Capítulo 11
Pode parecer bobagem, mas aquela história estava me torturando. No dia da chuva, a Anjinha foi pra minha casa e a gente se pegou fortemente, eu não pensei no que isso poderia causar, não foi coisa de impulso, foi burrice mesmo. Nós três transamos juntos uma vez só que dessa vez eu fiz com ela e não falei nada com João. Meu medo é ele ficar chateado e sentir traído, pior, ele querer sair por aí pegando alguém.
No dia seguinte eu disse que precisava conversar com ele uma coisa depois da aula, nos encontramos na minha casa, não tinha ninguém e dava para trocar uma ideia de boa, ele chegou animado achando que a gente ia transar, mas logo se frustrou.
— Jão, tenho que te contar uma coisa e você pode ficar muito chateado comigo.
— O que foi?
— Então, Anjinha veio aqui para casa e a gente acabou transando… — falei tudo de uma vez e sem rodeios.
Ele ficou pensativo por alguns instantes.
— Eu não sei o que dizer, a gente não tinha regras sobre isso, acho que eu não posso reclamar.
— Mas você está chateado comigo?
— Sinceramente eu não sei, e se tiver não tenho o direito de estar.
Eu tentei prosseguir na conversa, mas tudo ele dizia que não sabia ou precisava pensar. A gente não tinha nenhuma combinação sobre o assunto, aquele ménage deu o direito a gente ficar com ela sem avisar? Pelo jeito, não.
— Mas você pode pelo menos me dizer como está se sentindo?
— Imagine se fosse ao contrário? Acho que você estaria se sentindo igual a mim agora.
Eu estaria me sentindo em dúvidas e um pouco traída. O pior, é que eu tenho certeza que se eu tivesse pedido ele teria deixado, eu o conheço. O clima ficou mega chato, eu tentei fazer uma gracinha para agradá-lo, mas ele não ficou muito animado.
— Quer um boquetinho para ficar alegre? Um boquete como pedido de desculpas?
— Pode ser…
Ele parecia não mostrar interesse na minha proposta, mas eu achei que era charminho da parte dele, levei ele pros fundos na área da lavanderia e abaixei o short que ele usava. Eu estava toda sorridente fingindo que não tinha acontecido nada e ele não ia além de um sorriso amarelo. Me abaixei e peguei seu membro e comecei uma punheta leve intercalando com umas chupadinhas babadas para ele ficar molhadinho. Eu o olhava e ele em silêncio, de vez em quando ele soltava um gemido sem graça, normalmente ele estaria sorrindo e fazendo aquela carinha de tesão gostosa dela. Eu contei até três para não me irritar, eu estava errada e tinha que aceitar aquilo.
Mamei de raiva, o pau ficou duro e eu fui colocando-o na boca e massageando o saco dele do jeito que ele gostava, eu estava usando a técnica da Tati, parecia ser melhor que a minha, ela torcia a cabeça enquanto fazia a sucção puxando e voltava reto, meio que isso me deixava tonta, mas parecia fazer que ele gostava demais.
— Quer gozar na minha boca?
— Não, quero gozar na sua cara, pode?
Aquilo era novo para mim, na hora eu gostei e fiquei mega excitada com a ideia, mas depois pensei se ele não quis fazer isso de raiva ou algo do tipo. Eu acelerei e mandei ele me avisar quando fosse gozar para eu tirar a boca, a mão do saco foi para atrás para apertar a sua bunda com força; ele tem uma bunda maravilhosamente linda. Seu pau estava quente e ficou muito duro, parecia pedra, acho que ele gostou quando apertei sua bunda daquele jeito. Eu queria tirar uma dúvida que me bateu na hora, eu enfiei minha mão mais para cima e vim passando meus dedos entre suas nádegas, eu senti quando passei pelo ânus dele, eu parei ali e fiquei apertando todo ele sem tentar invadir, ele tremeu e gemeu alto imediatamente.
— Vou gozar! —Avisou ele quase sem conseguir terminar a frase.
Eu tirei a boca e continuei trabalhando com as mãos, ele estava na altura do meu rosto e eu fiquei esperando, eu queria ver ele gozando de pertinho do jeito que eu estava. Então, ele se tremeu e se trancou todo, gemeu contido como se tivesse dor e senti jorrando meu rosto, olhos, nariz e boca seu esperma estava todo espalhado pelo meu rosto. Como sempre nessas horas, eu cai na gargalhada tentando abrir os olhos e tirar o excesso de porra do meu rosto.
— Tinha que tirar uma foto sua assim! — disse ele agora mais sorridente.
—Nem fodendo que eu deixo.
— Foi bom isso hein!
— Gostou da mãozinha atrás?
— Bom, foi bom sim.
Eu não sei se ele quis assumir de verdade que a mão no furinho dele fez toda a diferença, eu decidi não insistir no assunto por que homem é meio problemático com isso, mas eu tenho total certeza que ele gostou, e gostou foi muito. Eu fui lavar meu rosto ali no tanque mesmo, eu queria dar para ele, mas meus pais iriam chegar a qualquer momento e ele ainda ia demorar a se recuperar. Eu queria animar ele para ver se ele esquecia, mas o jeito dele não mudava.
— Meu chupa também, Jão?
— Chupo sim, Vê — ele respondeu como se tanto fizesse.
— Quer de frente ou por trás? — Ele sempre escolhia por trás.
— Você escolhe.
Eu respirei fundo e mantive a calma, baixei meus shorts e calcinha e me debrucei na máquina de lavar me empinando. Ele que sempre começava dando uns beijinhos nas minhas nádegas, passava pelo meu cuzinho e depois descia para minha pepeca, foi direto ao assunto. Foi a chupada mais sem graça que alguém me deu na vida. Sua língua só conseguia me causar nervoso.
— Cara, se você não quiser fazer não faz.
Ele nada respondeu, apenas se afastou e desviou o olhar. Eu me vesti, e entendi claramente a mensagem.
— João, vai para sua casa, quando quiser conversar você me procura.
Subi minha roupa para o seu devido lugar e entrei pela porta da cozinha sem acompanhá-lo como sempre fazia ao pequeno portão da frente. Ele foi embora e não se despediu direito. Continua