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2361 palavras
12 minutos
Meu primeiro anal foi incomum

Capítulo 8#

Subimos os três, no apartamento eu pedi para o João ficar na sala esperando e fui com ela para o quarto, ele não se queixou. Quando entrei, fui direto para o banheiro para tirar as coisas de dentro de mim. E não, eu não tinha vergonha, cansei de tirar e colocar absorvente na frente dela. E a gente tinha visto cu e boceta uma outra um milhão de vezes. Eu lembro de uma vez que ela estava na minha casa e uma ficou inspecionando a outra para saber se a amiga era arrombada.

Eu baixei o short e a calcinha e tirei o vibrador, o consolo ficou pregado em mim, eu não quis tirar. Estranhamente o vibrador me incomodava mais que o plugue atrás. Higienizei o vibrador na pia do João e fiquei aguardando o que a Tati iria querer fazer. Só então eu me dei conta que aquilo era meio nojento. Essa coisa de ficar passando de xereca em xereca era estranho.

— E esse plugue? Empina a raba aí, deixa eu ver como fica!

Eu abri uma banda da bunda e arqueei uma perna para ela ver a joia que cobria o buraco.

— É bom isso? — perguntou com uma cara de desgosto.

— Se tu gosta de dar o brioco acho que sim.

— E tu dá a bunda amiga?

— Não dei ainda, mas eu quero. Eu gosto das brincadeiras atrás. Vai colocar isso para testar? — falei estendendo a mão com o vibrador todo molhado.

Eu sinceramente esperava que ela não aceitasse e não quisesse usar aquilo na minha frente, ia ser meio constrangedor, a gente estava demorando e o João logo ia bater na porta para saber o que a gente estava aprontando.

— Amiga, fica aqui no banheiro e testa… Eu vou lá ver o João.

— Precisa não Vê, quero só ligar e sentir na mão mesmo, tu acha que eu vou ficar aqui me gozando toda na sua frente? Tá doida?

— “Ufa!” — Então vamos para a sala?

Por um momento eu achei que ela queria meter dentro e ligar, mas não, ela colocou na mão e testou o controle remoto, a coisa mais bisonha que ela fez foi encostar o vibrador na pepeca por cima da calça e fez uma careta. A gente riu daquilo e fomos encontrar o João na sala. O plugue ainda continuava na minha bunda.

— Cabeção, bora tomar umas cachaça hoje aproveitando que sua mãe não tá aqui! — falou a anjinha se oferecendo.

— Não seria nada mal beber até cair e fumar um beque hein, o que você acha Virgínia?

— Sei lá, pode ser! — Essa vaca ia ficar aqui empatando a minha foda?

Eu queria era foder, eu só pensava nisso, estava com aquela porra atochada no cu me preparando para dar a bunda. Mas tudo bem! O João saiu para arrumar maconha e a gente pediu uma entrega de refrigerante e uma garrafa de vodca para fazer caipirinhas.

Jovens não sabem beber, depois de intercalar caipirinhas com maconha os três já estavam para lá de loucos. E isso não eram nem quatro da tarde.

— VERDADE OU CONSEQUÊNCIA MAS SÓ VALE CONSEQUÊNCIA! — gritou a Anjinha.

— Não, quer jogar jogue direito! — respondi tropeçando nas palavras.

— Mas só vale consequências picantes! — todos concordaram.

Um aplicativo de celular escolheria quem perguntava para quem garantindo que todos perguntariam e teriam que responder. A Tati perguntava para mim.

— Ô sua puta, tirando o Jão, eu não tou perguntando quem você gosta e sim quem você teria curiosidade tá? Eu quero saber qual rola você queria ver assim na mão! — ela falou fazendo gestos de quem bate a rola na cara!

— Do Pedro, porque aquela menina que namorou com ele disse que tem mais de 20cm!

— Quê porra é essa de você querer ver rola dos outros? — perguntou o Jão enciumado entrando na brincadeira.

— Cala a boca garoto — mandei.

Em uma nova rodada a Tati iria perguntar de novo, dessa vez seria para o João.

— Jão, eu queria ficar com você, porque você correu de mim?

Eu demorei a entender a pergunta, e quando entendi vi João com a cara séria.

— Consequência! — declarou João.

— Ih! Eu quero que o João mostre a rola murcha pra nós!

— Eu não quero meu namorado mostrando o pau dele para você não sua vadia!

— Se você não o deixar mostrar, você tem que pagar a consequência por ele!

— Quer ver minha perseguida de novo é só pedir amiga!

— Tou cansada de ver essa carne mijada, se você for pagar por ele, eu quero… Deixe-me ver… — ela ficou pensativa. — Que você me dê um beijo de língua.

João imediatamente ficou feliz! Eu não gosto de mulher, mas não ligo de beijar uma, achei legal para o João ver, achei que ele fosse gostar.

— Vem cá piranha, um minuto só tá? Conta aí João.

Ela se jogou em cima de mim com um bafo de cachaça e me deu um beijo bem ruim! Eu ria tentando focar, mas era esquisito. Ela era pequena e delicada e eu gostava da robustez e dureza de um homem. Ela bem tentou me deixar ligada enfiando os dedos no meu cabelo, mas não funcionou. Só que a filha da puta, eu não sei se ela fez isso de propósito, apertou a minha bunda mexendo no plugue. Na hora, o capeta acordou e me bateu uma quentura, seu peito contra o meu me deu uma coisinha, “Caralho, ficar com boceta suada com mulher é foda.” Aquela porra estava me dando tesão e o tempo não acabava, eu acho que o Jão estava mentindo só para ver a gente se pegando, durante o beijo eu vi ele apertando o pau que estava querendo ficar duro. “Se esse viado colocar esse pau para fora eu vou arrancar o saco dele fora. Ele tá achando que vai se dar bem.”.

— Acabou! — declarou o árbitro.

Eu estava sem graça, a gente estava toda babada, pela cara dela, em cima e embaixo. Ela tinha me deixado com tesão e João estava me deixando puta com o interesse dele na minha amiga.

Era a vez dele perguntar para mim.

— Você teria coragem de deixar uma mulher te chupar? — disse o rapaz querendo arrumar um menage.

— Você quer saber se eu deixaria a Anjinha me chupar na sua frente? — respondi meio exaltada!

— Eu não falei nomes, você não pode responder perguntas com outras perguntas. — ele falou calmamente.

— Ah! Se fosse só me chupar eu acho que deixaria… — pensei.

— Eu te chuparia amiga!

— Sabia que tu colava um velcro.

— Sabe de nada inocente! — falou ela.

Eu perguntava agora para o João.

— Tu tá doido para fazer um menage com a gente, não é?

— Claro que sim! — ele respondeu sem pestanejar.

Eu não sei se eu fiquei puta nessa hora, eu não gostava muito da ideia porque eu não gostava de mulher, mas bêbada e de sangue quente eu deixaria que ela me pegasse, mas eu não queria ver ela encostando nele.

— Safado que você é.

João iria perguntar para a Anjinha, eu sabia qual era a pergunta.

— Tati, você faria um ménage com a gente?

— Se eu beber mais um copo desses eu faria qualquer coisa com qualquer um.

Ela estava colocando a culpa no álcool, mas ela estava doida para pegar ele, eu acho que ela pegava garotas também nessa época, eu não tinha certeza, mas poderia usar o jogo ao meu favor e descobrir, era minha vez de perguntar para ela.

— Você pega mulheres assim de transar?

— Sim amiga, peguei umas duas já!

— Tou passada, Tatiana!

— Preciso fazer xixi — anjos urinam pelo jeito.

Na sala eu estava meio que cara virada para o João, ele queria comer a minha amiga. A ideia meio que me dava um tesão de ver ele transando, mas eu tinha ciúmes. Na verdade eu estava ficando puta por instinto de proteção ao que era meu. A gente fazia nesse dia duas semanas juntos, eu não sei se eu teria direito de proibir ele.

— Me responde uma coisa, se fosse eu ali dando pra um amigo seu na sua frente você ia gostar? — perguntei.

— Se você fosse curtir eu não veria problemas.

— Nossa, cara! Você quer muito comer ela mesmo! Você só está falando isso para eu topar.

— Se você não quiser não tem problema, eu não vou ficar chateado.

Eu estava sendo chata, eu queria, estava curiosa para saber como seria uma mulher me chupando. Mesmo não curtindo muito mulher na hora era só focar no João.

— Tá bom, vou no banheiro conversar com ela.

Eu entrei e ela estava parada no banheiro lavando as mãos e nossos olhares se cruzaram pelo espelho.

— Tudo bem Vê? — ela me perguntou um pouco tensa

— Vai querer fazer? — quis saber.

— O quê?

— Deixa de ser idiota! Tu sabe!

— Você vai ter coragem? Virgínia.

— Vamos deixar rolar e ver o quê acontece?

Na sala o João tinha bolado mais um para gente, o clima estava tenso, ninguém sabia como começar então ficamos ali deitados iguais umas idiotas. Eu comecei a dar uns beijinhos no João e ele começou a se assanhar. Não demorou muito para eu ter uma mão no peito, ter uma pessoa me olhando me estava me deixando excitada, ela nos olhava sorrindo e mordendo os lábios. Naquele momento eu esvaziei a mente e relaxei, tirei minha blusa e ganhei um monte de beijos nos seios.. Ele me sentou no seu colo e eu senti seu pau ficando pronto, tentei puxar para fora mas a bermuda ainda atrapalhava.

— Vamos tirar a roupa? — falei baixinho.

Eu me levantei e tirei tudo que me cobria, a única coisa que tinha no meu corpo era uma pulseira e o plugue.

— Tira também Anjinha. — falei para Tati que prontamente me obedeceu.

Ela era uma loirinha de cabelos cacheados muito baixinha, não devia ter muito mais que um metro e meio. Seu corpo era esguio mas tinha curvas. Seus seios eram desproporcionais levemente maiores que o corpo magro. Ela não tinha um pele sequer no corpo. Ao se despir ela sentou-se do nosso lado tranquilamente aguardando uma ordem.

— Se beijem para eu ver! — falou ele com a voz trêmula.

Ela então se inclinou para me beijar. Dessa vez não foi um beijo inocente de amigas fazendo palhaçada, tinha desejo ali. Tão logo nossas bocas se encontraram, nossos seios se tocarem me causando um pequeno prazer pelo toque dos seus macios. Eu me sentia suada quando sua mão me procurou, eu me assustei com o toque precoce dela, minha boca abriu em espasmo e soltei um gemido. Ela me empurrou para que eu me recosta-se no sofá e foi aos meus seios para beijá-los e tão logo começou o João se juntou à ela onde cada um tomou posse para si de um dos meus seios.

Eu não sei descrever o quê eu senti, foi um prazer agonizante, eu queria ao mesmo tempo que acabasse e durasse para sempre. A mão dos dois estavam na minha vagina, apertando e enfiado dedos num ritmo descompassado de força e vitalidade, eu só conseguia gemer.

Fui puxada para a beirada do sofá, ela vinha por entre as minhas pernas para me chupar, indicou o quê faria beijando preliminarmente minhas coxas e virilhas, eu queria ver o que ele iria fazer, mas João forçou seu pau contra a minha boca. Eu não conseguia chupar, não tinha coordenação. Tati tinha dois dedos dentro de mim e chupava corretamente um único ponto enquanto apertava o plugue com o polegar.

Não demorou e eu gozei.

Tati não perdeu tempo, quando tive meu orgasmo e fechei as pernas, ela foi para cima do pau do João e iniciou uma mamada pornográfica, eu assistia aquilo e queria achar ruim, mas fiquei tão impressionada com a habilidade dela que fiquei observando para aprender algo. Ela usava sempre as duas mãos, chupava e torcia a cabeça, rapidamente.

— Não faz ele gozar não Anjinha!

— Mas já vai gozar João? — perguntou a Tati.

— Se continuar assim vou cara… E agora, quem quer que eu meta?

— Eu estou curiosa para ver a Vê dando a bunda para você…

Aquilo precisa de preparativos e quebrou um pouco o clima, João foi buscar lubrificante e eu tirei o plugue de dentro. Besuntamos tudo e eu fiquei de ladinho com a bunda empinada para o João, a Tati acendeu um baseado e ia passando de um para o outro fumar. João enfiou foi enfiando dedos para me abrir um pouco mais, eu estranhei, achei que iria incomodar mais, mas nem foi ruim. Ficou melhor quando a Tati começou a mexer no meu clitóris e João começou a aumentar o ritmo.

Quando me dei por satisfeita pedi para mudar de posição.

— Senta aqui João… — mandei

João se sentou e manteve o pau dele ereto, eu sentei de costas para ele e a anjinha ajudou a colocar na frente.

— Eu quero atrás… — falei

Entrou muito fácil, ele entrou todo e senti o testículo no meu clitóris. Na hora meu organismo quis expulsar e eu tive que me trancar para segurar dentro, senti um incômodo por causa da dor, mas foi só começar a cavalgar que o prazer voltou, eu queria gritar e rapidamente cheguei muito próximo de ter um orgasmo.

A Anjinha veio se aninhar entre a gente, sentou no meio das nossas pernas e começou a lamber o quê podia. Toda vez que ela chupava meu clitóris eu ia na lua e voltava, mas ela não conseguia ficar ali pois eu estava sentando e levantando.

— João mete você eu quero que ficar parada.

E foi assim a melhor foda que eu tive na vida, eu me sustentei suspensa na sola dos pés arqueada deixando o João controlar a velocidade e a força. E ele não perdoou. Meteu com tanta força, que me fez chorar de tesão. Anjinha travou a boca no meu grelo e enfiou três dedos dentro da minha boceta.

Eu berrava tanto que João teve que calar a minha boca. Anjinha me contou depois que quando eu gozei eu esguichei alguma coisa na cara dela que deixou ela puta comigo. Acabada, eu precisava de um tempo para descansar, eu estava toda ardida e sentia algo doendo dentro de mim. Tive que parar para descansar um pouco mas os dois continuaram. Continua.

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