Inscreva-se na nossa newsletter

Receba contos eróticos, notícias e promoções diretamente no seu email.

2891 palavras
14 minutos
Como se preparar para o sexo anal

Exploração, prazer e um toque de ousadia. Virgínia e João mergulham em novas experiências sem filtros, testando limites e fantasias.

Capítulo 14#

Passamos o dia na cama, jogados, sem pressa de nada, num ciclo preguiçoso de brincadeiras, risadas e saliências. João com o computador no colo, mergulhado em suas teorias da conspiração, e eu vendo vídeos aleatórios no TikTok, desde dancinhas até blogueirinhas fofocando sobre tretas que nem me importavam tanto. A gente parava, se enroscava, fazia alguma safadeza, e voltava para os nossos passatempos. No fundo, não tinha mudado tanto desde quando éramos só amigos. Só a parte da saliência mesmo.

O melhor era que a gente gostava de descobrir as coisas juntos. Tudo era novidade, e isso fazia a coisa ficar mais gostosa. Com João era perfeito, porque estávamos no mesmo nível de experiência: ou seja, zero. Ninguém julgava ninguém, a gente só ia testando e entendendo o que curtia.

— Jão, a gente tinha que pesquisar coisas novas pra fazer, hein.

Ele me olhou por cima da tela do notebook, desconfiado.

— Da última vez que fizemos coisas novas, deu merda, Vê.

Eu ri. Ele tinha um ponto.

Ainda assim, começamos a pesquisar sobre fetiches. O que deveria ser uma busca educativa rapidamente virou uma lista de bizarrices inimagináveis. Um negócio mais estranho que o outro. João lia algumas coisas em voz alta, e a gente ia comentando.

— Olha isso, fetiche em pau. Mas isso não é fetiche, a pessoa só gosta de pau, ué. — eu falei, indignada.

E começamos um debate aleatório sobre a etimologia e o verdadeiro significado da palavra “fetiche”. João tentava argumentar com uma lógica toda dele, mas eu não deixava barato.

No meio da discussão, ele abriu um site e arregalou os olhos.

— Olha esse site aqui, Vê.

— Deixa eu ver… — Me aproximei.

Era um questionário gigante, cinquenta perguntas que cada um respondia separadamente, e depois cruzava as informações para encontrar compatibilidades entre o casal. Basicamente, um app da esquisitice, que apontava o match de bizarrices que a gente tinha em comum. Tinha três opções de resposta para cada pergunta: Sim, Não e Talvez.

As perguntas eram uma mistura bizarra entre o extremo do nojento e o fofo romântico. Tinha desde “você toparia fazer cocô no outro?” até “passear de mãos dadas no parque”. Um verdadeiro surto de possibilidades. Eu terminei o meu rapidinho, mas João, claro, empacou em várias perguntas. Ele era assim, ficava analisando tudo como se fosse uma prova de lógica.

— Responde qualquer coisa, cara! Coloca “talvez”! — implorei.

— Mas depende, ele não explica o ponto. É muito amplo.

— João, é uma brincadeira, meu Deus! Responde logo!

Depois de uma hora (sim, uma hora!), ele terminou. Finalmente, fomos ver os resultados.

Exibicionismo: É uma possibilidade.
Ménage: Não é uma possibilidade.

A gente nem precisava discutir esse. Trauma coletivo.

Xixi: Pode ser uma possibilidade.

Fiz uma cara de nojo na hora.

— João, que porra é essa de xixi? Você curte isso?

Ele riu.

— Não, mas eu achei engraçado… e tem o squirt, né?

— Squirt não é xixi, João!

— Viu como ele não deixou claro?

— Mas em que mundo squirt é xixi? Você é burro, cara! Nada de xixi, ouviu?

— Só uma mijandinha…

— Não e não!

Sexo violento consentido: É uma certeza.

Cruzei os braços, desconfiada.

— Duvido que você consiga me dar uma tapa, seu frouxo.

Ele me olhou de canto de olho, um sorriso brincando no canto da boca.

— E quem disse que sou eu que quero dar os tapas?

Ele me puxou para um beijo bobo, e eu apertei o rosto dele com as mãos.

— Seu vadio…

Cuckqueen ou Cuckold: 100% de compatibilidade.

Eu pisquei.

— João… o que você marcou aqui? — franzi a testa olhando pra tela.

— O mesmo que você, uai. Deu 100%! — Ele deu de ombros como se não fosse nada demais.

Eu fiquei olhando pra ele, tentando entender.

— Você quer me ver sendo comida por outro? — soltei, sem rodeios.

Ele fez um sorrisinho nervoso, coçando a nuca.

— E você quer me ver comendo outra?

A pergunta veio com aquela cara de quem já sabia a resposta. Eu senti uma coisinha diferente ali, tipo uma curiosidade misturada com tesão.

— Ahn… eu gostei de ver você com a Tati para falar a verdade.

João me olhou com atenção, como se tentasse decifrar o que eu realmente queria dizer com aquilo.

— Você pensa nessas coisas de relacionamento aberto, Vê?

Eu segurei a risada. João, que ficava travado até pra marcar um “sim” num teste bobo, agora vinha falar disso como se estivesse pronto pra abrir um harém.

— Acho meio cedo pra gente falar disso, né? — estiquei as pernas na cama, me espreguiçando. — Sei lá, você deve estar chateado de eu ter ficado com a Tati ainda…

Ele ficou quieto por uns segundos, mexendo no mouse sem propósito nenhum.

— Na verdade… eu meio que gostei da ideia.

Eu virei o rosto rápido pra ele.

— Mas da ideia de eu transar com mulher ou com homem?

Ele deu de ombros, meio sem jeito.

— Na real, pra mim não faz diferença.

Eu mordi o lábio, olhando pra ele. O que ele queria dizer com isso? Que ele toparia ver? Que ele tinha alguma fantasia? Ou que só queria se livrar da culpa do que rolou com a Tati?

— Então quer dizer que você ia curtir me ver dando pra outro cara?

— Sei lá, acho que depende. Mas se fosse um lance nosso, uma parada que você também curtisse… acho que eu não me importaria.

Eu olhei pra ele, meio impressionada. João não era exatamente o cara mais liberal do mundo, tinha uns ciuminhos bobos às vezes. Mas agora estava ali, falando desse jeito, todo tranquilão?

— E você? Ia gostar de me ver com outra?

Fiquei em silêncio por um segundo. A imagem veio na minha cabeça sem eu pedir. João com outra menina, pegando, beijando, transando… Eu sentia o calor subindo pelo meu corpo.

— Ahn… acho que sim.

Ele riu, um riso curto.

— Você pensa muito nas coisas, né?

— Eu só tô tentando entender o que eu sinto.

João deu uma risadinha e fechou o notebook, se jogando na cama de novo.

— Tá. Então já sabemos que a gente tem potencial pra ser uns pervertidos de primeira.

Eu gargalhei.

— Isso a gente já sabia, João. Isso só confirmou. Não vai terminar de ver o teste?

— Não, eu tenho medo do que você marcou na resposta do cocô e eu não quero saber disso.

Eu dei um tapa bem dado nele por essa besteira.

— João…

— O que você quer, garota? — Ele perguntou, se afastando um pouco, desconfiado do próximo golpe.

— Pega o plugue da sua mãe pra gente usar?

Ele me olhou com aquela cara de “sério isso?”, mas não conseguiu esconder um risinho de canto.

— Tu gostou mesmo desse negócio de anal, né?

— Ah, vai falar que você não?

Ele levantou as mãos, se rendendo.

— Tá bom, tá bom… Vou pegar.

João se levantou, pegou as chaves e foi pro quarto da mãe. A gente já tinha descoberto que a chave da caixa de correspondências abria o cadeado da caixa onde ela guardava os brinquedos. Um erro grave do sistema de segurança erótico da dona da casa.

Fiquei deitada, mexendo no celular enquanto ele resolvia a missão, até que, do nada, ouvi ele gritar:

— Vê, corre aqui rapidinho.

Senti um frio na espinha. Levantei e fui até o quarto dos pais dele. Quando entrei, vi João sentado na cama, com a caixa aberta e segurando um bilhete. Ele me entregou sem falar nada.

“João, meu filho, por favor, é anti-higiênico você usar os meus brinquedos com suas namoradas. Se quiser algum, compre com o cartão que te demos.
Assinado, mamãe!”

Eu senti meu corpo inteiro gelar na hora.

— Puta merda. Como ela descobriu?! E como assim namoradas no plural João?

João balançou a cabeça, parecendo sem vida.

— Minha mãe é bruxa, cara.

Ele pareceu ignorar a parte do plural.

— Será que a gente esqueceu de lavar?

Ele franziu a testa, pensativo.

— Provavelmente guardamos algo molhado na caixa e ela viu…

Meu coração disparou.

— Será que tem câmera no quarto?

A gente trocou um olhar apavorado e começou a varrer o ambiente com os olhos. Olhamos em volta, analisando cada canto do teto, cada móvel, cada tomada suspeita.

— Se tiver, a gente tá muito fudido. — Murmurei, já imaginando a mãe do João revendo as cenas da gente pegando as coisas dela.

Ele se levantou devagar, como se estivesse tentando lembrar de todas as vezes que a gente meteu o nariz ali sem permissão. E como ele era o mestre das conspirações agora isso seria de utilidade.

— Tá, olha… Se tivesse câmera aqui, ela teria falado outra coisa no bilhete.

Eu cruzei os braços, não totalmente convencida.

— Ou só achou melhor fingir que não viu…

João passou a mão no rosto ainda pensando e gritou.

— Que inferno, minha mãe é muito moderna!

Eu ri, ainda nervosa.

— Moderna até demais! Quem assina um bilhete desses assim, como se fosse um aviso de geladeira?!

— “Se precisar de algo, use o cartão, beijos, mamãe”… — Ele imitou a voz dela, debochado.

A gente ficou em silêncio por um momento, absorvendo a vergonha que acabara de se instalar no ambiente.

— Então… — Falei, tentando aliviar a tensão. — Vamos comprar o nosso próprio, então?

João me olhou, ainda segurando o bilhete.

— Vai ser a primeira compra mais estranha que eu vou fazer com o cartão dos meus pais.

— Relaxa, acho que depois dessa, eles nem vão se surpreender mais com nada.

João ainda pegou de volta o bilhete, os olhos passando de um lado pro outro como se estivesse tentando encontrar um código oculto.

— Eu acho que eles suspeitaram porque a gente pode ter deixado algo fora do lugar — ele disse, pensativo. — Sei lá, talvez a posição da caixa, o guarda-roupa meio aberto… Aí ela colocou esse aviso só pra se fazer de fodona caso eu mexesse.

Fiquei olhando pra ele, considerando a teoria. Fazia sentido.

— Pode ser… — murmurei, me ajeitando na cama. — Então, vamos usar e comprar o nosso depois?

Ele me olhou, a sobrancelha arqueada, mas no fundo já sabia a resposta.

— Óbvio!

Pegamos o plugue e voltamos para o quarto dele. João começou a remexer as coisas nas gavetas, procurando o lubrificante, mas estava estranho, concentrado demais. Eu reconhecia esse tipo de silêncio: não era ele entrando no clima, era ele pensando em alguma teoria maluca.

Bufei, já imaginando que ele ia empacar paranoia com o bilhete e estragar a minha diversão. E, de fato, segundos depois ele parou o que tava fazendo, congelado, como se uma grande revelação tivesse descido dos céus.

— Claro! A gente foi burro demais, cara!

Revirei os olhos.

— O que foi que a gente fez?

Ele se virou pra mim, os olhos brilhando de satisfação.

— Você lembra do vibrador Wi-Fi?

— Sim… A gente usou ele na rua e aqui dentro.

— Então! Pra usar, a gente teve que parear ele no controle remoto. E lembra que, na semana seguinte, meu pai viajou?

— Lembro.

— Aposto que minha mãe foi usar e viu que não tava pareado! E, como tudo que é eletrônico aqui em casa que não funciona ou para de funcionar, a culpa sempre cai em mim… Eles devem ter deduzido que eu mexi!

Fiquei encarando ele, absorvendo a teoria.

— Então o bilhete não era uma bronca porque ela descobriu… e sim um alerta, tipo um “eu sei que você talvez tenha mexido aqui, então se for mexer de novo, faz direito”?

Ele apontou pra mim, empolgado.

— Exatamente! Por isso ela usou o plural: namoradas. Ela não tava confirmando nada, só deixando a carta na mesa caso um dia eu quisesse usar.

João tava com aquele brilho no olhar de quem acabou de resolver um grande mistério da humanidade. Eu, sinceramente, só fiquei aliviada de saber que minha sogra não achava que eu tava usando os vibradores dela.

Mas, mais do que isso, eu tava com pressa.

— Meu Deus, João, você é um gênio! — bati palmas, debochada. — Por isso que eu te amo! Agora vem comer meu cu, vem!

João revirou os olhos, rindo.

— Você consegue colocar um “eu te amo” nas piores frases possíveis, Virgínia.

— E mesmo assim continua me amando — pisquei, puxando ele pela camisa.

Ele se deitou do meu lado, já me pegando com aquele jeitinho preguiçoso, me puxando devagar pra um beijo, e que beijo. A boca do João tinha um gosto quente, misturado com aquele cheiro de pele morna, o perfume dele meio desbotado do dia todo. A respiração dele vinha calma contra meu rosto, e eu só queria me perder ali.

Minhas mãos foram descendo no embalo do beijo, puxando o short e a calcinha pra fora, sem pressa. Queria que ele me preparasse direitinho, do jeito que eu gostava, do jeito que ele sabia.

— Quer que eu fique de quatro?

Minha voz saiu baixa, meio rouca, e antes dele responder eu já fui me ajeitando, levantando o bundão bem alto, querendo me abrir pra ele do jeito certo. João se sentou atrás de mim, o rosto na altura da minha bunda, e eu senti quando ele soltou um suspiro antes de me tocar.

As mãos dele eram quentes e suaves, deslizando de leve pela minha pele. Ele começou a massagear meu bumbum, e aquilo foi me soltando devagarzinho, como se ele tivesse todo o tempo do mundo. Os dedos dele faziam desenhos na minha pele, e quando vieram os primeiros beijos, rápidos e espalhados, eu já tava entregue. O toque dele era morno, às vezes levemente úmido da saliva que ele deixava ali sem querer. O cheiro do quarto começou a mudar, aquela mistura de suor leve, pele, desejo. Eu sentia o calor dele se aproximando cada vez mais, e meu corpo inteiro já tava reagindo antes mesmo dele chegar onde eu queria.

Tentei manter minhas pernas abertas o máximo possível, sem precisar me arreganhar com as mãos, querendo facilitar o trabalho dele. E então ele começou as lambidelas. Primeiro, descendo devagar pela minha virilha, a ponta da língua traçando caminhos preguiçosos, os dedos brincando em volta do meu cuzinho. Depois, deslizando pra baixo, passando pelos meus grandes lábios, como se estivesse mapeando cada parte de mim.

Eu sentia a textura quente da língua dele, o contraste dela com o ar mais frio batendo contra minha pele molhada, e meu corpo respondia com arrepios longos. Aquele carinho era gostoso de um jeito que quase me dava sono, um torpor morno que me deixava completamente vulnerável. Mas aí ele encontrou um lugar mais molhado e deu uma chupadinha ali.

Meu corpo inteiro se eriçou.

Senti um choque subir da minha boceta direto pra minha espinha, meus dedos apertando os lençóis sem que eu percebesse. Meu peito subia e descia devagar, como se estivesse tentando entender o que tinha acabado de acontecer. Depois disso, eu devo dizer, eu odeio esse termo, mas ele literalmente começou a mamar meu grelo.

A boca dele sugava de um jeito que me tirava qualquer controle, enquanto um dedinho molhado circulava meu cuzinho sem pressa. Aquele toque suave ali mandava ondas de prazer tão sutis que me pegavam de surpresa. Eu só conseguia gemer baixinho, um som rouco e entrecortado, em forma de agradecimento. João me conhecia bem demais. Ele não queria me fazer explodir logo, não queria pressa. Ele queria me relaxar.

E estava conseguindo.

Mesmo quando ele colocou os dedos dentro dela, não era pra me fazer gozar ainda. Ele só queria me deixar molhada, completamente pronta pra ele.

— Vou colocar, tá? — ele avisou, a voz mais baixa do que antes.

— Pode… devagar.

O primeiro dedo entrou, deslizando quente e cuidadoso, e depois o outro, fazendo aquele movimento pra me abrir devagar. Senti a pele cedendo pouquinho a pouquinho, um incômodo estranho misturado com um arrepio que subia pela minha espinha. Eu nunca entendi direito essa reação do meu corpo, mas eu gostava.

— Agora a parte que você odeia, hehehehe… — João murmurou, já pegando o lubrificante.

Eu revirei os olhos.

Eu odiava passar lubrificante. O toque gelado, a textura pegajosa… Me sentia melada, grudenta. Talvez fosse a marca, talvez fosse coisa da minha cabeça, mas eu sempre reclamava disso. João já sabia, e por isso nunca colocava direto. Ele aquecia o produto nos próprios dedos antes de espalhar em mim, o que tornava a sensação muito mais gostosa.

Senti os dedos dele deslizando agora mais fácil, o toque quente contrastando com a sensação escorregadia do lubrificante. Ele ia fundo, cutucando minha bundinha por dentro e me causando umas cólicas leves, um desconforto esquisito que eu nunca sabia dizer se era prazer ou só um aviso do meu corpo.

Dois dedos entravam até o limite e saíam de novo, um movimento paciente, ritmado. Eu respirava devagar, sentindo meu corpo se acostumar com aquilo, indo e voltando entre a tensão e o relaxamento.

— Acho que já dá, Vê.

Eu soltei o ar bem devagar, me ajeitei no colchão.

E fechei os olhos.

Senti João se movimentando atrás de mim, posicionando o plugue na entrada. O toque frio do material me fez arrepiar na hora.

Ele tentou encaixar com um movimento meio giratório.

— Assim não, João… — reclamei, sentindo um incômodo estranho.

— Desculpa.

Ele segurou com mais firmeza e começou a forçar devagar, respeitando o ritmo do meu corpo. Meu cuzinho foi cedendo pouquinho a pouquinho, sentindo aquele volume entrar. A sensação era esquisita. Dava a impressão de que eu tava… fazendo cocô ao contrário.

Mas, ao mesmo tempo, era gostoso sentir aquilo entrando.

Quando menos percebi, a coisa entrou inteira pela primeira vez com facilidade. João repetiu o processo umas três vezes, indo e voltando, me ajudando a me abrir mais. Cada vez que ele tirava e colocava de novo, eu sentia meu corpo aceitando mais fácil.

— Prontinho. E agora?

Abri os olhos devagar, sentindo aquela pressão gostosa dentro de mim.

— Agora eu quero ir na rua assim, uai! Claro!

Ele gargalhou, segurando minha cintura.

— Tu é maluca, garota!

Deixe seu comentário anônimo

© 2025 Feminive Fanfics. Todos os direitos reservados. / RSS / Sitemap