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1367 palavras
7 minutos
Descobri que meu amigo era gostoso

Capítulo 2#

Eu devolvi o computador dele na segunda de manhã e não comentei nada sobre o quê eu vi. Só que eu acho que alguma coisa mudou para mim, eu nunca tinha reparado muito nele, acho que pela primeira vez eu tinha percebido como o cheiro dele era bom.

— Jão, que perfume tu usa? — perguntei curiosa agarrando ele pela blusa e cheirando seu pescoço.

— Nenhum, eu não uso perfume para vir para a escola! Isso deve ser cheiro de amaciante que você está sentindo.

No intervalo ele estava em pé de frente para mim, eu estava sentada em um dos bancos e comecei a reparar o tamanho do pacote na calça, “Geeeente, como eu nunca havia reparado nisso antes?”. Eu havia visto ele de sunga umas quinhentas vezes, mas nunca me dei conta de como ele tem um pau volumoso. Eu fiquei muito curiosa para perguntar o tamanho, mas seria muita mancada né? Confesso que minha imaginação deixou minha pele quente, e isso estava acontecendo com frequência quando ele vinha me abraçar.

Ele estava na fase da maconha, eu nunca tinha fumado mas estava muito curiosa para experimentar. Ele fumava na rua com os meninos, mas eu não tinha coragem de colar com eles pois se meus pais soubesse, eu estaria muito encrencada. Mas então no fim da aula de uma sexta-feira ele vem até mim e puxa conversa.

— Vê, fazer o quê final de semana?

— Nada, por quê?

— Então, consegui aquela parada com os moleques e meus pais vão viajar, a gente podia ir lá para casa! A gente toma um banho de piscina e fuma umzinho, topa?

— Super topo! — concordei.

Eu estava mega curiosa para ver ele de sunga! E confesso que estava meio decidida a dar uns beijinhos nele se ele me pedisse.

— Vai mais alguém? — perguntei

— Então, não chamei ninguém, você é de casa e meus pais não vão encrencar.

— Poxa, estava com vontade de conhecer alguém novo, sabe? Dar uns beijos na boca! — joguei um verde.

Ele riu, parecia não saber como reagir e ficou com vergonha como sempre. Eu estava de maldade com ele, mas era difícil quebrar a barreira da amizade, eu tinha certo de medo de a gente se afastar caso a gente se pegasse. Minhas colegas shipavam demais a gente, sempre acharam que a gente ficava, eu sempre neguei, nunca havia rolado nada entre nós.

Eu cheguei na casa dele sábado pela manhã bem cedo para poder aproveitar o sol da manhã, passei na padaria e levei pão para gente tomar café. Ele me recebeu sem camisa e com uma cara de sono me xingando pelo horário.

— Porra garota, antes das dez não…

— Fala sério, a parte da manhã é o melhor horário, depois o prédio inteiro desce para a piscina e não dá para ficar lá. Vou no banheiro trocar de roupa.

— Usa o banheiro da minha mãe, o social tá com vazamento.

Eu já tinha usado o banheiro dela anteriormente e o conhecia muito bem, era luxuoso, parecia um mini apartamento, os sanitários ficavam separados e tinha um ambiente para banheira e outro para o chuveiro. Tranquei a porta, troquei de roupa colocando o biquini e um vestidinho de praia por cima.

Só que na hora quando me dei conta veio um estalo!

— JOOOOÃO!!! Correi aqui!!! — gritei!

— Que foi cara? — veio ele esbaforido.

— Pô, tu num pira de ao invés de a gente descer, ficar aqui na banheira da tua mãe fumando um não? Deve ser a maior viagem!

— Pelados? — perguntou ele atônito

— Que mané pelado cara! Deixa de ser idiota — falei dando um tapa nele.

— Cara, pode ser! Com espuma ou sem espuma?

— Nunca usei uma porra dessa, mas seria maneiro ligar a hidro dela!

— Vou colocar para encher então, tu vai entrar de biquini? — perguntou curioso.

— Claro idiota! Quer me ver pelada?

— Quero! Não ligo de ver não! — respondeu rindo se protegendo dos meus tapas.

— Seu besta! Deixa de ser safado. — falei batendo nele à cada silaba que eu falava.

Ele foi ao seu quarto e voltou só de sunga com uma caixinha na mão com os utensílios para apertar o baseado. Ainda precisaria de uns quinze minutos para a banheira terminar de encher, fui à cozinha e peguei umas cervejas para gente beber enquanto o cigarro não ficava pronto, tirei o vestido e fiquei só de biquini enquanto futucava nos cremes e perfumes da mãe dele. Ele estava sentado completamente compenetrado em sua atividade e respondia em monossílabos as minhas perguntas.

— Prontinho falou ele! — falou orgulhoso olhando sua obra de arte.

— Melhor fumar antes para não molhar lá dentro não é? — perguntei.

— Pode ser… — ele respondeu perdido enquanto me fitava de cima à baixo.

Parecia que só agora ele tinha se tocado que eu estava de biquini porque estava me olhando de cima à baixo?

— Tá olhando o quê? — perguntei instintivamente.

— Eu nunca vi esse biquini — mentiu.

Eu meio que dei uma ajeitadinha para checar se estava bem amarrado no lugar certo e não tinha nenhum peito saltando para fora e respondi:

— Como assim? Eu tenho dois biquinis! Você me viu com esse um milhão de vezes!

— Sei lá, nunca reparei! Tava olhando o conteúdo! — falou ele rindo me provocando.

— Como assim? você fica olhando para minha bunda João? — eu perguntei assustada!

— Ahnn… — ele respondeu com um som contido e ficou sem graça.

Geralmente a gente conversava abertamente sobre as coisas mas tínhamos um limite, havia um respeito muito grande entre nós. Mas sem perceber eu estava meio que dando mole e querendo atenção dele.

— Mas sinceramente… Você acha que eu tenho um corpo bonito? Falei isso e dei uma empinada segurando os peitos me exibindo toda.

— Sim, tem sim. Tu é gostosa pô! — ele disse isso de um jeito muito sem graça.

— Ahnn, você tá falando isso somente porque é meu amigo. — e bati nele.

— Pára maluca! Tá carente? Quer elogios, só pode.

A gente ficou tomando uma cerveja enquanto ele me explicava como eu deveria fumar. Eu nunca havia fumado nada na vida. Ele não se importava com o cheiro na casa porque a mãe dele é muito maconheira também. Ele acendeu e começou a fumar, eu estava ansiosa para experimentar. Ele me passou o cigarrinho e eu fiz conforme ele me mandou. Senti uma porrada sufocante de fumaça e tossi para caralho!

— Cof! Cof! Que troço ruim cara… — falei.

— Você se acostuma!

— Quer mais cerveja? — perguntei.

— Quero sim!

Ele foi buscar mais cervejas enquanto eu fiquei ali me entendendo com o cigarro, puxa… prende… e solta. Eu ia repetindo o mantra lentamente completamente distraída. Quando voltou, eu devolvi o cigarro e abri minha segunda latinha de cerveja que já estava me dando um brilho.

— Tem música? — perguntei!

— Alexa, tocar spotify! — falou ele com a máquina que obedientemente tocou a uma lista de reprodução qualquer!

Eu comecei a ensaiar uns passos tímidos e cantar errado a letra da música. Ele estava sentado na borda da banheira me observando enquanto eu dançava de biquini em um show privado para ele!

— Vem, toma. — disse ele me passando o cigarro.

— Tá cheia a banheira, não enche mais senão derrama quando a gente entrar! — falei fechando o registro.

Eu fumei mais um pouco me acostumando ao novo sabor que me foi apresentado, se não fosse a fumaça eu acho que teria gostado mais, eu me sentia mais leve, a minha pele parecia mais sensível, e minha mente começa a viajar de forma lerda, eu me sentia boba dando os primeiros risos desconexos.

— Vem, vamos entrar, pega mais cerveja para a gente deixar aqui. — mandei.

Á água estava perfeitamente morna, eu escolhi um lugar e me sentei sem derrubar a cerveja e sem molhar o resto do baseado que estava quase no fim. Quando ele voltou, já me encontrou acomodada deitada em um dos lados da banheira. Eu reparei que sua sunga estava muito mais volumosa, “Talvez ele tenha tido uma pequena ereção?” — pensei.

Fudeu. Fui reconhecida.

::João:: Oi, tudo bem?

::Maria:: Sim, e você?

::Pedro:: Bora sair hoje?

::Ana:: Eu topo!

No intervalo ele estava em pé de frente para mim, eu estava sentada em um dos bancos e comecei a reparar o tamanho do pacote na calça…

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