Capítulo 2
Depois daquela vez, houveram algumas outras. May tinha uma espécie de relacionamento aberto com o namorado, e eu era o amante da relação. No início, achei isso estranho, mas ela era uma mulher impactante, impossível de dizer não. Sempre conseguia o que queria, e dessa vez não foi diferente. Há algum tempo, ela dizia que queria transar com dois caras — o namorado e eu. Eu fugia do assunto, não gostava de homens e sempre achei isso meio estranho, mas ela tinha um estratagema muito bem executado. Como ela fez? Simples: me deixou esquecer o assunto e apareceu na minha casa com ele. O resto é o que vou contar a você aqui!
A campainha tocou, e alguém esmurrava a porta, que estava destrancada. Era ela, entrando cheia de sacolas, completamente esbaforida, reclamando do elevador quebrado. Levantei para ajudá-la, e atrás dela, no corredor, estava seu namorado, me dando um sorriso amarelo e sem graça, como sempre. O sujeito não era feio, muito pelo contrário, era bonito, mas um banana, um carinha sem graça que concordava com tudo e vivia como um capacho dela. As bebidas foram postas na geladeira, preparamos algo para comer e ficamos ali, como de costume, batendo um papo casual entre amigos.
Durante a conversa, ela sentou-se ao meu lado e, sem vergonha nenhuma, me beijou na frente do namorado, que nos olhava tranquilo. Era tudo combinado, mas eu sempre me sentia desconfortável.
— Eu acho que seu pau é maior que o dele, mas o dele é mais bonito — disse ela, com a mão no volume que se formava nas minhas calças. — May! Caralho! Para, porra! — Eu tentava em vão manter as mãos dela longe de mim, mas ela insistia em me tocar. — Deixa de frescura. Tu sabe muito bem o que eu vim fazer aqui.
Seu rosto era sério; eu sentia que estava levando uma bronca dela. Seu namorado parecia não estar nem um pouco surpreso com aquilo. Como algo corriqueiro, ela me ajudou a abrir a calça e tirar meu pênis para fora, enquanto tagarelava com o namorado, que não desviava o olhar um segundo. E assim, ela começou a me masturbar e a me chupar vagarosamente. Eu me sentia nervoso e tentava rir para disfarçar, mas sempre que eu falava algo, ela aumentava a intensidade, o que me fazia parar para respirar fundo ou soltar um chiado, como se fosse um gemido.
— Tu não fica com ciúmes, não, cara? — perguntei enquanto a mulher dele se ocupava com a boca, me chupando. — Não, na verdade, eu gosto! — Ele disse isso, e percebi naquele momento que ele acariciava o volume por debaixo das calças. — Vem cá, amor — falou ela carinhosamente.
O homem veio e sentou-se ao meu lado enquanto tirava as calças. Meu pensamento era que May, que estava de joelhos no chão, iria intercalar entre nós, mas não foi isso que aconteceu. Ele se inclinou para beijá-la e, no fim do beijo, engatou com ela chupando meu pau. Nesse momento, fui tomado por um misto de raiva, nojo e tesão. Precisei de alguns segundos para entender o que estava sentindo. Mas o tesão rapidamente venceu. “Uma mamada não faz mal a ninguém”, pensei. Quando ele se dedicava à cabeça do meu pau, o prazer era imensamente maior; a pressão que ele exercia e o movimento eram corretos e precisos. Às vezes, May deixava ele me chupar sozinho, e ela ficava me olhando, dando gargalhadas mudas, como se tentasse rir em segredo. Meus olhos reviraram, e eu perdi o controle do meu corpo, que ficou relaxado.
Ela veio novamente para cima de mim, começou a me beijar e, então, colocou seus seios na minha boca. Ela tinha um bom volume, seus seios eram firmes, e ela havia posto perfume entre eles. Senti o gosto quando lambi. Eu beijei e suguei com sofreguidão; o prazer me tomava, e os chiados que ela fazia com a boca eram uma música para mim. Em um momento, ela retirou suas roupas por completo e disse:
— Sai daí, seu viadinho — seu tom de voz era perverso enquanto enxotava o namorado que me chupava.
Ela não pediu, não fez nenhum preparo; simplesmente subiu sobre mim e se encaixou de uma única vez, com maestria. Ali, senti seu peso; sua vagina quente me aquecia, causando um prazer incomparável. Sua umidade podia ser sentida através do meu pau. Ela estava realmente molhada! Quando, enfim, me senti todo dentro dela, minhas pernas tremeram; tive que me segurar. O babaca do namorado dela apenas sorria enquanto tirava as roupas. Ela pesava seu corpo, se forçando para baixo, esfregando-se em um vai e vem forte e dolorido. Eu apertava sua bunda, deixando marcas vermelhas em sua pele. Seus gritos me ensurdeciam; como era barulhenta.
— Vem cá, seu merda, me dá seu pau. — Sua cara de ódio me dava medo.
Seu namorado obediente subiu no sofá e aproximou seu pau, ainda meio mole, da boca dela. Vi quando ela o engoliu por completo em uma única bocada. Enquanto o membro dele se agigantava em sua boca, ela babava, forçando-o cada vez mais para dentro de sua garganta. Ela se sufocava e tossia, mas não parava de se mover em cima de mim. Em uma mudança de posição rápida, plantou os pés no sofá, se abriu e pôs-se a quicar sobre mim, sem medir seu peso. Ela o chupava bem perto de mim. “Eu nunca chupei um pau…”. Eu estava curioso, com vontade, mas não tinha coragem de pedir. Nisso, ela leu meus pensamentos e enfiou o pau dele na minha boca.
Senti minha boca sendo invadida; era novo! “Meu Deus, eu estou chupando uma rola!” — pensei, sentindo, estranhamente, um novo sentimento que era de felicidade para mim.
Era quente; na minha boca parecia ser ainda maior, ocupando todo o espaço! O gosto era diferente também, levemente mais amargo. Eu estava em um caminho novo de descobertas, atento a tudo. Tentava fazer do jeito que eu gostava, e parecia que estava fazendo bem, pois ele gemia de prazer, me olhando.
— Olha quem é viadinho também! — disse ela, cantarolando de forma extremamente zombativa.
Ela se cansou e, agora, sentada em mim, apenas gargalhava. Fiquei muito sem graça e parei de chupar, limpando a baba da minha boca com as costas da mão. O gosto dele era forte, e, estranhamente, comecei a me interessar mais em ir adiante.
— Esse sofá reclina? — perguntou ela, examinando o assento.
Eu respondi que sim, e nos ajustamos para a próxima etapa. Ela deitou-se de lado e mandou o namorado deitar de conchinha atrás dela. Ele logo foi procurando um buraco para se enfiar, e vi seu pau rapidamente se escondendo deslizando para dentro.
— Deita atrás dele e coloca no cu dele; ele gosta que meta com força. Anda.
— A ordem era um convite à perversão; seu sorriso era maldoso, e eu obedeci.
Deitei, e o cara me ajudou. Corpos masculinos nunca me atraíram muito, mas aquilo me deu curiosidade. Ele tocou uma rápida punheta em mim de costas, posicionou e empurrou a bunda. Entrou com certa facilidade; era um cu como outro qualquer; já tinha feito várias vezes, mas o tempero era o sentimento de que aquilo era errado para mim; eu não era gay. Era… Ele fazia o movimento lentamente; quando empurrava, seu pau entrava nela, e quando tirava, meu pau entrava mais para dentro dele.
— Soca ele, caralho! A coisa rapidamente ficou frenética. Eu aumentei o ritmo e a força, e o cara começou a gritar. Eu não sabia se era de prazer ou dor. O cheiro de sexo impregnava o ar. Eu não sabia o que sentia, mas agi como um animal; fui bruto com a bunda do rapaz. Soquei com energia ao ponto de ele não conseguir mais se mover para frente. Um grito súbito e um tremor se sucederam a uma paralisia; ele havia gozado. Ela ria, e eu não parava de meter até que enfim minha alma abandonou meu corpo e senti uma desesperança e cansaço súbito. Descarreguei tudo dentro dele.
Antes de me recuperar a realidade veio até a mim e eu me choquei comigo mesmo, eu estava confuso. Ele virou seu rosto para trás e buscou um beijo que eu correspondi. Foi carinhoso e sem estranheza.
— Ihhhh, agora fudeu, vai ficar dando em cima do meu homem? — era May me encabulando mais uma vez. Depois disso todas as atenções eram voltados a ela, nós continuamos depois mas isso eu conto mais para frente em outra oportunidade.