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1590 palavras
8 minutos
Meu primeiro meia nove

Capítulo 10#

Depois do fim de semana que fizemos as coisas nós três, eu não conseguia pensar em mais nada, só de lembrar eu ficava num fogo enorme e corria para agarrar o João pelos cantos para tentar dar uma aliviada, mas dia de semana era complicado, os estudos estavam puxados e minha mãe estava maldando nós dois já havia um tempo. Esse final de semana João teria que ficar com os pais deles fora da cidade e eu já estava subindo pelas paredes. Eu queria roubar um vibrador da mãe dele, acho que ela nem daria falta e se desse jamais imaginaria que tinha sido eu, João falou que compraria um pra mim assim que virasse o cartão dele; eu teria só que aguardar um pouco.

Era uma quarta-feira chuvosa, a cidade estava em calamidade, meus amigos que estavam no colégio aguardavam a chuva acabar para irem embora. Eu morava na rua da escola, me molharia bastante, mas era só entrar em casa e me secar. Me despedi do João e chamei a Tati num canto.

— Mulher, quer ficar esperando a chuva passar lá em casa?

— Quero sim, ninguém merece ficar presa aqui.

João não ia poder ir lá para casa, tinha aulas à tarde preferiu ficar esperando o horário da tarde começar. A anjinha tinha os mesmos horários que os meus, ela era da minha sala inclusive; desde o jardim de infância. Nós duas corremos feito malucas sem guarda-chuvas tentando não molhar o cabelo, fomos da escola à minha casa fazendo uma enorme algazarra.

Quando chegamos tiramos os sapatos molhados na porta e corremos para o meu quarto para nos secar, não tinha jeito, tínhamos que trocar de roupas.

— Vai querer tomar um banho?

— É uma boa! — disse ela pensando.

Tiramos nossas roupas e ficamos de calcinha, ela foi para o banheiro tomar banho e eu fui colocar nossas roupas para secar e buscar algo para ela usar. Na volta entrei no banheiro para a gente ficar fofocando.

— E aquele dia, tem vontade de fazer de novo Vê? — disse ela de dentro do chuveiro.

— Foi muito bom, amiga… Eu estou morrendo de vergonha de falar disso.

— Sério? Mas você gostou?

— Claro que sim, sua idiota. A parte que a gente se pegou lá, meu Deus, nunca imaginei que eu fosse gostar tanto.

— Uai a gente pode ficar de novo, pede pro João.

— Você é uma piranha hein! Deixe eu tomar meu banho também, sai logo daí.

A gente já tinha transado, já tinha beijado na boca e também tínhamos muita intimidade; é claro que essa conversa não foi assim dessa forma tão direta, teve mais jogos de palavras, incertezas e olhares.  Eu confesso que eu queria repetir com ela, não imaginei que seria assim, ela deu o mole que eu precisava, então era só agir. Terminamos as coisas no banheiro, vestimos roupas secas e voltamos ao meu quarto. Tranqueia porta do quarto olhando-a esperando sua reação e ela só sorriu de um jeito extremamente safado.

— Você não vale nada sua sapatão. — disse ela me acusando.

— Cala a boca, não dificulta.

Eu fui para cima dela para dar um bom beijo na boca da minha amiga. Ela beijava melhor que o João, tinha um jeito de beijar quente, era doce e macia a sua boca; João era sempre bruto, eu gostava, mas o dela era diferente e estava me agradando muito esse tipo.  Quando nossas bocas se tocaram, nossos corpos logo deram sinais, os bicos de nossos peitos se tocaram eriçados e fizemos piadas disso.

— Olha o que você faz comigo! — levantei a blusa mostrando o peito para que ela visse meu mamilo.

A danada me sorriu e entendeu o convite, ela veio na direção do meu seio fechando os olhos, e senti o toque quente dos lábios úmidos tocando meu peito, o ar que tinha em meus pulmões foram expulsos na forma de um gemido contido. Eu segurava seus cabelos ainda molhados para que não lhe caíssem nos olhos e apreciava o trabalho que sua boca fazia em meus mamilos, sua boca entreaberta deixa sua língua vaguear e se fechava brevemente para pequenos beijinhos e chupadelas.

— Acabei de colocar uma calcinha limpa. — Reclamei, pois sentia que ia começar a escorrer líquidos dentro de mim.

— Então tira logo para não sujar. — A solução era mais safada ainda que a reclamação.

Puxei Anjinha para poder beijar sua boca novamente e quase sincronizadamente tiramos nossas blusas e calcinhas deixando nossos corpos livres, nossos olhos não se desviaram uma da outra um segundo sequer.  O toque delicioso do seu peito apertando contra o meu e o calor da sua pele me faziam transpirar por todos os poros, a cada toque que eu entregava, ela gemia bem baixinho.

— Vira de bruços para mim? — Pedi, eu ainda estava fascinada com a visão da boceta dela por entre suas nádegas.

Ela deitou seu corpo miúdo na minha cama com a bunda para alto; ele era perfeito e sem marcas, a Tati não tinha muito mais que eu um metro e meio e era uma menina muito branca e magra, ainda sim, tinha peitos e bunda levemente avantajados para suas proporções, seu cabelos eram cacheados loiros escuros; eram muitos mais claro quando era criança, por isso chamamos ela de Anjinha até hoje. A boceta dela é uma coisa linda, fechada como uma ostra e sem pelos não deixando ver os seus pequenos lábios, seu clitóris é muito pequeno e quase não tem os pequenos lábios, a gente sempre brincava que a pepeca dela era sabor morango.

Eu me deitei sobre ela me esfregando sobre seu corpo, levantei seus cabelos para poder morder seu cangote e dar um cheiro no seu ouvido. Desci beijando suas costas e me certifiquei que meus seios sempre tocassem sua pela desnuda. Ela estava completamente arrepiada, eu arranhava suas costas de cima à baixo conforme eu ia descendo em direção à sua bunda. Abri suas pernas para me dar visão do que eu queria, seu bumbum era branco e durinho e no meio cravejado um buraquinho de cor castanho roseado. Simultaneamente eu apertava sua bunda e acariciava seus grandes lábios, na entrada da vagina uma gota começava a brotar anunciando que ela estava sentindo prazer. Eu me inclinei para beijá-la, uma banda após a outra, tomei todo tempo que eu achei necessário para cobrir toda a sua pele.

— Aí, Virgínia… — Ela exclamava sorrindo enquanto eu a beijava.

Eu queria beijar o buraquinho dela, mas eu não sabia se ela ia gostar, então primeiro passei a ponta dos dedos usando a unha para arranhar levemente, sempre descendo até a boceta e subindo novamente para o cuzinho dela. Ela não reclamou e nem tão pouco se fechou para mim, então fui até ele com a boca, dei uns beijos leves e senti quando ela se arrepiou e soltou um miado rindo para mim.  Dois dedinhos foram parar dentro de sua vagina num movimento cuidadoso de ir e vir enquanto um polegar massageava seu clitóris em círculos.  A língua rodeava seu ânus, amei a textura que sentia com a minha língua, mais embaixo meus dedos deslizavam livremente, ela estava molhada e liberando um cheiro que me deixava excitada.

Talvez para me dar permissão, ela ficou de quatro e abaixando todo o torso sem eu pedir, a visão que eu tinha dela era ampla. Eu comecei a me descontrolar e deixar tudo mais intenso, a língua suave agora era selvagem, quase forçando passagem para dentro de sua bunda. Ela gemia e rebolava.

— Caralho garota, que gostoso isso. Se um homem fizesse isso comigo, eu daria o cu fácil.

— Meia nove! Vem! — Falei dando um tapa na sua bunda branca.

Aquela seria a primeira vez com naquela posição com alguém, curiosamente João e eu nunca fizemos; talvez por que nunca tínhamos um local horizontal para fazer, quase tudo que fazíamos era em pé, rápido e com medo de alguém aparecer. Eu estava pensando o quão mais fácil é duas garotas namorando, ninguém se incomodaria delas dormirem juntas, mas por outro lado um simples beijo na rua seria um apito de tarados.

Anjinha virou de barriga para cima e eu me posicionei sobre ela.

— Não me sufoca! — reclamou ela quando eu sentei forçando a minha pepeca na cara dela de palhaçada.

Tão uma posição confortável e logo recebei uma chupada forte, minha boca abriu sozinha e eu tremi, e logo vi aquilo não ia dar muito certo. Eu não consigo explicar para vocês o sentimento pois tudo era confuso, haviam muitos estímulos ao mesmo tempo, o tesão que a posição proporcionava, as linguadas muito intensas por baixo e o prazer na minha boca de estar chupando-a. Conforme as coisas foram acelerando, eu desabei pois não aguentava ficar naquela posição, ficamos num meia nove de ladinho onde cada uma gozou no seu tempo esperando a outra.

Quando terminamos, ficamos deitadas conversando sobre coisas e fazendo uns carinhos uma na outra.

— Você acha que o João vai achar que eu o traí? — Eu estava preocupada com isso.

— Não, homem é safado, mas é bom você falar antes que ele descubra.

— E se ele cismar que quer comer alguém também? Eu não tinha pensado nisso…

— Ele pode meter essa…

— Se ele quiser comer você? Você daria para ele amiga?

— Claro que não! — Ela mentia e não tentava disfarçar.

— Piranha!

No dia seguinte eu ia contar essa experiência para ele com alguma calma, eu não sabia como ele ia reagir, a gente estava namorando e eu errei de pegar ela sem avisar antes. Eu sem querer abri um precedente para algo que eu não queria, um relacionamento aberto.

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