Capítulo 6
Depois da nossa primeira vez, eu não podia ficar um segundo sozinha com ele que uma sequência de rapidinhas e pegações já começava. Quando longe de sua companhia em casa eu tinha que bater pelo menos uma siririca por banho! Eu estava me descobrindo e estava amando! Eu nunca tive tanto tesão em um período da vida quanto nesse. Tínhamos decidido não contar aos nossos pais, se eles soubessem a gente temia deles proibirem a gente de ficar sozinhos, até então não havia problemas de um dormir na casa um do outro e com essa informação nova, tudo poderia mudar. Nossos pais não viam maldade na nossa relação, e realmente não tinha, só comecei a me interessar por ele quando vi que ele tinha fotos minhas separadas no computador seu computador pessoal e o resto vocês já sabem.
Na minha casa sentada na cozinha preparando o almoço com minha mãe a conversa foi mais ou menos assim:
— Filha, vai fazer alguma coisa esse final de semana? — perguntou distraída cortando as cebolas.
— Não, eu quero morrer e acordar segunda. — falei mexendo uma panela desinteressada.
— Então você não vai querer ir para sua vó com a gente? — as cebolas pararam de serem cortadas — Ela sente sua falta.
— Eu prometo que passo lá, eu queria focar mais em estudar para ver se passo no vestibular de primeira e não fazer um ano de cursinho, explica isso para ela por favor. — era verdade eu precisava, mas na real eu queria era transar.
— E por que você está com essa cara? — minha mãe perguntou preocupada.
— Estou morrendo de cólicas. Deve descer hoje.
— Deve? Andou fazendo coisa errada? — minha mãe é foda.
— Mãe, não venha com papo de cegonha agora, por favor tá? Vou engravidar do anjo? — transformei meu nervosismo em uma simulação de raiva.
Mães percebem as mudanças nos seus filhos, a minha mãe não sabia exatamente o que estava acontecendo, mas suspeitava de algo. Talvez o fato de eu estranhamente estar andando mais pelos cantos com o João, só andar de saia ou passar mais tempo no banheiro.
Fato era que eu ia ficar menstruada, normalmente as cólicas anunciam o período e durante a sangria desatada eu fico com o corpo extremamente sensível, meu peito por exemplo — mesmo dolorido — se eu tocar nele, me dá um tesão muito bom, e a periquita parece ficar mais quente que o normal.
Eu estava doidinha para dar, e o período me deixava com mais libido e ao mesmo tempo deixava a área de lazer fechada para manutenção. Eu vi dicas de amigas sobre colocar um algodão e enfiar bem fundo, mas eu tinha medo de não conseguir tirar ou o algodão soltar fiapos onde não devia. Eu tinha um puta nojo de sujar tudo. Até cogitei em dar a bunda, mas é foda! “Sangue e merda juntos não deve ser legal!” — pensava fazendo uma cara de nojo involuntariamente. Eu decidi que se eu trocasse para um absorvente interno na hora que fosse rolar eu poderia brincar por fora pelo menos, eu não usava regularmente, somente quando tinha que usar biquíni ou roupas que marcam.
— Então minha filha, você sabe que qualquer coisa você pode falar com sua mãe não é mesmo? — eu tinha me esquecido completamente que estava na cozinha com a minha mãe, eu havia perdido em pensamentos.
— Está bem mãe, mas pára com isso por favor, a senhora tá me deixando sem graça. — se a panela ainda precisava ser mexida não seria eu quem ia fazer, abandonei minha tarefa e corri pro quarto.
Quando coloquei o pé no quarto senti algo escorrendo dentro de mim, passei na cômoda para pegar um absorvente e fui para o banheiro. Ainda bem que eu conseguiria colocar um à tempo, coloquei um dedo e saiu sujo, mas não manchou minha calcinha. Fiquei ali sentada no vaso um pouco para verificar o fluxo e fiz um telefonema.
— Amiga, tá sentada?
— Oi, tudo bem? O quê houve?
— Como tu faz para dar de chico? — perguntei na lata.
— Tá dando pra quem que eu não estou sabendo disso?
— Não é da sua conta. Responde.
— Depende, chuveiro… Você pode colocar um lençol escuro na cama, mas se tiver descendo muito vai parecer uma cena de assassinato. Tem uns tampões para isso, você compra na internet, são uns coletores menores mas se soltar vai cagar tudo do mesmo jeito.
— Porra… Queria sair com um menino hoje… não vai rolar pelo visto.
— Fala quem é pelo amor de Deus. — implorou a curiosa.
— Não posso, a gente não combinou nada sobre isso, quando puder você vai ser a primeira a saber!
— É o Pedro…
— Não…
— O Lucas? …
— Claro que não, garota.
— Pedro Silveira!
— Eca.
— Tavinho! É o Tavinho!
— Ele tem namorada menina, esquece.
— Tirando esses só que anda com você é o João! É o João! Você tá dando pro João? MEU DEUS!!!! Tou passada!!!
— Cala a boca, Tatiana! Eu não tinha como mentir para ela, a danada conhecia a minha vida muito bem.
— Como foi isso? Me conta…
— Ah, eu tava lá, rolou um clima e o resto você sabe… — eu não queria dar muitos detalhes senão ia ficar o dia sentada no vaso.
— Quanto tempo tem isso?
— Vai fazer uma semana… — faria no próximo sábado
— Pirocão, piroquinha ou piroca média amiga?
— Meu Deus sua lambisgoia, eu fico perguntando o tamanho do pau dos seus homens?
— Na verdade sim amiga. Tu é a maior talarica manja rola entre a gente! — e eu era mesmo, adorava ficar olhando pros paus dos meninos, eu surtava quando via alguém de calça apertada!
— Depois eu te dou detalhes, estou cheia de cólica sentada no vaso e minha mãe pode me ouvir.
A Tatiana era uma amiga tipo o João, ela era minha confidente para assuntos femininos, ela já tinha praticamente beijado todos os meninos do colégio, não valia nada! Mas ficava quase sempre nos beijos e na mão boba, ela perdeu o cabaço uns três meses atrás com um menino do clube, o cara falou de namoro, ela abriu as pernas, o cara comeu elas umas três vezes e meteu o pé na bunda dela. Ela ficou muito mal achando que tinha problema e que não fez algo direito. Tanto que foi isso que alimentou algumas inseguranças minhas. Eu tinha um receio do João querer me descartar depois, perder um namorado e um amigo seria foda…
O seu apelido era anjinha, ela tinha um cabelo encaracolado e sempre foi muito loirinha, era uma das meninas mais baixas da turma e quando criança sua mãe a vestia como uma bonequinha, era a coisa mais linda que existiu. Aí cresceu e virou diaba! Eu já beijei ela na boca de língua! Todas as meninas do nosso grupo já fizeram isso, acho que nenhuma delas, incluso eu, são sapatas, era mais pela zueira mesmo, nunca me bateu nada beijando mulher.
Eu tenho um cenário com ela. Uma vez ela, eu e umas outras amigas tiramos uma foto mostrando os peitos, essa foto meio que vazou no nosso grupo de amigas por acidente, a nossa sorte foi que a moderadora do grupo viu antes e apagou. Se isso tivesse rodado eu estaria muito fodida até hoje. E continuando sobre ela, eu não queria muito falar do João, por que há uns meses atrás ela estava querendo sair com ele, mas ela acabou ficando com o cara do clube que eu contei, o João meio que travou e não falou se queria ou não ficar com ela, ele me tinha dito que gostava dela mas não estava afim por causa da fama que ela criou, os moleques iam ficar zoando ele. E depois do que aconteceu com o carinha do clube ela ficou naquela de “Ah, se eu tivesse insistido no João isso não teria acontecido”, mas ela não fazia ideia que o João pensava dela.
Eu me limpei e troquei de roupas para ficar mais confortável com o absorvente. Eu não estava com tesão mas eu estava aficionada na novidade que era o sexo e sem perceber estava apaixonadinha pelo Jão. Eu liguei para ele.
— Amigo, tem planos? Meus pais vão para a minha vó mais tarde…
— Eu vou pra sua casa? Meus pais estão aqui mas eles não vão ligar da gente se trancar. Mas vão desconfiar.
— Desconfiar? Se a gente se tranca no quarto eles vão ter certeza que a gente está fazendo merda né mané! E eu tou menstruada, não dá para fazer nada.
— Se a gente não vai fazer nada tu pode vir pra cá então. — falou o burro.
Assim gente, eu esperava que ele tentasse algo, eu jamais ia oferecer dar de chico. Eu tinha duas opções, na primeira era ficar na minha casa, a gente ficaria sozinhos mas a minha mãe estava me marcando já, e aqui em casa quando eles chegam não dá para ouvir nada, e sempre tem uma visita inesperada chegando sem avisar, meus amigos tem a mania de vir aqui de surpresa, eu moro no caminho do colégio. A segunda era ir para casa dele com os pais dele lá, não rolaria de simplesmente fechar a porta, a mãe dele é do tipo amor livre e super moderna mas certamente ela conversaria com a minha mãe. Fazer a escolha, denunciaria as minhas intenções para ele.
— Vem pra cá! Mas vem antes deles saírem para que eles saibam que você chegou, vem como se chegasse surpresa.
João chegou uma hora depois quando meus pais estavam dentro do carro, João tinha um jeito sonso que parecia não estar entendendo nada, minha mãe fez uns comentários tentando pescar alguma coisa, mas como ele é naturalmente lerdo não entendeu e respondeu qualquer coisa que efetivamente demonstraria inocência. Isso me deixou segura, eu ia contar para a minha mãe, mas tinha medo de ouvir a ladainha dela à toa, caso o meu lance acabasse de uma hora para outra.
Tão logo eles saíram, João fechou o portão e veio me agarrando me enchendo de beijos numa alegria sem fim, ele tinha o jeitinho dele mas sempre era muito carinhoso e cuidadoso comigo.
— Você tá bem coisa ruim? — falou no seu jeitinho “carinhoso”.
— Estou com um pouco de cólica, essa merda desceu hoje. O quê vamos fazer? — quis saber.
— Sacanagenzinha? — propôs o safado.
— Que tipo de sacanagem, hein senhor? — perguntei enquanto sua mão já subia por baixo da minha blusa tocando meus peitos que estavam sensíveis.
João tinha mão de homem, grossas e pesadas. Seu toque arranhava! Parecia que trabalhava em obra! E aquele toque me deixava excitada demais.
— Vamos para a varanda de trás? Lá ninguém vê a gente! — falei. — Fazer alguma coisa ao ar livre me deixou ligada.
Eu me encostei no tanque de lavar roupas e ele veio me beijando, boca, rosto e pescoço. Seu carinho era desajeitado e machucava, e isso era uma espécie de fetiche que eu estava começando a criar, sempre gostei de ser possuída, violentada! Eu me arrepiava toda e sentia meu corpo quente. Minha blusa já estava levantada e ele segurava meus peitos apertando com força e tesão enquanto os admirava. Aquilo me fez esquecer das cólicas, mas eles doíam, eles estavam bem doloridos.
— Aperta com força, torce. Vai.
— Não, estão doloridos. — respondeu ele sabendo mais dos meus peitos que eu.
— Sim. Vai que tá gostoso.
Eu sentia dor e prazer ao mesmo tempo, ele esmagava meus seios entre seus dedos e torcia os mamilos e chupava com uma língua dura circulando os mamilos de um jeito que me fazia ir à lua.
— Jão eu queria sentar nele… Que saco.
— A gente pode brincar pelo menos, dá uma olhadinha, veja como está, se tiver tranquilo eu não me importo de colocar a mão.
Eu me virei para o outro lado e abri o short e estiquei a calcinha para tentar ver o estado do meu absorvente percebi que ele meteu a cara para tentar ver também.
— Deixa eu ver?
— Saí daqui! João!
— Deixa eu ver….
— Não! Deixa de ser nojento…
— Eu nunca vi, é só curiosidade.
Isso sempre foi uma coisa muito íntima, embora normal eu tinha vergonha de mostrar. Ele ficou me enchendo o saco pedindo para ver.
— Eu vou colocar a mão e eventualmente vai sujar. Por que eu não posso ver?
Ele tinha um ponto.
— Tu tem fetiche nisso João? Vai olha essa porra! Chato.
Eu gostei de ter compartilhado algo tão privado com ele. Estava com vergonha, claro! Mas, puxei a calcinha para frente para poder checar o absorvente e tinha descido bem forte. Eu não precisava nem olhar na verdade, mas queria só ter certeza. Ele olhou e pela sua cara pareceu não ter muita certeza.
— Isso é muito?
— Não muito porque meu fluxo não é tão grande, mas no primeiro dia desce com mais força. Mas se você meter a mão vai cagar minha roupa inteira. Eu vou colocar um interno aí você brinca por fora.
— Rola de chupar?
— Pô cara, aí é contigo, Eu acho meio nojento e é sangue velho. Nem cheira bem.
— Então o jeito é cu mesmo… — falou ele como se isso fosse sensato.
Eu virei os olhos e dei as costas indo pro quarto ignorando o que ele havia dito. Ele veio me seguindo casa à dentro em silêncio. Entrando no banheiro percebi que ele intencionava entrar comigo.
— Amigo, você já viu demais hoje, ver eu trocando absorvente é muito para a minha cabeça. Espera aí no quarto na moralzinha!
— Confia, entra aí. — ordenou.
— Não João, porra. — reclamei
— Vou ter que usar a força? — falou me segurando pelo braço — ele entendeu a mensagem que eu passei lá fora, ele estava tentando algo e eu estava gostando, quando ele me pegou daquele jeito eu fiquei mole que nem manteiga.
— Duvido! Tu não é homem — levantei a cara intimidando ele.
A cena que se segue foi algo imensamente inesperado para mim, eu nunca imaginei nessa vida que o João poderia ter esse instinto dentro dele. Eu não precisaria dizer isso mas obviamente que foi consentido. Muitas barreiras foram rompidas ali, não houve nenhum acordo prévio mas até hoje eu digo que essa foi uma das melhores transas da minha vida.
Quando eu o peitei duvidando, ele me garrou pelo braço apertando com força e usou a outra mão puxando o meu cabelo da nuca para trás me fazendo refém dele. Doeu mas a boceta piscou na hora.
— Aí, me solta João! — “Não solta por favor!”
— Tá doendo João! — eu chorava — “Me bate que eu gosto!”.
Ele me controlava pelos cabelos, eu reclamava e ele forçava a língua dentro da minha boca me beijando com desejo e paixão, fazendo eu meu calar. Meu corpo inteiro se eriçou. “É estranho eu querer levar umas porradas?”. Ele me conduziu para o meu banheiro e me virou de frente para ele tirando minha blusa e a dele. Ele sugou meus seios com força, e a imagem era incrível, eu me sentia violentada, ele me dava chupões e mordidas intercalados com lambidas suaves. Ele não me deixava fazer nada além de ficar ali parada.
— Ajoelha, anda… — eu ouvi a ordem e só obedeci.
Ele simplesmente fodeu minha boca, ele enfiou o pau já duro como uma pedra dentro e forçou até a minha garganta fazendo eu me engasgar. Ele tirava e batia com força o pau a minha cara. “Ah, agora entendi o rolê de bater com o pau na cara!”
— Bate com ele na minha cara. Bate. — pedia igual uma cadela.
Eu mamei a rola dele de joelhos com rapidez e força, eu apertava meus seios e minha pepeca por cima de tudo. Eu estava agindo no automático, não era eu quem estava ali, eu não reconhecia essa Virgínia que se revelava aqui.
— Levanta, tira a roupa.
— João, melhor não, vai sujar tudo.
Ele não ouviu o quê eu disse, ele terminou de tirar suas roupas e arrancou meu short, calcinha e absorvente.
— Jão, não…
Ele me virou de costas e prendeu meus braços nas costas esfregando meu rosto no frio mármore molhado da pia. Eu senti vontade de chorar mas não queria parar! Eu ouvi um som de cuspida e senti um invasor pincelando a entrada da minha boceta que devia estar um caos de suor e menstruação. Eu me resignei e relaxei para não me machucar, eu sabia o que ia acontecer em seguida, mas ele entrou gentil, entrou fácil eu estava molhada, senti aquela sensação de ser preenchida e gemi.
Ele apertou minha bunda com força e me deu outro tapa.
— Abre a bunda, arreganha! — eu obedeci.
Eu senti um dedo molhado forçando meu cu, e orava a Deus para que ele não enfiasse nada ali. Então ele começou o seu troço em mim. Meus cabelos foram puxados para trás para que eu pudesse ver o meu rosto de sofrimento no espelho. E o quê eu vi foi o rosto de desespero com a maquiagem borrada, mas havia um irônico sorriso doentio de prazer se escondendo por trás de tudo.
Cada estocada a seguir podia ser sentida no útero, ele metia forte e com raiva intercalando com tapas e puxões de cabelo, eu precisava usar as mão para sustentar meu corpo apoiado na pia pois não tinha nenhuma força nas pernas.
O barulho era alto no banheiro, eu gritava e ele gemia, havia um som de martelar e tapas, ficou ainda mais alto quando gozamos juntos. Senti um jorro muito quente dentro de mim que me paralisou por completa. Ainda sentindo espasmos, ele passou um dedo molhado na entrada da minha bunda e forçou a entrada colocando um dedo inteiro atrás. Meus olhos viraram para trás e senti que aquilo me dava prazer. Ele ficou me dando dedadas e usou outro dedo para abrir ainda mais. Quando tirou seu pau de dentro de mim para procurar outro buraco, tudo que estava dentro escorreu com pressão pelas minhas pernas: sangue, suor e esperma.
Ele forçava a entrada do meu cu. Sua cabeça me rasgava enquanto abria caminho.
— Devagar, devagar… — implorava contendo a dor.
Senti que a cabeça quando venceu a resistência foi engolida para dentro mas meu organismo pedia para empurrar para fora. Ele rebolava de leve.
— Não dá… não dá…
— Só mais um pouco…
Era apertado, minha bunda queimava. Eu queria, mas a dor era grande e difícil de suportar… Fiquei de pé dando um basta naquela situação. Ele não questionou e me puxou para me dar um beijo na boca e fazer um carinho gentil no meu rosto que eu neguei, ele não percebeu mas sua mão estava toda suja da minha menstruação, e ficamos ali abraçados nos beijando um pouco.
— Eu te machuquei?
— Sim, eu gostei disso rapaz… Mas não vai ser sempre tá? — avisei logo!
— Eu estou realmente todo sujo — falou me mostrando.
Ele estava todo sujo de um sangue marrom que contrastava muito com sua pele branca, até sua testa tinha menstruação. Eu não sangrava tanto assim, mas a conforme ele ia catucando descia mais e misturado com esperma tudo foi diluindo, e ele parecia uma criança que acabou de brincar aquela tinta.
— Vai tomar um banho pelo amor de Deus — ordenei e me sentei no vaso para esperar que aquilo que havia dentro de mim descesse.
Do vaso fiquei observando ele tomar banho e pensando que tipo de homem ele era e se era o quê eu queria para mim. “Se eu quisesse parar antes ele teria parado?”.
Essa foi a primeira vez que eu fiz xixi na frente de namorado. Não dava para esperar ele sair, tentei ser discreta mas ele ouviu, esperei que ele fizesse algum comentário bobo mas agiu naturalmente. “Não vai ter piadas?” — pensei.
Enquanto eu tomava meu banho ele foi buscar material de limpeza e ele mesmo iniciou a faxina no chão do banheiro, vaso e pia que estavam sujos. Fiquei honestamente impressionada com isso! “Ele fez isso sem eu pedir. Esse daí sabe como deixar uma mulher realmente excitada.”.
— Vê, coloca o externo não, coloca o interno, daí eu dou uma chupadinha em você! — falou ele fedendo à água sanitária.
— Caramba, tem coragem?
— Te provei hoje que sim.
— Está bem então, eu coloco, mas você não beija depois. Entendido?
Quando o corpo esfriou eu sentia meu útero dolorido das estocadas, a preciosa estava muito ardida e meu peito estava cheio de manchas vermelhas e roxas dos tratos que ele me deu, parecia que eu tinha saído da guerra. Sentar não dava, além dela, a bunda estava extremamente dolorida dos tapas e cheias de marcas roxas, meu cu parecia ter um rasgo que ardia, eu quase pedi para ele checar se tava tudo certo atrás.
A gente ficou na minha cama, ele ficou brincando com o meu clitóris e chegou dar umas lambidinhas mas meu corpo não estava mais respondendo à estímulos. Caímos no sono como crianças. Eu vou contar isso bem rapidamente porque foi engraçado. Eu estava com cólicas muito forte e eu me deitei com a minha barriga em cima da dele fazendo uma cruz com nossos corpos, só que a gente dormiu assim. Deitar barriga com barriga era bom porque ficava quentinho e ajudava na dor. E essa foi a cena que a minha mãe viu quando entrou no meu quarto! Foi aí que ela teve certeza que eu tinha alguma coisa com ele e até hoje ela ri disso.