Capítulo 1
Eu nunca fui santa, mas houve um época que eu era bem pior que hoje, não devia ter mais que dezessete anos e ainda morava na casa dos meus pais em um apartamento pequeno em Botafogo. Eu dividia o quarto com o tonto do meu irmão que enfiava todos os amigos dele naquele cubículo o dia inteiro para jogar videogame. Todos eles eram mais novos que eu, eram uns garotos esquisitos demais.
No início do ano seguinte meu irmão fez novos amigos, um deles me chamou bastante atenção, mas o coitado era lerdo que dava pena. Ele era daquele tipo que a mamãe ainda devia dar banho, cabelo penteadinho e roupinha sempre arrumada. Eu achava ele engraçadinho, pois sempre que me via ficava acanhado demais. Eu, danada que era, aprontava com ele! Uma das coisas que eu sempre fazia era colocar um top mais largo que qualquer inclinada dava a visão de meus peitos e um short jeans surrado e largo. Claro que eu sempre sentava da pior maneira possível para que ele pudesse ver alguma coisa, e eu sempre pegava ele no flagra.
– Tá olhando o quê? Perdeu alguma coisa aqui? Perguntava eu se fazendo de ofendida.
– Ah, é… Desculpa, eu… Eu… O moço encabulado não sabia onde enfiar a cara e eu repetia sempre de novo e de novo…
Um final de semana desses ele resolveu dormir na minha casa. E eu odiava quando meu irmão chamava os colegas para dormir, pois me obrigava a dormir no chão do quarto dos meus pais e aqueles garotos fedidos emporcalhavam a minha cama inteira.
Meu irmão virava abóbora quando passava da meia noite. Nada mantinha ele acordado e estava ficando tarde. Tomei um banho coloquei um vestidinho de ficar em casa e sentei com eles para ver umas séries. Não era nem dada a hora do meu irmão ir para cama e ele já estava babando.
– Ei, cabeção! Sussurrei…
– Oi?
– Vem, vamos dar uma volta.
– Tá tarde eu estou cansado, falou ele com desanimo.
– Meu Deus você não pode ser tão lerdo assim… Não sei se pensei ou falei isso em voz alta.
Ele se levantou e me seguiu silenciosamente pela porta para não acordar ninguém da casa. Descemos pelas escadas até o salão de jogos que estava vazio. Até então, na maior parte do tempo ficamos conversamos sentados de frente um para outro no chão em um canto do salão, até que eu decidi dobrar despretensiosamente e abraçar um dos joelhos permitindo que ele visse algo, e aguardei. Eu sabia que ele podia ver algo por debaixo do meu vestido, hora ele olhava meus seios, hora algo da minha virilha que aparecia. Ele ficava nervoso tentando disfarçar e sempre se perdia no assunto.
– Tá gostando colega?
– Do quê?
– Eu sei que você tá me olhando…
– Não! Quê isso? Fingiu indignação mas eu rosto tremia de nervosismo.
– Escolhe, peito ou pepeca? Ofereci.
Ele olhou para um lado e para outro tentando entender a situação ou procurando câmeras, não sei. A minha cara dava de devassa deixava óbvio que eu não estava brincando. Eu estava molhada, e sentia a umidade entre minhas pernas…
– Peito?! Ele respondeu vacilante sem certeza da resposta. Eu queria a outra opção. Baixei a alça do vestido me despindo até o estômago. Eu estava com tesão da minha travessura e meus lábios doíam com a força da minha mordida. Meus seios, rijos e empinados estavam à mostra apontando em sua direção. O rapaz estava embasbacado olhando fixamente para eles sem reação.
– Pega, falei buscando sua mão e colocando-a sobre meu peito direito. – Aperta! Viu como é durinho? Você gosta?
– Sim, e não conseguiu responder mais nada. Ficou ali desajeitado massageando meus seios até se lembrar que tinha outra mão para fazer o trabalho. Seu toque era no máximo relaxante, ele era desajeitado, percebia-se que ele via muito pornô, insistia em dar pequenos beliscões no bico do peito. Mas ele colocava uma força adequada na pegada e isso contava pontos para ele.
– Chupa, vem… Sussurrei no seu ouvido baixinho. Nessa hora ele tentou me beijar e eu empurrei ele pra baixo e falei:
– Eu mandei você chupar!
Ele chupou, e como chupava bem! Fiquei impressionada. Ele começou entre meus seios dando grandes beijos e pequenas mordidinhas, eu soltava pequenos gemidos involuntários. Até que ele chegou em meus mamilos, ele me deu um beijo molhado em torno dos mamilo e num repente, senti sua boca inteira quente engolindo o bico do meu peito, lembro que me preparei para sentir dor, achei que ele morderia ou chuparia com força, mas não, ele sugou algumas vezes com pressão e lembro que gemi alto. Eu senti algo tão intenso que não sou capaz de descrever em palavras. Ele revezava entre um e outro enquanto eu girava apontando o peito indicando qual deveria ser chupado no momento e puxava sua cabeça para aumentar a pressão e intensidade.
– Quer me comer? Sussurrei baixinho…
Ele não respondeu. No momento vi que sua mão encobria seu pau, como se quisesse disfarçar uma ereção, parecia uma criança apertada para fazer xixi. Avancei com minha mão agarrando o pau dele por cima da bermuda e vejam só, algo estava muito molhado ali.
– Pera aí, você gozou? Perguntei muito puta da vida…
– Não! Mentiu ele. – Olha só eu não tenho camisinhas aqui… Eu não esperava isso.
“Estava muito bom para ser verdade” – Pensei. Eu nem beijei o garoto e ele gozou, se eu contar ninguém acredita.
Subimos para o apartamento e nas semanas seguintes ele não apareceu na minha casa. Quando voltei a ver ele novamente ele mal me olhava e claro, aquilo me divertia muito. Mal sabia ele que eu judiaria ainda mais do meu menino precoce! A história continua outra hora, prometo que conto o restante!