Parecíamos não nos entender completamente e sempre nos chocávamos de alguma forma, mas isso não era nenhum problema.

As roupas começaram a voar para o chão da sala. Enquanto eu tentava me desvencilhar da camisa presa no pescoço, senti sua boca no meu peito, sugando meu mamilo. Ele o apertava com a língua, fazia movimentos circulares e dava chupões fortes que sugavam até partes da minha alma. Meu pau, a essa altura, gritava dentro da calça, pedindo por espaço. Eu tremia a cada chupada que levava no peito. Empurrei-o para longe para conseguir espaço e tirar minha calça. Ele se assustou com a violência, mas logo entendeu e começou a tirar suas roupas também. Quando estávamos nus, ele veio para cima de mim e atacou meu membro com mão e boca. Fui jogado de costas no sofá e obrigado a me abrir como um frango de padaria. Aquilo era novo para mim. Tive o primeiro impulso de recusar, mas sua língua vagueando pelos meus testículos e sua mão me masturbando convenciam-me do contrário. Eu me entreguei, com os braços estirados sobre o sofá, sem reação.

Ele ainda não tinha colocado meu pênis na boca; apenas me masturbava e lambia meu saco, descendo até perto do meu ânus. Eu me levantava para tentar ver o que ele fazia, mas, daquela posição, era difícil enxergar. Apenas sentia sua mão percorrendo todos os cantos, sem parar. Ele me arranhava, acariciava e fazia pressão em alguns lugares. Meus olhos estavam fechados quando senti algo molhado e quente na cabeça do meu pênis. Sua boca envolveu minha glande, e eu perdi qualquer resquício de controle.

Ele me sugou pela ponta do meu pênis de forma leve; eu conseguia sentir sua língua percorrendo a glande e sua leve sucção. Uma outra mão que não estava me masturbando tinha um dedo passando algo gelado e cremoso no meu ânus, fazendo pressão — era isso: ele ia me dar uma dedada!

— Não tranca! Relaxa, vamos devagarzinho. — Sua voz era tediosa, como a de um médico me orientando em um procedimento de rotina.

Seu dedo foi entrando, e eu podia sentir ele ganhando espaço dentro de mim, como se procurasse algo. Ele repetia o movimento de entrar e sair, sem parar de me chupar. Dois dedos se uniram para forçar o caminho, e eu sentia algo muito estranho; tesão e nervosismo estavam juntos na minha mente. Pouco tempo depois, eu estava tão relaxado que pouco me importava com o que ele estaria colocando dentro de mim. Então ele disse:

— Eu vou fazer uma coisa, mas não quero que você goze agora, tá?

Eu iria dizer algo, se conseguisse, mas ele tocou fundo em algum lugar que fez meu pênis inteiro esquentar e ficar sensível. O que saiu da minha boca em resposta foi um gemido feminino e uma entrega ao orgasmo. Ele tinha chegado à minha próstata, eu acho; cada toque que ele dava ali era extremamente prazeroso, meu cérebro não entendia de onde vinha aquela onda, e isso me causava confusão.

Quando ainda estava bom, ele parou e voltou a passar mais lubrificante em mim. O que ele fazia era me ajudar na dilatação para o que vinha depois.

— Vou meter em você, pode?

Aquela pergunta caiu sobre mim com um enorme peso. Eu estava ali para experimentar isso e, agora, fiquei muito inseguro na minha resposta. Apenas assenti com a cabeça e respirei fundo.

Ser penetrado era algo novo para mim. Senti seu pau me dando a velha pincelada que tanto eu gostava de fazer nas meninas — agora era eu que estava nesse lugar. Ele forçou a cabeça na entrada.

— Deixa eu entrar, não tranca e não empurra para fora, ok?

— Ok…

Eu senti aquilo sendo forçado em mim, e doeu bastante. “Quando isso fica bom?” — pensava, tentando não transparecer minha dor. A cabeça passou, podia sentir dentro; era quente e incomodava. Ele começou a empurrar vagarosamente, e eu usei minhas mãos para ajudar, tentando abrir as nádegas. Em algum momento, não houve mais resistência, e ele foi até o fundo, tocando naquele lugar mágico. Meu pênis não estava completamente duro; talvez pela dor ou pelo nervosismo. Ele começou a tirar e colocar com um pouco mais de velocidade, e eu podia sentir o atrito dentro de mim. Comecei a gemer como uma cadela quando ele me batia fundo. Eu não queria mais ficar naquela posição.

— Posso ficar de quatro?

Mudei de posição e senti quando ele veio por trás de mim. Naquele momento, me senti como uma verdadeira libertina, e gostei disso. Dessa vez foi mais fácil; eu estava mais aberto, recebendo as investidas dele acompanhadas das suas mãos fortes batendo na minha bunda. Seu corpo pressionava o meu, provocando uma sensação excitante. Queria entender aquele prazer que nunca havia sentido e não conseguia identificar de onde vinha. Enquanto ele me penetrava, me masturbei, e logo gozei de uma maneira intensa como jamais tinha experimentado. Durante o meu orgasmo, gemendo e tremendo, ele me segurou, continuando com mais força até que comecei a rir.

— Caralho, isso é muito bom…

— Gostou?

— Porra… Bom demais, mas dói pra caramba.

— Com o tempo você acostuma.

— Sabe o que eu quero pra finalizar? — Eu já nem percebia, mas estava me entregando completamente ao meu lado mais vulnerável, até charme eu estava fazendo.

— O quê?

— Goza na minha boca?

Fui até ele, dei um beijo profundo e desci até seu membro com um sorriso no rosto. Desde a última vez, tinha gostado da sensação de fazer aquilo. Era bom sentir seu corpo na minha boca, quente e suave. Meus lábios ficavam sensíveis ao toque, e o sabor levemente amargo era uma novidade. Eu explorava seu corpo com curiosidade e, antes que esperasse, senti o que tanto queria: ele gozou no fundo da minha garganta. Engoli e senti a textura viscosa descendo devagar.

Continuamos até de madrugada. E essa história… ainda continua.

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