Capítulo 3
Meus pais iriam viajar com o pentelho do meu irmão e eu ia ficar um final de semana prolongado inteiro em casa sozinha, o motivo de eu não querer ir não é importante para a história. Na sexta à noite, a casa estava virada de pernas para o ar, malas, roupas em cima da mesa da sala e muita correria para pegar a estrada, eu ajudava meu irmão a levar as tralhas para o carro. Enquanto socava as malas nos espaços vazios que estavam vagos, vi no banco de trás do carro algo que me deu uma brilhante ideia. Meu irmão como eu disse era tonto e só não perdia a cabeça pois estava colada ao corpo, seu celular estava jogado no banco de trás do carro, imediatamente sem ele ver, surrupiei o aparelho guardando no bolso de trás da minha bermuda. Eu precisava daquilo para executar meu plano!
Eu fui paciente. Depois de partirem eu esperei por uma hora inteira para ver se ele não daria falta do telefone, poderia haver uma chance de ele querer fazer meu pai dirigir de volta para buscar o aparelho, mas se tivessem longe o suficiente isso jamais aconteceria. Eu sabia a senha do aparelho, era a mesma que a minha mãe usava! Busquei na lista de contatos o nome do bobão e comecei a ler as últimas conversas entre eles e claro que eu pesquisei meu nome, queria saber se eles haviam comentado algo. Curiosamente, só tinha meu irmão falando mal de mim, o maldito não falou uma linha sequer sobre a minha linda pessoa. Fiquei meio decepcionada, mas foda-se… Tentando imitar o jeito macaco de escrever do meu irmão, comecei a conversa com ele.
Mas espere, você que está lendo deve estar se perguntando o motivo de eu não mandar uma mensagem diretamente do meu telefone para ele, certo? Eu já tinha feito isso anteriormente, e desde a última vez ele fugia de mim igual um diabo foge da cruz. Ele deu umas duas broxadas comigo, e eu queria atentar mais ele, eu gostava disso, a ideia me excitava. Se eu não executasse esse ardil com sucesso, ele jamais viria aqui sabendo que estaria sozinho comigo.
— E aê mané! De bobeira? — eu ri enquanto tentava imitar meu irmão.
— To no fifinha aqui…
— Cola ae pô. Vem levar uma surra — a surra seria de boceta, mas eu não queria dizer isso.
— Tu não foi viajar? — ele sabia que meu irmão ia viajar… Merda!
— Ah, deu ruim aqui minha irmã foi com meu pai só… Cola aí pô, vem dormir aqui. — Me tirei da jogada.
— Vou só tomar um banho e vou.
Essa foi mais ou menos a conversa por texto que tivemos.
Ele estava vindo para a minha armadilha, e eu não estou de sacanagem, a minha ideia era prender ele aqui em casa e esconder a chave, eu ia sentar tanto nele ele ao ponto de deixá-lo traumatizado. Tomei meu banho, bati uma gilete no azulejo e interfonei para o porteiro dizendo que não precisava ligar para avisar quando ele chegasse, o menino poderia subir direto. Então, foi só esperar. Eu pensava o que eu iria fazer quando ele chegasse, ia sair pegando? Ele poderia simplesmente falar que não me queria e ir embora… Eu não tinha pensado nessa possibilidade. O plano me deixava nervosa e excitada, por duas vezes eu tive que ir ao banheiro dar uma secada. Alguém tocou a campainha, eu fui abrir. Era agora que tudo ia começar.
Na porta aberta eu via surgindo do elevador o meu bobão, ele me olhou espantado e deu um sorriso gostoso pra mim, eu o achava tão bonitinho! Ele empacou já na porta quando me viu.
— Você não foi viajar? Seu irmão tá aí? — ele ficou desconfiado.
— Entra logo garoto! — o puxão que eu dei era para dizer que não tinha conversa.
O tonto entrou sem entender nada. De chinelos, camiseta de banda e bermuda caindo da cintura ele parou no meio da sala olhando em volta e sondando o ambiente, não havia sinais de mais pessoas na casa e nesse momento ele percebeu o que estava acontecendo. Não deu tempo da sua mochila sair das suas costas, eu invadi seu espaço e beijei sua boca devagar, eu precisava ir devagar com ele. Deixei que meus seios tocassem seu corpo e segurei gentilmente seus braços. O menino na minha frente retribua os beijos, mas seu corpo parecia estar paralisado. Alguns minutos depois, nada dele engatar uma segunda marcha, os meninos que eu saia normalmente já estariam com a mão dentro de mim à essa altura se eu permitisse, spoiler, a mamãe sempre permitia!
— Vem cá, vem! — guiei ele para o quarto ainda de mochila.
Aquela mochila estava me dando raiva. Ele não tinha atitude de nada, sempre suava frio e me olhava nervoso, eu gostava de causar isso nele. Na real isso era o único motivo do meu interesse, ele ser essa coisinha submissa, medrosa e imprestável.
— Tira isso das costas, e tira essa camisa também. — Ajudei ele a se livrar do que me atrapalhava.
— Seus pais não vão voltar? — perguntava ele em meio aos beijos que recebia.
— Não, vamos perder esse cabacinho aí hoje? — falei enquanto minhas mãos habilmente abriam sua bermuda procurando seu membro enquanto eu ficava de joelhos na sua frente.
Quando eu vi, não acreditei! Quase gargalhei, mas eu tive que me conter. Sobre um excelente volume que crescia, havia uma cuequinha do super-homem… pensei em mil piadas naquele segundo, mas só dei uma mordidinha no volume fazendo ele se encolher. Era melhor enfiar a rola dele na minha boca logo ou não conseguiria segurar o riso e a vontade de fazer piadas. E eu fiz isso, arranquei a coisa ridícula do corpo dele e na minha frente um pequeno colosso flácido se apresentava, era bonito mesmo mole! Parecia grande e era circuncidado, uma bela pica sabor morango, rosinha.
Dei um beijinho na cabeça, olhei para ele num sorrisinho safado e senti ele tremer ao meu pequeno toque.
— Deixa eu sentar aqui, não vou conseguir ficar de pé — falou ele subserviente tendo sua primeira atitude.
Eu o deixei se acomodar enquanto eu tirava o meu short, ele parecia estar ficando levemente mais à vontade comigo.
— Você é doida! — disse ele espantado e aceitando seu destino.
Ele sentou-se onde achou lugar e cai de joelhos em meio às suas pernas e tome-lhe mamada, umas das coisas que eu mais amo é sentir um pau ficando duro na minha boca e olha… Aquele pau não parava de crescer, eu nunca tinha visto ele assim de perto, seu corpo era grosso e sua cabeça exposta não era mais grossa que o restante. Colocar dentro da boca era difícil pela grossura! Eu fiquei focada brincando para ver o quanto cabia dentro! Eu não estava preocupada em dar prazer, eu tinha uma belo de um pau nas mãos e eu só queria brincar com meu brinquedão novo. Meu menino gemia e eu prestava atenção às suas reações para não levar uma jatada inesperada na cara; ele tinha hábito de queimar a largada. Intercalava uma punhetinha e uma lambidinha na cabeça, ele ficava com tesão quando eu dava beijinhos na pontinha e arranhava as suas bolas com as unhas. Ele ficava todo arrepiado ao meu toque.
— Levanta as pernas e abre bem — ordenei olhando a cara de desespero dele.
Internamente, eu ria muito tentando me conter, a insegurança dele me fazia querer mais. Claro eu estava provocando fazendo-o pensar que eu iria enfiar um dedo nele. Queria saber o que se passou na cabeça dele nessa hora, mas ele obedeceu e para a minha surpresa se arreganhou todo.
Eu comecei, de mão molhada eu fiz uma punheta coordenada, minha boca corria pelo saco esfregando tudo o que encontrava, ele gemia e arfava forte se inclinando todo para trás! Um dedo molhado e um toque na sua entradinha rosada fez ele ameaçar se fechar para mim.
— Não, nem pensa! Não e não! — chamei imediatamente a atenção dele forçando-o abrir novamente as suas pernas para mim.
Nessa hora ele recebeu uma linguada que foi da cabeça do seu pau e percorreu até a entrada do seu cu, meus ouvidos ouviram um gemido quase feminino. Aquilo me arrepiou toda de tesão, comecei a circular minha língua no seu cu percorrendo toda borda, por vezes eu pressionava a língua aberta lambendo o períneo e tentando engolir seu cu no ponto final, ele estava todo trancado com medo caso eu resolvesse enfiar algo dentro, jamais faria. Cansada daquilo, me levantei, ele estava mole e entregue, derretido como uma manteiga na cama, pelo menos não havia brochado nem gozado antes da hora. Mas a prova de fogo seria agora, eu rezava para que ele aguentasse pelo menos uns três minutos dentro de mim.
Eu me sentei em cima dele e o beijei, ele ainda tentou pedir para me chupar, mas recebeu um sonoro “depois”, eu estava com muito tesão, e como não acreditava nas habilidades orais dele resolvi cavalgar aquela pica imensa enquanto tivesse rígida. E então, eu peguei aquela maravilhosa peça de carne dura sabor morango com uma das mãos e procurei a minha entrada, posicionei a cabeça e fiz um leve movimento de quadril, eu estava molhada, mas ele era grosso, fui rebolando lentamente para aquilo ir aos poucos entrando em mim, aquela coisa quando começou a entrar foi bastante intenso, o prazer tirava o controle que eu tinha, e todas as forças da minha perna foram embora, minha boca abriu-se sozinha e eu pronunciava monossílabos descontroladamente. Eu ia me movimentando e sentindo ele entrar mais e mais fundo, minha carne ia cedendo lentamente e sentia ele ia ganhando seu espaço dentro de mim. Eu sentia meus mamilos arrepiados e sensíveis sendo tocados pelo toque desajeitado do menino. — Eu quase havia esquecido da existência dele
— Tira a mão do meu peito, porra! — Ele ia me dar um aperto ou torcer e eu ia ficar puta com ele.
Eu forcei até sentir tocar meu útero, quando veio a característica dorzinha do toque no fundo, rebolei subindo e descendo umas três vezes para ter certeza que tudo estava fluindo bem. Quando tudo estava correto, me ajeitei sobre ele achando lugar para o apoio dos meus pés.
— Segura a minha cintura garoto! — mandei em voz alta.
E eu cavalguei, eu subia e descia com força, me esfregava com raiva, eu sentia cada centímetro dele dentro de mim. Sua cara era uma expressão vazia de dor, seus olhos eram vidrados e sua boca não emitia um som sequer, seu corpo estava rígido. Meu movimento era frenético, a cena era violenta e eu era a agressora, eu sentia que o estava machucando e não me importava nem um pouco com isso. Eu o estava punindo por existir.
Seu pau não tinha espaço e o encaixe era estreito, fazendo eu sentir toda a extensão de sua carne que se alternava dentro da minha boceta, aquilo me queimava, eu sentia a ardência, sabia naquele momento que as dores viriam depois se não diminuísse o ritmo mas o tesão não me permitia.
— Não goza porra! Segura caralho, fode que nem homem… — eu proferia ofensas tomada pelo frenesi do sexo.
O meu orgasmo veio muito rápido, quando senti vindo, eu enfiei um dedo no meu cu e a outra mão procurou meu clitóris, eu só tinha coordenação para me apertar com força e tentar uns pulos sentada em seu pau ainda encaixado dentro de mim de forma completamente descoordenada…
Eu morri. Caí de lado como um saco de bosta tentando controlar a respiração, essa foi um dos melhores orgasmos da minha vida… O bananinha sem parecer entender o que tinha acabado de acontecer sentou-se ao meu lado e estava de pau duro se masturbado em silêncio com cara de safado e rindo para mim!
Ali deitada, olhei para ele pensei: “Primeira vez que esse besta faz uma mulher gozar e nem teve trabalho, com um pau desse ele nem imagina como isso é uma tarefa fácil”.
— Viu, eu não gozei — disse ele se gabando.
— É o mínimo não é mesmo? — respondi dando um fora enquanto ele contorcia o rosto em muxoxo.
— Posso gozar agora? — ganiu o cachorrinho magro para mim.
— Se resolve na punheta filho, para aprender como é bom deixar mulher na mão.
Nem era culpa dele coitado, eu queria mais, mas naquele momento eu precisava muito respirar e fazer xixi, aquela rola esmurrou a minha bexiga por dentro.
— Eu vou ao banheiro, para de tocar punheta senão você vai gozar. — Eu queria mais.
Peguei minha calcinha e fui para o banheiro fazer um xixi, no rosto havia um sorriso de quem só quem deu sabe.
Continua.