Capítulo 7
João acabou dormindo lá em casa. Ficamos assistindo series até tarde na sala com o meu pai, João dormiu ali no sofá e eu fui para a minha cama como sempre fazíamos. Eu estava toda dolorida e roxa. Aquela cena do banheiro sempre me vinha à cabeça e ligava a chave dentro de mim, mas eu nem podia me encostar pois estava toda arrebentada e menstruada. De manhã no domingo, João foi embora depois do café e eu fui passar o dia na minha vó, estavam meus primos lá e foi um dia agradável sem muito à dizer. Isso não é importante para a história, só contei porque eu fiquei mal de minha vó fichar chateada de eu não ir na casa dela visitá-la!
Eu andei olhando na internet dicas de sexo anal, mas quase todas recomendavam coisas que eu não poderia ter em casa. Se minha visse um plugue na minha gaveta ia me tomar e brigar comigo. Eu estava com a ideia de fazer atrás, mas isso precisava de tempo e lugar, coisa que não tínhamos, geralmente ele não entrava na minha casa quando meus pais não estavam, minha mãe não gostava de gente lá durante a semana. Minha casa ficava no caminho do colégio e ela se cansou da bagunça de um monte de adolescentes. Quando era uma amiga ou algo de estudo não tinha problemas por isso eu chamei o João para estudar comigo. #risos
— Entra aí. — Mandei fechando a porta atrás da gente.
A gente estava de uniforme e eu o joguei na cama descendo sua calça jeans. Eu não podia sentar pois a área ainda estava interditada, mas poderia chupar à vontade.
— Quando for gozar avisa tá amigo? — Eu ainda não tancava a coisa de gozada dentro da boca de forma desavisada.
A gente ainda se chamava de amigos, mesmo depois de tudo. Eu não precisava de cerimnônia para fazer o que eu quisesse com ele e eu tinha visto uns videos novos na internet ensinando a fazer um bom boquete e queria praticar. Cuspi e molhei ele para poder tocar uma punheta de forma a deslizar melhor e senti ele ficando duro na minha mão.
— Aí, garota… Que gostoso…
— Você gosta assim? — eu o masturbava lentamente esfregando o polegar na cabeça e via soltando uma aguinha transparente.
— Sim.
— Quer gozar onde? Diz.
— Onde você quiser!
— Não seja chato João, eu perguntei e você tem que responder!
Ele já tinha gozado na minha boca diversas vezes, na verdade nessas chupadas rápidas era até mais prático para não ter que lidar com a sujeira toda no final. Enfim, ele ficou duro, eu chupei sua cabeça e com a mão fiquei masturbando como sempre fazia
— Vai gozar?
— Tou quase!
— Então vem.
Eu fiquei de joelhos e ele de pé. Coloquei a língua para fora e fiquei fazendo carinha de anime para ele.
— Goza pra mim. Goza.
E ele gozou, e foi porra dentro do meu nariz.
— Agora lambe seu maldito!
Para a minha surpresa o idiota veio lamber o seu próprio esperma na minha cara! Parecia uma vaca.
— Seu nojento, tu gosta de porra?
— É minha porra, devolve!
A gente caiu na gargalhada depois disso e ele deitou-se para eu continuar brincando com seu herói vencido.
— João, eu tou bem vendo uns lances de anal na internet. Eu quero tentar.
— Gostei dessa conversa.
— Você vai querer comer meu cuzinho? — Pergunta idiota a minha. Ele já tinha tentado uma duas vezes!
— Claro que sim, se deixar eu como agora.
— Mas não pode ser com violência, vai ter que ser devagarzinho até eu me acostumar tá?
— Pode deixar. E a menstruação?
— Eu vi antes de você chegar e tá limpo, acaba hoje, mas não sei se pode descer um restinho ainda.
— Pode passar a mão? Melhor não! Daqui a pouco minha mãe chega…
— Quer uma lambidinha na bunda?
Eu estava doida para isso, tinha comentado com ele que a ideia me dava tesão, mas a situação ainda não permitia, tocar no meu ânus era prazeroso para mim.
— Pode colocar a mão se quiser, e só.
Eu me deitei de barriga para baixo e ele puxou meu short inteiro para baixo, eu estava de absorvente externo, estava limpo, ele estava ali somente por segurança. Estranhamente eu não tinha nenhuma vergonha dele ver meu absorvente e ele realmente não se importava com o sangue ou com o cheiro caso tivesse algum dos dois. Ele ficou massageando e me beijando ao mesmo tempo, eu dava umas reboladinhas involuntárias. Sentir seu dedo molhado rodeando meu buraquinho era excitante e me deixava completamente arrepiada!
Um dedo inteiro entrou e eu revirei os olhos gemendo soltando um gritinho e escondendo o rosto.
— Molha mais o dedo por favor… Ahhh!!!!! — doí!
— Ok…
— Bem melhor… — falei me empinando aceitando o incômodo prazeroso.
— Te dá prazer Vê?
— Um pouquinho, é gostosinho, é um tesãozinho diferente sabe? O lubrificante podia estar aqui em casa.
— Vamos para a minha casa então! — sugeriu ele.
— Amanhã, aí isso acaba e a gente pode fazer o que quiser! — respondi
Paramos por ali, tudo ficava seco rápido e machucava, se tivesse um lubrificante seria muito melhor. Eu estava curiosa se ele ficava cheirando ou vendo o dedo depois de enfiar em mim e fiquei com um pouco de vergonha, eu queria perguntar isso para ele, mas tinha medo dele falar que fazia. Mas é como diz o ditado, quem quer cu quer merda!
Não rolaria da gente se encontrar até o próximo final de semana, os pais dele iriam para praia e voltariam somente no meio da outra semana e ele conseguiria ficar em casa sozinho. No sábado, eu cheguei na casa dele depois do almoço e mal cruzei a porta fui puxada para o quarto dele que teve a porta trancada.
— Eu tenho uma coisa para te mostrar! — falou ele muito eufórico.
Eu pensei que ele ia me agarrar, mas não, ele falou algo que eu não consegui entender e me deu as costas correndo para armário para pegar algum um troço. Era um massageador desses de costas que algumas pessoas usam como vibrador.
— Isso é de quem João?
— Dá minha mãe, diz ela que é para as costas… — falou rindo.
— Será que ela nunca usou isso “você sabe onde”? — eu tinha certeza que sim, já tinha usado o lá de casa para isso.
— Eu tenho quase certeza que não. Ela tem uma caixa secreta que fica trancada no quarto, deve estar cheia de brinquedos, quer ver?
— Podem ser documentos. — falei.
— Não é documento nem joia, se fosse eu já teria visto, obviamente é coisa que eu não posso ver.
— Vamos lá ver! — eu sempre fui uma bichinha curiosa.
Que nem duas crianças curiosas fomos correndo para o quarto para xeretar as coisas da mãe dele. Ele abriu o armário e tirou uma caixa grande parecida com caixa de vestido que estava na parte debaixo das gavetas — estava trancada. O cadeado era aqueles de camelô bem meia-boca, qualquer puxão mais forte arrebentaria.
— Você sabe se no chaveiro deles tem uma chave pequena que abre isso? — perguntei.
— Não a única chave pequena é da caixa dos correios lá de baixo.
Eu sabia que esses cadeados eram fáceis abrir, qualquer chave pequena parecida os abriria. Olhamos nas cômodas da cama e nos cantos das gavetas e nada de chaves.
— Jão, pega teu chaveiro.
Ele trouxe a chave que abria a caixa de correios da portaria. Eu enfiei na fechadura e dei uma girada de leve e o troço abriu, esses cadeados realmente não valem nada. Dentro haviam várias surpresas!
— CA-RAM-BA! — meus olhos estavam arregalados.
Dentro tinha pelo menos uns cinco tipos de vibradores diferentes, um era desses de controle remoto que eu sempre tive a maior curiosidade de usar. Um outro era aquele tipo jumbo, muito grande! Sabe esses que é para arrombar? O troço tinha largura de um punho.
— Caralho, tua mãe deve ser muito arrombada bicho!
— Para sua escrota! — falou ele chateado.
Tinha um kit de consolos interessantes, eram desses flexíveis e outro kit de plugues anais para dilatação.
— Sua mãe gosta de dar o toba também! A sogrinha é danada!
— Se você ficar falando assim da minha mãe eu vou ficar chateado!
— Descuuulpa! Mas qual desses a gente vai usar?
— Você quer usar as coisas da minha mãe? Você não liga?
— Eu não tenho problemas não, eu uso e devolvo. Você saiu da boceta dela também e eu enfio você em tudo que é buraco meu. — falei rindo e ele pareceu concordar.
Peguei um vibrador de controle, um consolo médio e um dos plugues anais. Fechamos a caixa e fomos para o quarto. Eu não sabia qual usar primeiro.
— Esse plugue, como usa isso? — falei analisando aquela coisa rombuda.
— É só lubrificar e enfiar ué! — respondeu ele.
— Eu sei disso seu idiota.
— Tem gente que fica o dia inteiro com isso dentro. — explicou.
— Nossa, mas isso não incomoda? Vou colocar para ver, pega o lubrificante.
Eu tinha pego o menorzinho, ele era prateado e tinha uma coisa que simulava uma joia, era bonitinho. Eu passei um lubrificante nele e pedi pro Jão segurar enquanto eu baixava o meu short.
— Posso colocar? — pediu o tarado
— Melhor não, deixa que eu coloco. Assim do nada pode doer….
E doeu um pouco, o buraco não queria deixar o troço gelado entrar de jeito nenhum. Eu fiz um pouquinho de força, o cuzinho reclamou, mas entrou afinal. Eu estava empinada tentando uma posição para colocar a coisa na bunda e o João estava assistindo já de pau duro esperando seu momento enquanto apertava o pau por cima dos shorts.
— Não se anima não rapaz. Não vai acontecer nada agora!
— Como assim? — falou ele aturdido.
— Fica vendo…
Eu peguei o vibrador interno de console remoto e tentei entender como ele funcionava, seria vacilo a mãe dele guardar sem bateria. Demorei um minuto para entender como aquilo funcionava, tinha a opção de usar o controle ou o celular, como a gente não queria perder tempo em site procurando aplicativo, ficamos com o controle. Basicamente você enfiava dentro a vagina e ligava com o controle remoto, a vibe era para ser usado na rua se quisesse. João estava do meu lado doido para controlar o vibrador, mas eu jamais daria isso na mão dele, não sou boba! Então, com o plugue atrás, passei lubrificante no vibrador e fui empurrando dentro da minha vagina, entrou bem gostoso, ele era bem anatômico e mesmo desligado se tu desse uma reboladinha já dava um negocinho bom. Andei pelo quarto para sentir e quase não consegui andar, de tesão? Não! Eu não conseguia andar, era de tanto que eu ria. Andar com coisas enfiadas nos seus buracos é sempre uma coisa esquisita!
— Aí, dá para levar um celular na cadeia hein!
— É bom? Ruim? Como é? — Ele me olhava atentamente para saber se aquilo era bom para mim.
— Não sei, ainda não liguei.
Eu estava brigando com o controle que parecia ter a bateria fraca, mas de repente aquela porra ligou.
— João!!!! Puta merda!!! Caraleo!!!
O troço ligou e começou a vibrar dentro de mim e chamou o satanás em pessoa na minha ximbica! Minha boca não conseguia fechar! Eu sentia um tesão enorme, mas não conseguia parar de rir. Eu caí no chão de barriga para cima apertando desesperadamente o controle tentando diminuir, quase gozei nesse processo. Rir e ter tesão eram duas comuns para mim. A coisa atrás eu só sentia o volume, não incomodava e não me dava nenhuma sensação.
— Tu gozou garota? — quis saber ele tentando entender o que eu sentia.
— Não, mas se continuar eu gozo! — falei ainda rindo.
— Então goza uai!
— Não, quero andar na rua para ver como é. — Eu estava doida para fazer arte.
— Garota….
Eu subi meu short, desliguei o troço e saímos para o corredor, ele tomou o controle da minha mão.
— João, não liga isso quando tiver gente perto porque eu não consigo me segurar, essa porra é muito forte. Entendeu?
— Sim, claro que sim. — Mentiu.
Já no elevador ele levou o troço ao máximo, eu me contorci e ao perceber que tinha câmeras no ambiente fingi que estava amarrando os sapatos — eu estava de chinelos.
— Assim eu vou gozar seu filho da puta!
Meu medo era o elevador parar e entrar alguém e olhar para minha cara de maluca. No térreo, fizemos o caminho mais longo para encontrar o menor número de pessoas, o caminho era a lateral do prédio, quase ninguém passava ali. O desgraçado colocou no máximo e eu tive que parar e me encostar na pilastra.
— Eu vou gozar, me abraça para eu esconder meu rosto. — Implorei.
Gente, foi muito forte, minha perna tremeu de um jeito que ele teve que me sustentar, eu sentia minha boceta latejando apertando aquele volume dentro dela, e quando eu apertava ainda ficava melhor pois tinha outro atrás que me estimulava mais ainda. Meu rosto estava suado, ele desligou para eu respirar e parar de rir. Quem visse a gente ia pensar que estávamos brigando ou algo do tipo, ou pensaria que eu era doida pois tinha crises de risos e expressões de orgasmo.
Fomos para os fundos do prédio que tinha uma área de lazer com mesinhas onde os velhos jogavam damas, era afastado e calmo. Eu podia ficar mais tranquila ali, eu estava com vontade de abrir as pernas e gritar. Eu gozei umas duas vezes em seguida ali, e eu estava morta, foram três em menos de vinte minutos. Eu ainda tive a brilhante ideia de sentar em cima da mão para mover a joia dentro, e isso foi do caralho.
A gente estava ali de boa, se divertindo da arte, eventualmente passava uma pessoa ou criança, mas era longe o suficiente para entender o que ele eu estava fazendo, mas sem nenhuma explicação plausível, advinha quem apareceu? A Tati. Ela não teria reparado a nossa presença se a galinha do João não tivesse gritado.
— Anjinha! — chamou ela pelo apelido.
— Oies! O que vocês estão fazendo aqui?
— Eu moro aqui uai!
— Tudo bem amiga? — perguntei tentando responder com compostura.
Eu estava suada, gozada, desgrenhada e com a cara toda vermelha de gozar umas três vezes em menos de vinte minutos, tinha um troço no meu cu e outro na boceta e agora eu teria que conversar.
— Estou sim amiga, tá fazendo o quê aqui? — quis saber.
— Eu vim com a minha mãe na amiga dela, a gente deixou o carro nos fundos do prédio do lado de fora e eu entrei pelo portãozinho. — falou apontando o portão quase escondido.
— Jão, nem pense nisso ok? — falei na frente dela que não entendeu nada, o infeliz estava se preparando para ligar o botão.
— Já volto, vou deixar vocês conversando um pouco, toma aqui. — João saiu e me entregou o controle, eu não sei o motivo e nem procurei saber depois.
— Amiga, você tá um lixo, o que está acontecendo?
Eu ri disso e não consegui me conter.
— Promete que não conta a ninguém?
— Prometo.
— Você pegou a gente no flagra.
— Vocês estavam transando aqui safada?
— Pior, eu tou com um vibrador desses de controle remoto atochado na frente e um plugue atrás. Tá foda de se segurar, viu?
— Controla pelo celular? — perguntou a loirinha.
— Não, por esse controle aqui ó!
Eu nem terminei de falar e a filha de uma puta arrombada tomou ele da minha mão e correu para longe de mim.
— Onde que aperta?
— Tatiana! Tatiana, não faça isso…
E a filha da puta fez.. apertou tudo até chegar à potência máxima. Minha boca e olhos se arregalaram e pareceu que meu rosto foi congelado nessa posição. Tatiana veio andando de volta para a mesa experimentando os botões. Eu estava com a cara deitada de lado na mesa como uma bêbada, mas tentando conter um orgasmo. Eu ouvia os risos dela.
— Vai poder dizer por aí que uma mulher te fez gozar! — disse ela caindo na gargalhada…
Depois de xingar ela e me assegurar de estar com controle nas mãos falei.
— Porra, garota! Isso é muito bom tá!?
— Me empresta?
— É da minha sogra!
— Ela te emprestou isso?
— Mais ou menos, digamos que ela não sabe…
E rimos disso juntas.
— Qual a sensação? Tenho muita curiosidade, mas se eu comprar um eu tenho medo de aparecer na fatura do meu pai.
— Esse troço tá andando de boceta em boceta, tem coragem? É só a gente subir.
João estava conversando com os colegas dele. Eu disse que a Tati ia lá em cima para usar o banheiro.
— Coisa de mulher, não faz perguntas João.
— Tá bom, eu vou também.
Continua.