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2073 palavras
10 minutos
Como transar com uma buceta falante

Capítulo 5#

Depois do almoço, minha concentração já tava no ralo. Nada além da digestão trabalhava direito. Eu fingia que fazia algo produtivo na frente do computador quando meu chefe – aquele gostoso, másculo, cheiroso, um verdadeiro fenômeno da testosterona – me chamou.

— Vamos jantar? Conheço um restaurante ótimo. Levo clientes lá para impressionar. Você vai amar.

Amar a comida ou a piroca dele? Porque, pra mim, tava bem claro o que ele queria.

Eu sorri com a mesma cara de quem recebe uma promoção no trabalho, sem entregar que, por dentro, minha mente já tava imaginando como ele ficava sem camisa. Aceitei a proposta, me fiz de sonsa e voltei pra minha baia, sentando com um sorrisinho contido.

Mas antes de qualquer coisa, eu precisava avisar alguém muito importante dessa mudança de planos.

Dei uma ajustada na postura, olhei pra baixo e cutuquei.

— Ei, tenho uma notícia pra te dar.

Valentina não demorou nem meio segundo pra responder.

— Tá calor aqui? Eu tô suando. Que foi?

— Você vai ter companhia hoje, tá? Se comporte.

Ela ficou muda por um instante. Um silêncio que já era suspeito.

— De mulher não, né?

Suspirei, revirando os olhos.

— Por que você sempre fala isso?

— Sei lá, tu fica vendo vídeo de boceta se esfregando, vai que um dia resolve tentar. Já aviso logo: eu não troco fluídos com outras bocetas.

Segurei o riso, tentando focar na tela do computador.

— Relaxa, é o gostoso do chefe.

Ela arfou. Literalmente arfou.

— Roberta…

— O que foi?

— Meu grelo tá duro. Faz carinho?

— Não posso. Preciso guardar minhas forças pra ele.

— Ele é pirocudo?

Hesitei. A pergunta era válida.

— Como eu vou saber? Mas tem um volumão, isso eu sei.

— Mulher, tem que saber! Pede um nude! O certo é sempre pedir um nude. Pedir comida sem olhar o cardápio é burrice!

— Eu não vou fazer isso!

— E se for grande demais? Eu não quero sentir aquilo de novo.

Mordi o lábio, lembrando do último perrengue sexual que Valentina enfrentou.

— Virgindade só se perde uma vez, não vai doer, relaxa.

— Sei não… teve um lá que parecia que ia me dividir ao meio. Achei que ia sair pela tua boca.

Eu segurei a gargalhada, abaixando a cabeça fingindo que estava concentrada no computador.

— Credo, Valentina!

— Só tô dizendo… e se for torto? E se for fino? E se for pra esquerda demais e tu tiver que ficar ajustando o quadril igual quem tá tentando encaixar USB?

— Eu dou um jeito, ué!

Ela suspirou, num tom dramático.

— Avisa antes, então. Se for fino demais, pelo menos me prepara psicologicamente, que eu odeio sentir que tô sendo cutucada por um dedo de moça.

Tentei ignorar a dúvida crescente na minha cabeça e voltei a mexer no computador, mas Valentina, como sempre, não me deu um minuto de paz.

— Você não vai se aguentar, melhor ir no banheiro. Essa calcinha vai ficar podre até de noite.

Revirei os olhos, me ajeitando na cadeira.

— Verdade, mas eu vou passar em casa primeiro. Já premeditei isso.

— Vai dar o senhor cu pra ele?

Engasguei com a própria saliva.

— Tu acha que eu penso nessas coisas?

— Claro que pensa! Quando tu pensa, eu logo existo.

Suspirei, tentando manter a compostura.

— Não sei. Na hora eu vejo.

Ela bufou, ultrajada.

— Eu me sinto traída. Tu me leva no médico, me depila, passa perfume, remédio, e na hora tu quer dar o cu?! A única coisa que tu passa nele é papel!

Bati a mão na testa, rindo.

— Meu Deus, Valentina, para com isso!

— Não, porque é falta de consideração! Eu sou hidratada, cheirosa, bem cuidada, e tu quer me substituir pelo anel rugoso?

Abaixei a cabeça pra esconder o riso. O problema não era só o jantar com o chefe. Era o jantar, a expectativa do depois, e a pressão psicológica da Valentina me jogando na cara que eu não sabia se ia usar a frente ou a retaguarda na hora H.

O dilema ainda rondava minha cabeça, mas eu suspirei e cedi.

— Tá ok, eu não vou dar o cu.

— Mas tu gosta — Valentina rebateu, num tom sacana. — Fica toda se tremendo, tu mesma disse que dá um negocinho bom em mim, porque ele te empurra por dentro.

Cruzei os braços, pensativa.

— Verdade…

— Quer saber? Pode dar. Mas não enfia sua bosta em mim depois que ele te pegar por trás. Manda ele lavar.

— Certo, combinado.

O expediente finalmente acabou, e eu saí voando pra casa. Precisava trocar de roupa rápido, tomar um banho, dar aquela checada geral na Valentina e me preparar pra noite.

Entrei no chuveiro, passei sabonete com carinho, creme hidratante, perfume nos lugares estratégicos… tudo pronto. O jantar era só um pretexto pro depois. Todo mundo sabia disso.

Subi na moto e fui encontrá-lo no restaurante. Ele já estava lá, sentado na mesa, me esperando. Me recebeu com um sorriso charmoso e um olhar que dizia tudo. A conversa fluía bem, ele era interessante, tinha aquele tom de voz que fazia a gente se inclinar pra frente sem perceber. A noite estava agradável…

Só tinha um problema.

— Não come nada com alho, por favor. Pede um suco de abacaxi pra eu ficar docinha.

Fechei os olhos e respirei fundo.

— Agora não, coração, por favor!

— Cês tão aí comendo, quem deveria estar TE COMENDO era ele! Isso é perda de tempo, eu tô latejandoooo! Anda logo!

Engoli em seco e tentei manter a compostura.

— Tem que fazer o jogo, Valentina!

— Que jogo?! Eu aposto que o pinto dele já tá duro. Se eu tô molhada, ele certamente tá duro. Duro mais molhado é igual a sexo!

Segurei o copo, respirando fundo.

— A gente já vai levantar. Se der certo, eu chamo ele lá pra casa… se ele quiser ir, né?

— Eita, se ele não for, tu vai esfregar a casa inteira em mim.

Na saída do restaurante, ficamos encostados ali perto, onde eu tinha estacionado a moto, conversando baixinho, num clima carregado de tensão gostosa. Nem demorou muito pra ele segurar minha cintura e me puxar pro primeiro beijo.

Forte, quente, daqueles que deixam a gente meio zonza.

Eu não ia perder essa oportunidade.

— Quer esticar lá em casa?

Ele sorriu, um meio sorriso cheio de segundas intenções.

— Claro.

Minha barriga deu um friozinho de excitação. Ia dar bom.

Como eu estava de moto, ia chegar primeiro. Ele demoraria uns minutinhos de carro, e eu o aguardaria na portaria. Assim que estacionei e parei, Valentina já começou com a empolgação.

— Vai transar tun tun tun vai transar tun tun tun! — Ai, ai, ai, ai, em cima, embaixo, puxa e váááááii!

— Cala a boca! — murmurei baixinho, ainda rindo.

Finalmente, ele chegou. Subimos as escadas, e eu tentava manter a pose, mas minha boceta era a mais emocionada da história.

Entramos em casa, e ele veio pra cima de mim do jeito que eu mais gostava: com atitude. Um beijo firme, quente, mãos grandes segurando meu corpo com força, como se estivesse marcando território.

As roupas foram caindo pelo chão, deixando um rastro até o meu quarto. Cada peça jogada no caminho era um pedaço da minha sanidade indo embora.

Quando a cueca dele finalmente caiu…

Uma excelente surpresa.

Um pau magnífico.

Ele era da tropa dos paus médios, mas absolutamente perfeito.

Uma cabeça rosada, num corpo moreno, rigidamente reto.

— É sabor napolitano esse, Roberta?

Soltei uma risada abafada, ainda admirando aquela obra-prima anatômica.

— Não, é caramelo com topping de morango!

Mal caímos na cama, e eu já sabia o que queria: cair de boca.

Mas bastou colocar a boca naquilo pra eu ouvir a insuportável de sempre.

— Filha, buraco errado. Aí só ele sente.

Suspirei, tentando ignorá-la.

— Eu sei, deixa eu chupar a piroca em paz, Valentina.

— Ele usa isso pra mijar, sabia?

— Eu não tenho nojo, é uma delícia! Daqui a pouco eu sento nele e você vê.

Ela bufou.

— Fica fazendo a boca de boceta. Eu não gosto disso…

Revirei os olhos, tentando manter o foco no pau delicioso na minha boca e não na minha boceta reclamona.

A gente tava ali, no ápice da tensão sexual, quando chegou aquele momento sempre meio esquisito: a pausa pra colocar a camisinha.

Eu nunca soube o que fazer nessas horas. Ficar olhando? Fingir que tava ocupada ajeitando o cabelo? Dar uma tossidinha casual?

Tentei só não fazer cara de tédio enquanto ele desenrolava o látex com a paciência de um monge.

E, claro, Valentina não ia perder a chance de se manifestar.

— Porra, pra mim tu quer com plástico, né? Vacilo. Tira isso, é ruim demais.

Suspirei.

— Quer que eu mande ele tirar? Eu mando. O que você prefere? Gonorreia ou ser arregaçada com uma cabeça de criança saindo de você daqui a nove meses?

Ela ficou em silêncio por um segundo, claramente contrariada.

— Injusto isso. Plástico é muito ruim.

— Também prefiro sem, mas já enfiei um monte de plástico em você e tu adora.

— Plástico, vegetal, madeira, alumínio… a tabela periódica inteira.

— Cala a boca e se concentra. Tá molhadinha?

— Tô. E de grelo duro! Ele nem me chupou ainda! Manda ele me chupar. Quero ver a cara dele.

— Tá bom…

Levantei um pouco o rosto e fiz minha melhor voz manhosa.

— Querido, deixa ela bem molhadinha antes, me chupa aqui…

Me deitei na cama, e ele veio. Assim que ele colocou o rosto entre as minhas pernas, Valentina começou a narrar tudo em tempo real.

— Meu Deus… ele é bonito mesmo, hein… Mas amanhã vai embora e nunca mais te liga.

Revirei os olhos.

— Obrigada por me fazer me sentir bem…

— Manda ele roçar essa barbinha em mim, manda!

— Mando…

— Aiii, essa barba gostosa… — suspirou, quase derretendo. — Viu como faz?

Ele obedeceu direitinho, descendo os lábios e começando o serviço.

Mas… alguma coisa tava errada.

— Roberta.

— O que foi? — murmurei, tentando segurar um gemido.

— Tu não percebeu? Ele não sabe chupar.

Eu prendi a respiração, tentando ignorar, mas realmente… tava uma merda. Ele ficava muito no mesmo ponto, não usava a língua direito… parecia um adolescente desorientado tentando beber água direto da torneira.

— Usa seus dedos e mexe em mim, eu quero rir.

Mordi o lábio.

— Tá foda… tá me dando nervoso.

— Interrompe isso e diz que tá louca pra sentar e não consegue esperar. O velho truque do chupa mal.

Eu ri baixinho.

Mas funcionava.

Levantando um pouco o quadril, soltei um gemido meio impaciente.

— Ai… eu preciso sentir você agora… não aguento mais!

Ele comprou na hora. Levantou a cabeça, com aquele brilho no olhar de macho pronto pra meter, achando que tinha vencido na vida.

Mas eu e Valentina sabíamos a verdade. Afinal, algumas estratégias são essenciais pra uma boa foda.

Quando ele entrou, foi como se um curto-circuito passasse pelo meu corpo. Um choque quente, direto, que me fez gemer alto sem nenhuma vergonha. Valentina ficou muda, e isso por si só já era um milagre.

Ele rebolava gostoso, deslizando para dentro e para fora com precisão, e eu assistia suas costas se moverem, os músculos firmes trabalhando a cada estocada.

Que homem gostoso, meu Deus!

— Tá gostando, Valentina? … Valentina?! …

Nada.

Gluuubb… gluuuub… mmmmmmm…

Ah, tá.

— Desculpa.

Continuei gemendo, sentindo ele tomar conta de mim. Mas aí bateu aquela vontade de mudar o jogo.

— Amor, me come de quatro?

Ele apenas sorriu e assentiu. Me levantei devagar, ajustando a posição, e aproveitei a pausa pra ver se Valentina queria falar alguma coisa.

— Porra, sua piranha, parece dentista! Como é que eu vou falar com esse troço entalado na minha boca?!

Soltei um riso baixo, ainda ofegante.

— Desculpa, garota. Segura aí que agora a gente vai de quatro…

— Mas manda ele ir devagar! Eu não sou pilão pra ele bater, não!

Me posicionei, empinei a bunda do jeito mais tentador possível e senti o olhar dele queimando minha pele. Ele se aproximou e passou a mão entre as minhas pernas, espalhando a umidade enquanto fazia um carinho lento, quase reverente.

— Ahh, Roberta, ele é tão carinhoso… — Valentina suspirou, quase emocionada.

— Com você, né?

— Oi, meninão, eu nunca te vi, prazer, Valentina!

Ouvi um riso baixinho atrás de mim.

— Com quem você tá falando?

— Com a rola dele, mas ele não me responde… PQ ELE TÁ COM UM PLÁSTICO DE DEFUNTO!

Suspirei.

— De novo isso?

Mas nem tive tempo de discutir. Ele segurou firme meu quadril e, de repente, veio a tora.

Fundo.

Do nada.

Soltei um gemido arrastado e senti o útero gritar. Ajustei rápido o ângulo do corpo pra ele não ir tão fundo e segurei a respiração pra me preparar pra próxima.

E foi aí que Valentina começou de novo.

Glugggbb… glubbbgg… eita porra… ahhhh… gluubbb…

Não aguentei.

— Valentina, pelo amor de Deus, não fala enquanto tiver levando pirocada! Eu não consigo me concentrar, é engraçado demais!

Mas era tarde demais. Eu já tava gargalhando, meu corpo tremendo entre o tesão e a crise de riso, e ele, sem entender nada, continuava metendo.

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