Capítulo 5
Eu fui ao banheiro depois de ter transado a primeira vez, no rosto levava um sorriso e um sentimento bobo de “Agora eu sou uma mulher!”. Na verdade, só meu hímen que havia sido propriamente rompido, a penetração havia sido uma droga! Perder a virgindade não tem nada de mágico, mas isso eu já sabia. O que eu estava amando era aquela coisa toda que a gente podia fazer à dois. Ficar abraços sem roupa, pegar e beijar onde quisesse e os carinhos! Ah, os carinhos! Estava sendo tudo muito bom apesar da dorzinha chata na entrada dela. Se você que nunca transou está lendo isso, não se assuste, não é nem de perto como se fosse uma dor de cólica, é como se você tivesse passado uma gilete na pelanquinha e ficasse aquele ardido incomodo, pelo menos era o que eu sentia.
De volta no quarto, eu cheguei me jogando em cima dele para mais beijos, ele ainda estava de camisinha e seu pau, completamente mole.
— Olha, estou trocando de pele! — disse arrancando a camisinha de uma única vez rindo que nem um idiota.
— Meu Deus, como você idiota garoto!
Ele tinha realmente um pau maneiro e eu não me cansava de ficar olhando. Eu fiquei com aquela coisa flácida na mão apertando, repuxando tentando entender as texturas que eu ainda não conhecia.
— Tá doendo muito?
— Não muito, mas está ardendo um pouco.
— Quer passar alguma coisa?
— Nem sei o que eu posso passar, aliás nem sei se pode ou o que passar…
— Olha na internet.
Eu busquei meu celular para procurar, mas ele começou a beijar meu peito e eu não conseguia digitar nada.
— João, assim eu não consigo, pare por favor…
— Vê, o quê você sente quando ele tá dentro de você?
— Me dá sua mão, fecha ela assim. — falei mandando-o fechando o punho e coloquei um indicador dentro.
Quando ele encosta na portinha — eu mostrava os locais corretamente para ele entender — dá uma coisa muito boa, dá para sentir ele entrando e forçando o caminho, eu o sinto todo dentro abrindo e encostando nas paredes sabe? E é quente, dá para sentir preenchendo. E quando sai e entra eu sinto o roçar, não sei explicar.
— E por que vocês reclamam que dói?
Em mim quando bate no fundo com força dá tipo uma cólica, mas no meu caso é aqui na porta
— Dá uma olhada aqui para mim! Mas sem putaria.
Ele veio para o meio das minhas pernas e deu uma examinada sem parecer entender o quê via ou estava procurando.
— Tá meio vermelho aqui… — falou tocando no lugar.
— Pois é, aí mesmo. Tá ardido quando encosta.
— João, você não gozou né? — só agora eu tinha me dado conta disso.
— Nem você até onde eu saiba!
— É, mas eu acho que eu não gozo hoje não … — estava fazendo os cálculos imaginando as possibilidades na minha cabeça, mas com aquela ardência seria complicado.
— Vê, me responde uma coisa?
— O quê? Quando você fala assim eu sei que é bomba!
— Tu engoliria?
— O quê? Tua porra? Caralho, cara eu nunca tinha pensando nisso — eu ria com a nova questão que a vida havia acabado de me oferecer. — Cara, sei lá, não consegui nem sentir o gosto que tem, na verdade nunca vi de perto.
— Mas, se eu gozar na sua boca você ficaria puta?
— Uai, você tem vontade disso? — a pepeca já estava piscando novamente.
— Sim… — falou ele sem jeito desviando o olhar de vergonha.
— Vem cá, eu deixo você gozar na minha boca.
Eu dei um beijinho sua boca e desci pensando em como eu faria aquilo, eu não sabia nem se seria capaz de fazê-lo gozar comigo o chupando. Eu desci até o seu pau e no primeiro toque com a mão senti que estava meio colando e após o primeiro beijinho senti o cheiro e gosto de látex da camisinha.
— Dá para você lavar para tirar esse gosto de camisinha dele? — falei com certa cara de nojo.
Ele levantou-se e foi reclamando para o banheiro me chamando de fresca, eu só ria pelada em sua cama olhando sua bundinha balançando enquanto ia para o banheiro. Estranhamente eu me sentia livre ali deitada com o ar batendo em toda a minha pele descoberta, eu não sentia vergonha alguma, apenas uma estranha felicidade.
Ele voltou todo molhado do umbigo para baixo e pingando o quarto inteiro.
— Por que você não se secou. Vai se secar!
— Caralho, você parece a minha mãe!
— Tua mãe manda você se secar para chupar seu pau João?
— Deixa de ser escrota Virgínia!
Ele catou uma camisa jogada ali para se secar e deitou na cama ao meu lado com a cara irritada, ele não gostava de piada com a mãe dele e eu sabia disso.
— Desculpa! Não seja chato! É brincadeira!
— Tá bom! Vai…
— Ialá! Que porra de vai é essa? Tu achas que é assim? — eu estava perturbando-o de propósito.
Eu desci ignorando as suas reclamações e fui para o meio de suas pernas. Ele tinha umas coxas grossas, musculosas. Eu me sentei ali e fiquei beijando e arranhando um pouco. Eu olhava para seu pau que endurecia lentamente sem eu tocar, para mim era tudo muito novo e eu estava aficionada na forma como ele endurecia. Eu estava com um monte de curiosidades sobre paus que eu não tinha pensado antes, a primeira coisa que eu queria saber era quanto caberia inteiro na minha boca. Eu pensava essas coisas e ria sozinha.
Como uma desbravadora eu comecei a missão de reconhecimento. Primeiro fui para o saco, fui beijando e tateando a pele macia e molenga e pegando suas bolas para apertar, eu queria entender o conteúdo e sentir a forma das bolinhas.
— Dói quando aperta?
— Um pouco, cuidado.
— Mas é bom?
— É, mas se apertar dói.
— E se eu… “mmph! Chomp, Blrrf!” — eu havia enfiado o saco inteiro dentro da boca e senti que ele ficou tenso, não sei se de tesão ou medo de eu machucar.
— Caramba, garota! Isso é bom se você tocar uma punhetinha junto.
— Nossa, espera, preciso respirar, é esquisito, mas é legal de fazer. — Eu tinha ficado sem ar com aquela coisa molenga dentro da minha boca, saco é uma coisa muito esquisita.
Por um instante eu cansei de brincar, ele estava durão já e eu estava novamente encantada com ele, eu queria apertar até onde desse para sentir a consistência, eu dei uns apertos mais fortinhos e ele não reclamou.
— Sabe o que me lembra a textura da cabeça do seu pinto? — falei vesga olhando para a cabeçona de morango.
— O quê?
— Moela!
— Dá para você não morder desse jeito? Moela? Sério? Você já comeu moela alguma vez na sua vida garota?
Eu ri e comecei a chupar. Era extremamente estimulante o toque dele nos lábios e língua, era quente, eu enfiei a língua no buraquinho e ele teve uns arrepios estranhos, aquilo devia causar algum tipo de nervoso. Eu acho que eu estava torturando o pinto dele e pior foi quando eu decidir bater com o pinto dele na minha cara, não me julgue, eu queria entender a vibe das pessoas fazerem isso nos filmes; aquilo só nos levou aos risos.
Agora eu queria ver até onde cabia, devia ter alguma técnica que eu não conhecia pois mal ele tocava na garganta me dava um refluxo e causava um engasgo.
— Eu acho que eu não posso tirar o diploma de boqueteira ainda, a última aula certamente a de garganta profunda! — eu realmente estava me divertindo com aquilo.
Tudo que minha mente curiosa havia me presentando eu fiz, então, comecei a chupar para valer. Ele foi me ensinando como ele gostava que fosse feito, pelo que eu entendi eu deveria começar com umas lambidinhas aqui e ali, depois colocaria a cabeça na boca e ficaria fazendo uma sucção enquanto tocava uma punheta junto e sempre fazendo carinhos no saco dele. Aquilo parecia ser certeiro pois ele tão logo começou e eu ouvi os primeiros gemidos mais altos, gemidos esses que me deixou com uma enorme vontade de sentar nele mesmo com a pepeca ardendo.
— Porra, vou gozar!
Eu não queria parar com o boquete para dizer que ele podia gozar na minha boca, eu só respirei pelo nariz e fiquei sugando aquilo com certa força e movendo a cabeça. Suas pernas em um momento ficaram com a musculatura rígida e tremendo muito, depois como se não imaginasse o que viria, me assustei com um jato enorme e salgado vindo minha boca.
“E agora? Eu engulo ou cuspo?” — eu pensava rindo da pergunta e olhando para ele esperando uma ajuda com a resposta.
Quando ele terminou de espirrar aquele troço na minha boca eu não conseguia conter mais o riso ao olhar para cara dele torta de ter gozado, precisei da ajuda de uma mão para conter a baba de porra que caia da minha boca enquanto ria. Eu queria perguntar se era para engolir ou cuspir e não conseguia parar de rir. O quê não tinha escorrido para fora eu engoli tudo, aquilo desceu quente colando pela minha garganta e eu preciso de um litro de água para limpar por dentro depois.
Eu contei para ele o que aconteceu e ficamos às gargalhadas. Depois disso, nesse dia, não houve muito mais coisas para se contar, mudamos de roupa e fomos encontrar um pessoal do condomínio e mais tarde eu tive que voltar para a minha casa. A história continua.