Capítulo 3
Eu sou uma garota normal, se eu passasse por você na rua talvez você nem me notasse. Não me acho feia mas digamos que eu estou na média das meninas da minha idade, meu corpo é bonito mas raramente eu uso roupas que favorecem ele, sempre optei por conforto à beleza. Uma característica minha são meus óculos. Eu adoro essas armações!
Ele entrou na banheira sem parecer se dar conta que eu estava ali semi-nua em uma ambiente privado com ele. Na cabeça dele até então eu era só uma amiga, ou era isso que eu ainda acreditava. Ficamos ali marolando e falando de assuntos desconexos
— Aí, faz uma massagem no meu ombro? — pedi dando-lhe as costas sentando no meio de duas pernas.
Eu nunca tive problemas em ficar à vontade com ele. E como estava levemente entorpecida não me dei conta de estar com muita pele exposta. Ele começou uma massagem nos meus ombros e eu comecei um jogo.
— Quem você pegaria? Patrícia do Inglês ou a Sara da nossa sala? Só pode escolher uma!
— Sara. — respondeu.
— Você daria a bunda para salvar o mundo?
— Não, o mundo que se foda — respondeu ele gargalhando.
— Mas se o ladrão falasse: Chupa meu pau ou eu te mato! Você chuparia?
— Já aconteceu, e eu tou vivo aqui não é mesmo? — respondeu ele de forma muito séria.
— Boqueteiro! — acusei.
— Minha vez! Virgínia você prefere um bonito sem pau ou um feio e pirocudo?
— Sem pau como? Tipo pau pequeno ou nenhum pau? — perguntei.
— Sem pau nenhum!
— E como ele vai mijar? — perguntei.
— Sei lá cara! Escolhe…
— Ah! O feio…
— Tu não vive sem pau né? — falou me provocando.
— Eu claro que vivo, vivi bem até agora!
Eu nunca tinha visto um pau de perto, o máximo que eu fiz certa vez foi dar uma sarradas quando me pegava como um menino e nada mais que isso.
— Meu peito tá doendo, acho que eu estou pra ficar menstruada essa semana. — falei enquanto me apalpava.
— Quer massagem? — perguntou ele como uma faca rápida!
— Quero! — respondi rindo, mas me cobrindo para ele não tentar nada. — Jão, tu já pegou num peito de mulher?
— Mais ou menos! Assim, pegar… Pegar! Nunca.
Eu não estava pensando direito, estava viajando, a água na minha pele tinha um toque muito especial por causa da maconha, eu estava muito sensível. E tive uma reação instintiva nessa hora, peguei suas mãos e levei até meus peitos.
— Pega, se você morrer virgem pode dizer que você pegou os meus! — falei rindo.
— Eu não sou seu amigo viado não porra — falou ele me buzinando de forma horrível.
— Aí cara! Assim não. Devagar! Faz assim! — falei guiando sua mão…
De repente um silêncio começou à se fazer no ambiente. Meus olhos se fecharam e eu sentia a pele áspera da sua mão me tocando a pele de forma agradável e tímida, por vezes ele fazia uma pressão maior apertando levemente e eu indicava brevemente com palavras soltas como era bom, eu também estava descobrindo aqueles toques. Quando ele passava pelos mamilos ainda por cima do biquini eu sentia um frisson enorme e ia ficando cada vez mais excitada e sem perceber ia perdendo o controle.
— Solta o laço atrás — mandei.
Ele obedeceu e a parte de cima do biquini foi parar no varal de toalhas ao lado, voltei me reclinando sobre ele dando-lhe as costas novamente ficando inteiramente exposta aos seus toques. A gente já não dizia nada. Quando ele tocava meus mamilos eu segurava sua mão para que ele permanecesse mais tempo ali. Eu não me lembro de sentir eles tão sensíveis assim. Sua mão resolveu descer até minha barriga e eu me contorcia como uma cobra gemendo sem soltar um som. Eu me esfregava contra ele procurando ficar mais confortável até que ele me deu um leve beijo na bochecha perto da minha orelha e eu ri.
— Humm… Dá outro! — mandei ele obedeceu.
— Mais um… — ele deu vários.
Seu rosto tocava o meu eu sentia sua pele mal barbeada. Eu não sentia vergonha ou medo, eu simplesmente sentia os toques e não pensava em nada. Ele deu uma mordidinha na minha orelha seguido de um beijinho e aí eu gemi me abrindo toda.
— Aí… Faz isso não.. — falei fazendo um charminho.
Ele segurou minha cintura com força e me puxou para perto dele para poder alcançar minha boca, de costas ainda, mesmo que torto ele me beijou, e que beijo gostoso meu amigo tinha. Era quente e suave, a gente estava com tesão e não demorou muito para os beijos começarem a ficar fortes e intensos. Sua mão estava pelas minhas pernas vagueando comportadamente entre as minhas coxas. Eu sentia minha piriquita pulsar, eu dei um leve aperto nela e senti um enorme prazer querendo crescer. Eu queria colocar a mão por baixo do biquini e masturbar enquanto ele fazia o seu trabalho mas eu tinha medo de ser pega, até aquele momento eu não tinha pensado até onde eu ia querer ir com ele.
Nas minhas costas eu senti algo mais quente que a água e estava muito duro me tocando. Eu estava muito curiosa para ver, eu queria pegar mas não tinha coragem. Eu negociava comigo mesma, “Se eu pedir ele vai querer colocar a mão em mim e eu não sei se eu quero dar para ele…”. Na verdade eu queria muito, mas tinha todas as outras questões que só as mulheres entendem.
— Jão, posso ver? — pedi enquanto me desvencilhava do beijo.
— O quê? — perguntou de forma idiota.
— Seu pau…
— Mas tá embaixo d’água… Você quer ver com a mão? — falou de forma safada!
Minha mão direita seguiu sua coxa forte até onde eu queria, eu estava torta naquela posição mas não me importava. Seu pênis estava para fora da sunga e em pé, era muito duro e estava quente. Eu dei um riso de satisfação enorme enquanto beijava sua boca. Mal toquei com a mão espalmada para sentir as dimensões e senti ele gemendo e perdendo o controle do beijo. Eu não sabia muito bem como tinha que fazer e deixei o instinto me levar, envolvi ele com os dedos passando o polegar na cabeça com uma pressão leve. Eu olhava para ele sempre para medir sua reação, vê-lo com prazer me dava tesão.
O engraçado foi que a gente ficou ali se beijando, mas não evoluímos nada para além disso. O efeito da maconha estava passando, meus dedos estavam enrugados e eu estava com uma vergonha enorme de ter que conversar com ele depois. Eu até queria mas algo aconteceu entre nós que eu não sei explicar. Em um segundo eu achei que ele ia me comer ali na banheira e no outro o tesão parecia ter acabado.
— Vamos sair? — falei.
— A água tá ficando gelada. — ele disse.
Eu me levantei e comecei a me secar na toalha, ainda estava somente com a parte de baixo do biquini, meus seios estavam expostos e ele me olhava avaliando.
— O quê achou?
— São lindos…
Ele se levantou para se secar e seu pau estava duro, ele tirou a sunga e ficou completamente nu, eu fiquei olhado com um sorriso no rosto admirada com o que via. Dei um passo em sua direção segurei seu pau de novo e falei.
— A gente continua, tá bom? — falei iniciando uma nova rodada de beijos.
— Eu quero, quer ir pro meu quarto? — perguntou
— Sim, mas antes eu preciso eu fazer xixi, tou muito apertada!
— Posso ver? — perguntou em tom de brincadeira.
— Não! Tá maluco? — falei indignada.
Ele me deixou sozinha e saiu, o vaso ficava num comodo separado dentro do banheiro, ele nem precisava sair, mas saber que teria alguém ouvindo meus barulhos me deixava com vergonha. Eu estava muito apertada, com tesão e ainda com resquícios de maconha na mente, nunca um xixi foi tão prazeroso. Lavei direitinho usando um sabonete líquido, queria estar segura de estar preparada caso fosse colocar a larissa para jogo. Eu ri, pois era só encostar nela que me dava vontade de bater uma, eu só não fiz porque achei que seria vacilo tocar um siririca no banheiro da mãe dele. Não me julgue.
Vesti a calcinha do biquini novamente e sai para o salão do banheiro. Ele retornou logo em seguida trazendo uma nova rodada de cervejas.
— Quer me deixar bêbada porra?
— Não cara, nada haver!
— Você não vai colocar uma roupa? — falei apontando para o pinto dele que estava começando a ficar relaxado.
Ele não me respondeu. Eu esperava que ele tivesse mais atitude então eu mesma parti para o ataque dando um novo beijo nele. Eu estava com tesão, com uma mão apertei sua bunda durinha e com a outra tomei seu pau e comecei a masturbação, ele era mais alto que eu e era fácil chegar até seu pescoço, eu gostei de ver ele gemendo aos meus cuidados e fui descendo a boca para seu peito. Seu pau soltava um líquido na ponta que eu usava como lubrificante. Gastei um tempo ali chupando seus mamilos e tocando uma punheta leve nele que estava gemendo e completamente passivo.
— Vou chupar seu pau tá? — avisei ficando de joelhos.
Tudo que eu fazia, ele reagia com cara de espanto. Eu estava doida para chupar, mas ele não me pedia para fazer nada. Por mim tudo bem! O pau dele era bonito, muito branco e seu saco tinha uma coloração de marrom clarinho e desbotado, ele quase não tinha pelos, aparentemente ele aparava. Eu comecei a dar beijos na cabeça que não tinha pele cobrindo, meu conhecimento sobre boquetes era de filmes que eu tinha assistido. E antes que ele me respondesse algo eu cai sobre meus joelhos e coloquei ele na boca, quando abocanhei a cabeça do seu pau, ele se tremeu inteiro. Era quente, o gosto era bom e a textura era macia! A vontade que me dava era de esfregar na minha cara inteira, eu não sabia o motivo de tanto desejo, mas eu tinha que manter alguma compostura. Eu dava beijos intercalados e percorria ele inteiro com a língua. Eu levantava, abaixava seu pau para poder ver melhor os detalhes e dediquei um pouco de atenção ao seu saco, era molengo e vazio e pude sentir sua bolas ali dentro. Quando eu dei uma mordidinha ele protestou. “Será que dói?”. — pensei.
— Eu preciso sentar — falou ele em desespero.
Então eu me levantei e fui beijar sua boca, seu pau estava cutucando a minha barriga e eu o coloquei entre minhas coxas para senti-lo tocando minha pepeca por cima do biquíni. “Acho que eu quero dar pra ele!”. Achei uma delícia aquela provocação e imaginei ele colocando minha calcinha para o lado e cutucando para entrar e como seria ele dentro de mim.
— Que transar? — perguntei me esfregando nele.
— Tem certeza? — ele questionou.
— Tu é viado Jão? — falei puta!
— Virgínia, você sempre foi minha amiga e eu sempre amei muito você, claro que eu tou cheio de tesão e quero te comer, mas acho que a gente devia pensar sobre isso.
Ele tinha razão, foi tudo muito rápido, ter tesão era normal mas talvez o álcool e a maconha devem ter sido um facilitador. Confesso que aquilo foi um banho de água fria. Eu não me senti rejeitada, ele me respeitava e não queria que fizesse algo que fosse me arrepender. Então, eu pedi licença e fui me vestir. Continua.