Capítulo 13
João deu um jeito de não ir com eles. Falou que precisava conversar comigo e que ia me encontrar depois. A mãe dele, que era dessas prafrentex, estilo amor livre, nem esquentou. No fim, a casa era nossa de novo.
Me joguei com ele na cama, e ficamos a manhã inteira no chamego, assistindo TV, ouvindo música, ele mexendo no meu cabelo e eu de preguiça total. E, claro, João começou a despejar as novas teorias da conspiração que tinha encontrado na internet. Dessa vez, ele tava decidido que ia escrever um livro com as dele próprias. Eu nem curtia muito essas loucuras, mas adorava ouvir ele falar todo empolgado.
— Eu também preciso de um hobby, eu só estudo.
— Seria legal, você podia me ajudar com o meu…
— Ah, mas seria mais legal a gente fazer algo que os dois gostam!
Ele virou a cabeça devagar na minha direção, franzindo a testa.
— V., tu tá me dizendo na minha cara que não gosta das minhas coisas?
— Não, pera… sim? Sei lá, eu gosto de te ouvir falando, mas não sei se quero fazer isso.
Ele ficou me olhando desconfiado, como se tentasse decidir se ficava ofendido ou não.
— E o que a gente poderia fazer juntos que os dois gostam?
— Transar? A gente só faz isso.
Eu ri, e ele balançou a cabeça rindo também. Era verdade.
Parece que, quando ele ouviu a palavra transar, imediatamente desceu a mão para se coçar. Impressionante como homem se coça o tempo todo. Ele pinçou alguma coisa no volume dentro do short e deu um puxão seco, como se estivesse descolando algo da pele. Parecia dolorido o jeito que ele fez.
— Ai, Jão, isso não dói?
— O quê?
Sem avisar, enfiei a mão por dentro do short dele e puxei o pau mole para fora.
— Você deu um beliscão nele e puxou por cima da bermuda.
— Não dói, é só pra ajeitar.
— Assim dói?
Apertei a pele da ponta e dei um beliscão leve, puxando devagar. Meu Deus, como aquela pele esticava! Fiquei boba.
— Não… na verdade, é bem gostosinho!
— Gostosinho, safado?
— Sim, é relaxante.
E eu fiquei ali, brincando com o pau dele ainda mole. Eu sempre achei fascinante pau de homem. O do João era grandinho quando tava duro, mas quando mole, parecia pequeno, meio enrugado, só a grossura que se mantinha. A pele era quente e mais grossa ao toque. Eu gostava de beijar a pelinha da ponta, de enfiar a língua como se estivesse beijando uma boca. Tinha um molhadinho ali, e aquilo me dava um negocinho gostoso na boca.
— Parece um balão de festa, quer ver?
Coloquei a ponta na boca e dei um sopro, vendo ele inflar por dentro.
— Para, garota! Que troço esquisito!
— É bom?
— Não, é esquisito! Para!
— Desculpa!
Eu ria da brincadeira que tinha feito, enquanto meus olhos desciam para os pelos ao redor do pau dele. Passei a mão e comecei a examinar seu saco, puxando os fios entre os dedos.
— Você tem que depilar isso, cara.
— Ah, nem vem! Quem gosta de sofrer são vocês.
— Uai, João, faz que nem eu. Eu só aparo na máquina. Cera, só lá embaixo, pra não ficar de cu peludo.
— Tá escroto mesmo? Tu acha que é só baixar?
— Sim! Vai ficar bem melhor. Eu gosto de pelos, mas tá muito, amor.
Ele me olhou desconfiado, arqueando as sobrancelhas.
— Você vai ficar falando “amor” agora pra me convencer de qualquer coisa que você queira, né?
— Sim, amor! — respondi na brincadeira
De tanto mexer naquela coisa dele, fui sentindo o pau querendo ficar duro. Ele dava umas pulsadinhas leves, e eu sentia na mão ele ficando maior, como se bombeasse sangue de propósito, devagarinho.
— Você consegue controlar pra ele ficar duro quando quer?
— Mais ou menos. Eu aperto assim — ele fez um movimento de contração, e o pau dele deu uma leve mexida sozinho — e ele fica duro.
— Se eu faço esse movimento, meu cu pisca — falei rindo.
Ele riu junto, balançando a cabeça.
— Deixa eu ver se seu cu pisca…
Meti a mão abrindo as bandas da bunda dele, mas João se enterrou na cama na mesma hora, sem me deixar acesso.
— Deixa eu ver seu cu, João. Você já viu o meu, lambeu e até comeu…
— Não começa.
— Deixa!
— Não, cara… Deixa de ser chata!
— Posso colocar o dedo?
— Dentro? Não. Você já passou a mão.
— Você não quer tentar uma lambidinha?
Ele virou a cabeça pra me encarar, desconfiado.
— Por que você cismou com o meu cu logo agora?
— Amooooorrr!!!
— Para de falar “amor”, eu não te amo mais. Pronto.
Eu estava só provocando ele. Duas vezes passei a mão ali e ele delirou, até deu uns gemidinhos. Eu sabia que ele gostava, só fazia um doce. João era um sujeitinho quieto, mas o corpo entregava. Eu queria entender as coisas que ele sentia, e a cada toque, mais certeza eu tinha que ele queria tanto quanto eu.
— Vamos fazer um teste pra ver se você é viado — falei, prendendo o riso. — Eu vou lamber seu cu, se teu pau ficar duro, você é gay. Topa?
Ele caiu na gargalhada com a minha proposta.
— Deixa eu criar coragem e deixo um dia, tá bem?
Mas se fosse agora, ele já tinha falhado no teste, porque só de falar no assunto, a coisa já tinha dobrado de tamanho. Ele estava ali, em meia bomba, e eu comecei a chupar.
— Assim cabe tudo na minha boca, olha — falei, mostrando que era fácil quando ele ainda não estava totalmente duro.
Ele tentou responder, mas fez uma cara de dor misturada com prazer.
— Mas assim tá mole, quero ver duro.
— É melhor quando coloca tudo na boca?
— Na verdade, não faz muita diferença, é só muito excitante.
— Isso é ideia de pornô que vocês assistem.
— Eu nem assisto pornô.
E não assistia mesmo. A gente já tinha falado disso antes. Eu tinha até visto o histórico dele uma vez, quando ele esqueceu o laptop na minha casa, e não tinha quase nada. Basicamente, eram os vídeos que eu mesma mandei para ele. Eu não gostava de pornô, mas tinha uns vídeos de um casal que eu amava.
— Tira o short e a cueca — mandei.
E ele me obedeceu.
— Nas bolinhas, você gosta?
Passei a língua inteira e ouvi ele chiar.
— Pelo visto, gosta. — disse satisfeita!
— É bom quando você passa a língua dura aí.
Fiquei ali, segurando seu pau pra cima, mordendo de leve e lambendo o saquinho rosa dele. Seria melhor se não tivesse tanto pelo.
— Porra, cara, você tem que tirar esse matagal daqui.
— Já falei que eu vou tirar. — falou ele zangado comigo.
— Quer gozar?
— Quero — respondeu baixinho.
— Eu só não vou engolir hoje, tá?
— Por quê?
— Tô enjoada.
Segurei seu saco agora com firmeza. A coisa ficou séria. Eu apertava aquele volume todo e arranhava com as unhas num movimento de puxar, e ele revirava os olhos toda vez que eu fazia isso. No pau, minha boca brincava, subindo e descendo, babando tudo e deixando ele crescer até o tamanho final. Por mais que eu tentasse, era impossível colocar tudo na boca. Eu queria ver uns vídeos na internet depois pra aprender como fazer isso direito.
Minha técnica era simples. Eu chupava e prendia na boca, fazendo uma pressão, e corria a cabeça para cima e para baixo. Quando passava só lambendo, ele parecia não gostar muito, mas sorria pra mim. Olhar para ele enquanto chupava deixava ele muito safado, impressionante.
Eu estava doida para enfiar a mão no furico dele, vocês não têm noção. Mas acabei deixando a ideia pra lá.
Ouvir ele gemer me dava muita motivação. Adorava quando ele se contorcia ou metia involuntariamente na minha boca, pelo menos eu achava que era. E não demorou muito para vir aquela trancada característica e um som seco escapando da boca dele.
— Ugh!
Ele ia gozar. Apertei a base e bati uma punhetinha.
— Pode soltar, amor…
E coloquei a boca de novo, sugando forte. Eu ria enquanto os jatos iam enchendo minha boca inteira, quente e quase sem gosto. O prazer dele em forma de gemidos me dava uma vontade idiota de rir. Esperei ele terminar e tirei a boca, segurando toda a porra dentro, me controlando para não cuspir tudo para fora no meio de uma gargalhada.
Olhei para o lado e para o outro. Tive uma ideia.
Subi em cima dele devagar. Ele me olhou sem entender.
Dei um beijo na sua boca e, no momento que ele abriu para receber minha língua, despejei tudo ali dentro.
— Agora engole! Engoooole! — falei, segurando seu rosto com as duas mãos, enquanto ele se debatia rindo e tentando escapar.
— Caralho, Virgínia!!! — ele tentava protestar, mas já era tarde.
Eu segurava sua boca fechada, forçando ele engolir, enquanto nós dois morríamos de rir.
— Gozar na boca dos outros é bom, né? Agora você sabe como eu me sinto.
Ele engoliu, fazendo uma careta absurda, e começou a reclamar horrores, mas no fundo, dava para ver que ele tava se divertindo.