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1024 palavras
5 minutos
Uma amiga para o ménage

Capítulo 9#

João era meio porco, o pau dele tinha andando dentro da minha bunda e ele estava sugerindo que a Anjinha caísse de boca nele, quando a gente explicou que aquilo era nojento, ele argumentou o seguinte, pasmem: “Em filme pornô, eles enfiam atrás, na frente e na boca e ninguém para nada para se limpar.” Quando ele falou essa asneira, eu confesso que a boceta secou na hora, Anjinha e eu começamos a rir tanto da cara dele, que ele se virou puto e foi para o banheiro, ele realmente parecia acreditar naquela merda.

— E aí mulher, foi bom? — quis saber a Anjinha.

— Porra, Tati, você deveria experimentar. É uma loucura.

—  Coragem eu tenho, mas meu cu é muito apertado…

— Eu não sou nenhuma arrombada cara, é jeito.

— É que eu já tentei e não rola.  — falou desanimada.

— Ahn, se você já tentou e não foi, deixa para lá.

— E tu, não quer me chupar? — a diaba estava me perguntando com a cara mais safada do mundo…

Vamos falar a verdade agora?  Eu realmente não curtia mulher, mas entendi que eu gostava muito de sexo, eu não tinha nenhum impedimento para pegar outras mulheres e as coisas ali estavam a mil por hora, tudo estava acontecendo rápido, há duas semanas atrás eu era virgem e nem um namorado eu tinha e agora, estava em um ménage. Eu estava me movendo por tesão puramente.

— Abre essas pernas sua puta! — mandei lhe dando um tapa nas ancas e rindo.

Ela se ajeitou no sofá com a cara surpresa e desconfiada, talvez por eu aceitar tão prontamente o seu convite. Deitou e abriu as pernas esperando a minha ação. Eu fui direto para o meio de suas pernas, eu estava curiosíssima para saber como era chupar outra garota e não queria perder tempo.

Ela viu que eu falava sério quando levou a primeira linguada na periquita.

—Sabia que você gostava!

Já tinha beijado ela um monte de vezes e quem beija boca beija buceta. Antes de colocar a boca eu fiz aquela inspeção básica do desbravamento. Ela tinha uma bocetinha pequena, sem pelo nenhum, era fechada como uma concha de cor roseada. Eu fui passando os dedos para abrir e ver o que tinha dentro. Seus grandes lábios eram carnudinhos e cobriam inteiramente seu clitóris minúsculo, quando eu vi eu fiquei meio sem graça, eu achava o meu imenso para a minha proporção, eu era neurótica com isso.

Ela estava toda vermelhinha e levemente babada, eu a sentia quente e tinha um cheiro muito bom de pecado. “E agora, como que chupa essa porra?” — a dúvida era séria, eu nunca tinha feito isso.

— Eu não sei chupar boceta não Tatiana!

— Cala a boca e lambe essa porra.

A filha da puta puxou a minha cabeça me esfregando contra ela. — Eu gostei daquilo.  — Eu comecei a lamber com se quisesse sentir todos os gostos dela, e era um gosto bom, a textura era gostosa e ela brotava água de dentro como uma mina. “Será que eu me babo assim também o tempo todo?” — eu estava tão concentrada em todos os detalhes ali que havia me esquecido completamente do ambiente e da dona da buceta que a cada lambida que eu dava gemia alto. “Dedos! Estou esquecendo dos dedos!”.  Fui tentando achar alguns espaços para colocar meus dedos dentro com cuidado, minhas unhas são grandes e eu estava com um baita medo de arranhar ela adentro, só de imaginar aquilo doeu em mim. Quando meus dedos entraram eu senti com uma pepeca é gostosa de passar a mão, eu já tinha enfiado dedos em mim, mas era diferente a sensação agora, ela era molhada e carnudinha e dava uma tentaçãozinha gostosa nos meus dedinhos.  Eu fazia aquilo com prazer a ponto de começar a rir da situação.

Ela já estava para gozar na minha boca quando o Jão voltou, esse já veio com o pau em riste mirando a boca da moça que quando se deu conta, o abocanhou, eu a chupava olhando o movimento que ela fazia, ela chupava se babando toda. Eu queria ver ela dando para ele, estranho isso, não é?

— Anjinha, fica de quatro para ele meter em você?

— Sim senhora — falou com a maior alegria do mundo.

Ela arrumou um lugar, desceu os peitos e empinou a bunda o máximo que pode, eu corri para ver ela por trás, a danada era gostosona mesmo.

— Aí, malandro, vai se dar bem nessa daí — gritei no ouvido dele dando-lhe uma tapa nas nádegas.

Eu estava ligadaça nesse momento, toda insegurança que eu tinha, havia ido embora, eu me entendia naquele lugar, com aquelas pessoas fazendo aquilo, “Será que eu sou uma dessas pessoas super pervertidas?”  — Pensava. João encontrou a moça pronta, seu pau pareceu ser engolido por ela quando se empinou para trás.

— Gente, eu quero fazer igual filme pornô — falei rindo da minha ideia.

Eu corri para frente da Anjinha e sentei na cabeceira do sofá empinando a minha virilha para ela, eu queria ser chupada enquanto João metia com força na minha amiga. Na minha cabeça isso funcionaria melhor, tão logo ele começou a meter, ela perdeu completamente a coordenação motora e a única coisa que conseguia fazer, era me dar cabeçadas na barriga.

— Como eu queria ter uma rola agora! — eu não parava de fazer piadas e rir, é bem ruim estar na de fora no ménage!

João a levou a menina aos gritos que teve que morder o sofá para calar a própria boca. Ela gozou muito rápido e forte, parecia uma atriz pornô fingindo, quando ele tirou de dentro eu conseguia ver o interior da bichinha, ela estava muito vermelha e pingava coisas de dentro dela. Ela nem da posição saiu apenas ficou ali parada respirando e rindo com os cabelos desgrenhados cobrindo o rosto.

Eu poderia ficar aqui contando o que mais rolou, mas ficamos umas seis horas transando direto até todos caírem em exaustão, esse dia, foi um dos mais divertidos da minha vida. Eu comecei a ficar mais próxima da Anjinha, o João ficou muito mais seguro comigo e tudo só melhorou.

Eu vou continuar a novela, aguardem!

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